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 A ASFIXIA DEMOCRÁTICA

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Anarca



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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Sex Fev 05, 2010 5:25 pm

Das certidões conclui-se, de forma inequívoca, como o polvo socialista se apoderou de Portugal.

Assim...

...de modo flagrante se vê como as empresas públicas são um aríete ao serviço dos interesses da classe governativa socialista...

... a intercomunicação, a interdepêndicia e a subordinação aos interesses do poder socialista de José Sócrates...

...poder esse que se sopbrepõe aos interesses da comunidade nacional, que depaupera o erário público e nos empobrece a todos.

Este comportamento é o paradigma das seitas mafiosas.

A generalidade do povo português, generoso mas inculto, bondoso mas crente, voluntarioso mas pouco atento, tolerante mas não exigente, é facilmente manipulado por uma forte campanha publicitária de desinformação. Um qualquer arrivista pode atingir o poder, desde que tenha os meios financeiros para o fazer.

São exemplares alguns casos passados com as autarquias. É este o caso nacional.

Somos todos nós que já estamos a pagar a factura. Somos todos nós os enxovalhados.

(SOL - meccc, em 2010-02-05)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Sex Fev 05, 2010 5:31 pm

É tudo mentira.

O Sócrates não engana ninguém. Ele é uma vitima:

- do Sol
- do Correio da Manhã
- da Manuela Moura Guedes e Moniz
- do José Crespo
- da oposição
- do Magalhães e JP Sá COUTO
- dos que dizem do curso do Sábado
- do Diogo Infante
- do Arq. Fava, de Leiria
- do Freeport
- do amigo pescador de Robalos, o Vara
- do FINANCIAL TIMES
- do Almunia
- das agências de rating

Enfim, o Sócrates é um CRISTO


Nós é que somos os BURROS...

...

(SOL - Pilantrinha, em 2010-02-05)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Dom Fev 07, 2010 10:08 pm

VAROPÉDIA...

Assalto à vara - assalto de fato e gravata

Che que à vara - nome revolucionário de Armando Vara

Ovário - ninho de Varas

Vara de porcos - grupo de amigos do Vara

Vara verde - corrupto inexperiente

Varação - encalhar a corrupção na PGR

Varamento - acto de bater em corruptos

Varanda - falcatrua em marcha

Varapau - a vara que julga o Vara

Varapau de corrida - carapau corrupto

Varar um barco - encher um barco de corruptos

Vardade - mentira

Varejeira - secretária do Vara

Vareta - desfalque à chuva

Variações - diversidade de golpadas

Variante - novo esquema corruptor

Variável - oscilação do preço da cunha

Varicela - Vara na cela

Varicosidade - licenciatura à Vara

Variedades - diferentes modelos de corrupção

Varina - mãe do Vara

Varinha mágica - uma cunha (pequenina) do Vara

Varíola - um Vara mariola

Varómetro - medidor de corrupção

Varonil - um Vara de Abril
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Seg Fev 08, 2010 1:25 pm

Escutas revelam o ‘esquema’ e os negócios

Por Ana Paula Azevedo e Felícia Cabrita

Pode parecer ficção, mas o que ressalta das conversas telefónicas interceptadas no inquérito ‘Face Oculta’ é que um plano dominava a cabeça do primeiro-ministro e de um conjunto de homens da sua confiança ao longo de 2009: controlar a principal comunicação social do país

O plano envolveu directamente alguns dos principais gestores da PT e de outros grandes grupos económicos, mas também de bancos – todos qualificados como «os nossos».

O primeiro alvo que surge é a TVI e percebe-se que o «esquema» estava em marcha há quase um ano. Manuela Moura Guedes, que à sexta-feira abria o Jornal Nacional com notícias sobre o ‘caso Freeport’, era uma das vozes a silenciar. Mas para isso tinham de afastar da estação o director, José Eduardo Moniz. Armando Vara, quando a estratégia sofreu o primeiro revés, disse a frase certa numa das várias conversas interceptadas: «Esta operação era para tomar conta da TVI e limpar o gajo».

As primeiras escutas com relevância criminal são de Maio de 2009, com Paulo Penedos (advogado, dirigente do PS, assessor na PT e pivô para vários negócios) e Armando Vara (ex-dirigente do PS, muito próximo de Sócrates, e vice-presidente do BCP) a falarem do assunto com vários interlocutores.

No dia 26 de Maio, Penedos recebe um telefonema do administrador executivo da PT para quem trabalha: Rui Pedro Soares (ver biografia na pág. 9), o homem escolhido para ultimar o contrato com o grupo de media espanhol Prisa, que há muito se sabia estar vendedor de 30% da portuguesa Media Capital, dona da TVI.

Rui Pedro pede-lhe para ligar para a secretária de Manuel Polanco (líder da Prisa) na TVI, para «marcar a reunião para a semana, conforme combinado».

PT compra através de fundos

No dia seguinte, 27, Paulo Penedos dá conta dos seus receios a Américo Thomati (presidente executivo do Tagus Park, em representação da PT, a cujo quadro pertence). É que Zeinal Bava, presidente executivo da PT, não queria envolver o nome da empresa na compra e optara por engenharias participadas pelos bancos para a ocultar.

«O Zeinal já arranjou maneira de, não dizendo que não ao Sócrates, fazer a operação de forma que ele nunca aparece» – conta Penedos, explicando que vão «passar uns fundos para Londres». Thomati diz que «então são os fundos que aparecem a comprar». Paulo diz que não está disposto a ficar mal visto no mercado e o outro remata: «Não é conveniente para nenhum».

30% por 90 milhões

No dia 29 de Maio, Rui Pedro Soares diz que esteve «com o Júdice» (o advogado José Miguel Júdice, cujo nome é apenas referido, não existindo escutas de conversas com ele), que pensou outra solução. A Media Capital, empresa-mãe da TVI, detém outras participadas. Se a PT, aliada a parceiros de confiança, dividisse esse ‘bolo’ em fatias, conseguiriam dominar a holding através dos administradores lá colocados pelos vários compradores. Rui Pedro conta como se «inventou uma solução de antologia»: em vez de comprarem 30% da holding, «compram activos em baixo, o que permite que a PT, directamente, possa comprar a internet e a produtora de novelas, e que outras entidades mais inócuas vão comprar 30% da televisão».

Rui Pedro Soares e Paulo Penedos convocam para os ajudar João Carlos Silva (vogal da comissão executiva do Tagus Park e ex--presidente da RTP nomeado por Armando Vara, quando este foi ministro-adjunto de Guterres e tinha o pelouro da Comunicação Social).

No dia 2 de Junho, Rui pede a Paulo para fazer «aquele périplo pelos empresários do Porto, pessoas de confiança». Rui esclarece as contas: vão «comprar 30% por 90 milhões» e «era importante que o João Carlos conseguisse, pelo menos, uma participação de 9 milhões. Em dinheiro seriam 3 milhões, no máximo».

No dia 3 de Junho, Rui Pedro vai a Madrid, negociar com o patrão da Prisa, Manuel Polanco.

Manuela sai, para o entretenimento

No dia 5 de Junho, Penedos fala com um homem não identificado, mas que parece bem informado. Comunica-lhe que, na segunda-feira a seguir, vai ter «um dia lindo, que começa com Zeinal», às 8h45. Ao saber que, na reunião, o tema na mesa é a TVI, o interlocutor diz que «tem-se rido» com o assunto, pois tem «informação privilegiada».

Penedos revela que, quanto a «ela, Manuela Moura Guedes, vai ser anunciado já que vai sair» – «vai para o entretenimento». Moniz é um problema nesta altura ainda não resolvido: «Ele deve ser muito bom porque os espanhóis querem fazer a transição com tranquilidade». Têm medo de, «se o hostilizarem, perderem uma boa operação em Portugal» e afectarem os activos da Media Capital. O que Moniz «não sabe é que já não estão a pedir a cabeça dele». Ou seja, há outras formas de resolver a questão.

A 17 de Junho, Paulo Penedos não tem dúvidas sobre o desfecho do negócio e avisa um certo Luís (alguém que vive fora do país e que não surge identificado) de que «vai haver alterações imprevisíveis na comunicação social». Daí a dois dias, segundo as suas contas, a TVI «vai deixar de ser controlada por Moniz e Manuela».
O tal Luís quer saber se a Media Capital vai mudar de dono. Penedos garante o plano inicial, que apenas compram 30% à Prisa. Mas também poderão comprar o Correio da Manhã a Paulo Fernandes – já que o dono da Cofina, com a quebra das receitas de publicidade, admite desfazer-se do diário se não entrar no negócio da TVI. Pediu «140 milhões, para começar a conversar».

Impresa na mira

A Impresa, grupo de Francisco Pinto Balsemão, também é envolvida. Foram então comunicadas à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) duas operações, fora de Bolsa, de compra e venda de acções da holding do fundador do Expresso. A Ongoing, de Nuno Vasconcelos e Rafael Mora (accionistas da PT), compra mais 1,88% da Impresa. O BCP vendeu também a sua participação na Impresa, quase na mesma percentagem.

Paulo Penedos explica ainda ao incógnito Luís: «A confirmar-se a operação da TVI», esta «terá algum fôlego na reorganização da comunicação social, da qual apenas lhe dá um lamiré» – as «transacções do grupo Impresa nas últimas horas». «Está tudo ligado».

A encenação e o jogo psicológico noutras esferas de poder também não são descurados. Entre os sócios do Benfica opositores a Luís Filipe Vieira, surgira o movimento ‘Vencer, Vencer’ que convida Moniz para se candidatar à presidência do clube. O director da TVI admite estar a pensar seriamente no assunto – e Paulo Penedos vê logo aí «um sinal», uma «saída» mesmo.

Em conferência de imprensa, Moniz anuncia que afinal desiste, pois não tem tempo para preparar convenientemente a candidatura.

Paulo Penedos lamenta, mas acha que isso até «foi bom»: acabou por ser uma excelente «cortina de fumo», que já deixou às pessoas a ideia de que o próprio Moniz até está disponível, tem vontade em sair da direcção da TVI sem dramas e conotações políticas.

O negócio com a Prisa está quase fechado. A 19 de Junho, Rui Pedro Soares manda Paulo Penedos tratar de enviar a Manuel Polanco «um documento», por email. Penedos fala com a secretária do líder da Prisa em Madrid, diz-lhe que «é a versão definitiva».

Jantar com Sócrates: ‘é tudo ou nada’

Estava-se a 19 de Junho e Rui Pedro comenta com Penedos que está «tudo a seguir o seu caminho» e que vai «jantar com o 1.º». Telefona três horas depois e conta que «o chefe estava bem disposto».

No dia seguinte, 20 de Junho, Moniz dá uma conferência de imprensa e Paulo faz o relato a Rui: «Não tem nada de pessoal contra o primeiro--ministro» e «terá dito que, se não o ouvirem na alteração ao projecto, sai sem fazer barulho».

Então, conclui Rui, «a abordagem está a correr bem». Mas avisa que há uma alteração de última hora: Sócrates diz que «tem de ser a PT, especificamente, a fazer a operação». Penedos pergunta-lhe se o documento que foi para a Prisa já reflecte isso e a resposta é afirmativa. Rui, aliás, tem viagem marcada para Madrid daí a três dias para fechar o negócio. Penedos desabafa que «é uma situação de risco» e que tem «mais medo do lado interno».

Internamente, porém, a situação parecia salvaguardada. A PT assumia o negócio e Rui seria o substituto de Moniz. Para isso, teria de fazer uma espécie de comissão de serviço na Prisa. Sócrates – que é apelidado pelos seus como o «chefe» ou «chefe maior» – dissera-lhe que tinha de ir para a Prisa «durante três meses». O que ele acata: «O chefe diz que é tudo ou nada e que não pode ficar com a fama e sem o proveito».

Rui Pedro adianta que também «já está escolhido o homem da informação, o Paulo Baldaia» (director da TSF, rádio do grupo Controlinveste, de Joaquim Oliveira, que inclui o DN e o JN).

Notícias colocadas nos jornais

Mas o caso Benfica/Moniz, causara interrogações nos jornalistas e começam a circular informações de que a PT estava na corrida à TVI. Além disso, a súbita mudança de planos obriga a acções rápidas.

A 23 de Junho, terça-feira, Rui Pedro Soares parte para Madrid, num avião a jacto, para ultimar o negócio com a Prisa. Pelo telefone, comenta com Penedos a manchete do Diário Económico (da Ongoing) que satisfaz os seus objectivos. O jornal dá conta de que não apenas a PT, mas também a Telefónica estão na guerra pela Media Capital.

Nesse mesmo dia, a PT é obrigada a fazer um comunicado à CMVM em que admite o interesse estratégico na Media Capital – mas nega ter sido concretizado qualquer acordo.

Rui e Paulo esfregam as mãos: ambos concordam que, dada a forma como as coisas foram feitas, só uma teoria da conspiração anularia a ideia de que se tratou de uma «guerra entre empresas». «Ao menos a notícia já não sai de chofre».

O ego dos dois é enorme e Rui Pedro Soares festeja o rasgo intelectual de ambos: «Podemos escrever um livro e ser pagos a peso de ouro». Com a campanha eleitoral à porta, comenta que merece mesmo ser recompensado pelos seus feitos – depois disto, espera «obter do chefe ‘luz verde’ para lhe tratar da comunicação durante três meses».

Rui telefona para Armando Vara: «O que lhe está a parecer a comunicação?». O homem do BCP não vacila: «Boa».

Mas a rápida inversão de estratégia deixa os mais próximos preocupados. José Penedos (presidente da REN) não percebe, mas o filho explica-lhe que se trata de «uma cortina de fumo para dar a ideia de que há mais interessados e que se trata de algo com mero interesse empresarial para justificar a operação».

‘Isto é que é uma tristeza total’

Conta ainda ao pai como Rui voara para Madrid num jacto particular, com as minutas do contrato na mão, que já lhes tinha enviado por email. Os bancos com que a Prisa trabalha «não estavam a aceitar as condições financeiras» e, «por isso, estão agora a negociar». E adianta: «As minutas não foram feitas por mim mas pelo Bes Investimentos». José Penedos ri-se: «Isto é que é uma tristeza total».

Aos primeiros minutos do dia 24, Paulo Penedos reporta a Rui Pedro Soares as manchetes dos jornais da manhã seguinte, que está a ver nas televisões. Mas Rui, em Madrid, ainda está preocupado com outros imbróglios do negócio. Estão a terminar «um novo documento para o Moniz assinar». Vai mandar-lhe, para Penedos o ler.

A notícia correcta já está em alguns jornais, que não engoliram a história do interesse da Telefónica: o diário i tem como manchete «PT compra 30% da Media Capital». Os comentários sobre Moniz e as más relações com o Governo multiplicam-se e o ambiente começa a ficar tenso.

Rui Pedro Soares e Paulo Penedos apostam que houve fuga de informação. Paulo recebe os ecos da PT, que está dividida. Agora «está toda a gente contra» – «o chairman (Henrique Granadeiro) está contra», «o Zeinal faz isto porque é um profissional, mas está-se a torcer».

Rui Pedro Soares sabe que vai receber ataques, mas continua mais preocupado com José Eduardo Moniz, que ainda não saiu de cena: «Se o Moniz é corrido sem nós entrarmos, é melhor para a PT», mas «é pior para o ‘chefe máximo’».

Um contrato para Moniz

Paulo não tem dúvidas que «os gajos que trabalharam ali espalharam» informações. Por seu lado, Rui já informara quem de direito: «Disse ao Sócrates que tem a noção que andam nisto há dez meses e que só nos últimos dias é que…». Mas o primeiro-ministro tinha uma ideia fixa: «O Sócrates perguntou-me se não era melhor correr com o Moniz antes da PT entrar». Rui garantiu-lhe que não, porque «tem uma grande pára-choques para ele» (o ‘chefe’).

E Penedos: «Custe o que custar em termos de dinheiro, por muito que um gajo possa pensar que o crime compensa ou vamos beneficiar o gajo, o Moniz devia sair confortável para estar calado».

Mas o que os deixa mais moídos são os comentários do socialista Arons de Carvalho no i, ao dizer que teme que a entrada da PT na TVI possa ser vista como tentativa de pressão do Governo: «Parece que põe cá a história toda e, ainda por cima, burro, dá como certa a entrada da PT».

Dia 24 é dia de debate na Assembleia da República, entre Governo e oposição e os homens do plano adivinham que vem aí um ataque a Sócrates.

Ainda em Madrid, com ordens para manter o plano, Rui aguarda a todo o momento a hora em que irá falar com a Prisa. Dá então instruções a Penedos para meter de imediato uma pessoa num avião, para lhe levar o seu computador a Madrid.

Entretanto, pede-lhe que vá ao seu gabinete e entre no seu email – «a password é ‘Sócrates2009». O contrato de Moniz está concluído e tem de ser «entregue a Zeinal».

Falta um minuto para as 11 horas da manhã, quando Fernando Soares Carneiro (outro administrador executivo da PT) telefona a Armando Vara. Recorda-lhe o almoço em que falaram «das perpétuas» (acções de direito perpétuo, que também pode significar golden share) e pergunta ao vice-presidente do BCP quando «termina o prazo». Este responde que «precisam de tomar uma decisão hoje». Fernando diz-lhe que «interessa que esteja a ser analisado o pacote da PT» – Vara responde apenas que «está» e «o outro está mas não é para já».

À mesma hora, Paulo Penedos lê um documento a Rui Pedro Soares. Trata-se de um contrato de prestação de serviços para «consultor» do grupo PT na área dos audiovisuais. Pela conversa de ambos, deduz-se que seria um contrato para Moniz assinar.

Sócrates já falou com Zapatero

Paulo Penedos diz a Rui que Soares Carneiro lhe «disse que o negócio estava feito», pois «ontem à noite o Zapatero (chefe do Governo espanhol) tinha falado com Sócrates».

São três horas da tarde (ainda do dia 24) e Rui Pedro Soares pergunta a Penedos «se a Mediapro já disparou» (trata-se de outro grupo de media espanhol, dono da cadeia La Sexta, que em Maio de 2009 os jornais espanhóis diziam ser alvo do interesse da Prisa, que estudaria uma fusão). Penedos responde: «A informação que há aqui é que dispararam; a Mediapro e as acções da Prisa dispararam 9%».

Como condicionar Cavaco

Ainda na mesma conversa, Rui Pedro Soares equaciona mais uma ideia: «As rádios (da Media Capital) vão ser compradas pela Ongoing e pelo genro de Cavaco» (o empresário Luís Montez).

Penedos comenta que «isso é bom» e pergunta--lhe se é «o autor desta patifaria». Rui Pedro acrescenta, referindo-se a Cavaco, que «é o preço da paz e que esse cala-se logo, fica a cuidar dos netos».

O debate no Parlamento começa por essa altura e Penedos vai relatando o que se passa a Rui Pedro Soares. Diogo Feio, deputado do CDS, pergunta a Sócrates se o Governo está a par do negócio da PT/TVI. E o primeiro-ministro perde a calma, mas nega: «O Governo não dá orientações nem recebe informações da PT».

Rui Pedro pede então a Paulo que vá aos estatutos da PT ver em que circunstâncias a golden share do Estado na empresa tem de dar parecer. Penedos pergunta se o negócio «está fechado ou não». Rui diz que sim, mas, como a questão «Moniz não está fechada», ele também «não fecha» – não quer «cair do cavalo abaixo, deixando a questão do Moniz por assinar antes de assinarmos». «Os gajos estão debaixo de uma pressão terrível pois as acções da Prisa cresceram hoje 14%», acrescenta. Mas chegam à conclusão que «está tudo feito em fanicos».
À noite, Armando Vara recebe um telefonema de outro arguido no ‘Face Oculta’, o empresário Fernando Lopes Barreira, que lhe pergunta se viu «a entrevista da ‘bruxa’» à SIC Notícias (referindo-se a Manuela Ferreira Leite, líder do PSD). Vara responde que não e o amigo comenta que «saiu-se bem».

Vara diz que já ouviu dizer que ela disse que Sócrates mentiu, ao dizer que não sabia de nada. Comentam que «não se dizia uma coisa dessas». Vara diz que «ninguém acredita que não soubesse», diria antes que «foi um erro trágico», «ele tinha de ter dito que não foi oficialmente informado, mas tinha conhecimento disso». Termina a dizer que as cisas vão correr mal e Lopes Barreira responde que não tem a mínima dúvida. No dia seguinte, 25, Cavaco Silva desafia publicamente a PT a esclarecer o que se passa. Zeinal Bava, presidente executivo da PT, vai à RTP dizer que não havia negócio nenhum, apenas uma disponibilidade de ambas as partes. Nos bastidores discute-se: avança-se ou não se avança. Até que Sócrates anuncia que, se a PT prosseguir, o Estado usará a golden share para vetar o negócio.

O plano sofre assim um sério revés, mas não ficaria por aqui.

(SOL)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Dom Fev 28, 2010 11:57 pm

Portugal está isolado na União Europeia - Os tiques terceiro mundistas e as escutas a magistrados

Portugal está numa situação desastrosa.
Isto é uma vergonha que só seria admissível na Albânia de antanho e no Chile de 1973, ou em Cuba.
Cada vez me lembro mais do acórdão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem , (TEDH), que assinalou que Portugal tinha duas caras: Uma no Tribunal Europeu e outra internamente, em Portugal.
O caso é simples: Portugal estava a ser processado consecutiva, e directamente, por atraso na administração da Justiça, quando a Convenção Internacional dos Direitos do Homem apenas previa que fossem esgotadas todas as vias internas de recurso: 1ª Intância/Relação/Supremo.
Portugal era considerado um caso miserável, sem capacidade para decidir internamente primeiro.
Então o representante português no Tribunal Europeu defendeu no TEDH que afinal Portugal até já condenava a violação do principio do prazo razoável e deveia ser usado o procedimento normnal.Deveria acabar o regime de excepção.Primeiro os tribunais portugueses, depois o TEDH.
O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem foi na cantiga e alterou a sua jurisprudência , passou a não aceitar queixas directas dos cidadãos prejudicados.
Face a isto,Portugal pensando que a coisa "estava no papo", passou a fazer a mesma porcaria de sempre e, para isso, o Ministério Público passou a, nos tribunais portugueses, opor-se sempre a indemnizações aos cidadãos.
Tudo estava bem!!!
Perante este cenário o Tribunal Europeu, no acórdão de 10/6/2008, caso Martins Castro e Alves Castro c. Portugal, censurou o Ministério Público sublinhando a contradição entre a posição do Mº Pº no TEDH e o que defendia em Portugal e decidiu voltar a aceitar queixas directas!!!
Por miúdos, podemos dizer que Portugal quis enganar o TEDH, mas este não foi em cantigas.
Uma vergonha!
No plano interno,e na área política, vemos agora Sócrates - que está isolado na UE e no Mundo, sem qualquer credibilidade que não seja a dos pedintes internacionais, pois Portugal é o mau exemplo na UE! - jogar com as palavras: Não sabia; usaram abusivamente o meu nome; calunia, infâmia!
É para parvos a conversa dele!
Então o "peseteito" Figo - assim lhe chamavam em Espanha - tomou o pequeno almoço com Sócrates e no mesmo dia assinou um contrato para receber 750.000,00 € e é tudo coincidência?
Claro, há violação do segredo de justiça....
Que gente é esta em Portugal que aceita isto?
Quem vota nesta gente?
Para quando a Justiça independente agir de forma "brutal"?
Agora Sócrates teve outro apoio, o de Cândida Almeida que , sibilinamente, veio lançar a ideia de escutas a magistrados... para evitar a violação do segredo de justiça!!!
Já vi o Mº Pª fazer isto no TRibunal da Boa Hora e os juízes de turno deixaram de libertar presos de processos que não fossem seus...
O Mº Pº disse que ia lançar uma "investigação" às libertações...
Isto aquando da libertação do preso Amin Bangi!
Claro, a partir dali os juizes cortaram-se....
O que o Mº Pº agora quer é meter medo aos magistrados!
Calados senão f.....
Face ao que disse Cândida Almeida ocorre dizer que Sócrates não teria feito melhor.
Bom, enquanto esta gente vai indo, os portugueses vai minguando...
Os juízes têm de tomar posição...
O PSD e o CDS têm de tomar posição e ver para onde querem ir, porque Portugal é um Estado já sem qualquer credibilidade!
O PSD e o CDS têm de se definir muito claramente.
Portugal não tem mais colónias e não há multiplicação dos pães.Portanto, gente do PSD e do CDS tomem juízo e vejam o que querem fazer.
Sócrates e Cavaco Silva estão hoje tão isolados, como estavam Salazar e Caetano.
Portugal não conta para nada a não ser como peso, porque recebe "ajudas", como se fosse um arrumador de carros na União Europeia.
Só saíem do País para os locais que têm de sair por causa da NATO, da União Europeia.
Quando foi Sócrates convidado por causa de honra ou acrescento?
E Cavaco Silva?
O PR e o PM só vão em visita oficial quando os protocolos internacionais não podem esperar mais. Como Salazar e Caetano.
Vivemos cercados.
As Forças Armadas têm de tomar posição!
O Ministério Público e a PJ têm de entrar nas lojas maçónicas, em força.
A merda está lá!

ULTIMA HORA!
Aos mendigos do PS e aos vígaros da maçonaria, que se sentem incomodados com este post, quero dizer-lhe que tenho comichão nos "coleus".
Como penso que todos são muito cultos, gostaria de voluntários para mos coçar!

Posto por José Maria Martins
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Sex Mar 19, 2010 12:05 am

Sócrates fica para último

Os partidos querem ouvir os participantes directos no negócio da TVI antes de se confrontarem com o primeiro-ministro. PS quer Sócrates a responder por escrito

José Sócrates será um dos últimos nomes a ser chamado à comissão de inquérito ao negócio da compra da TVI pela PT. O primeiro-ministro vai constar da lista de pedidos de audição, mas antes os partidos querem ouvir os intervenientes directos no negócio, para então confrontar o líder do Executivo.

Uma vez convocado, Sócrates pode optar por responder por escrito - uma opção que ganha força no PS, com vários dirigentes a defenderem que o primeiro-ministro não deve responder presencialmente aos deputados.

No plano político, o ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino (que tinha a tutela da PT) será um dos primeiros nomes a ouvir na comissão de inquérito.

A par dos responsáveis das empresas envolvidas, Prisa, Media Capital e PT – o que significa que administradores como Henrique Granadeiro, Zeinal Bava ou Rui Pedro Soares voltarão a ser questionados. Uma intenção comum ao PSD e Bloco de Esquerda, os dois partidos na origem do inquérito – e que vão tentar um consenso quanto à lista de nomes.

Já o PS pondera chamar a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, que disse ontem que irá à comissão «com todo o gosto».

(susete.francisco@sol.pt)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Ter Maio 11, 2010 5:59 pm

Directora de centro de saúde demitida por não retirar cartaz "jocoso" sobre Correia de Campos

A directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, foi exonerada pelo ministro da Saúde por não ter retirado do centro um cartaz que apresentava declarações de Correia de Campos "em termos jocosos".

O despacho de exoneração de Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso foi publicado hoje em Diário da República.

Segundo a agência Lusa, alguns deputados socialistas manifestaram-se "incomodados com a situação".

"Pelo despacho (...) do Ministro da Saúde, de 05 de Janeiro, foi exonerada do cargo de directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho a licenciada Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso, com efeitos à data do despacho, por não ter tomado medidas relativas à afixação, nas instalações daquele Centro de Saúde, de um cartaz que utilizava declarações do Ministro da Saúde em termos jocosos, procurando atingi-lo", lê-se no documento.

Perante este caso, considera-se demonstrado que Maria Celeste Cardoso não tem "condições para garantir a observação das orientações superiormente fixadas para a prossecução e implementação das políticas desenvolvidas pelo Ministério da Saúde".

(PUBLICO)

PS - A bem da Nação...
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Dom Out 03, 2010 1:12 pm

SUBMISSOS À SEVÍCIA POLÍTICA

03.10.2010

«Vasco Pulido Valente está proibido de ir às televisões e quem o lê são sempre os mesmos, está pois condenado a explicar sempre e só aos mesmos. Há pouco mais de um ano, ainda a TVi o recebia uma vez por semana - às 6.ªs, e punha o professor-marcelo a um canto. VPV foi sepultado pela república-de-sócrates numa página irregular de um jornal (até ver...) e remetido ao silêncio dos livros, no país-analfabeto-das-novas-oportunidades e da mediocre classe média que "não quer questões".»

Publicada por joshua
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Qui Out 07, 2010 12:54 pm

A DITADURA DO PENSAMENTO ÚNICO...

O pensamento único...

A UE acordou numa pena de prisão até três anos para o crime de negação do Holocausto e de genocídios internacionalmente reconhecidos, noticiam a BBC e o SOL.

Apesar da BBC referir que o texto aprovado foi cuidadosamente redigido de forma a salvaguardar a liberdade de expressão artística e científica, não fica afastada a sensação de se estar cada vez mais próximo do regresso aos tempos do Santo Ofício com o seu Índex e fogueiras de livros e de hereges...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Qua Out 20, 2010 5:01 pm

Portugal cai dez lugares no ranking da liberdade de imprensa

20.10.2010

Portugal ficou este ano no 40º lugar na classificação da organização Repórteres Sem Fronteiras no que toca ao respeito pela liberdade de imprensa, descendo dez lugares em relação à avaliação feita em 2009.

Já no ano passado, Portugal tinha registado uma queda do 16º para o 30º lugar na lista dos países que mais respeitam o trabalho dos jornalistas.

Apesar de ter classificado Portugal como estando "em boa situação" face à liberdade de imprensa, a organização internacional afirmou em 2009 ter-se verificado uma queda de 14 posições na lista dos mais respeitadores da liberdade de imprensa, passando a estar ao mesmo nível da Costa Rica e do Malí.

No relatório deste ano divulgado hoje, quarta-feira, Portugal mantém a tendência de descida tendo passado do 30º para o 40º lugar. Em 39º lugar, encontra-se Espanha e em 41º a Tanzânia.

A liderar a lista dos mais respeitadores da liberdade de imprensa, estão a Finlândia, Islândia, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça.

(Jornal de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Seg Out 25, 2010 2:56 pm

Um Estado com polícia política.

24.10.2010

Duas das razões da debilidade da linha justa democrática perante o poder socialista são a incredulidade e o desleixo.

Incredulidade perante a anti-democracia do sistema: não há pior cego do que o que não quer ver. O cego que se recusa a ver, mesmo quando os factos lhe entram pelos olhos dentro, não é negligente: tem medo de enfrentar o sistema.

O desleixo com as comunicações, os contactos e a confiança, permite ao sistema a vantagem enorme da informação: saber quem fala com quem, o que falam e o que preparam. A ingenuidade paga-se cara e nenhuma guerra se ganha sem compreender a índole e o comportamento do inimigo.

Felizmente, a maré começa a mudar e são cada vez mais os que tomam consciência e a natureza sombria, e as operações negras, do sistema socialista. O Estado tem novamente uma polícia política.

Como é que a linha justa democrática vence um poder iníquo? Com vontade, desassombro e combate. Não queremos que o futuro próximo nos dê razão na denúncia: é no presente que queremos vencer!

(Portugal Profundo - António Balbino Caldeira)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Qua Nov 10, 2010 10:03 pm

Blindada

08.11.2010

«Trata-se não apenas de justificar o dispêndio de 5 milhões em tempos de apertos, como também de diabolizar o cidadão que, no uso dos seus direitos, critique a NATO, a Cimeira de Lisboa e a ideia de globalização da Organização dita Atlântica.
Quem o ousar é obviamente um malandrim a soldo do famoso Bin Laden, portador de armas de destruição maciça como as que ninguém encontrou no Iraque, merecedor de ser entregue à voragem das lagartas dos blindados.
Outra hipótese, também já aventada nos jornais, é que os blindados vão chegar à PSP, mas não para a Cimeira da NATO.
Então para que serão os blindados anti-motim? Para a greve geral ou outras greves e manifestações que aí venham de contestação à austeridade de uma banda só? Só faltava mais essa.»

(Diário Económico - João Paulo Guerra)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Qui Nov 11, 2010 10:01 pm

PSP adquire blindados para operações em bairros sociais

11.11.2010

A PSP vai adquirir seis blindados que devem ser utilizados durante a Cimeira da Nato, em Lisboa, alegando motivos de segurança, informa o Diário de Notícias, que teve acesso ao caderno de encargos da Polícia de Segurança Pública.

De acordo com a PSP, há vários bairros onde circulam armas de guerra que servem para atacar a polícia quando os agentes se deslocam a essas zonas, daí a necessidade das autoridades se munirem destes equipamentos para garantir a segurança dos líderes que vão participar na cimeira.

Essas viaturas não se tratam, segundo o Governo Civil de Lisboa, de simples «viaturas de transporte pessoal com protecção balística». São, na realidade, verdadeiros blindados de guerra, semelhantes aos usados na guerra do Iraque, acrescenta.

Segundo José Manuel Anes, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, «a única justificação para que a PSP tenha sentido a necessidade de comprar estes blindados é a de ter feiro uma análise da situação e desta ter levado a uma previsão de acontecimentos muito graves e violentos».

(Diário Digital)
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MensagemAssunto: Re: A ASFIXIA DEMOCRÁTICA   Sab Dez 11, 2010 8:30 pm

A Imprensa Amordaçada

Temos que ser realistas, todos os crimes dos políticos, que já não têm conta, ficam sistemáticamente impunes porque não temos Imprensa.

Não se trata de ter a Imprensa amordaçada.

A verdade é que os jornais são propriedade de grupos empresariais, e estes praticam a auto-censura para evitar desagradar ao poder e prejudicar os negócios.

Por sua vez não há jornalistas.

Tal como fizeram com as Forças Armadas, todos os organismos do Estado, desde autarquias, institutos, etc, os partidos políticos infiltraram o maior número de esbirros que puderam nos meios de comunicação.

Não esqueçamos que este é um sector vital de propaganda, da qual depende a imagem e o crescimento dos rebanhos partidários.

Este sector é estratégico para manter no poder as castas de parasitas e traidores que emergiram do Golpe de Estado de 74.

É com ela (CS) que se inculcam no espírito dos cidadãos acríticos os dogmas do regime (não questionar a revolução e a falta de sufrágio da questão ultramarina, não equacionar os milhões de mortos que causou, não pôr em causa a legitimidade da partidocracia, aceitar a sacralização dos valores da esquerda de génese soviética, semear a dissenção com os valores morais tradicionais e de raiz católica, considerar sacrílegas as críticas à corrupção e impunidade dos políticos, etc...

A sociedade portuguesa está subvertida e se nada fizermos, em breve estará pervertida!

(Portugal Profundo)
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