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 CONVERSAS PARA PAROLOS...

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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Out 16, 2010 5:41 pm

Cavaco - "Estou a fazer tudo" para evitar "uma crise política"

16.10.2010

Cavaco Silva afirmou hoje esperar que a negociação para o Orçamento do Estado no Parlamento "se desenvolva com bons resultados para o país".

Questionado pelos jornalistas, em Santa Maria da Feira, sobre a legalidade da entrega da proposta do Orçamento do Estado para 2011, que só hoje, já após o limite do prazo, chegou na íntegra ao Parlamento, Cavaco Silva respondeu que "a legalidade ou ilegalidade é uma matéria que terá de ser decidida pela própria Assembleia" da República.

"Com certeza que o país precisa de um Orçamento e para se chegar a um resultado final é preciso percorrer um caminho de aproximação", salientou, recordando que o Governo e as forças políticas já manifestaram "total disponibilidade" para uma negociação.

"Eu estou a acompanhar a situação todos os dias e estou a fazer tudo aquilo que deve ser feito por um Presidente da República que conhece bem a situação, que tem bom senso e que é ponderado, por forma a que não surja uma crise política no país", enfatizou.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Nov 02, 2010 11:53 pm

Sócrates: "Estado não pode continuar a gastar como até aqui"

02.11.2011

José Sócrates garantiu hoje no Parlamento que o Estado vai diminuir as suas despesas no próximo ano. "O Estado tem de adaptar as suas despesas às receitas, não pode continuar a gastar como até aqui", disse o primeiro-ministro.
A afirmação de Sócrates foi uma resposta à acusação, por parte de PCP e Bloco de Esquerda, de que o Governo cortou a fundo nas prestações sociais. "É preciso conter as despesas e por isso não compreendo como é que o BE - e mesmo outras bancadas, como a do CDS - não aceitam que a condição de recursos [que impede o acesso a prestações sociais a quem tenha património elevado] é uma boa lei".

Bernardino Soares, do PCP, criticou a política do Governo dizendo que "há muitas pessoas com rendimentos baixos que perderam o direito a prestações sociais como o subsídio de desemprego". Uma afirmação a que Sócrates respondeu com os números da desigualdade do Instituto Nacional de Estatística, de acordo com os quais a diferença entre os mais ricos e os mais pobres diminuiu desde 2005 até 2008.

José Sócrates está hoje na Assembleia da República, no âmbito do debate sobre o Orçamento do Estado para 2011, que será amanhã aprovado na generalidade, com a abstenção do PSD. A votação global final, após debate na especialidade, está agendada para 25 de Novembro.

(Jornal de Negócios)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Nov 03, 2010 10:43 pm

Cavaco revela preocupação «com impaciência dos cidadãos» no twitter

02.11.2010

Candidato a Belém diz ainda que o Presidente «não pode contribuir para o espectáculo público de cinismo ou de agressividade»

Cavaco Silva declarou esta terça-feira na sua página do twitter que está preocupado com o «desprestígio da classe política» e a «impaciência com que os cidadãos assistem a alguns debates». As declarações do candidato a Presidente da República surgem no dia em que o Orçamento do Estado foi a debate na Assembleia da República.

«Vejo com muita apreensão o desprestígio da classe política e a impaciência com que os cidadãos assistem a alguns debates», lê-se na página do twitter, publicada pouco antes das 22 horas.

Numa outra mensagem, colocada instantes antes, Cavaco Silva declara: «A actuação do Presidente da República não pode contribuir para o espectáculo público de cinismo ou de agressividade».

Esta quinta-feira, Cavaco Silva inaugura a sede nacional da sua candidatura à Presidência da República.

(Jornal de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Nov 10, 2010 9:57 pm

Cimeira da NATO: Portugal sob elevado grau de ameaça terrorista

10.11.2010

O ministro da Administração Interna disse hoje que o grau de ameaça terrorista será elevado durante a cimeira da NATO, que se realiza em Lisboa a 19 e 20 deste mês, mas garantiu não existirem motivos para alarme.

Rui Pereira falava hoje numa conferência de imprensa a propósito do primeiro exercício com todas as forças e serviços de segurança, forças armadas e serviços de proteção civil e socorro que estarão envolvidos na cimeira da NATO.

"Não há motivos para alarme, mas temos de estar atentos a todos os sinais", disse Rui Pereira, a propósito de eventuais ameaças terroristas, dado que estarão concentrados em Lisboa cerca de 60 chefes de Estado e Governo de todo o mundo.

Em maio, durante a visita do papa Bento XVI a Portugal, o grau de ameaça terrorista foi menor do que o definido para a cimeira da NATO, o que se justifica com a concentração de personalidades num reduzido espaço geográfico.

O ministro, que na segunda-feira esteve reunido com os seus homólogos em Bruxelas, lembrou as recentes encomendas armadilhadas descobertas em vários países, referindo que "é necessário ter cautelas em relação à aviação comercial, que tem sido o meio privilegiado utilizados por grupos terroristas".

Rui Pereira disse ainda que Portugal solicitou, mais uma vez, a cooperação espanhola, concretamente para a cimeira da NATO, na prevenção e combate ao terrorismo.

(Lusa)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Nov 30, 2010 4:03 pm

Sócrates diz que situação económica é 'obsessão' dos jornalistas

30.11.2010

O primeiro-ministro, José Sócrates, propôs hoje em Tripoli a realização de uma conferência sobre energias renováveis em Lisboa e recusou falar sobre a situação económica portuguesa, a que chamou «uma obsessão» dos jornalistas.

«A dívida portuguesa não está aqui em discussão», afirmou José Sócrates aos jornalistas portugueses à margem da III Cimeira União Europeia/África, que termina hoje em Tripoli (Líbia).

O primeiro-ministro explicou que terá ocasião de falar sobre a situação portuguesa dentro de algumas horas, após o regresso a Lisboa, onde tem em agenda uma reunião com as principais empresas exportadoras portuguesas.

«A semana começou muito bem com esta cimeira», respondeu também José Sócrates quando questionado sobre a publicação das previsões da Comissão Europeia de recessão em 2011 da economia portuguesa.

O primeiro-ministro preferiu sublinhar a «grande importância política e económica» da cimeira UE/África, recordando que foi Portugal «que impulsionou o diálogo entre os dois blocos e lhe deu dimensão política».

José Sócrates pretende realizar em Lisboa uma conferência internacional sobre energias renováveis, o tema central do discurso que proferiu perante os delegados à cimeira de Tripoli, no final do primeiro dia de trabalhos.

«A energia vai estar no centro do crescimento e no centro da cooperação, porque é a área de maiores oportunidades na relação entre a Europa e África», explicou José Sócrates aos jornalistas.

A Cimeira UE/África reúne em Tripoli oitenta delegações oficiais, embora seja marcada pelas ausências dos chefes de Governo britânico, David Cameron, e alemão, Angela Merkel, e do Presidente da República francês, Nicolas Sarkozy.

A III Cimeira UE/África termina hoje na capital líbia.

SOL
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Dez 04, 2010 2:17 pm

Cavaco : "Escrevi há sete anos sobre o que está a acontecer em Portugal"

03.12.2010

Cavaco afirma que escreveu com sete anos de antecedência aquilo que agora está acontecer em Portugal no domínio da economia.

Cavaco Silva assumiu esta posição perante os jornalistas, antes de participar na XX Cimeira Ibero-Americana, em Mar del Plata, na Argentina, onde também está presente até Sábado o primeiro-ministro, José Sócrates.

"Há muito tempo que aponto o rumo que Portugal tem de seguir para conseguir enfrentar as dificuldades. Logo em 2003, quando publiquei um texto intitulado 'Dores de cabeça', escrevi com sete anos de antecedência aquilo que está a acontecer hoje em Portugal", disse.

Cavaco Silva destacou perante os jornalistas um segundo artigo da sua autoria, igualmente sobre as condições económicas do País.

"Antes de ser Presidente da República, também publiquei um artigo chamado 'A ideia base', em que dizia já nessa altura que Portugal não tinha nenhuma hipótese de se afirmar como país desenvolvido, mais próximo dos níveis de desenvolvimento da União Europeia, se não apostasse no aumento da competitividade, no aumento da produção de bens que concorrem com a produção estrangeira", referiu.

Segundo o Presidente da República, tanto ele, na qualidade de chefe de Estado, como o primeiro-ministro, colocam sempre nas cimeiras o tema da cooperação económica.
"Penso que vai produzindo os seus resultados. Hoje, os nossos mercados já não são os dos nossos parceiros tradicionais, mas também a Índia, o Brasil, a China, a Venezuela e a África do Sul e, sobretudo, para Angola, que é actualmente o nosso maior mercado fora da União Europeia", disse.

Para Cavaco Silva, estas cimeiras ibero-americanas "são uma oportunidade para conhecer as oportunidades de Portugal".

"Neste tempo de crise, que de alguma forma atinge todos, Portugal e Espanha também beneficiarão desta comunidade ibero-americana", acrescentou.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Seg Dez 20, 2010 1:05 am

Cavaco : “Pobreza é uma preocupação desde início do meu mandato”

19.12.2010

Sócrates condenou ontem quem explora “de forma descarada” a questão da pobreza para retirar dividendos políticos.

O Presidente da República afastou hoje as críticas sobre a exploração da questão da pobreza para seu benefício político.

Cavaco Silva lembrou hoje que a pobreza e a exclusão social têm marcado todo o seu mandato, dando como exemplo a iniciativa presidencial do Roteiro para a Inclusão.

"Uma preocupação que me acompanha desde o início do meu mandato e para a qual que eu chamei a atenção dos políticos portugueses, logo no primeiro discurso do 25 de Abril, é a das desigualdades sociais, da pobreza e da exclusão e lancei o roteiro da inclusão social para mobilizar os portugueses para causas que a todos dizem respeito", disse Cavaco Silva.

No discurso de encerramento das jornadas parlamentares do PS, no sábado, o primeiro-ministro condenou quem explora "de forma descarada" a questão da pobreza para retirar dividendos políticos, dizendo que os verdadeiros combatentes contra a pobreza afastam-se do "exibicionismo".

José Sócrates referia-se de forma implícita ao tema que tem norteado a campanha de Cavaco Silva: o combate à pobreza.

No mesmo dia, Cavaco Silva recusou comentar as declarações de José Sócrates, sobre os que exploram a questão da pobreza para benefício político, dizendo que o Presidente da República "não é um analista" político.

Sobre a questão da pobreza, Cavaco Silva, que se recandidata ao cargo de Presidente da República, afirmou recentemente que os portugueses têm de se sentir "envergonhados" por existirem em Portugal pessoas com fome, um "flagelo" que se tem propagado pelos mais desfavorecidos de forma "envergonhada e silenciosa".

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Jan 15, 2011 10:14 pm

Cavaco admite "injustiça" nos cortes salariais

15.01.2011

O candidato Cavaco Silva esclareceu hoje que admitiu que possa ter havido "alguma injustiça" nos cortes salariais na função pública.

Isto porque, "largos milhares de portugueses" do sector privado ficaram de fora dessa tributação.

Na sexta-feira, num jantar-comício em Arcos de Valdevez, Cavaco Silva considerou que os funcionários públicos foram "duramente atingidos nesta crise, talvez, nalguns casos, com alguma injustiça, porque outros, com muitos maiores rendimentos, não foram chamados a dar o seu contributo".

"A eles não lhes foram pedidos contributos como foram pedidos aos funcionários públicos", reforçou, na altura, sem esclarecer a quem se estava a referir.

Hoje, questionado sobre de quem estava a falar, o candidato presidencial apoiado pelo PSD, CDS-PP e MEP defendeu que era óbvio que falava de todo o sector privado: "Não sabe que as reduções de rendimentos só foram aplicadas a funcionários públicos? Não percebo... ".

"Não foram pedidos sacrifícios a outras pessoas com rendimentos muito maiores", apontou.

Cavaco Silva acrescentou que entre essas pessoas estão gestores, mas não só: "Directores, funcionários de elevados rendimentos. Não houve uma tributação sobre alguns largos milhares de portugueses. Mas isso é uma banalidade, não estou a dizer nada de novo, tudo isto é conhecido".

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Seg Fev 06, 2012 11:40 pm

Passos lembra quando "a troika trabalhava" e "o País aproveitava as pontes"

06.02.2012

Pedro Passos Coelho justificou hoje pela segunda vez a decisão de acabar com a tolerância de ponto no Carnaval, afirmando que o país tem que acabar com os "velhos comportamentos preguiçosos".

O primeiro-ministro, no discurso que efectuou nas comemorações do 40.º Aniversário da PEDAGO (Campus Educativo da Serra da Amoreira), em Odivelas, voltou a justificar a decisão de acabar com a tolerância de ponto no Carnaval.

Para Passos Coelho, Portugal tem que “transformar as velhas estruturas anacrónicas”, bem como os “velhos comportamentos preguiçosos, em comportamentos mais descomplexados, abertos e competitivos”. Isso “depende de nós”.

O primeiro-ministro utilizou o que se passou no ano passado para justificar o fim da tolerância de ponto no Carnaval. Um exemplo, de uma “pequena coisa”, que mostra a diferença entre “quem tem ambição e quem fica agarrado ao passado”.

“Recordam-se o caricato que foi na altura, que foi a troika estar em Lisboa a trabalhar, para saber como deviam fechar o acordo de ajuda a Portugal, estando o país fechado para férias devido a umas pontes”, afirmou Passos Coelho.

O primeiro-ministro referia-se aos feriados de 10 de Junho (sexta-feira) e de 13 de Junho (em Lisboa, numa segunda-feira), que levaram muitos portugueses a tirar umas mini-férias, precisamente na altura em que se acertavam os últimos detalhes do memorando de entendimento.

“A troika trabalhava. O País aproveitava as pontes”, afirmou Passos Coelho, lamentando que o país esteja agora a discutir se “temos ou não tolerância de ponto no Carnaval”.

O País “está numa situação de emergência nacional”, disse Passos Coelho, lembrando que “precisamos de pedir um empréstimo para pagar as nossas obrigações” e quem “sem isso estaríamos na bancarrota”.

Já esta tarde Passos Coelho tinha justificado o fim da tolerância de ponto no Carnaval com o ano de emergência que Portugal está a viver. “Espero que os portugueses percebam que não estamos em tempo de falar de tradições”, referiu, acrescentando ser preciso distinguir entre “quem quer superar a crise” e “quem quer ficado agarrado às velhas tradições”.

(Jornal de Negócios)
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