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 MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA

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MensagemAssunto: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:02 pm

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa, ComSE, GCIH (n. Lisboa, 12 de Dezembro de 1948), professor universitário, jurisconsulto e político português.

É filho de Baltasar Rebelo de Sousa (1921-2002), médico e dirigente do Estado Novo, e de Maria das Neves Fernandes Duarte (1920-2003), assistente social. Marcelo Caetano era padrinho de casamento dos pais.

Foi dirigente associativo e de organizações católicas durante a juventude, altura em que integrou a Acção Católica Portuguesa. Ainda hoje é membro de um sem número de instituições de solidariedade social e organizações não-governamentais. Presidiu à Federação Portuguesa de Futebol (entre 1974 e 1976), foi presidente da Associação de Pais da Escola Técnica e Liceal Salesiana de Santo António (década de 1980) e é membro da Junta Directiva da Fundação da Casa de Bragança (desde 1994).

Frequentou a Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Direito (1971), com média final de 19 valores[1], e se doutorou em Ciências Jurídico-Políticas (em 1984) [1]. É Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (desde 1989), onde foi presidente do Conselho Directivo (1985-1989), director do Instituto de Cooperação Jurídica (2004-2005) e presidente ao Instituto de Ciências Jurídico-Políticas (a partir de 2005)[2]. Foi também Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e Professor Catedrático Convidado da Faculdade de Ciências Humanas da mesma universidade, pertencendo, ainda hoje, à respectiva Sociedade Científica. Foi negociador do ante-projecto da Faculdade de Direito de Bissau (1988). Foi presidente da Comissão Instaladora da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (1995-1996 e 2001-2003) e Professor Catedrático Convidado da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. É Doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto.

Ajudou a fundar o Partido Social Democrata, em 1974. Foi presidente da Comissão Política Distrital de Lisboa (1975-1977) e chegou a presidente da Comissão Política Nacional (1996-1999), abandonando o cargo ainda antes das eleições legislativas de 1999, sucedendo-lhe José Manuel Durão Barroso. No mesmo partido liderou a ala Nova Esperança (1983-1985) e foi um dos promotores da adesão ao Partido Popular Europeu (1996). Foi deputado à Assembleia Constituinte (1975-1976); presidente da Assembleia Municipal de Cascais (1979-1982); membro do VIII Governo Constitucional (primeiro como Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, depois como Ministro para os Assuntos Parlamentares) acompanhando, assim, a primeira revisão da Constituição Portuguesa; candidato à Câmara Municipal de Lisboa, eleito vereador (1990-1993); presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto (1997-2009); deputado ao Parlamento Europeu e vice-presidente do PPE (1997-1999). Foi membro do Conselho de Estado, entre 2000 e 2001 e, novamente, a partir de 2006.

No jornalismo foi director do Expresso, de 1980 a 1983, e do Semanário, de 1983 a 1987, de que foi também fundador. Popularizou-se como analista político, primeiro na rádio com Exame (TSF, 1993-1996) e depois na televisão - Jornal Nacional (TVI, 2000-2004) e As Escolhas de Marcelo (RTP1, desde 2005 até 2010); em 2010 regressou à TVI (ao Jornal Nacional).

É comendador da Ordem de Santiago da Espada (1994) e recebeu Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (2005).
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:05 pm

O COMENTADOR MARCELO REBELO SOUSA

05.10.2007

Ser comentador neste país é só para alguns . Por convite expresso , pertencendo ao inner circle lisboeta e por critérios muito duvidosos em que impera o amiguismo.

Neste país , em que se vive da fama e da notoriedade não interessando o que lhe está subjacente , não posso deixar de salientar que os nossos comentadores políticos têm a sua expressão máxima em Marcelo Rebelo de Sousa e Miguel Sousa Tavares, que aparecem em horário nobre na televisão. António Vitorino também mas não tão visível.

Marcelo que vem da TSF e depois na TVI , actualmente tem um programa na RTP1 « As escolhas de Marcelo » , num programa de formato , penso eu, muito estático e monocórdico . Acho que este professor de Direito muito inteligente e culto , mas como qualquer pessoa, por muito boa que seja , é humanamente impossível falar de tudo e mais alguma coisa. Fala de desporto , futebol , jogos olímpicos , política , economia , etc.

As tiradas dele neste domingo passado , relativamente a Manuela Ferreira Leite , o PSD , as eleições internas e o novo líder Luís Filipe Menezes passou o limite do admissível . Utiliza este tempo de antena , pago por todos nós , para se auto-promover e traçar cenários favoráveis à sua pessoa quer dentro do partido quer fora.

O seu ego é assassino da razão . Os disparates a despropósito são imensos. Tanto estica a corda da sua pose que chegará um dia que mata a galinha dos ovos de ouro.
A democracia não garante governos justos mas também não garante comentadores justos.

Está na moda limitar os mandatos dos políticos , dos presidentes dos sindicatos , dos presidentes das associações de pais , etc. E porque não os dos comentadores políticos? São sempre os mesmos deambulando pela rádio, televisão e jornais.

No lugar que estão deveriam ter mais cuidado com o que dizem e pretendem influenciar. Podem dizer-me são eles os escolhidos pelas direcções de informação e que arrastam audiências. Tudo bem mas eu não tenho tanta certeza desse facto. Penso assim , e muitas pessoas com quem falo também pensam como eu. Estão cansadas , pura e simplesmente , não os vêem na televisão , não os ouvem na rádio e não os lêem nos jornais. Está na hora de aparecerem outros comentadores.

Estou cansado e farto da ditadura da notoriedade , só porque se aparece na TV é-se importante e capaz.É sempre o mesmo «clã» de comentadores ; além dos que citei , um deles é Pacheco Pereira.

Não pondo em causa o seu valor intelectual e cultural, mas está na hora de dar oportunidade a outros com formas diferentes de pensar e escrever.

Deveria haver um programa de televisão para comentar… os comentadores políticos. Fica a ideia e até sugiro um nome para o programa: “Comentar o Comentário”. O compte rendu é para todos.

(SEMANÁRIO)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:13 pm

Marcelo Rebelo de Sousa e o miúdo...

21.11.2007

O famoso comentador da TV, Marcelo Rebelo de Sousa, seguia a bordo de um avião, de Lisboa para o Porto.
Ao seu lado, reparou num miúdo de uns 10 anos, de óculos com ar sério e compenetrado.
Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de Sousa puxou conversa:
- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?
O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:
- Talvez seja interessante. Qual o tema que o Sr. gostaria de discutir?
- Ah, que tal política? Achas que devíamos ter reeleito Pedro Santana Lopes ou dar esta chance a José Sócrates?
O garoto suspirou e replicou:
- Pode ser um bom tema, mas antes preciso de lhe fazer uma pergunta.
- Então manda! Encorajou Marcelo Rebelo de Sousa.
- Os cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa, certo? Pasto, ervas, rações... Concorda?
- Sim! Disse Marcelo Rebelo de Sousa.
- No entanto, os cabritos excrementam bolinhas, as vacas largam placas de bosta e os cavalos grandes bolas... Qual é a razão para isto?
Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas confessou que não sabia a resposta...
E o garoto concluiu:
- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar Portugal, se não entende de merda nenhuma?...

http://nadirzenite.blogspot.com/2007/11/o-sol-o-equicentro-do-senhor-o-famoso.html
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:15 pm

Para que servem os nossos impostos?

4.12.2007

O Sr. Professor Marcelo Rebelo de Sousa, a propósito da transformação das Estradas de Portugal em Sociedade Anónima, interrogava-se sobre os destinos dos nossos impostos. Manifestava desse modo as suas dúvidas quanto à validade daquela medida, insinuando, desta forma, tratar-se da demissão do Estado das suas obrigações fundamentais.

Para que servem os nossos impostos é pergunta cada vez mais pertinente por, na compreensão imediata da verdade oposta à argumentação que sustenta a razão daquela imposição, perceber-se que é uma forma encapotada de, mais cedo ou mais tarde, nos lançarem mais um imposto, taxa ou contribuição que satisfaça a sanha fiscal das nossas chefias políticas.

Aquela transformação, na confusão futura da mistura de dinheiros públicos e privados, vai, também, permitir a colocação dos excedentários da política nos conselhos de administração, enormes, pesados e desnecessários que se percebe que não servem para nada, além de acautelar lugares de tachos que as nossas taxas vão suportar.

Com tanta demissão de responsabilidades e pela forma como é delapidado o dinheiro público, parece que os impostos só servem para sustentar a classe política dirigente quando exige insuportáveis sacrifícios ao povo que era suposto servirem. Não é por acaso que, de vez em quando, se ouve falar da substituição do parque de automóveis de serviço nos Ministérios quando se conhece que se trata de boas e potentes máquinas que, nas mãos de particulares, duram uma vida. Em termos de orçamento será insignificante, mas fica a pergunta se isso é necessário. É servir ou servirem-se?

Estas questões vão direitinhas à interrogação inicial, “para que servem os nossos impostos?”. Mas há um outro lado desta problemática que respeita à propaganda das chefias políticas ao afirmarem que os impostos não vão aumentar, o que não é de crer por se intuir a previsão dos tais aumentos encapotados que passam ao lado da percepção geral, tanto assim que há um exemplo que demonstra o contrário do que foi apregoado.

É que, segundo consta, está previsto onerar a taxa do audiovisual em 5% de IVA. É, na prática, um acréscimo da carga fiscal, de dupla tributação por se tratar da cobrança de um imposto sobre outro imposto.

Além da mentira quanto à propaganda feita, este IVA é ilógico, absurdo e incompreensível. A taxa de base, embora pouco significativa, já por si é questionável; agora pagar imposto sobre outro imposto, como outros que já existem, é roubalheira inadmissível que põe a nu a desfaçatez mentirosa destes responsáveis.

No propósito desta intervenção há uma lição bíblica de acerto indiscutível que se adapta às realidades actuais e que se transcreve como reflexão e tomada de consciência de tanto quanto temos que suportar e aturar:

“…Os doutores da Lei atam fardos pesados e difíceis de transportar e põem-nos aos ombros dos homens, mas eles não põem nem um dedo para os deslocar. Gostam das saudações nas praças públicas e de serem chamados de “Mestres” pelos homens…”

(Alberto Santos)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:26 pm

Marcelo Rebelo de Sousa apoia Manuela Ferreira Leite

27.04.2008

Marcelo Rebelo de Sousa vota na "lista do regime" (como diria Alberto João) encabeçada por Ferreira Leite.

O prof. Marcelo Rebelo de Sousa apoia Manuela Ferreira Leite porque ela encarna a imagem de seriedade, confiança e credibilidade. Imagem construída no partido e no governo e atestada nas sondagens - que a sinalizam como a mais indicada para candidata a PM.

Mas à luz do dr. Alberto João da Madeira a drª Ferreira leite representa a "lista do regime", e segundo o eng.º Mira Amaral - a dita "não tem competências" para o lugar. É óbvio que Marcelo está equivocado, e como é professor não deixa de ser problemático que não consiga distrinçar isso à légua. E depois ainda diz que os afectos e as emoções são secundários neste tipo de apoios políticos...

De Pedro S.Lopes diz que não tem tropas e de Pedro Passos Coelho diz que poderá ser um bom candidato a líder do partido, mas não a PM - falta-lhe experiência governativa, autárquica e o mais. Enfim, o costume...

Pergunto-me, seguindo esta "brilhante" linha de raciocínio, o que diria Marcelo de Cavaco na Figueira-da-Foz, em 1985!? Bem sei que Cavaco já havia sido ministro das Finanças de Sá Carneiro, etc e tal...

Assim como na acção política - também no domínio da análise identificamos as "análises do regime". Explicito:

1. Marcelo não vota em Santana Lopes porque é um impenitente reincidente, além de o achar um tremendo incompetente e o detestar pessoalmente. Isto é o que Marcelo pensa, deveria dizê-lo e não enfeitar o discurso num embrulho piroso de Domingo à noite em que já ninguém acredita. Análise implica seriedade, transparência e verdade, e não omissão ou confusão de sentimentos. Mais-a-mais Santana Lopes conseguiu ganhar Lisboa, coisa que Marcelo nunca conseguiu, daí o ressentimento que lhe ficou. Todos hoje guardamos o ridículo que foi aquele mergulho no rio Tejo. Fica para memória futura.

2. Por outro lado, Marcelo também não vota no Pedro Passos Coelho porque não dá o seu apoio a novatos sem provas dadas na vida política.

Sem querer questionar aqui o elevado raciocínio de um grande comunicador nacional, devo dizer que as análises de Marcelo me fazem lembrar, cada vez mais, os próprios protagonistas políticos no teatro de operações.
Ou seja, as análises aqui expendidas relativamente ao cenário que ora se coloca na luta pela liderança do PSD - e na identificação de um candidato a PM - traduzem as análises velhas do passado.

Vejamos então, segundo o nosso entendimento, o que está associado a este esquema mental do analista que visa apoiar o "passado do passado", alguém sem rasgo, sem capacidade de articular um discurso interdisciplinar e plurisectorial (e até com escasso vocabulário, o que dificulta a expressão), ainda assim, Marcelo elege Ferreira leite, a madrinha do António Preto (o pior do pior do PSD..) para "sua" candidata a PM.

Das duas uma: ou Marcelo é ingénuo, e apoia piamente a "damasinha-de-ferro" de Durão - que até de Economia & Finanças tem uma visão estática e redutora, ou então apoia a senhora cínicamente, pois sabe antecipadamente que ela não tem estaleca para ir a eleições contra Sócrates, e, à última da hora - o PSD entra novamente em convulsão interna e o partido reclama a quente um D. Sebastião que, teóricamente, seria Marcelo que salvaria o convento e iria a jogo contra Sócrates nas eleições legislativas de 2009 - ficando, nesse caso, Ferreira leite como a Secretária-Geral do partido. Quiça até - auxiliada por António preto - novamente, como seu braço-ante-braço-punho-e-dedos direito para a ajudar na gestão da vida interna do partido. Desta feita, sem "cartas de condução" à mistura, de preferência...

Seja como for, sendo Marcelo ingénuo ou politicamente cínico - ou ambas as coisas ao mesmo tempo, a sua análise remete-nos para um passado preocupante. Pois ao apoiar uma mulher do passado, que nunca revelou ter uma única ideia para o País - a não ser a contenção do défice ante a autoridade bruxelense - que até levou Sampaio a ironizar e dizer que há mais vida para além do défice - Marcelo está, ele próprio, a posicionar-se como um homem do passado, a viver do passado, sendo que o futuro, para ele, é reduzido ao presente chamado Manela Ferreira leite. É pobre, pobrezinho...

I.é, a actualização (analítica) do passado na mente de Marcelo faz-se em função da imagem que Ferreira Leite deu de si no passado afinada pelas sondagens do presente. E a antevisão do futuro que Marcelo faz do futuro do seu partido é, em bom rigor, o passado sempre actualizado no presente.

Por isso damos aqui 9 Val. a Marcelo para ele ir a exame em Setembro... E com muita benevolência.

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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:27 pm

Marcelo Rebelo de Sousa embarca em cruzada para localizar todos os incompetentes do mundo e provar que Jaime Silva é o maior entre eles.

04.07.2008

O professor voltou atrás com a palavra depois de ter chamado “maior incompetente do mundo” ao ministro da Agricultura, Jaime Silva.

É a segunda vez na história que Marcelo volta atrás.

A primeira foi o reconhecimento de que mergulhar no Tejo durante a campanha para as autárquicas de 89 não foi uma ideia tão brilhante como inicialmente pensou e, mesmo assim, só o admitiu quando a brotoeja se tornou intolerável.

No entanto, não se pense que a decisão denota arrependimento ou mudança de opinião acerca do ministro. “Sou um homem que pautou toda a sua vida pelo rigor e, após reflexão, concluí que não possuo elementos formais que me permitam atestar a qualidade do incompetente ministro da Agricultura como o maior do mundo”, explica.

Para tirar as coisas a limpo, o comentador da RTP iniciará um périplo mundial com o objectivo de localizar todos os incompetentes do planeta, testando o nível de incompetência de cada um e elaborando uma espécie de ranking internacional de falta de jeito. Depois desse trabalho, mostra-se confiante em que os dados recolhidos lhe permitirão consubstanciar a afirmação antes feita. Os apreciadores da sua rubrica televisiva poderão ficar descansados porque não se prevê qualquer interrupção.

Durante a viagem do professor, o contacto será assegurado por intermédio de telefone-satélite, mas isso não será necessário para já, pois a catalogação rigorosa de todos os incompetentes nacionais o manterá junto de nós nos próximos trinta ou quarenta anos, se trabalhar com alguma pressa.

Quanto à classificação técnica de um incompetente, manter-se-á o encaixe na figura jurídica da nulidade, aí cabendo toda a sorte de incompetentes, desde ministros inaptos a políticos cujo cargo público de maior relevo tenha sido o de comentador em canais de televisão.

Depois de referir este facto, Marcelo arregalou muito os olhos, pareceu vacilar por alguns segundos e acabou por esboçar um sorriso maníaco e fazer uma imitação perfeita de um peru bêbado.

(Inépcia)

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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:28 pm

O grande comentador Marcelo Rebelo de Sousa

02.11.2008

No seu último relatório a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social) insistiu que a RTP, a bem da pluralidade partidária, deveria reduzir o tempo de emissão do programa “Escolhas de Marcelo” aproximando-o à duração do programa de António Vitorino.

IVA sabe que o Prof. Marcelo não está muito preocupado com a situação e confia nos seus dotes de sobredotado para conseguir dizer tudo o que quer em menos tempo.

O formato do programa vai ser ligeiramente alterado, Marcelo passará a escrever simultaneamente em dois quadros, com a mão esquerda escreve sobre actualidade internacional e com a direita sobre o PSD, ao mesmo tempo que fala sobre a actualidade nacional, em rodapé passarão as sugestões literárias da semana, tudo isto enquanto ensina a fazer um nó de gravata “half windsor”e truques para tirar borbotos de pullovers de gola de bico.

http://iva.caoazul.com/blogiva/tag/marcelo-rebelo-de-sousa/

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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:31 pm

O Chico-Esperto...

24.02.2009

O chico-esperto é uma instituição. O exemplo de Marcelo e a Política com todos.

Qual de nós não tentou já armar-se em chico-esperto: Na fila do trânsito, na repartição de finanças, nos correios, na padaria, no quiosque, na farmácia, na política e até na análise e comentário político...

Ontem o douto Marcelo Rebelo de Sousa usou e abusou desse epíteto para cunhar o PM - no âmbito da compra de casa que parece ter decorrido ao melhor preço de mercado. Mas Marcelo aproveitou a onda do Freeport e tentou fazer um "tubo", como se diz em linguagem de surfista. O que interessa é que o efeito de sugestão tenha prevalecido sobre a natureza dos factos. Com o curso, segundo Marcelo, o PM terá feito o mesmo. Depois rematou, como quem julga a vontade dos portugueses através do comentário político, que tal "chico-espertismo" não impedirá os portugueses de voltar a eleger Sócrates para o cargo de PM, um sonho tornado pesadelo para Marcelo.

E porquê? É simples: por vezes, muitas vezes, o comentarista congela a sua função de analista e vê-se ou transporta-se para a função de PM, sentado no cadeirão de S. Bento, que ele tem recalcada na sua personalidade.

Até parece que Marcelo acha que os portugueses gostam da figura do "chico-esperto", por isso irão votar nele novamente. No fundo, Marcelo chamou chico-esperto a todos aqueles que votam Sócrates. Como Marcelo nos últimos anos não vota PSD, presume-se que também seja um deles...

Pergunto-me o que diria o PSD em bloco, com Paulo Rangel à ilharga, caso amanhã António Vitorino cunhasse a srª drª Manuela Ferreira Leite de "bacalhau seco" (que é como alguns dos seus assessores a tratam à boca pequena), "tábua de engomar", "idosa lambisgóia", "bisnaga", o canivete-da-Lapa (este é meu e vai entrar agora na gramática política, que Deus me perdoe) ou mesmo "bruxa da Ajuda" - um lugar que tem uma ressonância negativa para Santana Lopes. Tudo nomes que não dignificam a política nem a relação pessoal e institucional que deverá existir sempre entre todos os titulares de cargos públicos - bem como na sociedade em geral.

Ora, o facto do douto Marcelo ter usado e abusado do epíteto relativamente ao Primeiro Ministro de Portugal (goste-se ou não dele) - abre a porta para que o próprio Sócrates (ou qualquer outro actor político), amanhã, numa qualquer cerimónia pública, pergunte:

Como qualificar o próprio Marcelo quando este deu o mergulho no rio Tejo para, através desse expediente balnear oportunista, tentar arrebanhar uns votinhos para a CML - que perdeu em 1989, e bem, para Jorge Sampaio?

Como qualificar Marcelo quando atribuía a nota de 16 valores a Marques Mendes quando este interferia diáriamente na vida interna da autarquia de Lisboa quando esta era dirigida pelo prof. Carmona Rodrigues?;

Como qualificar Marcelo quando designou Francisco Pinto Balsemão de "lé-lé da Cuca", facto pelo qual foi depois convidado a pedir desculpa(?);

Como qualificar Marcelo quando tentou estabelecer uma aliança política (contra-natura) e oportunista com o cds de Paulo Portas cujo desfecho o obrigou a sair pela porta pequena do PSD e da política activa?;

Como qualificar Marcelo quando nos últimos 20 anos mais não tem feito do que torpedear sistemáticamente os vários líderes do seu próprio partido?;

Como qualificar Marcelo quando este faz Pub. a livros que, em inúmeros casos, ou não têm qualidade ou nem sequer foram devidamente lidos (?).

Bem sei que tem uma biblioteca em Celorico que deseja equipar, mas...

O douto Marcelo tem, de facto, um grande problema de afirmação política em Portugal. Ele sabe que é um herói na academia, um jurisconsulto conceituado, um comunicador nato. Mas, na realidade, quando ele tenta acertar o passo entre aquelas dimensões da sua vida socioprofissional com a dimensão política o gap é tão monstruoso quanto frustrante. Fica uma mão cheia de nada. E isso diminuo-o perante qualquer político em Portugal.

Este facto tortura psicológicamente o comentador e abre a porta para que uma tendência comportamental (desviante) nele se avolume: a esquizofrenia política, da qual resultam as relações de amor-ódio que o analista desenvolve com alguns actores políticos em Portugal - que escolhe como alvos dos seus comentários. Sócrates é um, o ministro da Agricultura deste governo é outro. Mas há mais. Em tempos teve Belmiro na mira, mas depois faltou-lhe coragem para passar a fronteira e kantianamente auto-limitou-se.

Ao fim e ao cabo, qualquer autarca de província, que tenha mandado calcetar uma rua ou requalificado a empena duma igreja já fez mais obra do que Marcelo, que tirando as aulas, os pareceres e a direcção do Expresso poucas ou nenhumas marcas deixou na política activa em Portugal. Intriga, muita intriga... Paulo Portas que o diga naquelas histórias da vichysoise de Belém, que o obrigaram a publicar invenções de Marcelo nas folhas do Indy...

Na teoria psicopolítica isto explica as toneladas de traumas que Marcelo já interiorizou na sua vida política. Portanto, é compreensível que ele diga o que diz do PM. Podemos até dizer que, de facto, tudo aquilo a que o douto Marcelo se propôs perdeu sempre. Nem sequer autarca em Lisboa conseguiu ser. Nem mesmo com o lance de manifesto "chico-esperto" através daquele mergulho no rio Tejo - os lisboetas se deixaram endrominar pela teoria que Marcelo critica em Sócrates, mas que, afinal, tem sido um verdadeiro autor e praticante em Portugal.

Sobretudo, quando se serve dos comentários dominicais para catalogar e apoucar as pessoas que ele tenta combater politicamente através da sua suposta "análise".

Creio que pior do que ser chico-esperto é, por vezes, sermos intelectualmente desonestos (que é uma espécie de chico-esperto terceiro-mundista). E nisto o comentarista já tem uma tonelada de doutoramentos.

Em rigor, o problema de Marcelo, tal como o de Pedro santana Lopes, nem sequer é político ou analítico, mas psicanalítico. E o mais grave é que eles ainda não perceberam uma coisa tão simples...

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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:35 pm

Se queres ganhar e não tens par: chama o Marcelo, chama o Marcelo...

02.10. 2009

O mais activo dos políticos fora do activo é uma eterna esperança para os sociais-democratas.

Há incertezas na liderança do PSD? Marcelo Rebelo de Sousa é hipótese. Não há garantias quanto ao nome que os sociais-democratas vão apoiar nas presidenciais? Marcelo Rebelo de Sousa está entre as opções naturais.

É já uma inevitabilidade da nossa democracia: o mais mediático dos comentadores portugueses é uma espécie de reserva de ouro na São Caetano à Lapa. Símbolo do partido, jurista ilustre, senador da política nacional, referência para as centenas de milhar de portugueses que acompanham as suas crónicas televisivas, Marcelo é um nome incontornável sempre que se agitam dúvidas na cúpula laranja. "Não sou candidato nem que Cristo desça à terra", disse em 1995, desmentindo a possibilidade de liderar o PSD. Meses depois, avançou. E aprendeu a nunca mais dizer "não" de forma tão taxativa. Até hoje.

No final de 2008, numa altura em que o partido questionava internamente a capacidade de Ferreira Leite para vencer o ciclo eleitoral deste ano, Marcelo Rebelo de Sousa foi claro na dúvida. "Não sou candidato à liderança do PSD certamente até 2009. Em nenhum momento isso está na minha intenção, mas sei lá se isso não acontece", afirmou durante um dos seus programas na RTP1.

A probabilidade de "Cristo" regressar à terra voltou entretanto à ordem do dia. A indefinição em torno da liderança do partido, na ressaca de derrota nas legislativas, recolocou Marcelo na órbita dos rumores laranja. Com Paulo Rangel, Rui Rio e Passos Coelho como principais candidatos numa suposta corrida à sucessão no PSD. E enquanto o mais activo dos políticos fora do activo não se demarca do território dos "nins", todas as análises são possíveis.

Voltemos a 2008. "Um caso em que eu tinha obrigação moral de ser candidato, mesmo que fosse para ser imolado, como fui da última vez, era não haver ninguém. Outra razão era olhar para todos os candidatos e dizer que não há nenhum que preencha os mínimos", explicou noutra emissão do seu programa.

O cenário era outro: estávamos no pós-Luís Filipe Menezes. Por agora, o professor remete-se ao silêncio. Não alimenta os rumores, é certo, mas também não os silencia. Diz que Ferreira Leite deve manter-se como presidente do PSD, mas, mesmo que não se posicione publicamente como candidato a qualquer cargo, há quem faça questão de não esquecê-lo.

Como a própria Ferreira Leite, em Coimbra, uma semana antes das legislativas. "Marcelo Rebelo de Sousa é uma referência do partido", disse a presidente do PSD no início do seu discurso. "Teve um papel decisivo enquanto líder do partido. Todos lamentamos que ele não tivesse sido primeiro-ministro. Ele sabe quanto o lamento, pessoalmente. Hoje Portugal seria um país diferente."

O fim da AD O país que Manuela queria hoje diferente, o Portugal que o PSD desejava com Marcelo a chefiar o governo do país, morreu em 1999, antes de ir a votos contra o PS de António Guterres. Foi o mais sonante efeito colateral do caso Moderna, que então envolvia Paulo Portas em suspeitas de integrar uma rede de branqueamento de capitais, contrabando de armas e tráfico de drogas.

A AD que Marcelo criara com o líder do CDS não resistiu aos rumores de que Portas iria ser acusado nesse processo. "Na AD, quem é acusado demite-se", disse o então presidente do PSD quando confrontado com as notícias que apontavam nesse sentido. Portas reage na semana seguinte: em entrevista à SIC garante estar inocente, denuncia movimentações para incriminá-lo e lamenta as desconfianças que estão a minar a AD.

Dias depois, Paulo Portas é ouvido na Polícia Judiciária. Durante essa audição, Marcelo demite-se da presidência do PSD e abre a porta à entrada de Durão Barroso, um acérrimo crítico à criação de uma AD com o CDS de Paulo Portas. Ironia: o pântano político que levou Guterres a abandonar o governo em 2001, conduziria Barroso ao poder. Sem AD. Porém, em coligação com o CDS. De Portas.

Paulo Portas é, de resto, uma figura quase incontornável no percurso político de Marcelo. Para a história ficou também a célebre polémica da Vichyssoise, que originou, em 1993, um primeiro corte de relações entre ambos. Na pele de director do extinto "O Independente", Portas acusa Marcelo de o ter enganado enquanto fonte de informação sobre um jantar privado entre o então Presidente da República, Mário Soares, e vários constitucionalistas: as conversas relatadas pelo jurista e até o pormenor da ementa - que incluía a famosa Vichyssoise - eram falsas. O jantar não existiu.

Portas não perdoou e denunciou o caso num programa de Herman José. O cariz humorístico da conversa talvez explique a facilidade com que, anos depois, fizeram as pazes por conveniência política. Antes da nova zanga com o fim da AD. Curiosamente, se Marcelo regressasse agora à liderança do PSD, teria de lidar com um CDS com a maior presença de sempre na Assembleia da República. As novas pazes seriam inevitáveis?

Político ou comentador? A única vez que Marcelo se submeteu ao voto dos portugueses foi nas autárquicas de 1989, quando liderou a candidatura do PSD à Câmara da Lisboa. E perdeu para Jorge Sampaio, apesar do célebre mergulho nas águas do Tejo. Depois, enquanto presidente do PSD, liderou o partido nas autárquicas de 1997. E teve menos votos (32,85%) do que o PS de Guterres (38,07%).

Desde então, dedicou-se às aulas, à consultoria jurídica, à escrita e ao comentário político. Abraçou também a causa do "não" no referendo à interrupção voluntária da gravidez. Mas embora a sua opinião continue a ter impacto no panorama político nacional, não mais voltou a envolver-se na política activa.

Em recente entrevista ao i, admitiu ter "saudades da campanha eleitoral por Lisboa". Mas ninguém sabe se essa saudade é extensível a uma nova disputa interna pela liderança do PSD. Ou se estaria disponível para assumir a oposição ao governo de Sócrates. Uma coisa é certa: antes das legislativas vaticinou um prazo de dois anos para um eventual governo socialista. Fica por saber se quer assistir a essa legislatura directamente envolvido no combate político ou à distância das análises que hoje faz.

(Adriano Nobre)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:37 pm

Marcelo Rebelo de Sousa - Desliguem a electricidade!!!

22.10.2009

Marcelo avança. Marcelo não avança. Para presidente do PPD? Para Presidente (livra!!!) de todos os portugueses? Marcelo diz. Marcelo acha. Marcelo...

E vamos nisto! Recentemente propunha que o futuro do seu PPD fosse desenhado numa “supercimeira” de notáveis, assumindo que todos os dirigentes abaixo dos notáveis e ex presidentes do partido, são uma maçada... dirigentes esses para quem as bases são um estorvo. Menos durante as campanhas e dias de eleições, claro. Grande exemplo de democraticidade! Afinal, a coisa não pegou. Nem aos notáveis a ideia agradou. Até mesmo entre os notáveis do PPD há uns tantos cérebros ainda em relativamente bom estado de funcionamento. Mesmo assim, imagino o coro de guinchos se algo de parecido fosse proposto por algum outro partido...

Um desgosto mais para o frenético Marcelo, que nas longas horas das suas noites sem dormir, não vislumbra o que seja um ideal, a lealdade, um princípio... enredado irremediavelmente nas teias de intrigas que ele próprio tece, em que tudo se resume a táctica, cálculo, veneno inoculado na hora exacta.

Afinal, o PPD não pode contar com ele. Está esclarecido! O facto de este desenlace se verificar num programa dos “Gato fedorento” faz-me imaginar o que poderia ser a adaptação de um vídeo que ficou, justamente, famoso:

- O Marcelo é um idiota?
- Não!
- Mas pode comportar-se como um idiota...
- Pode!
- Mas na realidade, não é...
- Não!
- Só que, por vezes, até pode parecer...
- Pode!!!

E por aí fora, até de madrugada... ou até à náusea.

De qualquer modo, o que eu vos quero mesmo perguntar é muito simples:

Se faltar a electricidade, digamos, por uns dias... Marcelo Rebelo de Sousa continuará mesmo assim a existir?

PUBLICADA POR SAMUEL

http://samuel-cantigueiro.blogspot.com/2009/10/marcelo-rebelo-de-sousa-desliguem.html
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:38 pm

Pressão sobre Marcelo para avançar para a liderança

30.11.2009

Os sociais-democratas Paulo Rangel, José Luís Arnaut, Alexandre Relvas e José de Matos Correia defenderam na quinta-feira que Marcelo Rebelo de Sousa deve ser o próximo presidente do PSD

Paulo Rangel, na RTP1, José Luís Arnaut, na SIC-Notícias, e Alexandre Relvas, na Rádio Renascença, apareceram na mesma noite a defender o regresso à liderança do PSD de Marcelo Rebelo de Sousa.

Contactado pela agência Lusa, o deputado social-democrata José de Matos Correia disse também apoiar uma candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa, considerando que o antigo presidente do PSD "é a pessoa de que o partido e o país precisam".

Em entrevista à RTP1, o eurodeputado social-democrata Paulo Rangel, que tinha invocado o direito a ponderar a possibilidade de ser candidato à liderança do PSD, colocou-se fora dessa corrida e apontou o nome de Marcelo Rebelo de Sousa.

"Um partido que tem entre os seus militantes um militante com as qualidades do professor Marcelo Rebelo de Sousa, do meu ponto de vista, não deve desperdiçar a oportunidade de o fazer líder do partido e de o tornar primeiro-ministro de Portugal", disse o ex-líder parlamentar do PSD.

"O nosso partido é que tem o dever de o fazer vir a ser líder do partido", acrescentou Paulo Rangel.

Minutos depois, cerca das 21h30 horas, o dirigente e deputado social-democrata José Luís Arnaut disse, em directo na SIC-Notícias, que "um partido que tem um valor como Marcelo Rebelo de Sousa não se pode dar ao luxo de o desperdiçar".

"Quem é que é, de todos, aquele que consegue federar e mobilizar o partido? Há um único militante que eu entendo que o pode fazer e que tem condições para o fazer e que é um activo para o país - não é um activo para o PSD, é um activo para o meu país. É Marcelo Rebelo de Sousa", advogou Arnaut.

Por sua vez, numa entrevista transmitida às 23h00 horas pela Rádio Renascença, o presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro, Alexandre Relvas, defendeu que "é preciso criar condições" para que Marcelo Rebelo de Sousa se candidate à liderança do PSD e que " aqueles que o apoiam e que consideram a sua candidatura decisiva se devem mobilizar".

"Eu julgo que ele não está à espera de uma vaga de fundo, mas é natural que tenha uma expectativa de ter um apoio generalizado no âmbito do partido. Ele é, de facto, hoje, o militante do PSD melhor colocado para ser presidente do partido, se tivermos em conta a credibilidade e popularidade que ele tem, não só no PSD, mas no país", completou Alexandre Relvas.

Questionado pela Agência Lusa se, no seu entender, Marcelo Rebelo de Sousa afastou a possibilidade de se candidatar à liderança do PSD com as suas declarações mais recentes, Matos Correia respondeu que o antigo presidente do PSD "fez aquelas declarações num determinado contexto" e que "quando mudam os contextos, também mudam as vontades".

A actual líder, Manuela Ferreira Leite, vai convocar eleições directas para a liderança do partido depois do debate do Orçamento do Estado para 2010.

LUSA
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:39 pm

O programa de Marcelo Rebelo de Sousa na RTP deve acabar - Marcelo está a ajudar o PS

07.12. 2009

Quem ouviu Marcelo Rebelo de Sousa na RTP, no passado Domingo, só pode ficar estupefacto.
O ataque que Marcelo Rebelo de Sousa fez à Oposição Parlamentar é uma prova inequívoca de como mesmo os que deveriam ser "superiores" estão assados no fogão da mesquinhice portuguesa, sem se conseguirem livrar dos cânones de antes do 25 de Abril.
Marcelo ajudou Jorge Sampaio a destruir o PSD e a levar o PS ao Poder.
Que isto não seja esquecido!
O comentário de Marcelo Rebelo de Sousa é uma triste prova de como o PS consegue levar individuos que deveriam ser referenciais de mudança, de combate, a ajudar o PS.
Marcelo pronunciou-se contra as iniciativas da Oposição , que na AR têm procurado apagar os malefícios do PS e seu Governo.
Marcelo, como mero teórico que é - ele foi Presidente do PSD e nada fez de útil, perdendo mesmo a eleição para a CM de Lisboa, depois da vergonha que foi o seu banho no Tejo junto ao barco afundado - atacou a Oposição, e dessa forma deu lastro ao PS e à sua verborreia.
Marcelo Rebelo de Sousa deve deixar de ser comentador na RTP, porque não tem qualquer valor acrescentado para dar à Democracia.
Os do PSD olham para Marcelo como o individo que traiu o PSD, fez a vontade ao PS e acabou por colaborar na destruição do PSD, com a dissolução da AR.
Por outro lado, é bom que se não esqueça que Marcelo está muito ligado ao regime do Estado Novo, às guerras coloniais, às mortes de milhares de soldados portugueses.
Marcelo nada ensina em termos democráticos.
É apenas mais um dos que têm mantido Portugal na miséria, na obscuridade, e agora na RTP nada de novo traz.
Desde logo os livros que mostra é para burro ver, porque os que sabem, os que frequentam universidades e livrarias sabem o que é publicado em Portugal e não precisam de Marcelo.
Depois, é dificil acreditar que Marcelo lê todos os livros que mostra.
O programa de Marcelo Rebelo de Sousa não tem qualquer razão de ser, nada de útil traz, mais parece uma carrinha ambulante da Gulbenkian!
Haja vergonha!
Só serve para ajudar o PS e Sócrates.

(Posto por José Maria Martins)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:41 pm

Os desencontros da História

16.03.2010

É da maior injustiça resumir o Congresso do PSD à tristíssima inovação estatutária que impõe silêncios e aquiescências obrigatórios. Mais um favor prestado aos adversários pelas patologias autofágicas que toldam a clarividência social-democrata.
Mas vamos ao importante e não nos aprisionemos pela caricatura. Mafra escutou um dos discursos mais lúcidos sobre a política nacional que ouvi nos últimos tempos.
O discurso proferido por Marcelo Rebelo de Sousa merece ser lido com distanciamento dos ecos que sempre povoam estes conciliábulos. Marcelo foi muito mais do que uma voz avisada. Diagnosticou, denunciou, qualificou os miasmas que corroem o País.
Disparou com minúcia e precisão sobre os responsáveis pelo momento de verdadeira emergência nacional que vivemos. Dedilhou, um a um, os desafios e as contingências. Não poupou vocábulos. Esgrimiu-os com precisão e rigor. Não disse de mais nem de menos.
Não carregou nas tintas nem usou diluente. Marcou o Congresso, condicionou os discursos dos candidatos e deixou no ar a sensação dramática do desencontro com o seu destino. Marcelo é um personagem controverso.
Mas é, indiscutivelmente, a cabeça política mais bem preparada para o Governo do País. O cavalo do poder rodopiou, solto, à sua volta. Marcelo rejeitou as rédeas que estiveram ali, disponíveis, à sua frente. Ele lá sabe porquê.
A sua inteligência e a finíssima argúcia com que escalpeliza situações e eventualidades fizeram-no concluir que aquele partido, como o País, está mais apetente de jovens ambiciosos, com vozes maviosas e sorrisos ensaiados, do que de homens de rasgo.
A História está repleta de momentos idênticos. E a galeria dos grandes portugueses que Portugal não soube nem quis aproveitar é vasta. Demasiadamente vasta para um país tão carente.

JOSÉ LUÍS SEIXAS
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:42 pm

Marcelo Rebelo de Sousa - Sócrates tem mentido "sistematicamente"

21.05.2010

O professor e comentador político mantém a teoria de que o primeiro-ministro tem "mentido sistematicamente" ao longo dos mandatos, umas vezes com mentiras "piedosas" e outras com "falsas convicções".
"Eu tenho a teoria de que o primeiro-ministro tem mentido sistematicamente, umas vezes com mentiras piedosas, outras menos e outras vezes com falsas convicções", disse o antigo líder do PSD.
Rebelo de Sousa falava na quinta-feira aos jornalistas, em Portimão, na apresentação do livro "Direito e Turismo como Instrumentos de Poder - Os Territórios Turísticos", da autoria do também professor universitário Virgílio Machado.
Para Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro socialista, José Sócrates, diz "coisas e fica na dúvida, se é efectivamente uma mentira".
"Isto é, se na altura em que diz aquilo, se já tinha os dados que lhe permitem oito dias ou três semanas depois dizer o contrário", sublinhou o professor, lamentando que "alguns políticos tenham por hábito" dizer "mentiras de várias dimensões".
"Para alguns políticos, mentir é um hábito muito comum. Na situação de crise em que está o país, se fossemos levar isso muito à letra estávamos a criar uma crise. Pelo facto de José Sócrates ter mentido, se tivesse que cair o Governo estávamos a criar uma crise que é indesejável", destacou Marcelo Rebelo de Sousa.
Questionado sobre as declarações do líder do PSD, Pedro Passos Coelho, em entrevista à TVI, sobre a apresentação de uma eventual moção de censura ao Governo caso a comissão de inquérito venha a apurar que o primeiro-ministro mentiu sobre no caso PT/TVI, Marcelo Rebelo de Sousa referiu "que talvez Passos Coelho não quisesse dizer isso".
"Eu não sei se de facto ele quis dizer isso. Às vezes os políticos querem dizer que há um juízo político negativo, mas não querem dizer necessariamente que há uma moção de censura", observou.
"Ainda não há uma semana o líder do PSD tinha dito aparentemente o contrário quando lhe perguntaram sobre as consequências do que comissão de inquérito tinha dito - se estou a citar bem - que não podia ser utilizada a conclusão da comissão de inquérito como arma de arremesso", destacou.
"Ora a moção de censura é a arma de arremesso definitiva. Portanto, admito que o líder do PSD entre uma declaração e outra acabe por escolher uma fórmula que não é tão radical quanto aquela que parece agora", concluiu.
Novas tabelas de retenção vão fazer correr "muita tinta"
"Vai ser um problema que vai fazer correr alguma tinta porque o problema que se coloca, é quem já recebeu, saber se há ou não há uma situação de retroactividade", disse ainda.
O novo pacote de austeridade aprovado na quinta-feira pelo Governo (PS) prevê o aumento das taxas de IVA, da sobretaxa de IRS, IRC e a aplicação do imposto de selo ao crédito ao consumo.
Na prática, os subsídios de férias e de natal sofrerão esse ajuste.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:44 pm

Marcelo Rebelo de Sousa sobre o adeus a José Saramago: “A direita pecou por ausência”

20.06.2010

Marcelo Rebelo de Sousa foi a figura da direita mais evidente nas cerimónias fúnebres de José Saramago. O professor disse hoje, em entrevista à TVI, que a “direita pecou por ausência”. No entanto, não condenou a maior ausência de todas: Cavaco Silva. “O Presidente da República fez o essencial, a presença espiritual é mais importante do que a presença física”, defende. Recorde-se que Cavaco Silva agradeceu e reconheceu a “figura da cultura” que José Saramago representou para o país. Para Marcelo, o Presidente da República errou, posteriormente, ao justificar a sua ausência.

Em 2004, para o lançamento de Ensaio Sobre a Lucidez, José Saramago convidou pessoalmente Marcelo Rebelo de Sousa. "Terei sido a pessoa mais à direita convidada pelo próprio Saramago." A obra que segundo o professor marcou a segunda fase do escritor contemporâneo (pós implosão da União Soviética) que mais projectou a pátria portuguesa. “Aprecio o seu estilo ao passar para escrito o português falado. É uma figura impar na cultura e na história contemporânea portuguesa, negar essa evidência é estúpido”, confessa Marcelo. Acrescentando: “Encontrei nele alguns pontos que a mim me dizem muito.”

No panorama político nacional, Marcelo comentou as propostas do PSD. "As prestações sociais estão a ser apertadas e faz todo o sentido, porque continuamos a gastar como se estivéssemos ricos. Sobre os contratos a prazo e o orçamento base zero o professor ainda tem as suas dúvidas. “Se a ideia de prolongar os contratos a prazo significar não mandar ninguém para o desemprego é boa – temporariamente. Contudo, num plano definitivo, Marcelo Rebelo de Sousa não aprova. Já o orçamento a partir do zero pode querer dizer muita coisa: “Pode significar um equilíbrio orçamental, que não sei se será possível realizar agora.” A direita avança com propostas e medidas para recuperar o défice, mas está sem opções para as próximas presidenciais, perante uma esquerda repartida.

Durante a semana Freitas do Amaral já manifestou o seu apoio a Cavaco Silva. E as recentes sondagens apontam para dificuldades de Manuel Alegre em chegar aos 40%. Já Fernando Nobre “vai buscar um bocadinho ao PS e à esquerda”. Mas para o professor, a semana ficou marcada pelo “ponto final parágrafo” da Igreja. “A igreja pôs fim à especulação.” O cardeal patriarca de Lisboa afirmou que não existe a possibilidade de um candidato católico e portanto, o mais provável será “Cavaco Silva continuar sem alternativa à direita” e Manuel Alegre “acelerar a sua campanha”.

O professor de direito comentou também a polémica do Bastonário da Ordem dos Advogados, que sempre defendeu que os licenciados de Bolonha “não poderiam aceder directamente à ordem”. Perante isto, Marcelo vê uma solução: se as "exigências" para um advogado serão "tão altas como para um juiz, a ordem deve alterar a lei.”

João Relvas/Lusa
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:45 pm

Marcelo Rebelo de Sousa namora na Quinta do Lago

10.08.2010

Todos os anos a rotina é a mesma. Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou o último fim de semana para dar um saltinho ao Sul do País, mais precisamente à Quinta do Lago, Algarve.

O comentador das noites de domingo na TVI viajou de propósito para jantar na companhia do filho, Nuno Rebelo de Sousa, que fez anos no sábado. "Foi muito agradável estar com o meu filho num dia tão especial", confidenciou Marcelo Rebelo de Sousa. Antes disso, o professor trocou o fato e a gravata por uns confortáveis calções e uma tshirt para se deslocar até à sua praia favorita, a praia do Gigi, na companhia da namorada de há vários anos, Rita Cabral.

A tarde foi boa, apesar dos contratempos. "As condições climatéricas não foram as ideais, porque estava muito vento, mas isso não me impediu de dar uns mergulhos na água, que estava óptima, muito quente", contou bem disposto. Através das imagens é possível comprovar que o professor é um homem prevenido e atento aos conselhos da Protecção Civil. Usou um chapéu na cabeça para se proteger do calor e andou carregado com uma garrafa de água para se hidratar.

Como o que é bom dura pouco, Marcelo Rebelo de Sousa voltou para Lisboa no domingo para os seus habituais comentários na estação de Queluz de Baixo. No entanto, o social democrata pondera voltar ao Algarve ainda esta semana para mais uns dias de descanso, já que o fim de semana não chegou para recarregar baterias. "Estou a pensar voltar ao Sul nos próximos dias, mas ainda não sei bem quando", concluiu.

(Diário de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: MARCELO REBELO DE SOUSA - A TAÍNHA   Seg Ago 23, 2010 5:54 pm

«Chumbar o Orçamento do Estado? Só se estiverem loucos»

23.08.2010

Para Marcelo Rebelo de Sousa é pouco provável que o Orçamento do Estado não seja aprovado

Marcelo Rebelo de Sousa advertiu o PSD contra o risco de não viabilizar o Orçamento de Estado (OE) para 2011 e alertou para as consequências de os principais partidos não chegarem a um consenso.

No habitual comentário de Domingo na TVI, o comentador social-democrata anteviu um «ping-pong» entre Pedro Passos Coelho e José Sócrates e deixou claro que o momento de crise que o país atravessa - com grandes dificuldades em conseguir financiamento no exterior - faria do chumbo do OE 2011 uma «loucura».

«Só se estiverem loucos. Aliás, eu já acho um bocadinho de loucura aquela conversa que ouvi há dois dias, que era um vice-presidente do PSD a dizer assim: mostrem lá o Orçamento até 9 de Setembro, que é a data em que termina o prazo para o Presidente dissolver [o Parlamento], para nós sabermos como é que votamos e saber se o Presidente deve dissolver ou não», disse.

«Isto é brincadeira ao que respondeu o PS também com brincadeira dizendo: Até 9 de Setembro não temos as contas feitas. Isso é brincadeira estar a falar numa dissolução até 9 de Setembro, como é brincadeira estar a admitir que o Orçamento de Estado é chumbado», adiantou Rebelo de Sousa.

O também membro do Conselho de Estado deu ainda um conselho ao PSD, deixando claro que o chumbo do Orçamento «não é a melhor estratégia» para quem quer ser Governo na próxima legislatura.

«Não é bom os mercados financeiros olharem e dizerem que eles estão a brincar com coisas sérias», advertiu.

O responsável afirmou ainda que os portugueses devem ter noção que, caso o Orçamento seja chumbado, é provável que haja eleições antecipadas em Maio ou em Junho do próximo ano.

(Expresso)


Comentários:

Por José dos Matos 2010-08-23 12:18
O senhor Marcelo Rebelo de Sousa parece uma marioneta, que tente através da comunicação social pretende criar uma imagem do Portugal triste, dos somos pequeninos, dos somos pobres, dos tem cuidado, dos agora não.
O senhor Sousa Tornou-se uma marioneta do sistema politíco Português, que através dos medía ganha um bom ordenado e ajuda estes a terem as melhores share¿s.
O que é que o Português comum ganha com isto? nada.
A entrevista de ontem na TVI mostrou bem o que funciona! nada nem Marcelo nem a qualidade da imagem e do som da transmissão.
Marcel rebelo de sousa deveria reformar-se e deixar de dizer asneiras.

Por sergio barreira 2010-08-23 12:15
Não percebo, Passos Coelho diz que este pais está na miséria, está tudo mal, sempre do contra (para variar), sempre a colocar barreiras, mas no entanto quer ser 1º ministro.....
É só rir com estes politicos da treta

Por joão matos 2010-08-23 14:14
Mandar umas bujardas é fácil. Qualquer Português de bom senso vê o óbvio. Excluiu-se os partidários, porque têm uma venda e só vêem em frente. Este senhor, nem sabe bem o que é nem o que quer. Diz que é do Benfica, mas também é do Braga. É como ter uma mulher e uma amante. Começa logo por aqui. É mais um velho do Restelo, que é o que temos muito no nosso país. Falar mal e dizer que os outros fizeram é fácil. Veja-se o caso dos governantes que estiveram lá anos a fio, que nada fizeram e para lavar roupa suja vêm dizer "vossa Excelência não fez isto não fez aquilo". Se eram tão visionários tivessem eles feito e não teriam deixado este país, à beira do colapso. É o que este senhor faz, vende banha da cobra, pura e simples. Ou este senhor não tem culpa também? Não foi lider do PSD. Mas não vale a pena a gente falar alto ou baixo, porque o que vale são as avenças churudas, para este senhor dizer aquilo que quase toda a gente sabe. Se não lhe dessem importância, fazia o discurso para os peixinhos ou senão ia para a serra de Sintra ler uns livritos que é o que ele precisa, porque a reforma dele deve ser muito pequenita coitadito, por isso é que ele é comentador. Não percebo qual é a importância nem o que nos traz para o nosso ego aturar este senhor. Perca de tempo.

Por Rui Mota 2010-08-23 14:11
Marcelo Rebelo de Sousa é uma pessoa sem interreses! Gostem ou não dele e tem esse direito, não o podem acusar de não ter princípios... é professor universitário, sempre foi um aluno brilhante, não assinou projectos por outros, não comprou cursos, não tem offshores, não pagou as cotas dos militantes para votarem nele... Tenham vergonha! Anda tudo a lamber as botas a este "politícos"! Portugal está tomado pela corrupção! E a culpa é nossa porque todos dizem mal, mas na altura de votar ganham sempre os mesmos! Ainda ninguém percebeu que PS e PSD é a mesma coisa? Muda o governo e isto está sempre igual!!! Um voto em branco vale muito! Acho que está na altura dos portugueses começarem a ter juizo! Hoje em dia anda tudo atrás dos partidos por causa do tacho! Uma autêntica hipocrisia dessas pessoas sem princípios e mal formadas!

Por Manuel Pinheiro 2010-08-23 14:06
Oxalá que o Orçamento de 2011 não passe na A.R.
Assim acabava de uma vez por todas esta hipocrisia, esta indefinição e esta Crise ( que é só paleio!...).
"Onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão!..." Mas meus senhores neste país há MUITO Pão... só que está na mão de "Meia Dúzia"!
Deixemos isto ir ao fundo de vez! e vão ver quem tem razão!...
O Sr. Marcelo é só retórica!...
O Sr. Passos passa a vida a engendrar estratégias.... Hoje diz uma coisa e amanhã Já desdiz!...
O Sr. Sócrates é aquilo que já sabemos!...
Enfim quem fica no meio de tudo isto?
Entreguem o poder às mulheres!... Os homens quem vão tomar uns copos para a taberna da esquina lé é que estão bem!...
Olhemos para as mulheres do BE, do PCP e do CDS/PPP, essas é que vão dar cartas...
Mulheres ao poder!... Homens para as T(c)avernas!.....
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