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 O MOVIMENTO SINDICAL

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MensagemAssunto: O MOVIMENTO SINDICAL   Dom Maio 23, 2010 9:18 pm

Sindicato da UGT propõe concentrações junto à residência do primeiro-ministro

22.05.2010

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) decidiu hoje propor aos restantes sindicatos da Frente Sindical da Administração Pública a realização de concentrações distritais junto à residência oficial do primeiro-ministro em protesto contra as medidas de austeridade. A proposta do Sintap será discutida numa reunião plenária da Fesap

"As medidas de aumento da receita traduzem-se num grande aumento da carga fiscal sobre os trabalhadores, que vêem agora subir as taxas de IVA e de IRS", diz o sindicato (da UGT) numa resolução hoje aprovada.

O Sintap reuniu-se em conselho geral para analisar as medidas de austeridade e de combate ao défice orçamental decididas pelo Governo e considerou que elas têm "particular incidência nos rendimentos e na vida dos trabalhadores em geral e em especial dos da Administração Pública Central, Regional e Local".

Por isso, o Sintap vai propor aos restantes sindicatos da Frente Sindical da Administração Pública (Fesap) a realização de concentrações de dirigentes, delegados e ativistas sindicais nas capitais de distrito e junto da residência oficial do primeiro-ministro.

O secretário coordenador da Fesap, Nobre dos Santos, disse à agência Lusa que, em princípio, todos os sindicatos da estrutura deverão aderir ao protesto, que poderá realizar-se em Junho.

A proposta do Sintap será discutida numa reunião plenária da Fesap, que deverá ocorrer na primeira quinzena de Junho, afirmou o sindicalista.

Para o Sintap as novas medidas de austeridade são "pouco equitativas, têm consequências muito significativas no rendimento das famílias e dos trabalhadores da Administração Pública, bem como um impacto social negativo no crescimento da economia e na qualidade dos serviços públicos, afetando sobretudo os trabalhadores de médio e baixo rendimento".

"Estas medidas afetam inaceitavelmente, e de forma desigual, os rendimentos dos trabalhadores mas incidem apenas de forma simbólica tanto no caso das empresas, com a aplicação de uma taxa suplementar de IRC, como no caso dos políticos e dos gestores públicos, com a diminuição em cinco por cento dos respetivos salários. Mantém-se simultaneamente o pagamento de salários e prémios absurdamente elevados e permite-se a acumulação de salários com pensões", critica o Sintap.

Na resolução aprovada o Sintap lembra que tem defendido "a prioridade de implementar políticas de combate ao desperdício" e reafirma que "continuam a ser efetuadas despesas inúteis e, em tantos casos, imorais".

"Referimo-nos concretamente ao recurso aos contratos de prestação de serviços, ao 'outsourcing' e às empresas de trabalho temporário, em situações em que os meios humanos e técnicos da Administração possuem capacidade própria para dar uma resposta eficiente e eficaz", lê-se no documento.

(Público)
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Seg Maio 24, 2010 6:00 pm

Passos Coelho espera que não haja greve geral admitida pelo líder da CGTP

24.05.2010

O Líder do PSD espera que não se coloque um cenário de greve geral, argumentando que a "instabilidade social" só contribuirá para "avolumar" os problemas do país.

"Espero que esse cenário [de greve geral] não ocorra", afirmou Passos Coelho aos jornalistas, à saída de uma conferência do Instituto para a Promoção da América Latina, que decorreu à porta fechada num hotel de Lisboa.

"Nós sabemos que estamos a atravessar um tempo difícil em Portugal, não há dúvida, e haverá muita gente que tem direito a manifestar a sua insatisfação com a situação que estamos a viver", reconheceu, contudo, quando confrontado com um cenário de greve geral, admitido pelo secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva, em declarações à rádio TSF.

Para Pedro Passos Coelho, "o importante" é a concentração "na solução do problema e não em agravar o problema".

"Creio que um cenário de instabilidade social, que pudesse também ser gerado com greves gerais que viessem a ser decretadas, só iria avolumar o problema à maior parte dos portugueses e ao pais e não criaria nenhum clima mais favorável para o resolver", sustentou.

Carvalho da Silva não afasta cenário de greve geral.

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva disse hoje, segunda-feira, que não pode afastar a hipótese de uma nova greve geral: "Decidiremos em função das condições concretas e daquilo que for o desenrolar dos actos do ponto de vista da governação e da vida política no nosso país", disse, em declarações à TSF.

Carvalho da Silva lembrou, ainda em declarações à rádio, a manifestação convocada para o próximo sábado contra as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo: "Temos uma determinação fortíssima em fazer uma grande mobilização dos trabalhadores. Faremos com certeza uma grande manifestação no próximo dia 29".

O líder da CGTP considerou ainda que os "sacrifícios impostos às pessoas" não oferecem "o mínimo de garantias em relação a dois aspectos: quando é que terminam esses sacrifícios e o mínimo de certeza que o futuro será melhor".

O Governo anunciou a 13 de Maio um conjunto de medidas de austeridade para acelerar a redução do défice para 7,3% este ano e 4,6% em 2011.

Entre as medidas, negociadas com o PSD, estão o aumento do IVA em 1%, a redução de 5% nos salários dos políticos e gestores públicos, a aplicação de uma sobretaxa de 1% para os três primeiros escalões de IRS (até ao rendimento bruto mensal de 1284 euros ou 2,7 vezes o salário mínimo nacional) e de 1,5% a partir do 4.º escalão e a criação de uma taxa extraordinária sobre as empresas com um lucro tributável superior a dois milhões de euros.

(Jornal de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Seg Maio 31, 2010 4:36 pm

UGT: porque é que o Presidente da UGT (João Proença) está contra as Manifestações?

30.05.2010

O Presidente da UGT está CONTRA qualquer Manifestação contra o Governo de José Sócrates, porque o João Proença faz parte da mesma "confraria" que o Governo!

O João Proença é MAÇON!

O João Proença pertence à mesma Loja Maçónica que o GOVERNO!

O João Proença, assim como o José Sócrates, o Armando Vara, os ministros Rui Pereira, Vieira da Silva e Augusto Santos Silva, o Jorge Coelho, o Isaltino de Morais, o António Costa, o Vítor Constãncio, o Almeida Santos, o João Soares, o Rui Novo da Silva (PSD), o Arquitecto Troufa Real, os irmãos Sá Fernandes, etc., etc., etc. são da Loja Maçónica "GRANDE ORIENTE LUSITANO"!!!

A Máfia da Maçonaria Portuguesa!!!

De onde provém tudo ou quase tudo o que é CORRUPÇÃO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, DESVIOS DE DINHEIROS PÚBLICOS, etc., etc., etc.

(Publicada por Bar do Alcides)
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Ter Ago 03, 2010 11:48 pm

A INTERNACIONAL

De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra.
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores!
Se nada somos neste mundo,
Sejamos tudo, oh produtores!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional.
Messias, Deus, chefes supremos,
Nada esperemos de nenhum!
Sejamos nós quem conquistemos
A Terra-Mãe livre e comum!
Para não ter protestos vãos,
Para sair deste antro estreito,
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional.
Crime de rico a lei o cobre,
O Estado esmaga o oprimido.
Não há direitos para o pobre,
Ao rico tudo é permitido.
À opressão não mais sujeitos!
Somos iguais todos os seres.
Não mais deveres sem direitos,
Não mais direitos sem deveres!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional.
Abomináveis na grandeza,
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu.
Querendo que ela o restitua,
O povo só quer o que é seu!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional.
Fomos de fumo embriagados,
Paz entre nós, guerra aos senhores!
Façamos greve de soldados!
Somos irmãos, trabalhadores!
Se a raça vil, cheia de galas,
Nos quer à força canibais,
Logo verá que as nossas balas
São para os nossos generais!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional.
Somos o povo dos ativos
Trabalhador forte e fecundo.
Pertence a Terra aos produtivos;
Ó parasitas, deixai o mundo!
Ó parasita que te nutres
Do nosso sangue a gotejar,
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar!

[Refrão] (bis)

Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional!
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Seg Ago 30, 2010 11:42 am

Código do Trabalho - UGT disponível para simplificar lei dos despedimentos

30.08.2010

João Proença, secretário-geral da UGT, disponível para clarificar conceitos do despedimento sem justa causa.
Collapse Comunidade

A UGT está disponível para clarificar os conceitos que permitem o despedimento com justa causa, com o objectivo de simplificar a aplicação da lei que permite às empresas dispensar os trabalhadores. João Proença adiantou que "o objectivo seria dar maior segurança ao trabalhador e à empresa". O Diário Económico apurou que este assunto já foi debatido entre parceiros sociais e que a medida reúne mesmo o consenso da maioria, só CGTP está contra qualquer alteração.

O assunto deverá estar em cima da mesa em breve no âmbito da discussão do Pacto para o Emprego, cujas negociações serão retomadas já depois de amanhã.

"A clarificação dos conceitos que já estão na lei é importante", defende João Proença. "Isto poderia ser feito através de um procedimento legislativo, que simplificasse a aplicação da lei que já existe", explica, sublinhando, no entanto, que não tem conhecimento de que esteja já a ser preparada qualquer iniciativa neste sentido, nem da parte do Governo, nem do PS.

Para o secretário-geral da UGT, e histórico socialista, "está totalmente fora de causa a alteração da lei actual", já que a legislação portuguesa tem "mais ou menos os mesmos conceitos" que enquadram os despedimentos com justa causa que se encontram na legislação de outros países. Mas tornar o processo "mais transparente" só teria vantagens.

(Diário Económico)


Comentários:

Paulo , | 30/08/10 09:34
Comunas deixem-se de falsas demagogias. A lei como esta so protege os inuteis que vegetam pelas empresas coçando a micose, porque o patrao nao é burro de despedir os bons funcionarios !!!!!!!!!!!!!!!!!, o patrao quer despedir é os inuteis sem lhes pagar um tusto isto sim é a pura realidade!!!!!!!!!!!!!

José Costa , | 30/08/10 08:27
Eu acho que sim e apoio. É tempo de tirar gente que está à anos nas empresas como efectivos e que estão cheios de vícios, não são polivalentes e recusam-se a ajudar as empresas refugiando-se nas funções que têm no seu contrato. Um jovem desempregado, trabalha muito mais e não se nega a ser polivalente. Há que tirar o caruncho das empresas e lá colocar os jovens qualificados, muitos deles tapados por essa gente cheia de vícios!

PA. , Porto | 30/08/10 07:19
Aqui está a estratégia concertada entre o PS e o PSD RUMO AO "MATADOURO" DO ULTRA-LIBERALISMO !!!
Estes "pseudo-sindicalistas" são o carrasco dos trabalhadores !
Vejam o DVD do Michael Moore :
- "CAPITALISMO - uma história de amor"
Se quiserem saber como tudo isto vai acabar.....

lince da malcata , deserto da margem sul | 30/08/10 00:29
Quer isto dizer o seguinte:
-Com a ajuda dos AMARELOS e DIVISIONISTAS de sempre , vamos avançar com as razões plausíveis de JUSTA CAUSA ...
No fundo é isto que se está a passar ! DEFENDAM-SE , venham para a Rua PARALIZEM o PAÍS...
veem que não descansaram nas Férias para nos lixarem um bocadinho melhor!
QUE bela Rentrée dos TrÊS - UGT , governo e Patronato - belo triunvirato!!!
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Ter Ago 31, 2010 11:42 am

Função Pública - CGTP quer aumentos salariais de 3,5 por cento

A CGTP divulga hoje a sua política reivindicativa para 2011, que inclui uma proposta de aumentos salariais de 3,5 por cento

A Intersindical considera indispensável que os aumentos salariais do próximo ano tenham em conta a inflação prevista para 2011 (2 por cento), a produtividade média na economia (1,4 por cento), a reposição de perdas de anos anteriores, a aproximação ao salário médio da União Europeia e o agravamento dos impostos sobre o rendimento do trabalho, segundo documento a que a agência Lusa teve acesso.

«Estes indicadores demonstram que, a cumprirem-se, o aumento salarial abaixo de 3,5 por cento não assegura uma justa distribuição da riqueza», diz a proposta, que foi discutida na segunda feira pela comissão executiva da Inter.

O aumento de 3,5 por cento é proposto sem prejuízo de adaptações às condições objectivas dos sectores e das empresas.

Para as empresas com salários mais próximos do salário mínimo, a CGTP reivindica um aumento mínimo de 25 euros.

A central sindical considera que o crescimento dos salários é necessário para melhorar as condições de vida e para estimular a actividade económica.

A proposta reivindicativa da Inter tem como base uma análise da situação económica e social do país, que levou a central sindical a defender a necessidade de novas políticas que assegurem o crescimento económico, a criação de emprego de qualidade e o combate ao desemprego e à precariedade.

A melhoria da protecção social e o combate às desigualdades são outras das reivindicações da CGTP, que defende ainda a necessidade de tornar o sistema fiscal mais justo.

Sol / Lusa
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Ter Ago 31, 2010 6:27 pm

Função Pública - Frente Sindical propõe aumento salarial de 2% para 2011

31.08.2010

O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), uma das seis organizações que integra a Frente Sindical, anunciou que vai propor uma actualização salarial de 2% em 2011 para os trabalhadores da Administração Pública.

O presidente do STE, Bettencourt Picanço, explica: «O que nos condiciona é a situação de crise que atravessamos, mas também não pode deixar de ser a inflação, que tem vindo a subir ao longo de 2010 e que perspectivamos que possa situar-se num valor próximo dos 2% em 2011».

Na proposta a apresentar ao Ministério das Finanças, a Frente Sindical pede ainda uma subida do subsídio de refeição, dos actuais 4,27 euros/dia para cinco euros/dia, salientando que tal subsídio aumentou apenas 1,15 euros entre 1999 e 2010.

O caderno reivindicativo da Frente Sindical, subscrito pelo STE e cinco sindicatos independentes - o dos Professores Licenciados, dos Trabalhadores dos Impostos, dos Enfermeiros, dos Profissionais de Enfermagem e dos Profissionais de Polícia - contempla ainda um aumento de dois por cento para as pensões e defende que os aumentos da Caixa Geral de Aposentações sejam iguais aos da Segurança Social.

Propõe-se igualmente uma actualização dos escalões de IRS e da generalidade das deduções à colecta acompanhando a inflação prevista. Pretendem ainda uma actualização semelhante para ajudas de custo e despesas com transportes.

As propostas da Frente Sindical vão ser apresentadas em Setembro, «após a aprovação, ou não, do Orçamento do Estado», afirmou o presidente do STE.

Lusa/SOL
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Ter Set 21, 2010 12:51 pm

PSP mantém concentração de quinta feira frente ao MAI

Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) diz que o Governo não conseguiu dar um "timing" para resolução dos problemas da classe e por isso mantém-se a concentração diante do Ministério da Administração Interna (MAI).

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) anunciou hoje que se mantém a concentração na quinta feira diante do Ministério da Administração Interna (MAI) porque o Governo não conseguiu dar um "timing" para resolução dos problemas da classe.

Paulo Rodrigues falava aos jornalistas no final de uma reunião de mais de duas horas com o secretário de Estado adjunto e da Administração Interna, Conde Rodrigues, para analisar questões ligadas à carreira e ao estatuto da PSP.

O dirigente da ASPP/PSP assinalou que o MAI está a fazer "todos os esforços junto do Ministério das Finanças para que possa rapidamente resolver" a questão das promoções, mas que, apesar desta "boa vontade", não conseguiu adiantar um "timing" para a resolução dos problemas.

Promoções e remunerações em causa

"Não nos conseguiu dar um timing", lamentou Paulo Rodrigues, observando que o que o Governo transmitiu é que até final do ano haveria a possibilidade de resolver a questão das promoções e a colocação nas novas posições remuneratórias.

Apesar de o MAI estar disposto a negociar, o presidente da ASPP/PSP entende que o Governo "não consegue dizer quando é que consegue resolver" os problemas, pelo que não resta outra solução senão a realização da concentração, tanto mais que tais questões eram para ser "resolvidas no imediato".

Quanto à concentração, Paulo Rodrigues avançou que a mesma terá lugar de manhã até à meia-noite, mas admitiu que se houver polícias que queiram permanecer no local durante a noite não é isso que vai colocar em causa a segurança dos cidadãos.

Concentração não cumpre legislação

"Se os polícias considerarem que devem estar durante todo o tempo, inclusive à noite, estão durante a noite", sublinhou, dizendo não acreditar que durante a concentração outros elementos da PSP, da Polícia Municipal ou outra os queiram impedir de realizar o protesto diante do MAI, pois ninguém vai fazer "desacatos" nem "pôr em causa" a segurança do país.

O Governo Civil de Lisboa considerou hoje que a concentração de sindicatos de polícia frente ao Ministério da Administração Interna prevista para quinta feira "não cumpre a legislação em vigor", uma vez que a comunicação da iniciativa não menciona a hora de conclusão.

O despacho, assinado pelo governador civil de Lisboa, António Galamba, e que a agência Lusa teve acesso, refere que quaisquer concentrações "não poderão prolongar-se para além das 0h30".

Nesse sentido, o governador civil de Lisboa disponibiliza-se para a realização de uma reunião com a ASPP sobre "o cumprimento da legislação em vigor", propondo que o encontro se realize na terça feira às 10h30.

Por iniciativa da ASPP, sete sindicatos da PSP vão concentrar-se na quinta feira em frente ao Ministério da Administração Interna "por tempo indeterminado", sendo as promoções a principal reivindicação.

(Lusa)
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Qui Set 23, 2010 4:37 pm

Polícias manifestam-se no Terreiro do Paço

23.09.2010

Sete sindicatos da PSP iniciam hoje «por tempo indeterminado» uma concentração em frente ao Ministério da Administração Interna para exigir o descongelamento das promoções que os polícias esperam desde Maio de 2009.
A iniciativa da concentração no Terreiro do Paço, em Lisboa, foi da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), merecendo depois a adesão de mais seis sindicatos. Assim, sete dos nove sindicatos da PSP anunciaram que participarão no protesto.

O presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, disse à agência Lusa que os polícias só abandonarão o local da concentração quando o Ministério da Administração Interna (MAI) «garantir a disponibilidade da verba para a efectivação das promoções em todas as categorias profissionais e para a colocação nas novas posições remuneratórias».

Paulo Rodrigues adiantou que o protesto pode durar «horas, dias e até semanas».

Em causa está o desbloqueamento de 3,1 milhões de euros, verba necessária para pagar as promoções aos mais de 1500 polícias, dos quais 800 são agentes que fizeram um concurso para subirem de posto e ficaram aprovados.

Desde Maio de 2009 que os polícias aguardam pelas promoções.

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, já afirmou que está a trabalhar no sentido de resolver o problema das promoções «em breve».

«Temos estado a trabalhar no sentido de resolver as questões que se colocam à PSP, nomeadamente as questões relacionadas com as promoções resultantes de concursos já realizados no passado, e estou certo de que vamos resolvê-los», disse Rui Pereira.

O presidente da ASPP afirmou ainda que existem outras matérias que actualmente estão a «prejudicar» os polícias e que necessitam de «uma resolução com carácter de urgência», mas as promoções e os concursos são as prioritárias e que «podem pôr em causa o funcionamento» da Polícia de Segurança Pública (PSP). A PSP tem actualmente cerca de 22 mil polícias.

Lusa / SOL
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Qui Set 23, 2010 5:52 pm

Não ao ataque à liberdade sindical na PSP - Está na hora do Governo afastar o Director Nacional da PSP - Os elementos profissionais da PSP não podem ser perseguidos.

23.09.2010

Como todos sabem fui agente da PSP. Com muito orgulho e apesar de ter sido apenas de 10 de Maio de 1982 a 3 ou 4 de Outubro de 1983, tenho uma enorme estima e consideração pelos agentes, subchefes e oficiais da PSP.
O ataque da Direcção Nacional da PSP ao agente Armando Ferreira, Presidente do SINAPOL é uma enormidade.
Perseguição por actividade sindical, por divergência de opinião sobre os limites da actividade sindical na PSP é intolerável.
O Director Nacional da PSP deve ser demitido.
Uma policia moderna, num estado democrático exige respeito pelos direitos dos agentes.
O processo disciplinar ao Presidente do Sindicato SINAPOL não é legal, nem aceitável.
Urge cada vez mais retirar o PS do Poder e devolver à PSP a democraticidade que não tem.
O Governo ao aceitar este processo disciplinar está a violar as mais elementares regras da democracia.
Suspender o Presidente de um Sindicato da PSP por causa do cumprimento de uma deliberação da Assembleia Geral do Sindicato é próprio dos regimes ditatoriais.
O Director Nacional da PSP está a mais e deve ser demitido.
Em nome da Democracia.
Esta actuação da Direcção da PSP é só mais uma , na enorme panóplia de iniquidades que se vivem em Portugal, sob o poder socialista.

Veja-se aliás que a nivel internacional a censura contra a conduta da Direcçao nacional da PSP/Director Nacional cresce:
http://diario.iol.pt/sociedade/psp-sinapol-armando-ferreira-policias-suspensao-tvi24/1193607-4071.html

Solidariedade total aos elementos da PSP em luta!

Porque têm razao!

Publicada por josé maria martins
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Qui Out 14, 2010 5:03 pm

UGT diz que "Pacto para o Emprego morreu hoje"

14.10.2010

A UGT acaba de abandonar o Pacto para o Emprego, dizendo que "não está disponível" para subscrever um acordo num quadro em que o Governo não respeita os compromissos.

"Quanto a nós o Pacto tripartido para o emprego morreu hoje aqui na Concertação Social", afirmou João Proença, invocando o congelamento de pensões, o provável congelamento de salários no sector privado e últimas as medidas de austeridade para justificar a saída de cena da central sindical.

Na mesma ocasião, o secretário-geral da UGT recordou que para haver Pacto de Emprego é necessário um acordo que abranja pelo menos uma confederação patronal e sindical, o que parece difícil de alcançar nesta altura dada a posição bastante crítica da CGTP sobre o assunto. "Hoje, de facto, fica um pouco encerrado o processo de negociação", disse.

João Proença também adiantou que os parceiros sociais estão neste momento a discutir algumas alterações no Código Contributivo. Segundo o secretário-geral da UGT será adiado o agravamento em três pontos dos descontos das empresas nos contratos a prazo e a redução em um ponto no caso dos trabalhadores nos quadros.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Sex Nov 05, 2010 1:07 am

Sindicatos da Polícia exigem ser recebidos por José Sócrates

04.11.2010

Os sindicatos das forças de segurança decidiram hoje, quinta-feira, exigir ao primeiro-ministro que os receba até dia 18 de Novembro para lhe manifestarem as suas preocupações com as disposições do Orçamento do Estado para 2011 para este sector.

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASP/PSP), Paulo Rodrigues, disse aos jornalistas, no fim de uma reunião da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança, que foi aprovada uma moção dando a José Sócrates um prazo de duas semanas para os receber.

Se tal não acontecer, os agentes das forças de segurança "não terão outra alternativa se não recorrer a outras formas de protesto", disse.

A greve de zelo difundida entre os agentes das forças de segurança por sms poderá ser uma dessas formas, admitiu, lembrando que essa forma de protesto já tinha sido avançada na última reunião da CCP.

Segundo o que foi determinado pela Comissão, entre 19 e 24 de Novembro, período em que se realiza a Cimeira da NATO em Lisboa (19 e 20), os agentes teriam uma "postura mais pedagógica e preventiva em todas as fiscalizações, não apenas de trânsito", indicou Paulo Rodrigues.

O dirigente sindical frisou, no entanto, que a divulgação das mensagens de sms não partiu da Comissão Coordenadora Permanente.

Depois de entregar ao chefe de gabinete de José Sócrates o texto da moção, na residência oficial do primeiro-ministro, Paulo Rodrigues disse aos jornalistas que os protestos deixarão de se justificar se os sindicatos "forem recebidos e o primeiro-ministro garantir que todas as questões serão analisadas e corrigidas".

Os sindicatos estão preocupados com o que afirmam ser um desinvestimento nas forças de segurança previsto no Orçamento do Estado para 2011.

"As verbas atribuídas põem em causa não só as vidas dos profissionais mas também o funcionamento das instituições e a segurança pública do país. Este desinvestimento traz instabilidade interna e esperamos que este alerta seja suficiente para os que têm responsabilidade de alterar este estado de coisas", acrescentou.

Paulo Rodrigues afirmou que os sindicatos vão "pedir ao primeiro-ministro que na discussão na especialidade do Orçamento do Estado sejam revistas as verbas para as forças e serviços de segurança para não pôr em causa o seu funcionamento".

Com uma verba prevista de 600 milhões de euros para a PSP em 2011 existe já um défice de 86 milhões de euros, segundo Paulo Rodrigues, o que poderá traduzir-se na falta de dinheiro para salários dos agentes, no não pagamento de dívidas do subsistema de assistência na doença e na falta de dinheiro para viaturas e outras despesas correntes.

Fazem parte da CCP a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima (ASPPM), Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF/SEF), Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) e Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE).

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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Seg Dez 27, 2010 8:27 pm

Sindicalistas prevêem explosão da contestação social

27.12.2010

A greve geral e algumas manifestações sectoriais deram este ano o mote para o descontentamento dos portugueses com a crise, mas os sindicalistas acreditam que uma «explosão» social poderá acontecer em 2011 se as pessoas se sentirem verdadeiramente encurraladas.

Eugénio Rosa, economista e membro da CGTP, considera que em 2010 houve um número de manifestações «com bastante peso» contra despedimentos colectivos.

Para o sindicalista, embora não tendo sido muitas, as contestações sectoriais tiveram um forte impacto na sociedade, como foi o caso da Groundforce, mas sobretudo a greve geral foi significativa porque «há muito tempo não se realizava» e porque juntou as duas centrais sindicais.

«Para o contexto português, foi um ano de grandes protestos e isso sentiu-se. O certo é que em Portugal a crise está a agravar-se ainda mais e em 2011 é natural que haja um agravamento ainda maior, com aumento dos despedimentos e da miséria», afirmou.

Por isso, considera natural que os protestos aumentem também: «As pessoas aguentam até determinado ponto, mas a partir de certos limites já não encontram posição para se manter, têm que tornar claro que não conseguem aguentar-se mais nem viver com o que está a acontecer».

«O grande problema em Portugal é que ao nível da economia não vemos neste túnel uma luz. Está a agravar-se a situação, tomam-se medidas que estão a destruir a economia e todos nós temos consciência de que no fim vamos estar numa situação bastante pior», acrescentou.

Eugénio Rosa reconhece que há medo, mas distingue duas fases, uma primeira de receio e uma segunda em que as pessoas acabam por sentir que individualmente têm muito pouco poder e que colectivamente esse poder aumenta muito mais.

Também João Proença, secretário-geral da UGT, destaca a greve geral e as várias greves sectoriais, mas considera que «não se pode dizer que a conflitualidade social tenha sido tão grave como se configurou».

Para o sindicalista, a sociedade portuguesa é relativamente calma, embora esteja consciente das dificuldades, pois manifestam um «grande nível de descontentamento».

«A nossa contestação foi relativamente contida, apesar de sofrermos alguns males. Há um sentimento de insegurança, mas que começa a ser de preocupação com o futuro e pode dar origem a uma explosão», afirmou, sublinhando que «com a continuação do agravamento da pobreza, se a pessoa se sentir desprotegida, poderá haver uma grave contestação social».

Lusa/SOL
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MensagemAssunto: Re: O MOVIMENTO SINDICAL   Seg Fev 06, 2012 11:18 pm

O Secretário-Geral da CGTP não pode ser membro do Comité Central do PCP - É incompatível num sistema democrático ocidental.

05.02.2012

A CGTP não pode ter como secretário-geral um membro do Comité Central do PCP.
Como se sabe, o PCP tem um programa e ideais políticos anti-democráticos.
O PCP português é um fóssil da União Soviética, um apoiante da Coreia do Norte - onde a fome e a miséria imperam e constitui um perigo para a paz Mundial- estagnado no tempo, menos razoável até que Fidel Castro e o regime cubano.
O PCP não tem lugar no regime democrático português.
Não é aceitável que a CGTP tenha como secretário geral um membro do comité central do PCP , que actua e encaminha a CGTP segundo os ditâmes do Partido Comunista, a cujas ordens e orientações está sujeito obrigatoriamente sujeito.
É incompatível o cargo de secretário geral da CGTP com o de membro do comité central do Partido Comunista.
A CGTP em vez de defender os interesses dos trabalhadores pode ser conduzida, instrumentalizada, para actuar em beneficio dos interesses do PCP e combater a democracia pluralista, ocidental, que pode ter muitos defeitos mas é melhor regime político que se conhece.
O PCP age mais secretamente que qualquer loja maçónica.
Há clara incompatibilidade que deve ser resolvida, obrigando o secretário-geral do PCP a apresentar a sua demissão de membro do comité central do PCP, ou da CGTP. Não pode acumular ambos.
Num momento difícil em que os portugueses são obrigados a sacrificios enormes, não se pode aceitar que o secretário-geral da CGTP possa usar a mesma para o combate político partidário para beneficiar o PCP.
Até porque o PCP tem votação marginal e através da CGTP pode causar prejuízos enormes a Portugal e aos portugueses, com a estratégia de graves sucessivas - veja-se que até está contra a não tolerância de ponto no Carnaval! - e perturbação social o que, além de impedir Portugal de resolver os seus problemas , que são de todos , comunistas ou não , pode incendiar o país e conduzir , no extremo , a uma guerra civil.
Para o PCP - e para o BE cada vez mais irresponsável - quanto pior melhor , e não pode ser assim.
Há pois que tomar medidas para impedir que o secretário geral da CGTP seja ao mesmo tempo membro do comité central do PCP.

Publicada por José Maria Martins
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