A LIBERDADE É AMORAL

Local de discussão livre sobre todos os temas sociais.
 
InícioInício  CalendárioCalendário  FAQFAQ  Registrar-seRegistrar-se  LoginLogin  

Compartilhe | 
 

 UMA POLÍTICA DE VERDADE...

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2
AutorMensagem
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Qui Nov 04, 2010 10:18 pm

É a credibilidade, estúpidos!

04.11.2010

Os mercados sabem fazer contas e escrutinam continuamente o comportamento do governo e outros agentes políticos:

. Não se convencem com declarações ou actos de circunstância “forçados” a partir de cenários construídos em “politiquês”;

. Sabem que não é com um “mau orçamento” que se fará a urgente consolidação das contas públicas;

. Não acreditam no cenário macroeconómico implícito no OE 2011 e estão certos que a receita não se irá cumprir;

. Estão certos da incapacidade em reduzir a despesa primária, conhecedores que são da teia de relações promíscuas entre o governo e as múltiplas clientelas;

. Não gostam que, durante a discussão do OE, o governo transmita a imagem de “fazer as coisas em cima do joelho” ao incluir de forma encapotada uma despesa adicional de 830 milhões, a ser coberta por receitas de duvidosa execução;

. Não compreendem a falta de consitência de um 1º ministro, que tanto põe em causa o elevado volume da despesa pública como, logo a seguir, reafirma a intenção de delapidar milhares de milhões na megalomania do TGV;

. Acham bizarra a postura “nim” do principal partido da oposição, dando a nítida ideia de não possuir qualquer projecto alternativo;

. Conhecem o já longo “cadastro” governo em termos de objectivos falhados, já interiorizaram a total incompetência de Sócrates e sabem que a sua manutenção no poder apenas garante o abismo.

Em suma, somos um País ao qual ninguém reconhece uma réstea de credibilidade. Recuperá-la vai ser um trabalho titânico e não se prefigura ninguém que tenha a coragem de clamar por sangue, suor e lágrimas.

(Blasfémias)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Sex Nov 12, 2010 9:33 pm

“Se me virem dançando com uma mulher feia, é porque a campanha já começou.”
(Juscelino Kubitcheck)

“Políticos e fraldas tem uma coisa em comum: precisam ser trocados regularmente pela mesma razão”.
(Anônimo)

“O contribuinte é o único cidadão que trabalha para o governo sem ter de prestar concurso”.
(Ronald Reagan)

“As pessoas nunca mentem tanto quanto depois de uma caçada, durante uma guerra e antes de uma eleição”.
(Otto Von Bismark)

“Político honesto é aquele que depois de comprado, permanece comprado.”
(Símon Cameron)

“Amar o povo é fácil. O difícil é amar o próximo.”
(Henry Ford)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Seg Nov 15, 2010 3:39 pm

Operação Pirâmide

13.11.2010

OBJECTIVO IMEDIATO: Salvar o que é possível do PS.

OBJECTIVOS SECUNDÁRIOS: Neutralizar actual liderança do PSD associando este partido aos resultados da governação do PS. Permite também apresentar as medidas governamentais menos simpáticas como uma imposição do PSD. Medidas como a mudança de identidade dos transexuais permitem ao PS manter a ponte com o BE e acantonar o parceiro de governo ao reaccionarismo.

PARA TAL É NECESSÁRIO: arranjar saída honrosa para José Sócrates.

LINHAS PROGRAMÁTICAS DESTA OPERAÇÃO: apresentar um governo de personalidades do PS e do PSD como um desígnio patriótico. Apresentar as discordâncias com esta tese como elementos de crispação

PLANO DE RECUO: Se surgirem bons indicadores económicos abortar imediatamente esta operação e avançar logo para OPERAÇÃO SÓCRATES O HOMEM QUE NOS TIROU DA CRISE E NOS VAI GOVERNAR ATÉ 2013.

(Blasfémias)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Sex Nov 19, 2010 11:01 pm

JÁ EM 1902 ERA ASSIM...

In jornal “Paiz”, nº 46, 28 de Junho de 1902:

Pobre Nação

Eu nem sei como a Nação
Coitada! pode viver...
Com tanto filho a comer ...
Qual deles o mais ladrão!

Eu direi do coração:
Se a misera quizer
Ser sempre boa mulher
Há-de ter muit’afflição!

O seu marido o Bom senso,
Morreu de desgosto immenso,
E jaz na triste morada!

Por isso os filhos malignos
Maltratar buscam, indignos,
A viuva desgraçada!...

(Canudo)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Qua Dez 22, 2010 10:39 pm

Estes políticos, grandes ou pequenos, ao nível de capital ou de vila, são curiosos! Actores singulares, que em vez de servir se servem, é a própria megalomania que representam no palco da vida, a recitar em voz alta as palavras que adivinham no pensamento dos espectadores que hipnotizam. Naturezas ávidas de palmas vivas – e de morras, se não puder ser doutra maneira -, no fundo, as ideias, o bem público, a pátria e o mais em que se louvam para atingir e conservar o poder, não lhes interessam. É o espectáculo da sua positiva ou negativa, hipertrofia pessoal que os seduz. A multidão cá em baixo, rasteira, embasbacada, fremente de entusiasmo, ou de indignação, e eles a pairar no meio dela, grotescos e sorridentes, a gesticular como gigantones.

Miguel Torga, in Diário XI - 1969)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Ter Dez 28, 2010 12:55 am

A Massa e a Elite...

A nau do estado não pode ser guiada por votos.

Platão, como é sabido, não era um simpatizante da democracia. Logo, ele não via nenhuma possibilidade das massas conseguirem algum dia apropriarem-se da ciência da política. Elas, por sua própria natureza, são incapazes de administrar com inteligência uma cidade. Somente um pequeno grupo ou um só indivíduo terá o domínio desta constituição verdadeira. Poderia, pergunta ele justificando-se, uma multidão reunida em assembléia, regular para sempre a arte da navegação ou estabelecer o tratamento a ser dado aos enfermos? Tais regulamentos caberiam ser fixados por gente do povo ou mesmo pelos ricos? Na verdade quem se atrevesse a tal, a ser um intrometido nas regras da navegação ou da medicina, seria chamado de visionário ou de fraseador sofista. Se estas artes fossem conduzidas pela sorte (Platão aqui critica abertamente o sistema eleitoral por sorteio adotado pela democracia grega), pela letra escrita aprovada em assembléia e não pela arte da política, a vida, assegurou ele, se tornaria insuportável.

(Platão e a Ciência Política)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Sab Jan 08, 2011 3:19 pm

"A classe política tornou-se um mundo à parte"

07.01.2011

Manuela Ferreira Leite falou em "incompetência dos dirigentes" ao referir-se à classe política portuguesa.

Ferreira Leite criticou hoje a actual situação política nacional, afirmando que a classe política está "desacreditada" e afastada dos cidadãos.

"As medidas tomadas e o proclamado objectivo de credibilizar a classe política têm sido marcados por demagogia, e de demagogia em demagogia a classe política tornou-se num mundo à parte em que os cidadãos não se reveem" e com o qual não comunicam, salientou a antiga ministra das finanças durante a cerimónia comemorativa dos nove anos de Rui Rio frente à Câmara do Porto.

A ex-líder social democrática acredita mesmo que "a situação é tão grave que a representatividade pode ser posta em causa" até porque "nenhum país se desenvolve com base em incompetência de dirigentes".

Para Manuela Ferreira Leite a classe política está mesmo "completamente desacreditada", "não existe para mobilizar cidadãos" e tem líderes que "infelizmente se habituaram a sobreviver com promessas que nunca cumpriram".

A deputada começou o seu discurso lamentando a atual situação vivida em Portugal e os "sacrifícios" pedidos ao portugueses pelo governo, questionando: "como foi possível conduzir o País a uma situação tal que tornou essas medidas necessárias"?

"Há anos que se vêm a cometer erros de política" que já estão "escalpelizados de modo a que a sua identificação não origina grande discussão", afirmou.

Destacou que "não é possível viver indefinidamente à custa de crédito sem ficar dependente de credores", referindo-se a um país "com baixa competitividade", que "vai empobrecendo", tem "taxas de poupança baixíssimas", um "sistema de justiça que não garante segurança", um "sistema económico desajustado".

Manuela Ferreira Leite lembrou a contínua perda de competitividade do País, uma situação que se deve ao "privilégio, durante muito tempo, a bens não transacionáveis" e "o acesso fácil a fundos comunitários" que "não tiveram apenas efeitos benéficos" tendo mesmo sido uma "fonte de facilitismo".

A antiga líder laranja comparou mesmo Portugal a "um doente em estado terminal" e "é isso que justifica o tratamento de choque". Uma das áreas que Ferreira Leite mais criticou foi a da educação, sublinhando a "falta de confiança na qualidade do ensino".
Mas o erro de fundo em todas as políticas "consiste na defeituosa compreensão do uso do poder por parte dos governantes", disse.

"Governar é prever", salientou a ex-ministra das finanças e da educação para quem o governo "tem de saber prever para planear intervenções em vez de tomar medidas de emergência porque foi apanhado desprevenido".

Para Manuela Ferreira Leite o atual poder político "está reduzido a alteração de leis" o que "é próprio de um governo fraco" e demonstra um "profundo desrespeito pelos cidadãos".

Defende mesmo que o futuro terá de passar pelo "reencontro entre política e cidadãos".

Manuela Ferreira escusou-se a prestar declarações aos jornalistas no final da cerimónia.

(Diário Económico)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Ter Jan 25, 2011 2:18 pm

Tudo (quase) na mesma

24.01.2011

1 - Portugal vai enfrentar a pior parte da crise com o mesmo presidente da República (PR) e o mesmo Governo que já estavam no poder quando aqui ancorou a vertente internacional dessa mesma crise que apenas veio agravar os apuros económicos e financeiros que por cá andavam há muito. Cavaco Silva cumpriu o objectivo a que devotou todas as suas energias e pelo qual omitiu grande parte dos seus deveres como PR no último ano e meio. Não teve adversários à altura. Foi ajudado pelo Governo quando foi preciso. E todos os agentes políticos estão cientes de que nada mudará, nem para melhor nem para pior, neste país.

Desenganem-se aqueles que julgam que o PS sofreu uma derrota - nada mais falso! Sócrates temperou os resultados de ontem com talento e sabedoria políticas, pois uma vitória de Alegre seria o pior desfecho para os seus interesses.

Pelo contrário, Passos Coelho, intencional e perfidamente minimizado como o "presidente da Assembleia Municipal de Vila Real", pode começar a sentir a oposição interna que tem andado pacata: ontem, na RTP, Rui Rio não o conseguiu esconder...

2 - Cerca de metade dos portugueses (nos quais me incluo) decidiram que não valia a pena votar. Excluindo os referendos, terá sido a eleição nacional com a participação mais fraca desde que a democracia foi reinstalada com o 25 de Abril de 1974. Há dez anos, na reeleição de Jorge Sampaio, a abstenção teve níveis semelhantes mas os cadernos eleitorais de então detinham um erro de perto de 8% em relação aos votantes reais - ao contrário de ontem, onde a votação dispunha de cadernos eleitorais "limpos", com um desacerto que não deveria ultrapassar o nível de 1,5%. O que reforça a conclusão de que os portugueses se distanciaram do modo de fazer política em Portugal. Querer fazer análise política enjeitando ou mesmo aperaltando este facto notório constitui um erro absurdo. Do mesmo modo, insistir no reforço da "pedagogia democrática" visando alumiar o pretenso negrume obtuso das consciências dos abstencionistas, como ontem à noite se ouviu em quase toda a Comunicação Social, é de um paternalismo insuportavelmente inepto.

Obviamente que não se deve forçar a lógica ao ponto de colocar todos os abstencionistas no mesmo patamar - convém separar aqueles que não votaram por puro desinteresse dos muitos outros, como eu, que se abstiveram pela enorme desilusão que o funcionamento do sistema político lhes instiga. Estes últimos, desmotivaram-se pela fraquíssima qualidade dos candidatos e, sobretudo, estão convictos de que qualquer resultado de estas Presidenciais - autênticas eleições de segunda categoria - é absolutamente inócuo, quer para a situação nacional quer para o normal desenrolar das suas vidas.

3 - O Cartão do Cidadão foi uma reforma ousada e (muito) cara. Visava a atenuação do flagelo da burocracia e a consequente simplificação da vida dos cidadãos. Já nos dois actos eleitorais de 2009 se percebeu que o novo sistema levantava problemas: eleitores deslocados das suas mesas de voto de sempre, alguns, até, da freguesia ou do concelho onde sempre habitaram. Supunha-se que essas más experiências tivessem sido corrigidas ao mesmo tempo que se fez a "limpeza" dos cadernos eleitorais. Mas tal não aconteceu. O sistema parece ter aluído nestas eleições, perturbando as intenções de muitos eleitores que se viram obrigados a ir para casa sem votar, atarantados, face à barafunda instalada. Ouvi o director-Geral da Administração Interna desculpar-se com os "novos eleitores" - mas bastava passar alguns minutos a ver qualquer canal de notícias para se perceber que a confusão atacava os novos e os velhos eleitores indiscriminadamente. Esta desordem administrativa é uma vergonha (mais uma!) que Portugal está hoje a sofrer na Imprensa internacional. Em qualquer país normal, os responsáveis por gerarem um sistema que reincide em impedir os eleitores de exercerem o seu direito de voto seriam imediatamente demitidos - e o primeiro a sair deveria ser o próprio ministro. Mas somos o que somos e acredito que dificilmente existirá um mero pedido de desculpas...

(Carlos Abreu Amorim - Jornal de Notícias)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Sex Jan 28, 2011 10:50 pm

Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?
O candidato respondeu:
- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e amaioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.
De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e atira:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). E com toda a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic)pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Seg Fev 07, 2011 10:33 pm

Uma canção Brasileira de 1993 que se aplica ao Portugal de 2011

Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso estado que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos,
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos na estrada
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas mentiras e sequestro
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o hino nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror de tudo isso
Com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição.

(Legião Urbana, Perfeição)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Anarca



Mensagens : 13405
Data de inscrição : 02/06/2009

MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Sab Fev 18, 2012 12:18 am

COMO TIRAR PORTUGAL DA CRISE

Passo 1:
Trocamos a Madeira pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Alberto João.

Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário).
A industria textil portuguesa é revitalizada.
A Espanha fica encurralada pelos Bascos e Alberto João.

Passo 3:
Desesperados, os espanhois tentam devolver a Madeira (e Alberto João). A malta não aceita.

Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantem-se firme e não aceita.

Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência.
Cada vez mais desesperados, os espanhois oferecem-nos: a Madeira, Pais Basco e Catalunha.
A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João e os Etarras.
A malta arma-se em difícil mas aceita.

Passo 6:
Dá-se a indepêndencia ao País Basco, a contrapartida é eles ficarem com o Alberto João.
A malta da Eta pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar.
Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso.
A Catalunha não causa problemas (no fundo no fundo são mansos).

Passo 7:
Afinal a Eta não aguenta com o Alberto João, que entretanto assume o poder.
O País Basco pede para se tornar território português.
A malta aceita (apesar de estar lá o Alberto João).

Passo 8:
No País Basco não há carnaval. O Alberto João emigra para o Brasil...

Passo 9:
O Governo brasileiro pede para voltar a ser território português.
A malta aceita e manda o Alberto João para a Madeira.

Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!
Alberto João enfraquecido pelos festejos do carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.

Passo 11:
Os espanhóis, desmoralizados, e economica e territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias.

Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.

Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul.
Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia.

Passo 14:
Eles querem-nos aterrorizar com o Ben Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João ( que eles não sabem que já morreu ).
Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.
Fácil, não?!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: UMA POLÍTICA DE VERDADE...   Hoje à(s) 6:53 am

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
UMA POLÍTICA DE VERDADE...
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 2 de 2Ir à página : Anterior  1, 2
 Tópicos similares
-
» CCB E A POLÍTICA
» Anexo III - Política de Baixa e Reintegração.
» eletricidade estática = FRIZZ
» Grupo CCb verdade quer fazer um mutirão, para esclarecimento dos escândalos do Brás,está convocando pessoas que defendam a causa de esclarecimentos sobre o que se passa nos bastidores ccb Brás!!!!!!!!
» As Mentiras da Bíblia: a Verdade Oculta Por Trás da Religião!

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
A LIBERDADE É AMORAL :: POLÍTICA-
Ir para: