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 A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA

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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sex Out 22, 2010 9:25 pm

Isto é Verdade?

22.10.2010

O Diário dos Açores noticia que um secretario regional adjudicou à empresa do irmão, por ajuste directo - sem concurso - quase um milhão de euros de serviços?

Isto é verdade?

Veja-se a noticia aqui: http://www.diariodosacores.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=7480:secretario-do-ambiente-atribui-ajuste-directo-de-970-mil-euros-ao-seu-irmao&catid=26:destaques

Denunciada na blogosfera pelo, excelente, blogue:

http://www.blogger.com/goog_1513435030

Blogue que deve ser lido post a post.

Se for verdade... parece que o Ministerio Publico terá de intervir...

Publicada por josé maria Martins
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sab Out 23, 2010 1:04 pm

Pois é…Portugal continua a saque!

Orçamento perdoa autarcas com processos no TC - "O Governo quer limitar a actuação do Tribunal de Contas sobre os actos ilegais dos autarcas. Quem tem processos em curso, é perdoado.
A proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2011, apresentada pelo Governo, inclui uma alteração à lei orgânica do Tribunal de Contas (TC) que tornará praticamente impossível a responsabilização financeira dos autarcas. Na prática, trata-se de um perdão generalizado que atinge todos os presidentes de Câmara, vereadores e presidentes de Junta de Freguesia que tenham, neste momento, processos em curso no TC."

Aterrar héli do INEM no Douro custa cinco mil euros por mês - "O acordo entre o Centro Hospitalar do Porto e a empresa de Mário Ferreira, que explora os circuitos turísticos de helicóptero, estabelece que a unidade de saúde começa a pagar agora cinco mil euros por mês pela utilização do heliporto da marginal do Douro.
Foi também o Centro Hospitalar do Porto que pagou a obra, de cerca de 100 mil euros, para adaptar a plataforma da Douro Azul às necessidades da Emergência Médica. A empreitada consistiu na construção de uma rampa de acesso para as ambulâncias."

Directora processada após revelar corrupção - "Responsável do IPO/Lisboa denunciou suspeitas à volta de um concurso de compra de equipamentos. Acabou com um processo disciplinar. MP está a investigar o caso.
Em causa está uma triangulação entre o IPO/Lisboa e duas empresas, a Medical Consult e a Varian, a fornecedora do equipamento."

(Democracia em Portugal)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Seg Out 25, 2010 2:49 pm

Sócrates e Passos Coelho "dançam o baile mandado dos senhores do dinheiro"

24.10.2010

O secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, criticou hoje, em Évora, o primeiro ministro e o líder do PSD por estarem a "dançar o baile mandado dos senhores do dinheiro", em relação ao Orçamento do Estado para 2011 (OE2011).
"É evidente que, se pudesse fazer ironia, bem se podia dizer que isto era mais um capítulo rasca de um romance de cordel", afirmou o líder comunista, na sessão de encerramento da assembleia da organização regional de Évora do PCP, hoje realizada numa unidade hoteleira da cidade.
No mesmo sentido, Jerónimo de Sousa considerou que José Sócrates e Passos Coelho "não estão a dançar o tango, mas estão a dançar o baile mandado dos senhores do dinheiro".
As negociações entre o Governo socialista e o PSD na tentativa de um acordo em torno da viabilização do OE2011 dominaram a longa intervenção de Jerónimo de Sousa, onde não faltaram também apelos à adesão à greve geral de 24 de novembro e elogios ao candidato presidencial apoiado pelo partido, Francisco Lopes.
"Dizem que a primeira reunião decorreu com um espírito construtivo. Que grande surpresa este espírito construtivo. Tão inimigos que eles eram", ironizou.
Reafirmando muitas críticas ao OE2011, Jerónimo de Sousa afirmou que os socialistas e os social-democratas, "no essencial, estão de acordo" com as políticas seguidas, criticando a "hipocrisia política da defesa do Estado social", em que "massacram o povo com sacrifícios em nome do combate ao défice".
"A proposta de OE2011 é mais uma peça do plano concebido para fazer pagar ao povo a fatura de uma crise que o grande capital económico e a especulação financeira criaram e da qual continuam a tirar as máximas vantagens e proveitos", disse.

(Lusa)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Qui Out 28, 2010 9:03 pm

Está aberta a caça aos bónus dos banqueiros

28.10.2010

As autoridades acreditam que a atribuição de bónus sumptuosos incentivou os ‘players’ a assumirem riscos excessivos.
Políticos e reguladores estão a enfrentar outra discussão em torno do valor dos bónus atribuídos em Wall Street e na City de Londres, por entre receios que os bancos tenham regressado ao ‘business as usual', passados dois anos sobre o iminente colapso do sistema financeiro global. Empenhadas em agir energicamente contra os excessos aparentes de um sector, amplamente considerado como responsável pela crise, as autoridades acreditam que a atribuição de bónus sumptuosos incentivou os ‘players' a assumirem riscos excessivos e encorajou os banqueiros a explorar as "deficiências" da estrutura reguladora em ambos os lados do Atlântico.

No Reino Unido, os trabalhadores do sector financeiro estão agora sujeitos ao regime remuneratório mais severo do mundo, incluindo limites na proporção de bónus pagos em dinheiro e um requerimento para que o pagamento de pelo menos 60% dos bónus seja diferido ao longo de vários anos. Nos EUA, o "pay tsar" nomeado pelo governo, Kenneth Feinberg, identificou e acusou publicamente 17 bancos de terem pago quantias avultadas aos seus executivos no pico da crise. Além disso, sujeitou as instituições de crédito, que ainda têm de devolver os apoios atribuídos com dinheiro dos contribuintes, a restrições mais duras ao nível da política de remunerações dos seus 25 executivos de topo.

Os banqueiros seniores insistem que são sensíveis ao clima pós-crise e argumentam que repensaram as suas estruturas remuneratórias para cumprir com as novas regras. O ano passado, no ponto alto das críticas públicas contra as remunerações, alguns bancos como o Goldman Sachs, Credit Suisse e Barclays Capital reduziram drasticamente os rendimentos líquidos dos seus empregados, passando de uma média histórica do sector de 45 a 65% para 30% nalguns bancos.

Um recente estudo do Institute of International Finance, o grupo pressão do sector, revelou igualmente que os bancos de investimento estão a usar muito menos pacotes remuneratórios "garantidos" para atrair recrutas e aboliram quase todas as controversas garantias "multi-anos", em que os empregados são aliciados com o pagamento de um incentivo fixo, independentemente do seu desempenho ou da rentabilidade do seu negócio.

Todavia, existem crescentes preocupações em redor da ausência de um consenso internacional regulador sobre remunerações, o que tem levado alguns bancos a assumirem posições cada vez mais cautelosas ao nível de novas restrições de bónus, receando ceder terreno para rivais menos regulados.

Em Londres, nomeadamente, os banqueiros seniores queixam-se de que a abordagem intrusiva da Financial Services Authority criou uma luta desigual em relação a Genebra, Nova Iorque e os centros Asiáticos, onde as autoridades não assumiram posições tão duras.

Embora a coligação governamental, liderada pelo primeiro-ministro David Cameron, tenha afirmado repetidamente de que não introduziria o "super-imposto" único do ano passado de 50% sobre os bónus acima de 25.000 libras, receia-se que, logo que forem divulgados os relatórios incluindo bónus no valor de milhares de milhões de libras, os banqueiros sejam vistos como alvos fáceis para recuperar os cofres depauperados do ministério das Finanças do Reino Unido.

Os banqueiros seniores admitem em privado que procuram novos tipos de recompensa para os seus executivos com maior desempenho, ao abrigo do estipulado e do espírito das novas directrizes. O Credit Suisse, por exemplo, atribuiu recentemente um bónus único a cerca de 400 empregados seniores em Londres, depois dos banqueiros se queixarem que tinham sido afectados desproporcionalmente pelo super-imposto. Ao contrário de muitos rivais, que optaram por assumir institucionalmente o imposto, o Credit Suisse reduziu a sua pool global de bónus em 5% e cortou adicionalmente em 30% a atribuição de bónus aos directores executivos no Reino Unido.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Qua Nov 03, 2010 10:52 pm

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.

A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou!

SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, de onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de várias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha política do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.

Entretanto, o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num país com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que, para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar (desde que não congelem o dele, claro).

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o "comissário PS" for para a reforma. Claro que isto não vai
acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-políticos que, perante a crise, "assobia para o ar", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Estes senhores não têm vergonha na cara?

Reenvia aos teus contactos, divulguemos mais esta afronta...
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sex Nov 05, 2010 10:11 pm

Henrique Neto: Sócrates está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto.

05.11.2010

É uma entrevista arrasadora. Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates "é um vendedor de automóveis" que "está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto".

Revela que Sócrates disse que cortar na Função Pública era atacar a base eleitoral do partido. A maçonaria "é a coisa pior que pode existir na política". "Ser empresário hoje é ser herói."

Acusando o primeiro-ministro de "mentira" e falando também de Mários Soares, Jorge Sampaio ou Pina Moura, Henrique Neto critica a actual forma de direcção do Partido Socialista: "Isto é uma máfia com experiência na maçonaria".

(Diário de Negócios)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Nov 09, 2010 10:10 pm

Secretário de Estado nomeou ex-sócios para administração dos CTT

9.11.2010

Paulo Campos teve entre 1994 e 2002 uma empresa de produção de espectáculos (chamada Puro Prazer).O negócio acabou por fechar, mas - de acordo com a Rádio Renascença - a entrada no governo permitiu ao actual secretário de Estado adjunto das Obras Públicas dar emprego aos seus antigos sócios. E foi nos CTT, que estão sob tutela de Paulo Campos.

Em Junho de 2005, Marcos Afonso Batista foi nomeado administrador dos Correios de Portugal e de mais cinco empresas do grupo. Já em Abril de 2009, Luís Pinheiro Piteira - que tem apenas a frequência do terceiro ano da licenciatura em Contabilidade - assumiu funções como administrador da Empresa de Arquivo de Documentação (empresa participada dos CTT) e este ano passou a acumular funções na Payshop, onde também é administrador.

(Jornal i)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Seg Nov 15, 2010 3:40 pm

Governo fez 270 nomeações num mês e meio

14.11.10

Desde que anunciou o pacote de medidas de austeridade do PEC III, o Executivo liderado por José Sócrates tem contratado uma média de 45 novos funcionários por semana, para assumirem cargos no Governo e na administração directa e indirecta do Estado.

Desde que foram anunciadas as medidas de austeridade, o Governo já fez 270 nomeações para cargos no Governo e na administração directa e indirecta do Estado. O anúncio do PEC III - que apela à contenção da despesa pública - foi há cerca de mês e meio, o que dá uma média de 180 nomeações/mês, um valor muito superior aos primeiros anos de José Sócrates à frente do País, período em que foram nomeados mensalmente cerca de 100 funcionários.

A causa deste elevado "bolo" de nomeações, publicadas em Diário da República desde que foram anunciadas as medidas de austeridade, são contratações para os mais variados organismos públicos tutelados pelos 15 ministérios. Desde inspecções e direcções-gerais, passando por institutos públicos, não há um único ministério que nestes últimos tempos não tenha feito pelo menos uma nomeação.

In DN
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Nov 16, 2010 3:42 pm

Governo recua no "money for the boys" e paga salários a Presidentes de Junta

16.11.2010

OE para 2011 vai contemplar a verba de cerca de seis milhões de euros para pagar salários

O Orçamento do Estado (OE) para 2011 vai incluir uma verba de cerca de seis milhões de euros para pagamento dos ordenados dos presidentes de juntas de freguesia em regime de permanência, sabe o i. Na reunião que juntou ontem PS, PSD e governo para acordarem as matérias de discussão na especialidade, os sociais-democratas colocaram o assunto em cima da mesa e governo admitiu ceder e o orçamentar aquilo que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, designou como sendo "money for the boys".

A associação que representa as freguesias já tinha alertado os deputados para o facto de, mais uma vez, o Orçamento do Estado para 2011 não incluir qualquer verba para pagamento dos ordenados dos presidentes da junta. A verba para pagamento dos ordenados dos presidentes em regime de permanência não é incluída no OE desde 2009, apesar de em 2010 os deputados terem, na Assembleia da República, reposto este direito.

Recorde-se que já em 2010 a associação recorreu primeiro para os tribunais administrativos e depois para o Tribunal Constitucional para repor a obrigatoriedade de o Estado transferir esta verba para as juntas de freguesia. Nenhuma das instâncias aceitou analisar o caso, considerando que esta "é uma questão política".

No encontro que durou três horas - sem pausas, nem para fumar - o PSD não conseguiu um acordo total quanto à alteração da norma do Orçamento que revoga a devolução do IVA às instituições privadas de solidariedade social (IPSS). O executivo foi peremptório: só as obras sociais promovidas pelas IPSS que estejam em curso ou já comprometidas vão manter o direito à devolução do IVA. As restantes, que serão contratualizadas futuramente, terão de pagar a taxa máxima de imposto.

A perda de receitas que advém deste pequeno recuo será acomodada no OE, à semelhança do que irá acontecer com os 500 milhões de euros já acordados com o PSD, através de corte na despesa.

Em declarações aos jornalistas, à saída da reunião, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, admitiu que as duas partes debateram o "melhor modo de concretizar o acordo" e que "manifestaram a sua concordância com os termos em que o acordo será executado". Jorge Lacão garantiu ainda que PS e PSD chegaram a um entendimento sobre as medidas apresentadas para colmatar os 500 milhões de perda de receita gerada pelas negociações em torno do Orçamento. Tendo em conta o que i apurou, o governo pôs em cima da mesa novos cortes de despesa, mantendo o encaixe previsto de receitas não fiscais e orçamentando os contratos das hídricas Já o líder da bancada do PS, Francisco Assis, garantiu que "não haverá mais nenhuma reunião" entre os dois partidos e que o encontro "decorreu num clima propício para a concretização do acordo".

O clima de diálogo foi corroborado por Miguel Macedo. "Não está em causa a aprovação do Orçamento do Estado, que não reste nenhuma dúvida sobre esta matéria. Nós honraremos o nosso compromisso com o governo". O líder da bancada laranja aguarda agora o feedback do governo às propostas apresentadas.

(Jornal i)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sab Nov 20, 2010 10:19 pm

Os Piratas do Mar da Palha...

Quando eu era rapazote
Dei o primeiro calote
Uma corrupção bem sucedida
Ganhei e gostei dela
E lá me atraquei a ela
P'ró resto da minha vida
Às vezes uma pessoa
O suborno não perdoa
Faz bater o coração
Mas tenho grande vaidade
Em ser uma sumidade
Na arte de aldrabão
Sou Engenheiro
Dos Piratas companheiro
Dedicado embusteiro
Pequeno ladrão do povo
E governando
A idade vai chegando
Ai... O cabelo branqueando
Mas o Freeport é sempre novo
Todos vão para a rua
Na empresa que não é sua
Mas eu tenho outro desejo
Eu navego em outras águas
Portugueses cantam as suas mágoas
Eu cá não os invejo

(Publicado por Kaos - wehavekaosinthegarden)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Dom Nov 21, 2010 3:45 pm

Cotadas continuam a fintar Orçamento, mas governo prepara ataque

20.11.2010

A Jerónimo Martins justificou antecipação com "sólido crescimento" ao longo de 2010.

Não há duas sem três. E à terceira pode mesmo ser de vez. O governo foi novamente fintado por uma cotada que antecipou a distribuição de dividendos para evitar as novas tributações previstas no Orçamento do Estado para 2011. E se o executivo, depois de a Portugal Telecom e a Portucel o terem feito, já não estava a gostar destas decisões empresariais, agora o anúncio de ontem da Jerónimo Martins poderá obrigar Teixeira dos Santos a antecipar a entrada em vigor das medidas. O "como" é agora a grande questão.

Fiscalistas contactados pelo i admitem que o governo possa produzir um despacho interpretativo, como aconteceu com as tabelas de retenção do IRS após o aumento intercalar deste ano, que esclareça o âmbito da aplicação do fim da isenção fiscal sobre os dividendos.

Ou seja, o governo pode esclarecer que, como a medida é para aplicar aos dividendos pagos em 2011 relativos aos resultados de 2010, terá sempre efeitos sobre os lucros de 2010, independentemente de quando forem distribuídos. E convém lembrar aqui que a Portugal Telecom, quando comunicou a decisão de pagar dividendos ainda este ano, ter assumido que "é um dividendo excepcional como adiantamento dos lucros de 2010". Isto não obstante Teixeira dos Santos já ter assumido que a antecipação dos dividendos pela PT, ou demais empresas, é legal.

Depois do chumbo à proposta apresentada pelo PCP, que visava impedir as cotadas de se anteciparem à entrada do OE em vigor, os socialistas ficaram de estudar o dossiê. Afonso Candal avançou que se trata de uma "questão política da máxima importância", e por isso mesmo "é preciso encontrar uma solução técnica" para que haja pagamento de impostos por parte da PT, assim como das restantes empresas em causa. Até porque, note-se, é esperado que a maioria das empresas que vão pagar dividendos tentem fintar o Orçamento. Ainda assim, ontem tanto a EDP como a Galp fizeram saber que não iam antecipar dividendos - o Estado detém 8% da petrolífera e 22,5% da EDP.

"Estamos à procura de uma solução", adiantou ainda Candal. O objectivo é encontrar uma forma "segura do ponto de vista jurídico" para "atingir não só a PT mas todas [as empresas que decidirem antecipar a distribuição de dividendos]". Para Afonso Candal, não é necessário que se encontre uma solução no Orçamento para 2011. Poderá ser encontrada uma solução fora do Orçamento, nomeadamente através de um projecto, tal como fez o PCP.

Jerónimo, PT e Portucel Contas feitas, os dividendos que vão ser pagos de forma antecipada por estas empresas aos accionistas totalizam já mais de 1,1 mil milhões de euros, com destaque especial para os 896 milhões pagos pela PT, fruto da venda da Vivo à Telefónica.

(Jornal i)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Nov 23, 2010 4:05 pm

É DIFÍCIL TER PENA DELES

23.11.2010

De olhos postos no chão e a moral nula, o Governo é um farrapo que dá pena e no entanto não a merece de todo.
Há escassas razões para ter compaixão de essa gente (assessores, ministros, opinadores regimentais, o Primeiro-Ministro) hoje silentes como ratos, mas que estilhaçaram com Portugal, começando por perseguir gente de carne e osso com muitos anos de docência (para rigorosamente nada); depois dissipando milhares de milhões de euros do erário a garantir as eleições de Setembro, 2009 e depois ainda, isto: como um cancro, o pustulento optimismo falsário daquela gente superficial foi corroendo todas as contas e todas as opiniões mercadistas.
Hoje a despesa do Estado descarrilou, a bancarrota iminente tem um rosto, e mesmo o FMI, que há que evitar a todo o transe, pode entrar cá, triturando as negaças e as negativas de Teixeira dos Santos, tal como sucedeu com os tristes e inúteis compassos de espera grego e irlandês. Por cá, traição das traições, os impostos estão no extremo do suportável.
Os salários na função pública caem a pique, as prestações sociais são extintas ou estranguladas. É difícil ter pena deles. Poder, Poder e Poder e vai tudo ao fundo, salvo algum milagre de petróleo ou ouro ou suor a triplicar.

Publicada por joshua
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Qua Nov 24, 2010 4:03 pm

O estouro do Estado Português.

23.11.2010

A execução orçamental no final do mês de Outubro do Orçamento de 2010, hoje, 23-11-2010, conhecida, significa o último prego no caixão das finanças do Estado. De acordo com a Síntese da Execução Orçamental, de Novembro de 2010, da Direcção-Geral do Orçamento, «o valor provisório do défice do Estado ascendeu a 11 885 milhões de euros» e face ao ano anterior «regista-se um agravamento de 215 milhões de euros» (p. 3), tendo a despesa efectiva do Estado aumentado «2,8% em termos homólogos, o que se traduz num aumento de 0,8 pp. face ao mês anterior». Apesar dos PECs e das medidas extraordinárias, o Governo Socialista não consegue estancar a hemorragia da despesa: esgana o pescoço do povo, mas à socapa alivia o garrote no braço esquerdo do desperdício.

Assim, com esta incompetência, e atropelo da lei do Orçamento que não consente este crescimento da despesa, pelo Governo do Partido Socialista torna-se impossível manter a autonomia do País e aproxima-se irremediavelmente a tutela do FMI/União Europeia (7,02% na taxa de juro das obrigações do Estado português a dez anos, nesta noite de 23-11-2010). Como explica o Financial Times, de 23-11-2010, Portugal estoura com o alargamento do défice do Estado («Blow for Portugal as state deficit widens»).

(Portugal Profundo)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Nov 30, 2010 11:14 pm

Portugal - Estado de Direito Democrático Corrupto?

Caros concidadãos

O sistema político português assenta numa " canalhocracia" - já o dizia D. Pedro V,no Séc. XIX - e numa "corruptocracia", ou seja, um Estado sujeito e submetido à corrupção.
Não tenhamos a mínima dúvida, em Portugal há uma cultura da vigarice, da corrupção, do amiguismo, do compadrio.
Este estado de coisas é mil vezes mais grave que qualquer português - que não tenha conhecimento destes meandros da política, dos negócios - pode imaginar.
Qualquer pato bravo que tenha cartão partidário, pertença à maçonaria e tenha negócios com o Estado , ou dependentes do Estado, ou é corrupto - activo ou passivo - ou não consegue singrar.
Portugal é um Estado dependente em tudo do estrangeiro. Não conseguimos produzir para pagar o que importamos.
Todas as negociatas têm uma "taxa" ou seja, uma percentagem que é gerida a título de pagamento de favores.
A corrupção é endémica.
Nenhum partido está disposto a combater a corrupção de forma efectiva.
Há um sistema que aposta na corrupção, na criminalidade económica, no amiguismo.
É tempo de surgirem forças políticas novas e meter na prisão essa gente.
Cortar a direito!
Para tanto é necessário ou um Poder Judicial forte e independente - o que é díficil - ou uma revolução para alterar o sistema de valores e edificar uma sociedade nova, baseada no sistema de democracia directa ou semi-directa - como a Suiça - porque o actual sistema está podre.
Ninguém consegue fazer um negócio, desenvolver um investimento , sem pagar a "taxa".
Como os portugueses vão sabendo, cada negócio tem atrás de si um manto de corrupção, pagamento de "luvas", apoio partidário, dinheiro debaixo da mesa, negociatas mais ou menos encobertas levadas a cabo por gente que parecia insuspeita, mas que no fundo são corruptos crassos, pessoas que não olham a meios para atingir os fins.
É tempo de alterar este estado de coisas.
A revolução é um meio legítimo que os Povos têm ao seu dispor para inverter as situações que não podem ser alteradas de outra forma.
Foi assim na França de 1700, na Rússia de 1900, em Portugal de 1974, na Ucrânia, na Roménia.
O voto em nada altera o estado de coisas, putrefacto, a que chegámos.
A democracia directa, ou mesmo semi-directa é o sistema que tem de triunfar.
Porque é neste sistema que o Povo pode ser senhor do seu futuro.
O PS e o PSD - mais o CDS e o PCP - em nada querem alterar a situação a que chegámos.
São forças que vivem do sistema, para o sistema e com o sistema corrupto que nos foi impôsto.
A solução é alterar o sistema constitucional para o Presidencialismo e para a Democracia Directa, ou semi-directa como o suiço.

Para isso é necessário algo mais que falar. É necessária acção e organização.

Por Portugal!

(José Maria Martins)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sex Dez 03, 2010 8:06 pm

PT pagou 1,5 milhões a Rui Pedro Soares em 2009

03.12.2010

Em 2002, o gestor recebia 20 mil euros. Em 2007 passou para um milhão e em 2009 para um milhão e meio de euros, o correspondente a um aumento de 1329% no ordenado.

Já se sabia que Rui Pedro Soares subiu depressa na hierarquia do grupo PT, ao passar em apenas quatro anos de director da TV Cabo de Lisboa a administrador executivo da holding do grupo. A essa ascensão meteórica correspondeu um aumento extraordinário de salário.

Segundo os rendimentos declarados oficialmente, o gestor ganhou em 2002 cerca de 20 mil euros. Um ano depois, quando a sua empresa já se chamava ZON TV Cabo, passou a ganhar três vezes mais, declarando rendimentos de 70 mil euros - valor que se manteve estável até 2005.

Em 2006, no primeiro ano completo de José Sócrates como primeiro-ministro, Rui Pedro Soares passou a ser um dos administradores da holding da PT, a maior empresa de Portugal. Por meio ano como membro da Comissão Executiva da PT SGPS, Rui Pedro declarou rendimentos de 400 mil euros.

Mas nos dois anos fiscais seguintes, os seus ganhos anuais subiram para 1 milhão de euros - ou seja, mais 1329% relativamente a 2003.

Em 2009, no último ano completo como administrador executivo da PT , Rui Pedro Soares declarou oficialmente 1, 5 milhões de euros.

(Sol)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sab Dez 04, 2010 3:46 pm

UMA CORJA QUE SACA

03.12.2010

«Isto dos ditos populares já não é o que era. Lembram-se dum que assertivamente determinava que "ou há moral ou comem todos?".
Pois parece que nos tempos modernos, onde muita coisa de antanho foi esquecido, se adaptou a coisa para um mais politicamente correcto "não há moral e só comem alguns!" Serve isto para dizer que em Portugal não há moral, comem alguns e, consequentemente, há várias categorias de portugueses.
Em nome da estabilidade fiscal... permite-se que grandes empresas distribuam dividendos aos accionistas fugindo ao pagamento duns cobres ao Estado!
Em nome da competitividade... permite-se que a CGD e os hospitais de natureza empresarial mantenham intocáveis remunerações!
Em nome da insularidade... tira-se 5% à função pública mas oferece-se em compensação um subsídio que, se calhar, vai ser de 10% ou mais por cento! Ernâni Lopes, que faleceu anteontem, disse uma vez na televisão que se não ensinássemos aos nossos filhos valores como os da honradez, apego à verdade e civilidade, então não havia PEC ou austeridade que nos valessem. Tinha razão. Anos e anos de desleixo e de incúria produziram estes espécimes que por hoje se pavoneiam pelos corredores do poder e se riem de nós sem dó nem piedade.
Em tempos cheguei a pensar que a solução seria passar a votar nas putas, levando-as ao poder pois os filhos já lá estão; hoje, temo bem que a solução só passe por sairmos à rua e correr com a corja à pedrada ou a tiro!»

Publicada por joshua
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Seg Dez 06, 2010 10:24 pm

NOJENTA GULA CACETEIRA

05.12.210

O duplo pensar de Fernanda Câncio teve mais uma polução nocturna. É cancro generalizado, em muita da elite que comenta e faz de conta que pensa Portugal, adaptar o argumentário aos apetites e interesses instalados a cujo serviço se coloca: Júdice, Marinho Pinto, Fernanda Câncio, são dos mais iminentes moluscos na babugem de quem manda, mande como mande. Sentem-se confortáveis. Parece-lhes valer a pena deformar o carácter e a coluna vertebral. À última permite-lhe defender com unhas e dentes um mau carácter, sádico narcisista, como José Sócrates, mas encarniçar-se sobre Cavaco Silva, o qual, não sendo santo nenhum, tem pelo menos o vício da moderação e da inexpressividade. Num assalto baixo ao passado de Cavaco, aos 28 anos, rapaz conformista como a esmagadora maioria conformista dos portugueses, Fernanda Câncio pontapeia baixo com indisfarçável gula caceteira. Isso não tem perdão. Se o carácter de um homem se resume ao que fez ou disse aos vinte e oito anos, nunca acabaremos de resumir José Sócrates e a nojeira grupal subjacente, repleta de rapina, transbordante de dano, prenhe de desgraça. Úbere sugado e seco, Portugal não aguenta a malícia socialista, ainda que a suporte por inércia e falta de atrito crítico.

Publicada por joshua
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Dez 14, 2010 7:55 pm

O BCP e o Governo de José Sócrates puseram Portugal em maus lençóis. O Mº Pº terá de abrir processo crime por tentativa de espionagem.

13.12.2010

A comunicação da Embaixada dos EUA, de 12/02/2010, na qual se conta a oferta de espionagem contra o Irão não deixa margens para dúvidas.
Por mim, enquanto leitor atento - tenho comigo a cópia em inglês- não posso ter outra leitura que não seja acreditar no que a Embaixada reporta.
Tudo está demasiado pormenorizado, escalpelizado, para não ser verdade.
Esta questão - muito mais importante em termos estratégicos e de interesse nacional que o caso da passagem dos presos para Guantanamo - é gravissima.
Gravissima porque um mero presidente de um banco se terá proposto violar o segredo bancário e fazer de espião para uma potência estrangeira, prejudicando o país de acolhimento.
Gravissima porque a segurança nacional - entendida em termos amplos - sai prejudicada, já que o BCP passará a não ser visto como parceiro fiável no estrangeiro.
O BCP não pode ser uma loja maçónica, nem uma extensão do PS, mas um banco fundamental no sistema bancário nacional, que também sai descredibilizado.
Os países árabes,a Rússia, a China, a Venezuela, Angola, Moçambique e outros pensarão duas vezes em voltar a confiar no sistema bancário português.
Ficarão sempre a pensar que os seus segredos bancários e comerciais poderão ser violados.
Bom , visto isto assim, parece claro que temos a prática de crime de espionagem, na forma tentada, artº 317º do Código Penal, além de gravissima violação do segredo bancário, embora na forma tentada, que pode não punivel criminalmente,por questões meramente formais, mas que não deixa de ser uma enorme violação da ética bancária, comercial, financeira.
Esta gente próxima do PS, esta maçonaria - não direi máfia maçónica como disse Henrique Neto! - esta gente que tem desbaratado Portugal, não pode continuar nos lugares chaves do País.
O Governo e o Presidente do BCP bem podem desmentir, mas no estrangeiro o desmentido não tem qualquer efeito.
Cada vez mais se vê a falta de qualidade desta gente.
Ao Ministério Público não lhe restará outra alternativa que não seja abrir inquérito contra o Presidente do BCP, já que não estamos apenas perante actos preparatórios da prática do crime de espionagem, mas actos de execução do crime.
Esta é uma boa oportunidade para fazer mais uma limpeza , de forma a que Portugal se erga com novas bases.
Os portugueses vão sabendo cada vez de forma mais forte toda a lama que escorrega em sítios chave, e o porquê de sermos os últimos em quase tudo, menois na pobreza e corrupção onde Portugal tem lugar de pódio.
Um país que se socorre das sobras dos restaurantes para "matar" a fome diz tudo!!!

Publicada por josé maria martins
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Ter Dez 21, 2010 10:27 pm

PARTIDOCRACIA PORTUGUESA COM CERTEZA

21.12.2010

Que a partidocracia portuguesa é feia, porca e má, não restam dúvidas, basta pensar na novela obscena que é o BPN, filha directa dos partidos de poder e seu malicioso exercício. Isto explica em parte que a economia nacional se dissipe sem resgate, o dinheiro se esvaia e emigre simplesmente porque os preços do monopólios estabelecidos, combustíveis, luz, comunicações, não param de aumentar por contraponto com Espanha. Mesmo o Tribunal Constitucional, detectando embora várias irregularidades nas contas partidárias de 2007, com a maioria dos partidos com assento parlamentar a reincidir na impossibilidade de confirmar a origem das suas receitas, não parirá mais que esta notícia esquecível, inútil e inconsequente.

Publicada por joshua
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Seg Dez 27, 2010 8:51 pm

Presidente dos CTT recebia dois ordenados

27.12.2010

"O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT."

(Sol)
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Qua Jan 12, 2011 2:03 pm

Pensões dos políticos custaram 80 milhões em 10 anos

11.01.2011

O mais recente relatório da Caixa Geral de Aposentações, a que o Diário de Notícias teve acesso, revela que o Estado gastou mais 3,5 milhões de euros com 383 deputados do que com as reformas de mais de 22 mil pensionistas que ganham até 217 euros.

Para um funcionário público ter acesso à reforma precisa de trabalhar 30 anos. Porém, até 2005, bastava a um político trabalhar oito ou 12 para ter direito a uma pensão vitalícia. De acordo com o DN, são estas pensões para a vida toda que vão custar ao Estado 80 milhões de euros só numa década.

Entretanto, revela também a investigação do DN, a despesa subiu todos os anos, gastando-se já mais 33% com estas pensões do que há 10 anos. ES a tendência é que este valor dispare ainda mais.

Segundo as contas do DN, o somatório da despesa com estas pensões é superior ao conjunto de todas as pensões mínimas.

Almeida Santos, Manuela Ferreira Leite ou Santana Lopes são exemplos de beneficiários desta reforma, assim como os candidatos presidenciais Manuel Alegre e Cavaco Silva, embora este último tenha abdicado da pensão enquanto exerce o cargo de Presidente da República.

SOL
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MensagemAssunto: Re: A CLEPTOCRACIA PORTUGUESA   Sab Jan 22, 2011 2:28 pm

Três décadas de boycracia. Em Portugal nunca faltaram jobs

22.01.2011

"No jobs for the boys", foi a famosa tirada de António Guterres na primeira reunião da direcção do PS depois da vitória nas legislativas de 1995. O aviso tinha o objectivo de acalmar o apetite do aparelho socialista, afastado há dez anos do poder. No entanto, os números mostram que os boys não só têm um apetite insaciável, como sempre tiveram jobs. Os períodos imediatamente antes e depois de todas as eleições legislativas entre 1980 e 2008 foram aqueles em que as empresas públicas mais trabalhadores contrataram. "É evidente que são casos de compadrio ou nepotismo."

A conclusão é de Pedro Martins, professor de Economia Aplicada na Faculdade Queen Mary, da Universidade de Londres, que realizou o estudo. "Os nossos resultados indicam um impacto sistemático do ciclo político nos timings das empresas públicas em Portugal", diz o estudo. "Encontramos provas significativas de um grande aumento de contratações logo a seguir a um novo governo tomar posse, principalmente se for de uma cor política diferente (esquerda ou direita) do governo anterior. Além disso, as contratações tendem a aumentar antes de o novo governo tomar posse, independentemente do resultado das eleições."

A análise de Pedro Martins recua 30 anos e, segundo o investigador, é a primeira a provar empiricamente a existência deste tipo de fenómeno. Foram consideradas empresas públicas aquelas em que o Estado detém ou detinha pelo menos 50% do capital accionista. Para evitar que os resultados fossem influenciados pela evolução da economia ou por efeitos sazonais, as empresas privadas foram incluídas como grupo de controlo. As observações mostram que nestas empresas se assiste ao efeito contrário: uma mudança nos cargos de topo tem como resultado um abrandamento das contratações "porque a nova administração ainda se está a adaptar", diz.

Também segundo o estudo, nas empresas públicas, os contratados têm um ordenado em média 17% mais alto que nas privadas. São mais novos, com mais escolaridade e normalmente ocupam uma posição mais baixa na hierarquia. Ficam também mais tempo na empresa.

Laranja? rosa? tanto faz Os dados mostram que pouco importa qual o partido no governo. Os jobs são de todos os que chegam ao poder. O aumento do número de contratados é transversal a PS e PSD, que lideraram o país nos últimos 30 anos, com a ocasional participação do CDS.

Os resultados permitem observar picos de contratação cada vez que que o poder muda de cor. Perto do período eleitoral, "o número de contratações pode chegar a aumentar 50%", refere Pedro Martins ao i.

O efeito não se nota só em cargos de topo, onde a amostra é mais reduzida. É nas posições médias que se regista mais este fenómeno. Para o investigador, o impacto dos ciclos eleitorais nas empresas públicas é de tal forma significativo que é um dos factores que ajudam a explicar a "diferença de desempenho entre as empresas privadas e públicas". E deixa duas recomendações: limitar as contratações no período imediatamente anterior às eleições e aumentar a transparência.

(Jornal i)
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