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 CONVERSAS PARA PAROLOS...

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Anarca



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MensagemAssunto: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Jul 04, 2009 1:31 pm

Os nossos políticos são pródigos em dizer disparates, mas isso está na sua natureza...

O que me chama mais a atenção, são quando falam só por falar, de assuntos paralelos, sem o mínimo propósito ou interesse...

Os vendedores de Banha da Cobra, acabam sempre por revelar o que querem vender, mas o porquê dos políticos se manifestarem sobre alguns temas é um mistério...

Vejam lá se os entendem...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Jul 04, 2009 1:32 pm

Portugal preparado para ataques piratas

Presidente da República diz que há os meios necessários

O Presidente da República, Cavaco Silva, disse ontem que Portugal "tem os meios" necessários para se defender de ataques piratas a navios nacionais.

"Penso que a Marinha portuguesa, em coordenação com outros organismos portugueses que lidam com as questões do mar, está preparada para dar as respostas que são exigidas a ameaças como aquelas de que nos últimos tempos temos ouvido falar", disse o Chefe de Estado depois de ter assistido em conjunto com o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, a dois exercícios da Armada em Tróia e Pinheiro da Cruz. O exercício decorreu sob orientação do Centro Nacional Coordenador Marítimo, que inclui ainda a Força Aérea, GNR, Protecção Civil, PJ, SEF e ASAE. Um dos exercícios tinha por objectivo a captura dos ‘piratas’ que haviam sequestrado um navio de transporte de combustíveis. No outro assistiu-se a uma intervenção dos Fuzileiros.

Cavaco Silva, que defendeu a "importância de uma coordenação apertada" entre todas as autoridades e elogiou a participação da fragata da Marinha portuguesa na Somália, mostrou-se, no entanto, preocupado com as ordens jurídicas europeias para lidar com a pirataria.

"São capturados e depois devolvidos. As diferentes ordens jurídicas europeias não estão preparadas para lidar com esse fenómeno, e penso que tem de ser uma actividade coordenada pelos países da União Europeia", frisou.

(Correio da Manhã)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Jul 05, 2009 9:36 pm

Presidente compreende indignação dos deputados

Caso da demissão de Manuel Pinho

O Presidente da República declarou hoje, a propósito da demissão de Manuel Pinho do cargo de Ministro da Economia, compreender a indignação “manifestada pelos grupos parlamentares e pelo Presidente da Assembleia da República, reflecte a gravidade daquilo que aconteceu e que justificou depois um pedido de desculpas do primeiro-ministro”.

Para Cavaco Silva, que falava em Pinheiro da Cruz, depois de ter assistido a vários exercícios Marinha, o respeito pelas instituições “é um princípio sagrado da democracia” e todos os agentes políticos têm de participar na melhoria da sua qualidade”.

O Presidente, que segunda-feira de manhã dará posse a Teixeira dos Santos como ministro da Economia (em acumulação com as pastas de Estado e das Finanças), revelou que anteontem à noite, que após o incidente no Parlamento, recebeu o primeiro-ministro em Belém para acertar pormenores da demissão e substituição de Manuel de Pinho.

Em declarações aos jornalistas, Cavaco Silva considerou que o caso “não é positivo para o final da legislatura”, e pensa que a demissão do ministro não põe em causa a estabilidade económica. Considerou, finalmente que Teixeira dos Santos pode “tomar conta das duas casas”.

(Correio da Manhã)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Jul 14, 2009 5:33 pm

Cavaco e António Costa trocam impressões sobre 5 de Outubro

O Presidente da República e o presidente da Câmara de Lisboa trocaram hoje impressões sobre as cerimónias do 05 de Outubro, que irão decorrer em plena campanha eleitoral para as autárquicas, para tentar preservar as comemorações de «qualquer polémica».

«Estivemos a trocar impressões como é que devíamos evitar que as cerimónias do 05 de Outubro fossem um momento que fossem perturbadas pelo clima eleitoral», adiantou o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, em declarações aos jornalistas à saída de uma audiência com o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva.

Recordando que as próximas cerimónias do 05 de Outubro irão decorrer em plena campanha eleitoral para as eleições autárquicas, que estão marcadas para 11 de Outubro, e apenas uma semana depois das eleições legislativas, agendadas para 27 de Setembro, António Costa explicou que o objectivo é evitar «qualquer polémica em matéria eleitoral».

«Estivemos também a ver como é se tinha resolvido no passado», acrescentou o socialista António Costa, que se irá recandidatar ao cargo de presidente da Câmara de Lisboa.

(Diário Digital)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Jul 26, 2009 12:56 pm

“Respeitem quem paga impostos”

Presidente da República termina hoje deslocação oficial à Áustria

A governadora de Salzburgo, Gabi Burgstaller, agradeceu aos contribuintes os impostos que tinham pago para tornar possível o investimento na 89 ª edição do Festival de Música. Mais tarde, numa conversa com os jornalistas, Cavaco Silva aproveitou a deixa e registou com enorme ênfase as palavras da governadora: "São um exemplo para os governantes portugueses e da grande maioria dos países." Mas como Cavaco é o Presidente de um país em que está na ordem do dia o debate sobre os grandes investimentos públicos e os grandes negócios do Estado com grupos privados, como é o caso da polémica concessão do terminal de contentores de Alcântara ao grupo Mota-Engil, vão direitinhas para Portugal e mais concretamente para o Governo de Sócrates.

Impostos à parte, Cavaco Silva voltou a salientar a amizade que o une ao presidente austríaco e confessou ter-se emocionado na abertura do Festival de Música quando a assistência aplaudiu as palavras de agradecimento de Heinz Fischer à forma como Portugal tinha recebido mais de cinco mil crianças austríacas no final da II Guerra Mundial.

Num festival cujo lema é ‘Jogo dos Poderosos’, Cavaco também concorda com Fischer quando este afirmou que "a arte é a voz dos que não são poderosos, mas que podem deitar abaixo os poderosos". Outro momento marcante aconteceu quando um jornalista lhe pediu para comentar a célebre frase de Sócrates: "Ainda não nasceu um primeiro-ministro como eu para combater o défice." Cavaco ouviu a frase e o sorriso foi tão grande que ia dando em gargalhada. É evidente que o Presidente não comentou a frase, deu uma volta sobre os défices, mas o sorriso, esse, ficou por lá, pela cara de um Cavaco manifestamente divertido a caminho de ‘Theodora’, uma ópera de Georg Friedrich Händel que dura quatro horas. Sem jantar pelo meio.

(Correio da Manhã)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Ago 15, 2009 10:10 pm

Ferro Rodrigues sugere formação de Bloco Central

Ferro Rodrigues, antigo líder do Partido Socialista (PS), confessou não acreditar que o partido consiga obter uma maioria absoluta nas próximas eleições legislativas, agendadas para o próximo dia 27 de Setembro. Caso isso aconteça, sugere a formação de um Bloco Central, constituído pelo PS, pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda (BE).

Em entrevista ao semanário 'Expresso', Ferro Rodrigues defendeu que a existência de 'um Governo minoritário só deve acontecer em último recurso', uma vez que se trata de 'uma solução política precária e negativa'.

No caso de as negociações com a esquerda sejam infrutíferas, o antigo líder socialista não exclui um acordo com o PSD, mas nunca com o CDS-PP.

(Expresso)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Abr 11, 2010 7:33 pm

Cavaco elogia «grande coragem» de Spínola

O presidente da República elogiou hoje a «grande coragem» do marechal António de Spínola na luta por um Portugal «verdadeiramente democrático», salientando que a Câmara de Lisboa «pratica um acto de grande justiça» ao homenageá-lo no centenário do nascimento

«Ao homenagear a figura do marechal António de Spínola, a Câmara Municipal de Lisboa pratica um ato de grande justiça, a que todos nos devemos associar com o maior júbilo», afirmou Cavaco Silva.

O chefe de Estado discursava na inauguração da Avenida Marechal António de Spínola, no prolongamento da Avenida dos Estados Unidos da América, em direcção a Chelas.

Na cerimónia estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, o antigo presidente da República Ramalho Eanes e os chefes de Estado Maior do Exército e da Armada.

Estiveram ainda presentes figuras como o antigo ministro da Defesa e da Educação, Veiga Simão, o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, ou o padre Vítor Melícias.

No dia em que se comemoram os cem anos do nascimento do marechal Spínola, e após ter sido descerrada a placa da nova avenida e tocado o hino nacional, Cavaco Silva caracterizou o militar e ex-presidente da República como «um patriota e um homem de grande coragem».

«Foi essa coragem que o levou, em toda a sua vida, a dizer sempre o que pensava, fossem quais as consequências, mesmo sabendo que poderia ser punido, não hesitou em dar à estampa um livro que faria história e, mais do que isso, faria a História», afirmou, referindo-se a 'Portugal e o Futuro'.

«Não se acomodou ao estado a que o país chegara, desejava um Portugal diferente e não hesitou em dizê-lo nas páginas de um livro que marcou uma época e contribuiu para fazer cair um regime», disse.

O actual presidente da República assinalou que Spínola «lutou por um Portugal verdadeiramente democrático e pela construção de um Estado de Direito assente no respeito pela dignidade da pessoa humana» e «foi inteiramente leal ao povo português, como sempre fora leal aos homens que estiveram sob as suas ordens».

«Todos lhe reconhecem a inteireza de carácter, o seu imenso amor à pátria, o seu arreigado sentido do dever, o espírito de leal camaradagem e o empenho que sempre colocou na defesa dos seus homens», afirmou.

«Portugal concedeu-lhe as mais altas distinções, mas não estou certo de que tenhamos sempre estado à altura do exemplo de vida que nos legou», considerou Cavaco.

«Muito para além das homenagens dos homens, será o juízo do tempo que se encarregará de lhe reservar na História o lugar que merece», acrescentou.

«No dia de hoje, a cidade de Lisboa presta-lhe uma merecida homenagem, mostrando que o decurso dos anos e o serenar das paixões são a melhor forma de ajuizarmos com imparcialidade a biografia dos grandes homens», concluiu Cavaco Silva.

Antes de Cavaco Silva, o presidente da autarquia de Lisboa, António Costa, apontou Spínola como «um militar carismático» que «marcou profundamente todos os que serviram sob o seu comando».

Na cerimónia discursaram ainda o embaixador Nunes Barata e o sobrinho do marechal, Fernando Spínola.

Na avenida será erigida também uma estátua em homenagem ao marechal António de Spínola.

(Lusa / SOL)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Abr 20, 2010 2:01 pm

Cavaco Silva dá boleia a crianças

Apanhado no autêntico caos em que se transformaram as viagens na Europa, o Presidente da República partiu ontem à tarde de carro da República Checa rumo a Lisboa, dado o encerramento de grande parte do espaço aéreo europeu devido às cinzas do vulcão islandês, que continua em erupção. No autocarro da comitiva presidencial seguem ainda seis crianças e duas professoras.

Cavaco Silva partiu num primeiro grupo de três carros, acompanhado da primeira-dama, dos secretários de Estado Carlos Zorrinho e Pedro Lourtie, além do chefe da Casa Civil, Nunes Liberato. A comitiva presidencial, composta por 40 empresários, deputados, convidados e jornalistas, partiu atrás, em três autocarros.

Mas a comitiva regressa com mais pessoas do que aquelas que levou. Seis crianças e duas professoras da escola EBS de Velas da ilha de São Jorge, nos Açores, seguiram à boleia num dos autocarros. As crianças, dois rapazes e quatro raparigas, entre os dez e os onze anos, estão acompanhadas de duas docentes. O grupo escolar efectuou uma visita à República Checa e sem meio de regresso obteve autorização do Presidente para seguir na comitiva. A meio da viagem, as crianças já cantavam, animadas, imbuídas num espírito de excursão. À chegada a Estrasburgo, o Presidente fez questão de as receber, perguntando: "Divertiram-se com estes senhores de microfone [jornalistas]?"

O Chefe de Estado espera poder partir hoje à noite de Barcelona num avião da Força Aérea Portuguesa. Caso contrário, prosseguirá de carro até Lisboa.

(Correio da Manhã)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sex Abr 23, 2010 3:04 pm

Teixeira dos Santos obrigou Sócrates a não recuar nas mais-valias

Ministro das Finanças não permitiu adiar mais-valias previstas no PEC. Conselho de Ministros aprovou ontem grande parte das medidas anunciadas. Mas o PSD não desarma e promete mais alternativas, avança a edição do SOL esta sexta-feira

O Governo decidiu avançar já com a tributação das mais-valias imobiliárias por imposição do ministro das Finanças.

Teixeira dos Santos exigiu o avanço imediato desta medida junto de José Sócrates, numa posição de força em que acabou por sair vencedor. «Ele é que dá a cara. A opinião dele é decisiva», afirmou ao SOL fonte socialista.

O ministro está preocupado com a consolidação do défice orçamental e com a credibilidade externa do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que poderia ficar em causa com o recuo na aplicação imediata de uma das suas medidas. A nova taxa de 20% sobre as mais-valias em Bolsa pode gerar cerca de 225 milhões de euros em 2011.

Recorde-se que, em 15 dias, o primeiro-ministro alterou a sua posição sobre a entrada em vigor da tributação das mais-valias. Primeiro, remeteu tal medida para um momento oportuno, para poucos dias depois ser Teixeira dos Santos a anunciar no Parlamento que a proposta seria apresentada até ao final deste mês. E ontem foi efectivamente aprovada em Conselho de Ministros.

(helena.pereira@sol.pt com sofia.rainho@sol.pt)


PS: As culpas são sempre dos outros...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Abr 25, 2010 5:36 pm

Cavaco Silva: mar e indústrias criativas são novas oportunidades do país

Na comemoração dos 36 anos do 25 de Abril, o Presidente da República salientou hoje a importância de o país conseguir aproveitar as novas oportunidades, especialmente o mar e as indústrias criativas, a fim de enfrentar os momentos difíceis.

Cavaco Silva disse que o país precisa de desígnios que lhe dêem mais coesão (Nuno Ferreira Santos)

Reconhecendo que “Portugal vive uma grave crise, que é de todos conhecida”, Cavaco Silva lançou o repto de conseguirmos aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mar e pelas indústrias criativas.

“Os portugueses perguntam-se todos os dias para onde é que estão a conduzir o país”, notou o Presidente da República. A fim de não “perder tempo” e para enfrentar uma “concorrência que será implacável”, o país precisa de “repensar a sua relação com o mar e as formas como explora as oportunidades que este dá”. Cavaco Silva considera que “importa afirmar a ideia de que o mar é um activo económico maior do nosso futuro” e que “o mar se deve tornar na verdadeira prioridade da política nacional”.

Mas as indústrias criativas também são muito necessárias, com a criação de centros de excelência e pólos de conhecimento em várias cidades, como Lisboa e Porto.

"Potencial que o país não pode desperdiçar"

No entanto, o Presidente alertou para o problema do “número de jovens que partem de Portugal”. Este é "um potencial que o país não pode desperdiçar" e constitui-se como um exemplo dos tempos difíceis.

O Presidente da República alertou para a persistência de desigualdades sociais, sublinhando a existência de situações de privação ao lado de “casos de riqueza imerecida que nos chocam” e lembrando os rendimentos dos altos dirigentes de empresas.

A este propósito, o Presidente da República recordou uma passagem da sua mensagem de Ano Novo em 2008, quando referiu que “sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e da necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores”. Acima de tudo, considerou, “o país precisa de desígnios que lhe dêem mais coesão”.

(Público)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Abr 28, 2010 4:47 pm

Crise financeira - Governo e PSD vão trabalhar em conjunto para responder a «ataque especulativo»

O primeiro ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o Governo e o PSD decidiram trabalhar em conjunto para responder «a um ataque especulativo sem fundamento» ao euro e à dívida soberana portuguesa

José Sócrates falava aos jornalistas no final de um encontro com o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, em São Bento, que durou cerca de hora e meia e que se destinou a discutir medidas para responder à classificação da dívida portuguesa pelas agências financeiras e à subida dos juros das obrigações portuguesas.

Não houve direito a perguntas por parte da comunicação social no final do encontro.

(Lusa/SOL)


PS: Mais um Atestado de Estupidez aos Portugueses...
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Abr 28, 2010 6:28 pm

Os Portugueses, em especial os POLITICOS, SOCRATES, este GOVERNO INUTIL, estao em ESTADO DE NEGACAO!!! Ainda nao lhes caiu a ficha!!! E enquanto isso nao acontecer, a situacao so piorara!!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qui Abr 29, 2010 5:46 pm

Passos Coelho dá «a mão ao país» e não ao Governo

Líder do PSD rejeitou, esta quinta-feira, a ideia de um bloco central

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, rejeitou, esta quinta-feira, a ideia de um bloco central, o que implicaria um acordo político de Governo. Passos Coelho frisou que a cooperação social-democrata pretende «dar a mão ao país» e não ao Executivo PS.

«Para que o país vivesse num bloco central, teria de haver um Governo entre o PSD e o PS e não estamos a falar de nenhum Governo entre os dois partidos nem sequer de um acordo político de Governo», disse Pedro Passos Coelho aos jornalistas, durante uma visita à Ovibeja.

«O que estamos a falar é da necessidade de cooperar, nomeadamente com o Governo, para que a estabilização financeira em Portugal se faça e para que os nossos compromissos internacionais não estejam em causa», explicou.

Segundo o líder social-democrata, «não há dúvida de que o país precisa que os partidos lhe dêem a mão», mas «não se trata de dar a mão ao Governo. Trata-se de dar a mão ao país».

«Vamos ter que fazer sacrifícios, que não precisaríamos de fazer noutras circunstâncias. O que é importante é que esses sacrifícios, desta vez, valham a pena para o futuro», salientou.

(Diário Económico)


PS: Cantas bem mas não me alegras...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Maio 02, 2010 9:17 pm

Cavaco empenhado em conseguir que Portugal ultrapasse a crise

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, afirmou-se hoje empenhado em conseguir que Portugal ultrapasse a crise com os menores custos possíveis, principalmente para os trabalhadores, «que não sejam atingidos muito fortemente pelo desemprego»

«A minha preocupação é defender os interesses dos portugueses, os atuais e os futuros, e o meu desempenho está muito, neste momento, em conseguir que Portugal ultrapasse a crise com os menores custos possíveis, principalmente para os trabalhadores, que não sejam atingidos muito fortemente pelo desemprego», afirmou.

As declarações do chefe de Estado foram proferidas durante uma visita à vila raiana de Barrancos (Beja), onde inaugurou um parque empresarial e cine-teatro e conheceu a Barrancarnes, uma empresa produtora de presunto pata negra, um produto com Denominação de Origem Protegida (DOC).

Garantindo que o seu trabalho é, atualmente, «o de ajudar à recuperação económica do país e à criação de empregos»,Cavaco Silva manifestou a esperança de que os múltiplos contactos que tem feito de norte a sul do país «incentivem o empreendedorismo para a criação de empregos».

Por outro lado, advertiu, «é preciso que os portugueses estejam conscientes que este é um tempo que exige sentido de responsabilidade de todos».

«Mas, ao mesmo tempo, confiança nas nossas capacidades e eu tenho confiança nas capacidades dos portugueses», sublinhou.

(Lusa/SOL)
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Maio 02, 2010 9:26 pm

pARA QUE SERVE O presidente DA republica EM portugal???????
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Maio 02, 2010 9:30 pm

Para que serve um presidente da República?

Vi a entrevista de Cavaco Silva e mais alguns comentários que se seguiram. Fico sempre espantado como é que os comentadores conseguem depreender tantas coisas de uma maçada de quase uma hora, em que 75% do tempo é gasto a explicar os limites cargo. O presidente NÃO pode isto, o presidente NÃO deve aquilo, NÃO está na competência do presidente fazer não sei quê, a Constituição NÃO prevê que o presidente intervenha, etc, etc. Com mais de 30 anos de presidentes eleitos em democracia ainda andamos a perder tempo com estes esclarecimentos. O resto da entrevista são prudências e banalidades, num momento em que o País cai todos os dias um pouco mais, sem vislumbrar dias melhores, com um horizonte de pobreza definido pelo PEC até 2013. Ou seja, Cavaco Silva, ao contrário do que aconteceu quando foi primeiro-ministro, aceita tranquilamente que, como presidente, vai deixar o País pior do que quando assumiu o cargo. É isto que se espera de um chefe de Estado? Mais uma vez pergunto: para que serve um presidente da República?

(Duarte Calvão)


PS: Eu penso que só serve para gastar 17 Milhões de Euros por ano...
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Maio 02, 2010 9:40 pm

Bom, O MARIO e o SAMPAIO, andaram 10 Anos cada a viajar a conta do OTARIO. Passaram 30% do tempo a PASSEAR com os amigalhacos!!! Gasstaram milhoes/ano a fazer crer que iam la fora para aumentar as exportacoes. POIS..... No final , SAMPAIO ainda teve a TRIZTE IDEIA de colocar esta nodoa negra da Historia de PORTUGAL, SOCRATES, no Poder, atraves de um GOLPE CONSTITUCIONAL. Agora temos o CAVACO, que e boa gente, mas mais parece ium ROBOT sempre a dizer que quer isto, aquilo e que esta a vigiar mas que a ESTABILIDADE POLITICA.... EE aqui esta a vista o RESULTADO!!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Seg Maio 17, 2010 4:32 pm

Cavaco Silva faz declaração ao país esta noite sobre casamento gay...

17.05.2010

O Presidente da República faz uma declaração ao país esta noite, a propósito do diploma que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Aníbal Cavaco Silva, faz hoje, às 20h15, no Palácio de Belém, uma declaração sobre o diploma que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, anunciou a Presidência da República.

O Tribunal Constitucional deu no início de Abril «luz verde» ao diploma que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, considerando que as normas enviadas por Belém para fiscalização preventiva são constitucionais.

O Chefe de Estado tinha requerido em Março ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva das normas de quatro artigos do diploma que permite o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

A proposta de lei que legaliza o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo foi aprovada pelo Parlamento em votação final global a 11 de Fevereiro, com votos favoráveis do PS, BE, PCP e Verdes.

Seis deputados do PSD abstiveram-se. O CDS-PP e a maioria da bancada social democrata votaram contra o diploma, bem como as duas deputadas independentes eleitas pelo PS.

O diploma retira do Código Civil a expressão «de sexo diferente» na definição de casamento.

«Casamento é o contrato celebrado entre duas pessoas que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida», é a redacção aprovada.

No entanto, o diploma impede a possibilidade de adopção por pessoas casadas do mesmo sexo.

«As alterações introduzidas pela presente lei não implicam a admissibilidade legal da adopção, em qualquer das suas modalidades, por pessoas casadas do mesmo sexo», prevê o artigo da proposta do Governo.

Termina esta terça-feira, dia 18 de Maio, o prazo que o presidente da República tem para promulgar ou vetar o diploma que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo

O jornal i avança hoje que Cavaco Silva deverá dar «luz verde» ao diploma, uma vez que para fundamentar a decisão de veto, o presidente da República contacta normalmente a Casa Civil da Presidência, o que ainda não aconteceu.

Se, pelo contrário, o chefe de Estado resolver pelo veto, o diploma regressa à Assembleia da República, bastando apenas uma aprovação por maioria simples para que a lei passe.

A hipótese avaçada pelo i aparece semanas depois de a Rádio Renascença ter noticiado que Cavaco deveria vetar o diploma, logo após a visita do Papa Bento XVI. Na altura, a presidência da República veio negar a existência de uma decisão, em nota Informativa apelidando as notícias sobre o eventual veto de «especulativas».

(Sol)


PS: Realmente é um tema essencial para ultrapassar a crise actual...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Seg Maio 17, 2010 4:34 pm

Quando a trampa deste (des)governo cair, e, se perguntar o que fizeram nestes anos todos de mandato, temos:

Magalhães
Face Oculta
Freeport
Salários Milionários de Boy´s
Aborto...
Casamento de gay´s, e a
Bancarrota

Que grande herança estes imbecis nos deixam!

(Sol - yeswecan, em 2010-05-17)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Dom Maio 23, 2010 8:58 pm

Cavaco pede ajuda aos "empresários privados"

O presidente da República apelou, ontem, aos empresários para que, "apesar da situação, não deixem de fazer investimentos" e para que apostem "na qualidade e na inovação", sustentando que "nunca o país", desde há 36 anos, "precisou tanto" deles.

"Nunca o país, desde 1974, precisou tanto do contributo dos empresários privados portugueses para vencer a crise em que nos encontramos", declarou Cavaco Silva, após uma reunião à porta fechada, na Exponor, em Matosinhos, com 52 empresários e quatro responsáveis de universidades do Norte.

Como "o país enfrenta uma escassez de recursos financeiros a um preço que tende a aumentar", explicou, "temos de valorizar a cultura empresarial", sendo os "empresários privados que podem, neste momento, fazer um esforço acrescido".

"É deles que poderá vir a força acrescida da exportação de bens e serviços, a modernização da nossa economia, a inovação, a capacidade de penetração nos mercados externos por forma a conseguirmos reduzir as nossas necessidades de financiamento externo", disse.

Foi "nesse sentido", que apelou aos empresários, na linhado discurso nas comemorações do 25 de Abril, no qual apontava a aposta na capacidade empresarial do Norte, em sectores inovadores e na internacionalização da economia através do reforço das exportações.

Aquelas linhas-força inspiraram a lista de 60 convidados para a reunião, com empresas e associações de sectores tradicionais da região (têxtil, calçado e metalúrgica), de potencial crescimento (fileira florestal, agro-indústria e produtos do mar) e emergentes (tecnologias de informação e comunicação).

Mercado global além da Europa

"Apelei (...) para que, apesar da situação, (os empresários) não deixem de fazer os investimentos e as parcerias competitivas e procurar, eventualmente fora da Europa, os mercados onde podem colocar os seus produtos, apostando na qualidade, apostando na inovação, no fazer bem mas, acima de tudo, utilizando as capacidades de penetração no mercado global".

Para o presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), hospedeira da reunião promovida por Belém, "é muito importante que o chefe de Estado tenha reconhecido que a resposta à situação actual passa pela iniciativa privada, pelos empresários privados, por um novo protagonismo e uma nova dimensão dos empresários portugueses".

"Fomos estimulados e temos a certeza de que vamos ser capazes de responder", garantiu José António Barros, a quem Cavaco Silva passou a palavra para relatar o que se passara na reunião, contornando a pergunta que a repórter da RTP1 lhe colocava em directo para o "Jornal da Tarde": "Como é que é possível ouvir o seu apelo e ao mesmo tempo esses empresários saberem que vão pagar portagens nas SCUT?".

"Vamos ter que enfrentar o resultado" das "medidas difíceis todas (...) nos próximos meses e no próximo ano", disse o dirigente empresarial. Mas, acrescentou, "não vamos desistir, não vamos baixar os braços, vamos realizar os nossos investimentos, vamos procurar estabelecer, como foi sugerido, parcerias destinadas a aumentar a dimensão das empresas, aumentar as possibilidades de se dirigirem e concorrerem ao mercado global".

O consenso em torno desta iniciativa presidencial foi quebrado apenas pela Associação Nacional das PME. "As PME têm sido permanentemente afastadas do topo da agenda política", afirmou Fernando Augusto Morais à Lusa, acrescentando que "contraria tudo o que o Presidente tem vindo a dizer sobre a importância das PME" na economia portuguesa.

(Jornal de Notícias)

PS: Os Empresários são sempre os primeiros a "ajudar"...
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Ago 24, 2010 12:27 pm

Portugal poderá enviar espiões para o Líbano

24.08.2010

Portugal pode vir a ter uma célula de informações militares na missão da UNIFIL, no Líbano, revelou o ministro da Defesa, Santos Silva, em entrevista ao jornal i, hoje publicada. O CDS-PP já criticou a indiscrição do governante

Hoje, em entrevista ao jornal i, o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, aponta o Líbano como um teatro de operações onde Portugal pode passar a ter uma célula de espiões, depois de referir que no Outono já será enviada uma equipa para o Afeganistão.

O CDS-PP já criticou estas «declarações infelizes», acusando o governante de falta de prudência ao ter adiantado que militares portugueses podem vir a desempenhar essas missões.

«Em matérias de recolha de informação estratégica e militar, uma atitude de prudência, reserva e discrição é essencial para garantir o bom sucesso dessa missão, com este tipo de entrevistas e declarações, este comportamento do senhor ministro não se adequa neste perfil, são declarações infelizes e mais nenhum comentário farei», disse à agência Lusa o deputado centrista João Rebelo.

Rebelo considerou que «falar mais sobre esta questão só pode prejudicar ainda mais a situação criada pelo senhor ministro».

«Obviamente que isto [as declarações do ministro] dificulta e muito o trabalho dos nossos militares no local, mas sobretudo do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e das informações militares», acrescentou João Rebelo.

Portugal tem actualmente no sul do Líbano, ao serviço das Nações Unidas, uma unidade de engenharia do Exército e cinco elementos no quartel-general da missão, num total 146 militares.

Sobre a entrada em funcionamento do Centro de Informações e Segurança Militar (CISMIL), que o chefe do Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, já disse querer «plenamente activado no final de 2011», o deputado do CDS-PP e vice-presidente da comissão de Defesa referiu ser «um aspecto relevante a ser debatido e discutido, mas que acaba por ficar absolutamente escondido perante estas declarações do senhor ministro».

Em Maio, o CEMGFA alertou também para a grande escassez de recursos no campo das informações militares.

Lusa/SOL
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Ter Ago 24, 2010 6:29 pm

José Sócrates diz que crescimento económico foi o dobro do previsto

24.08.2010

As metas do Governo para a economia estão a ser cumpridas, segundo José Sócrates. O primeiro-ministro garantiu isso mesmo, esta terça-feira, mas foi mais longe: disse que o crescimento obtido entre Janeiro e Junho é o dobro do previsto no início do ano.

«Nestes seis meses, o crescimento da economia que se verificou em Portugal foi o dobro do previsto pelo Governo no início do ano», asseverou, em Vale de Cambra, de acordo com a TSF. As más notícias, sublinhou, fazem parte do passado.

«Entre Janeiro e Junho, a nossa economia cresceu 1,4 por cento, face às estimativas de 0,7 por cento para o ano inteiro», observou José Sócrates, que destacou o papel do crescimento das exportações na recuperação da economia.

(Público)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Sab Ago 28, 2010 10:38 pm

Cavaco: “Não temo instabilidade política”

28.08.2010

O Presidente da República disse este sábado não temer instabilidade política, até por acreditar no bom senso entre todos os agentes. “Não temo instabilidade, há bom senso entre todas as forças políticas”, sublinhou Cavaco Silva aos jornalistas, em Ourique.

Um dia depois do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, ter negado que o seu partido queira impor ao PS as suas propostas de revisão da Constituição como contrapartida à aprovação do Orçamento do Estado para 2011, Cavaco sublinhou: “Não coloquemos o carro à frente dos bois.”

“Não está em curso nenhum processo de revisão constitucional. Este só começa quando um deputado apresentar o seu projecto à Assembleia da República”, disse ainda. Mais: Cavaco sustentou não valer a pena existirem “dramatismos” em relação ao Orçamento do Estado do próximo ano.

Quanto à data para esclarecer se se recandidata à Presidência da República, Cavaco Silva limitou-se a comentar: “Há tempo para tudo. Este não é o tempo.”

(Correio da Manhã)

COMENTÁRIO MAIS VOTADO:

"O Presidente não teme nada, porque não faz nada. A única coisa que teme é não ser reeleito."

Maria, Hoje, 13h44m
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Set 29, 2010 4:22 pm

Cavaco - Consequências de uma crise política seriam "extremamente graves"

29.09.2010

Cavaco deixou hoje um novo apelo público para que os partidos teçam "todos os esforços" no sentido de viabilizar o Orçamento.

"No respeito pelas opções de cada força partidária, o Presidente da República apelou a que os partidos políticos desenvolvam todos os esforços para alcançar em torno do Orçamento de Estado para 2011 os entendimentos que considerem necessários para a realização dos superiores interesses nacionais", lê-se num comunicado da Presidência da República.

Na nota, que foi divulgada depois do chefe de Estado ter terminado uma ronda de audições com os partidos políticos, é ainda referido que nesses encontros Cavaco Silva sublinhou "as consequências extremamente graves que resultariam da ocorrência de uma crise política na actual conjuntura, atendendo ao quadro jurídico-constitucional que presentemente condiciona a sua resolução".

Ainda de acordo com o comunicado da Presidência da República, o chefe de Estado fez ainda referência à forte dependência da economia portuguesa relativamente aos financiamentos externos a que recorrem o Estado, o sector bancário e os agentes económicos.

O comunicado do Presidente:

A propósito das audiências que o Presidente da República concedeu aos representantes dos partidos políticos, divulga-se o seguinte comunicado:

O Presidente da República recebeu, em audiência, os partidos políticos com representação parlamentar, com vista a auscultar a sua opinião sobre a actual situação política, económica e social e, bem assim, sobre o contributo de cada uma dessas forças partidárias para fazer face às dificuldades que o País atravessa.

O Presidente da República sublinhou a todos os partidos a forte dependência da economia portuguesa relativamente aos financiamentos externos a que recorrem o Estado, o sector bancário e os agentes económicos, tendo ainda salientado as consequências extremamente graves que resultariam da ocorrência de uma crise política na actual conjuntura, atendendo ao quadro jurídico-constitucional que presentemente condiciona a sua resolução.

No respeito pelas opções de cada força partidária, o Presidente da República apelou a que os partidos políticos desenvolvam todos os esforços para alcançar em torno do Orçamento de Estado para 2011 os entendimentos que considerem necessários para a realização dos superiores interesses nacionais.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Qua Out 06, 2010 7:39 pm

Cavaco Silva apela à “cultura da responsabilidade” e “coesão nacional”

05.10.2010

O Presidente da República, Cavaco Silva, apelou hoje a uma “cultura da responsabilidade” e à “coesão nacional”.

Num discurso pautado pela palavra “responsabilidade”, Cavaco Silva quis destacar um dos “ensinamentos” da I República e que encaixa na situação que se vive actualmente: “Da República centenária poderemos extrair vários ensinamentos. Entre eles, destaca-se um: não é da crispação que nascem as soluções para os problemas.” Uma frase alusiva ao momento político que se vive quando PSD e governo extremam posições sobre a aprovação do Orçamento do Estado.
“É dos titulares de cargos públicos que mais se exige quanto a uma ética de responsabilidade”, afirmou Cavaco Silva.

Às vozes que se têm levantado sobre uma maior intervenção de Cavaco Silva neste momento de crise iminente, Cavaco referiu que “um Presidente da República não pode alimentar divisões.” E acrescentou: “Tudo farei para que prevaleça uma cultura de diálogo e de responsabilidade que permita alcançar os entendimentos necessários à resolução dos problemas do país.”

(Público)
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MensagemAssunto: Re: CONVERSAS PARA PAROLOS...   Hoje à(s) 6:54 am

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