A LIBERDADE É AMORAL

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 MITOS E LENDAS

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Anarca



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MensagemAssunto: MITOS E LENDAS   Qui Maio 06, 2010 6:18 pm

As Ratazanas Gigantes do Convento de Mafra

A lenda diz que ratos gigantes habitam nos subterrâneos do Convento de Mafra, e que durante a noite eles saem para comer tudo aquilo que podem apanhar, mesmo cães e gatos.

Até gente, afirmam algumas pessoas.

Dizem que há túneis que ligam o Convento até à Ericeira, a cerca de 10 kms de distância, pelo qual, partiu para o exílio o último rei português, D. Manuel II, a 5 de Outubro de 1910, depois de proclamada a República.

Tuneis esses, que actualmente estarão infestados de ratazanas cegas. Foram também os pombos que motivaram o maior mito do Convento: a existência de ratazanas assassinas.

Um soldado da Escola Prática de Infantaria (instalada no edifício há perto de 100 anos), ao estar no terraço a caçar pombos com um colega, caiu de uma altura de oito andares, directamente para os canais dos esgotos.

O colega não comunicou logo o acidente aos seus superiores para não ser castigado e, umas semanas mais tarde, o corpo foi encontrado roído pelas ratazanas. Obviamente que não foi atacado pelos ratos; morreu sim, da queda vertiginosa.

Ratazanas cegas que se alimentam de uma possível rede de esgotos?...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sex Maio 07, 2010 9:38 pm

A Lenda da Boca do Inferno

Segundo se diz, há muito tempo atrás, existia num local, hoje chamado Cascais, um castelo, onde vivia um terrível feiticeiro. Um dia, ele decidiu casar-se e escolheu para noiva a mais bela mulher das redondezas, através da sua lâmina de cristal de rocha.

Quando a trouxeram até si, ficou impressionado porque ela era ainda mais bela do que parecia. Cheio de ciúme, e com medo de a perder, decidiu fechá-la numa torre alta, escolhendo para seu guardião o seu cavaleiro mais fiel. Este, cheio de curiosidade, decidiu um dia subir até à torre para ver que prisioneiro era aquele que guardava há tanto tempo.

Quando abriu a porta, ficou fascinado com tamanha formosura. Foi aí que começou a visitar a jovem, nascendo dali um grande amor. Decidiram, então, fugir juntos e, montados num cavalo branco, cavalgaram pelos rochedos junto ao mar. Esqueceram-se, apenas que...a magia do feiticeiro permitiu-lhe ver tudo!

Assim, cheio de raiva, ele criou uma tal tempestade que fez com que os rochedos por onde os namorados caminhavam se abrissem, como uma enorme boca infernal, que os engoliu para sempre. O buraco nunca mais fechou e começou a chamar-se, popularmente, a Boca do Inferno.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sab Maio 08, 2010 8:26 pm

A Dama de Branco

Dama de Branco, a Mulher da Meia Noite, também a Dama de Vermelho, é um mito universal. Ocorre nas Américas e em toda Europa.

É uma aparição na forma de uma bela mulher, normalmente vestida de vermelho, mas pode ser também de branco. Alguns dizem, que é uma alma penada que não sabe que já morreu, outros afirmam que é o fantasma de uma jovem assassinada que desde então vaga sem rumo.

Na verdade ela não aparece à meia-noite, e sim, desaparece nessa hora. Linda como é, parece uma jovem normal. Gosta de se aproximar de homens solitários nas mesas de bar. Senta com ele, e logo o convida para que a leve para casa.

Encantado com tamanha beleza, todos topam na hora. Eles caminham, e conversando logo chegam ao destino. Parando ao lado de um muro alto, ela então diz ao acompanhante: "É aqui que eu moro...". É nesse momento que a pessoa se dá conta que está ao lado de um cemitério, e antes que possa dizer alguma coisa, ela desaparece, e nessa hora, o sino da igreja anuncia que é meia noite.

Outras vezes, ela surge nas estradas desertas, pedindo carona. Então pede ao motorista que a acompanhe até sua casa. E, mais uma vez a pessoa só percebe que está diante do cemitério, quando ela com sua voz suave e encantadora diz: "É aqui que eu moro, não quer entrar comigo...?".

Gelado da cabeça aos pés, a única coisa que a pessoa vê, é que ela acabou de sumir diante dos seus olhos, à meia-noite em ponto.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Dom Maio 09, 2010 10:19 pm

Lenda do Curupira

De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.

A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.

Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos da florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.

De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.

Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.

Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Ter Maio 11, 2010 7:25 pm

A Lenda da Cobra Grande

É uma das mais conhecidas lendas do folclore amazônico.

Conta a lenda que em uma certa tribo indígena da Amazônia, uma índia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas. Um menino, que recebeu o nome de Honorato ou Nonato, e uma menina, chamada de Maria. Para ficar livre dos filhos, a mãe jogou as duas crianças no rio.

Lá no rio eles se criaram. Honorato não fazia nenhum mal, mas sua irmã tinha uma personalidade muito perversa. Causava sérios prejuízos aos outros animais e também às pessoas.

Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades.

Honorato, em algumas noites de luar, perdia o seu encanto e adquiria a forma humana transformando-se em um belo e elegante rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra.

Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita coragem para derramar leite na boca da enorme cobra, fazendo um ferimento na cabeça até sair sangue. Mas ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme monstro. Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato do terrível encanto, deixando de ser cobra d'água para viver na terra com sua família.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sex Maio 14, 2010 4:39 pm

A Lenda do Cavalo de Três Pés

É um animal assombroso que apavora as estradas desertas. Veiga Miranda alude a esse mito no romance Mau-Olhado, 132, São Paulo, 1925.

“É um cavalo sem cabeça, com asas e três pés, que aparece à noite nas encruzilhadas, correndo, dando coices e voando. (Bauru, São Paulo).

É um cavalo sem a pata dianteira, que imprimi no barro três pegadas fundas, ataca os viajantes pelas estradas; e aquele que pisar em seu rastro será imensamente infeliz (Capital, São Paulo).

É uma das transformações do Saci, em forma de cavalo de três pés, que corre pelas estradas assustando todos os que encontra (Ribeirão Preto, São Paul).”
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Dom Maio 16, 2010 7:47 pm

Lenda da Nazaré

D. Fuas Roupinho era um nobre português que viveu no séculoXII, Participava ao lado de D.Afonso Henriques à reconquista cristã .

Foi alcaide-mor de Porto de Mos e teria sido também o primeiro Comandante naval português, que comandou a esquadra portuguesa e venceu a esquadra Muçulmana ao largo do cabo Espichel.

Diz a lenda, que no século XII, o cavaleiro D.Fuas Roupinho, senhor da região praticava o seu desporto favorito que era a caça ao veado.
Dos matagais surge um veado que parte numa correria louca em direcção da falésia do Sitio de Nazaré.
De repente, cães e cavaleiro encontram-se num espesso nevoeiro que lhes impede de ver o horizonte . O bicho que para se livrar dos seus presseguidores corre em direcção da falésia e salta para o mar.
O nosso bravo D. Fuas Roupinho com a emoção da caçada e lançado a galope quando deparou com a falésia sentiu-se perdido implorou a nossa Senhora Virgem Maria. Imediatamente uma imagem milagrosa da Virgem Maria com o Menino ao colo, apareceu em frente do cavalo fazendo-lhe um tal efeito de surpresa, que este fincou as patas trazeiras na rocha e impediu a queda no precipicio, como aconteceu com os cães e o veado que finalmente não era outro que o proprio demonio.
O senhor D. Fuas roupinho fez edificar uma capela naquele local e que ficaria conhecida como ( Capela da memória), em homenagem à Virgem que o salvou de uma morte certa.
O rei D. Fernando fez ampliar esta capela e eleva-a à condição de igreja matriz.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qui Maio 20, 2010 4:08 pm

Lenda dos Tripeiros

Os estaleiros do Porto construiam naus para uma encomenda do reino mas que para a qual se desconhecia a destinação, assim corriam muitos boatos sobre a utilização futura desta frota, e foi mesmo levantada a questão de que seria utilizada para o casamento dos principes do reino.

Certo dia, o Infante D. Henrique veio ao Porto para ver o andamento da construção naval dos barcos.

O Infante visitou os estaleiros e apreciou o trabalho que aí se fazia, e confiando no mestre encarregado das obras "mestre Vaz", disse-lhe que essas embarcações se destinavam à conquista de Ceuta, para isso lhe pedia de guardar segredo e de motivar os homens a mais empenho e sacrificios a fim de levar a bem essa obra.

O mestre Vaz assegurou-lhe que faria tudo que fosse possivel e faria mesmo a mesma coisa que fizeram anos atrás, quando as guerras com Castela: O povo do porto comeu só tripas para poderem dar a carne aos soldados que combatiam os castelhanos. Por este sacrifício as gentes do Porto eram mesmo conhecidos pela alcunha de "tripeiros".

O Infante D. Henrique ficou tão impressionado e emocionado pelo gesto que honrava este povo, e disse que esse nome de "tripeiros" entraria na historia de Portugal como um sacrificio heroico e invulgar do povo do Porto.

Dos estaleiros dos " tripeiros" do Porto, sairam 20 naus e 7 galés que participaram a grande frota do Infante D. Henrique , que conquistou Ceuta.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Seg Maio 24, 2010 7:02 pm

Lenda do Galo de Barcelos

Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém o acreditou. Ninguém julgava crível que o galego se dirigisse a S. Tiago de Compostela em cumprimento duma promessa; que fosse fervoroso devoto do santo que em Compostela se venerava, assim como de São Paulo e de Nossa Senhora. Por isso, foi condenado à forca.

Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos.

O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou:

- É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem.

Risos e comentários não se fizeram esperar, mas pelo sim e pelo não, ninguém tocou no galo.

O que parecia impossível, tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava das afirmações de inocência do condenado.

O juiz corre à forca e com espanto vê o pobre homem de corda ao pescoço, mas o nó lasso, impedindo o estrangulamento. Imediatamente solto, foi mandado em paz.

Passados anos, voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor à Virgem e a São Tiago.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qua Maio 26, 2010 12:18 pm

Lenda do Milagre das Rosas

Esta lenda é uma das mais conhecidas em portugal, encontrava-se mesmo em certos livros escolares de historia.

A rainha Isabel de Aragão esposa de D.Dinis, era uma rainha que se preocupava dos pobres e necessitados do reino. Era lendária a sua bondade e espalhava a caridade pelo reino.

Um nobre preocupado com as depesas da rainha nas suas obras de caridade e obras de igrejas, informou o rei desta má gestão dos dinheiros da coroa.

Assim o rei decidiu proibir a rainha de voltar a fazer tais despezas e de não se ocupar mais da miséria do reino.

O rei mais uma vez avisado por alma cuidadosa que suas ordens não foram respeitadas, resolveu surpreender a rainha numa manhã em que esta se dirigia às obras de Santa Clara a onde fazia distribuição habitual de esmolas, e reparou que ela procurava disfarçar o que levava no regaço. Interrogada por D. Dinis, a rainha informou que ia ornamentar os altares do mosteiro.

O rei insistiu que tinha sido informado que a rainha tinha desobedecido às suas proibições, levando dinheiro aos pobres.

De repente e mais confiante D. Isabel respondeu: "Enganais-vos, Real Senhor. O que levo no meu regaço são rosas..." O rei irritado acusou-a de estar a mentir: como poderia ela ter rosas em Janeiro? Obrigou-a, então, a revelar o conteúdo do regaço.

A rainha Isabel mostrou perante os olhos espantados de todos o belíssimo ramo de rosas que guardava sob o manto.

O rei ficou sem palavras, convencido que estava perante um fenómeno sobrenatural e acabou por pedir perdão à rainha que prosseguiu na sua intenção de ir levar as esmolas.

A notícia do milagre correu a cidade de Coimbra e o povo proclamou santa a rainha Isabel de Portugal.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Seg Maio 31, 2010 12:44 pm

A lenda da Torre dos Namorados

Conta-se que há muito tempo atrás, no local que hoje é conhecido como o centro da Torre dos Namorados (Mata da Rainha - Fundão) existia uma cidade muito povoada, onde abundava a prosperidade e a felicidade. A cidade era governada por um rei muito consciente dos seus deveres para com os súbditos. Era dotado de um sentido de justiça apuradíssimo e revelava uma moral inabalável e incorrupta. Muito estimado pela população, para este governante, a palavra tinha um valor insubstituível e, dizia-se na altura, "antes preferia morrer que vergar". Tinha o rei uma filha casadoira que fazia suspirar de paixão os mancebos da cidade com sua beleza sem igual. Ousadia para pedir ao rei a mão da princesa faltava a quase todos os jovens apaixonados. O seu perfil de monarca rígido e moralista fazia adivinhar que não teria escrúpulos em mandar para a forca quem se atrevesse a cometer a mais pequena indelicadeza ou ousasse falar-lhe sequer na mão da real filha.

Tempos passaram e a beleza da princesa cada vez era maior. Cabelos de ouro e face que parecia irradiar a luz do sol, caracterizavam a sua beleza única. Certa tarde de Primavera, dois jovens mais ousados e bêbados de paixão dirigem-se corajosamente ao palácio real para falarem com sua majestade a fim de obterem consentimento para casarem com a jovem princesa. O rei recebeu-os com dignidade respeitando os seus sentimentos de puro amor. Obviamente, a sua filha era única e apenas um podia ser o eleito. Como monarca justo que era e, tendo a mesma consideração e estima pelo carácter e amor sincero dos seus dois jovens súbditos, falou-lhes nos seguintes termos:
"Meus caros jovens: não tenho qualquer dúvida que qualquer um de vós ama perdidamente a princesa e poderá vir a ser um excelente marido para a minha filha e um melhor pai para os meus netos e sucessores. Contudo a minha filha, a quem venero com todo o meu coração, é única e vós sois dois pretendentes. Se der a sua mão a um de vós estarei a ser injusto. Entretanto a cidade está a ficar com problemas de abastecimento de água à população que não pára de crescer. Por outro lado, o palácio não tem uma torre sólida e funcional que nos possa por a salvo em caso de um ataque imprevisível dos nossos inimigos. Eis as tarefas que vos proponho: um de vós deve iniciar a construção de um aqueduto suficientemente eficaz e sofisticado que resolva os problemas de abastecimento de água à cidade. O outro deve empenhar-se na construção de uma torre tão sólida e funcional que este reino nada venha a recear em caso de ataque e cerco pelos nossos inimigos. Começai os trabalhos amanhã ao alvorecer. O primeiro que acabe a tarefa que lhe destino terá a honra de casar com a minha filha. Agora ide e que ganhe o melhor!".

Posta a situação nestes termos, deram os jovens por bem empregue o tempo e a coragem de que dispuseram para se dirigir ao palácio real a pedir ao rei a mão da filha e, no dia seguinte, puseram mãos à obra. Passaram-se meses. As obras de um e outro empreendimento avançavam com rapidez e em breve se concluiriam.

No dia em que terminaram era grande a excitação, quer da corte, quer da população da cidade. Todos se dirigiram ao centro da cidade para verificarem qual dos dois mancebos iria desposar a jovem princesa. Mas o dia, que nascera cinzento, pouco haveria de clarificar. Exactamente ao mesmo tempo em que um jovem colocava a bica na fonte principal de abastecimento da cidade que a partir daí não mais pararia de jorrar, o outro acabava de colocar a última peça de ouro no pináculo de uma espectacular e sólida torre capaz de defender a cidade dos maiores ataques inimigos. Continuava por apurar o noivo da bela princesa. O rei estava estupefacto e a sua face ficou pálida de amargura. Não poderia cumprir o prometido. A população decidiu que os dois jovens deviam bater-se num duelo de espadas e o que ficasse sem se ferir casaria com a jovem. Assim fizeram, mas as espadas quebraram-se ficando os jovens sem uma única beliscadura.

Decididamente parecia que a princesa teria de permanecer solteira e o rei sem poder cumprir o prometido. Facto grave e intolerável para o monarca. É que ninguém como ele tomava à letra a sentença: "palavra de rei não volta atrás".

Foi então que, como um trovão, se ouviram as seguintes palavras doídas que saíram da boca do rei:
"Torre feita, água à porta; filha de el-rei morta!”

A princesa logo percebeu que nunca seria rainha pois estava condenada à morte pela dureza da sentença de seu próprio pai, montou um cavalo e fugiu em direcção ao Sul. De pouco lhe valeu. Rapidamente foi capturada pelos soldados do rei que aí mesmo, cumprindo ordens, a mataram.

O lugar onde teve lugar a matança da princesa ficou conhecido por isso mesmo: Mata da Rainha. Hoje é uma freguesia do concelho do Fundão.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sab Jun 05, 2010 9:26 pm

A lenda de São Martinho

A lenda diz que num dia de chuva e frio do mês de outubro, um soldado que servira nas legiões romanas em fim de missão regressava à sua terra natal em França.

Quando atravessava as montanhas dos Alpes encontrou um mendigo esfomeado, mal agasalhado e gelado de frio que lhe estendeu a mão lhe pedindo esmola.

São Martinho não tendo nada para lhe dar em esmola desceu do seu cavalo, retirou o seu manto vermelho que lhe servia de protecção contra a chuva e o frio. De um golpe de espada cortou pelo meio o manto e deu uma das metades ao mendigo.

Imediatamente a chuva parou de cair, as nuvens se afastaram e o sol apareceu como por milagre, radioso e quente como num dia de verão.

Seria Deus que lhe teria enviado esse tempo magnifico em recompensa da sua bondade.

A vida de São Martinho

São Martinho, também conhecido por S. Martinho de Tours, cidade onde foi bispo, nasceu em Panónia, na Hungria, em 316 ou 317. Filho de um oficial romano, fez estudos humanísticos em Pavia. Iniciou depois a carreira das armas, mas manifestou desde cedo o desejo de ser monge. No entanto, serviu na guarda imperial até aos 40 anos, idade em que abandonou a vida castrense, tendo ido ao encontro de Santo Hilário, bispo de Poitiers, que lhe conferiu ordens sacras e lhe deu a oportunidade de entrar na vida religiosa. A sua intensa actividade pastoral valeu-lhe o epíteto de Apóstolo das Gálias. Já bispo de Tours, vivia como um monge, fora da cidade, num local modesto, mais tarde transformado num mosteiro. Terá morrido em Candes (França), em 11 de Novembro de 397.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Seg Jun 28, 2010 6:32 pm

A Lenda das unhas do Diabo

Em tempos que já lá vão, os sinos de Ponte de Lima começaram a tocar a finados pela morte de um célebre escrivão.

Pelas reacções da população que progressivamente ia recebendo a notícia, era claro que este desaparecimento não era lamentado, pois o escrivão não era modelo de virtude ou honestidade tendo lesado muitas famílias. Era mesmo sabido que o morto falsificava documentos e aceitava subornos que guardava numa arca escondida no sótão de sua casa.

Era do consenso geral que aquela alma não tinha salvação possível e duvidava-se mesmo se teria sequer direito a um enterro cristão. Estava instalada a polémica, quando os frades franciscanos do Convento de Santo António se ofereceram para o sepultar, o que veio a acontecer. Nesse mesmo dia à meia-noite, os franciscanos foram acordados por três sonoras argoladas na porta do convento. Do outro lado da porta, uma voz pedia-lhes para se reunirem na capela pois queria falar-lhes.

Quando abriram a porta, um vulto imponente e de olhar penetrante entrou. Os frades assustados reparam que apesar de estar muito bem vestido tinha um pés estranhos, chanfrados como os das cabras. O visitante dirigiu-se à capela onde estava sepultado o escrivão e parando à frente da sua sepultura, levantou a laje, retirou o corpo amortalhado e fez com que este vomitasse a hóstia que tinha na boca.

Transformando-se num vulto negro e temível, elevou-se no ar com o corpo do defunto e saiu por uma janela com um grande estrondo.

A comunidade correu para o adro, ainda a tempo de ver os dois corpos unirem-se num só e voarem pelos céus com uma risada diabólica, deixando atrás de si um rasto de cheiro a queimado.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qua Jun 30, 2010 11:36 pm

A Lenda do Fantasma da Loja de Brinquedos

Entrar numa loje de brinquedos pode ser assustador!!
"Folheie os livros infantis com precaução. E nunca, em hipótese alguma, suba ao andar onde os brinquedos estão empilhados."
Essas são as recomendações da loja de brinquedos Toys 'R' Us, em Sunnyvale, Callifornia. Toys 'R' Us é assombrada pelo fantasma de um homem chamado Johnson, cujo espírito caminha pelos sombrios corredores do estabelecimento, sussurrando nomes, empurrando objetos....
" Eu não acredito em fantasmas!", diz O'Brien, que há 18 anos trabalha como empilhador de brinquedos da loja. "Mas você sente uma brisa atrás de você. Alguém chama seu nome e quando você olha não vê ninguém. Coisas engraçadas acontecem aqui e não há como explicar."
Bonecas de pano e caminhões de brinquedos pulam das estantes. Bolas infantis aparecem no fundo dos corredores. Livros caem das prateleiras. Berços se movem sozinhos. Os funcionários da Toys 'R' Us tentam explicar a lógica desses acontecimentos, mas não conseguem.
"Muitos de nós já presenciaram fenômenos misteriosos aqui." , diz O'Brien, "Ele é igual o Gasparzinho. Nunca quis machucar ninguém."

Muitos jornais falaram a respeito. A loja foi mostrada na televisão no programa That's Incredible, entre outros. Um roteirista de Hollywood passou duas semanas fazendo pesquisa na loja para escrever o filme A Revolta dos Brinquedos. A psíquica Sylvia Browne fez uma sessão ao local em 1978 e, depois de constatar os fenômenos, voltou mais umas 12 vezes. Ela disse que Johnson era um pregador e fazendeiro, que trabalhava para a família Murphy, cuja fazenda, na década de 1880, ficava no lugar onde hoje é a loja. Ele falava com um sotaque sueco e disse que seu primeiro nome era John, Yon, ou Johan. Dez das dezesseis pessoas presentes na sessão disseram ter ouvido zumbidos ao invés de palavras, nos momentos em que Browne dialogava com o fantasma.
Browne disse que o fantasma lhe falou que ele estava apaixonado por Elizabeth, filha de Murphy, mas ela fugiu com um advogado da Costa Oriental. Recortes de jornais velhos dizem que Johnson cortou a própria perna com um machado, enquanto cortava umas àrvores com má vontade. Outra história diz que Johnson foi encontrado morto no pomar com uma fenda de machado em seu pescoço. Ambas as histórias dizem que ele sangrou até a morte.

O'Brien diz ter visto o fantasma uma vez: um homem jovem com aparência de 20 a 30 anos, bem vestido, usando um chapéu de lã, que o atravessou. Em outro momento, ele ouviu o som de galopes.
"Dizem que Johan treinava os cavalos.", diz O'Brien.

Essa famosa imagem tirada no interior da loja apresenta uma figura misteriosa no fundo, encostado na parede. Funcionários e testemunhas que estavam no local nesse dia e horário juram que essa pessoa não estava lá quando a foto foi tirada. Notem que ela usa um chapéu.

Houve uma vez em que um funcionário estava encerando o chão e diz ter visto o movimento de um ursinho de brinquedo para cada corredor em que ele carregava o equipamento. Alguns já sentiram cheiro de flores do campo no corredor 15C, local onde ficam os bonecos do Mickey e do Batman.

Agora a pergunta que todos fazerm: "Não seria apenas um jogo de marketing?"

"È uma publicidade muito boa para nossa loja", diz Stephanie Lewis, dona do estabelecimento, "Mas eu pessoalmente não acredito em nada disso. Mas outros, sim. Semana passada tivemos que perseguir 4 adolescentes que tentavam brincar com uma tábua de Ouija no local. E há os que imploram para passar uma noite no lugar."
"Tenho funcionários que não entram no banheiro feminino, pois dizem que as torneiras se abrem sozinhas."

"Quando eu vou trabalhar no andar de cima eu digo: ´Johan, vim só para trabalhar, ok?", diz O'Brien, "É divertido trabalhar aqui!!
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sex Jul 02, 2010 9:53 pm

O Mito sobre a morte de Carlos Paião

Carlos Paião - Pouco tempo, mas BOM...

Um grande artista com uma carreira curta. Foi um dos maiores talentos, em termos de composição e de interpretação, da música ligeira portuguesa do século XX. Nascido a 1 de Novembro de 1957 na cidade de Coimbra, tirou medicina, dizia que preferia ser um bom cantor a um mau médico. A sua carreira começou a subir escandalosamente em 1978, quando participou no Festival de Ílhavo para Amadores, em 1981 foi ao Eurivision com a sua música "Playback" e ficou em penúltimo, das melhores pontuações que Portugal teve neste festival. Depois continuando a sua carreira, escrevendo muitas músicas, como a canção nao oficial da Selecção Portuguesa de Futebol de 1986, "Bamos lá, Cambada!", feita para "José Estebes", uma famosa personagem criada por Herman José (o adepto portista que pensa ser especialista em futebol), poucas pessoas tinham o conhecimento que foi Carlos Paião que escreveu esta música. Tambem escreveu as músicas para a personagem "Serafim Saudade" de Herman José. Tendo tambem escrito para Amália Rodrigues, Cândida Branca Flor, Nuno da Câmara Pereira, Trio Odemira, Pedro Couceiro, etc.

Os maiores êxitos, como Playback, Marcha do “pião das Nicas”, Gá-Gago, Cinderela, Pó de Arroz, entre muitas outras. Ele Brincava com as palavras, o ritmo das suas escritas transmitem uma alegria contagiante.

Infelizmente faleceu com 30 anos, a 26 de Agosto de 1988, a caminho de um espectáculo em Leiria ao passar em Ponte de Amieira próximo de Rio Maior, um veiculo pesado pára na faixa de rodagem e outro pesado que vinha atras ao desviar-se choca de frente com a carrinha onde Carlos Paião ía, tudo por causa de uma mangueira no meio da estrada.

Depois gerou-se um boato que não estaria morto na altura do seu funeral, mas sim em coma. Este boato nasceu quando foi feito o levantamento dos ossos do cantor/compositor, os ossos estavam em posição estranha, algo que pode ser explicado por algum movimento espasmódico dos músculos após a morte. O que não se consegue explicar é os arranhões feitos no interior da urna e os restos de unhas. A verdade é que a violência do acidente não permitiria a sobrevivência fosse de quem fosse, mas o boato mantém-se extremamente arreigado até aos dias de hoje.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Ter Jul 06, 2010 2:35 pm

Lenda Cigana

Uma das lendas ciganas, diz que existia um povo que vivia nas profundezas da terra, com a obrigação de estar na escuridão, sem conhecer a liberdade e a beleza.

Um dia alguém resolveu sair e ousou subir às alturas e descobriu o mundo da luz e suas belezas. Feliz, festejou, mas ao mesmo tempo ficou atormentado e preocupado em dar conta de sua lealdade para com seu povo, retornou à escuridão e contou o que aconteceu.

Foi então reprovado e orientado que lá era o lugar do seu povo e dele também. Contudo, aquele fato gerou um inconformismo em todos eles e acreditando merecerem a luz e viver bem, foram aos pés de Deus e pediram a subida ao mundo dos livres, da beleza e da natureza.

Deus então, preocupado em atende-los, concedeu e concordou com o pedido, determinando então, que poderiam subir à luz e viver com toda liberdade, mas não possuiriam terra e nem poder e em troca concedia-lhes o Dom da adivinhação, para que pudessem ver o futuro das pessoas e aconselha-las para o bem.


Última edição por Anarca em Qui Jul 08, 2010 4:13 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qui Jul 08, 2010 4:13 pm

Lenda da Portuguesa em Badajoz, Espanha

A localidade de Badajoz (Talavera la Real) tem sido assolada, desde a primeira metade do século XX pela aparição de uma entidade desconhecida, frequentemente designada por "La Portuguesa", pois todos os relatos indicam que esta entidade fala português. Não podemos falar do relato em si sem antes contarmos a sua suposta história: Na Estrada Nacional 5, perto da base aérea de Talavera la Real, crê-se que, numa noite tempestuosa, um carro teve um acidente na zona do recinto militar. No carro seguia uma jovem portuguesa grávida que, por força do impacto do acidente, deu à luz. Pedindo auxílio a um militar que se encontrava por perto, de vigília, este negou ajudá-la, recusando-se a abandonar o seu posto, pois não se tinha apercebido da gravidade do acidente. Quando chamou os reforços, já era tarde demais, pois a jovem tinha morrido. Desde então, a lenda conta que uma jovem vestida de branco e com aspecto encharcado aparece no recinto da base aérea, atormentando quem lá passe.

RELATO 1:

Os relatos são muitos, mas vamos abordar os 2 que tiveram mais impacto em Espanha. O primeiro ocorreu na década de 70. Certa noite, às 3 da manhã, um militar, colocado na base aérea de Talavera la real, patrulhava a zona onde se tinha dado o acidente, quando começou por ouvir passos. De pronto, perguntou quem por lá andava, e obteve como resposta um sussurro estranho, imperceptivel, que se aproximava do seu lado direito. Mal se virou, viu uma jovem de aspecto alto, cadavérico e encharcado, vestido de branco, que avançava para ele sem parar. O militar apontou a arma à jovem, por se sentir ameaçado, e esta soltou uma gargalhada estridente. Como a gargalhada foi bastante forte, três militares que se encontravam dentro da base acorreram a auxiliar o seu companheiro, e depararam-se com a mesma figura. De pronto, começaram os 4 a disparar sobre a entidade (investigações políciais confirmaram que foram disparados 42 tiros), que continuava a avançar sobre o primeiro soldado. Quando "A portuguesa" chegou ao pé dele, abriu os braços e tentou agarrá-lo. Este, levado pelo medo e pelo terror da cena, apontou a sua arma à boca e suicidou-se! Os outros três fugiram em estado de choque! Dos três militares, um ficou em coma durante 14 dias, talvez devido ao choque da situação, um outro pertence actualmente à Guarda Civil Espanhola e o terceiro confessa não conseguir dormir de noite, pois sonha constantemente com o terrível acontecimento.

RELATO 2:

O segundo caso ocorreu nos anos 90, quando um casal passava pela mesma estrada, de madrugada, e tiveram um furo. O homem saiu para mudar o pneu, e no preciso momento em que acabou sentiu uma presença. A princípio pensou tratar-se da sua mulher, mas quando se virou nao viu ninguem. Nesse momento, começou a ouvir o choro de um bébé, e chamou a sua mulher. Já ca fora, depararam-se com uma rapariga jovem, encharcada, e com um vestido branco manchado de sangue, com um bébé no colo. Aterrorizados, começaram a gritar por ajuda, e, após várias tentativas, conseguiram com que o carro começasse a trabalhar e seguiram viagem. Após este acontecimento, o casal começou a relacionar-se mal e evitavam sair de casa. O homem, certo dia, tentou ultrapassar o trauma e foi ao local onde se tinha passado o estranho acontecimento. Contudo, esse trauma acabou em morte, pois ele ouviu o choro do bébé de novo, bem como a jovem. Ao tentar fugir, foi atropelado por um condutor que, segundos antes, olhava com horror para a jovem. A mulher, quando recebeu a notícia, confessou já ter sonhado com a morte do marido.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Seg Jul 12, 2010 12:46 pm

A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça

Há muitos anos em uma cidade do interior de MG chamada Ibitipoca, conta-se a lenda de um cavaleiro que a meia noite saia a cavalgar ao redor das fazendas, e que ao encontrar alguém, decapitava e colocava o seu corpo nas cercas. Diz a lenda que ha 166 anos um rico dono de minas de ouro se apaixonou por uma linda jovem filha do governador da província. Ao saber do amor do rico fazendeiro a jovem que ouvia boatos sobre a arrogância e o jeito que o mesmo tratava os escravos resolveu negá-lo. Com raiva, o fazendeiro saia a cavalo a meia noite e decapitava as pessoas que encontrava. Ao desconfiar das saídas do seu patrão o capataz resolveu denuncia-lo. Logo o capataz foi morto e seu corpo, sem cabeça, foi encontrado na cerca da fazenda. Com isso o povoado se moveu contra o fazendeiro, o capturaram e o decapitaram. Hoje ao redor da vila ainda pode se escutar o galope de cavalos em disparada e gritos de pessoa implorando por sua vida.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Ter Jul 13, 2010 12:39 pm

A Lendado Lobisomen

A lenda do lobisomem tem, provavelmente, origem na Europa do século XVI, embora traços desta lenda apareçam em alguns mitos da Grécia Antiga. Do continente europeu, espalhou-se por várias regiões do mundo. Chegou ao Brasil através dos portugueses que colonizaram nosso país, a partir do século XVI. Este personagem possui um corpo misturando traços de ser humano e lobo.

De acordo com a lenda, um homem foi mordido por um lobo em noite de lua cheia. A partir deste momento, passou a transforma-se em lobisomem em todas as noites em que a Lua apresenta-se nesta fase. Caso o lobisomem morda outra pessoa, a vítima passará pelo mesmo feitiço.

Na forma de homem, o lobisomem é pálido, magro, nunca olha nos olhos das pessoas e tem orelhas grandes.

No Brasil (principalmente no sertão), a lenda ganhou várias versões. Em alguns locais dizem que o sétimo filho homem de uma sucessão de filhos do mesmo sexo, pode transforma-se em lobisomem. Em outras regiões dizem que se uma mãe tiver seis filhas mulheres e o sétimo for homem, este se transformará em lobisomem. Existem também versões que falam que, se um filho não for batizado poderá se transformar em lobisomem na fase adulta.

Conta a lenda que a transformação ocorre em noite de Lua cheia em uma encruzilhada. O monstro passa a atacar animais e pessoas para se alimentar de sangue. Volta a forma humana somente com o raiar do Sol.

De acordo com a lenda, um lobisomem só morre se for atingido por uma bala ou outro objeto feito de prata.

Algumas pessoas dizem que se por acaso você encontrar um lobisomem e só falar para ele “vai buscar sal em minha casa“, no outro dia aparece um homem a sua porta ele não te dirá nada você apenas lhe de um pouco de sal, assim você nunca mais vai encontrá-lo na forma de lobisomem.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qua Jul 14, 2010 1:40 pm

A verdade sobre o Terror em Amityville

verdade sobre o Terror em Amityville Em 1977 foi lançado o livro "The Amityville Horror: A True Story" de Jay Anson. A obra descrevia as assustadoras experiências paranormais que George Lutz e sua família teriam vivenciado numa casa mal assombrada na Avenida Ocean 112, em Amityville, Nova Iorque, EUA.

O livro obteve estrondoso sucesso, foi traduzido em vários idiomas (inclusive em português) e foi tema de alguns filmes cinematográficos. O incidente atraiu famosos parapsicólogos, sensitivos e caçadores de fantasmas, alguns dois quais confirmaram a presença de "energias malígnas" no local. Segundo o autor, o livro descreve acontecimentos verídicos. Tudo teria começado em 13 de novembro de 1974 quando seis moradores da casa foram friamente assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo Jr., (o "Butch") de 23 anos, matou a tiros o pai Ronald DeFeo, a mãe Louise Brigante-DeFeo, os dois irm!ãos Marc e John e as duas irmãs Dawn Theresa e Allison Louise.

O assassino, que cumpre pena, teria sido mentalmente impelido a cometer o crime por forças "sobrenaturais", provavelmente oriundas de "um velho cemitério indígena sobre o qual foi construído o imóvel". Jay Anson escreveu que a família Lutz ficou apenas 28 dias na moradia porque não suportou mais a violência dos constantes fenômenos. Portas foram arrancadas, móveis se arrastavam, uma estranha substância verde escorria do teto, nuvens de insetos atacavam as crianças e vozes demoníacas soavam pelos cômodos. As forças do mal teriam até expulsado um padre que tentou exorcizá-las. Pesquisadores como Joe Nickel e Rick Moran estudaram cuidadosamente a história da casa e de todos seus moradores. Entrevistaram vizinhos e também o Padre Pecoraro, aquele que diziam ter sido expulso pelos "espíritos do mal". Todos que se aprofundaram no caso acabaram descobrindo que os horrores estavam apenas nas páginas de uma fantasia literária. Entre as muitas contradições comprovadas:

• As portas nunca foram arrancadas dos seus lugares. Foi verificado que as antigas dobradiças, parafusos, fechaduras e maçanetas continuavam como eram antes do crime;
• A tribo de índios que teria criando o suposto cemitério nunca viveu na região de Amityville;
• O Padre Pecoraro disse que jamais viu nada de anormal na casa;
• Não existe nenhuma ocorrência policial associada ao período da residência da família Lutz, contrariando o que diz o livro e os filmes.

Por fim, "Butch" DeFeo admitiu perante seu advogado, William Weber, que tudo foi uma divertida criação dele em conluio com a família Lutz com o propósito de ganhar dinheiro. Mas, ainda assim, muita gente continua a crer que o episódio realmente aconteceu conforme descreve o livro de ficção. Em 15 de abril de 2005, "The Amityville Horror", uma nova versão do filme estrelada por Ryan Reynolds e Melissa George chegará aos cinemas dos EUA.Informativo redigido por Philippe Piet van Putten e distribuído pela Mahatma Multimídia.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qui Jul 15, 2010 12:31 pm

O Holandês Voador

O conto do Holandês Voador tem sido elaborado por muitos escritores, mas é mais do que uma peça de ficção.

O navio fantasma foi visto muitas vezes, e existem relatórios mesmo no século XX, incluindo a tripulação de um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial.

Uma das primeiras aparições foi relatada por capitão e tripulação de um navio britânico em 1835. Eles registraram que viram o navio fantasma se aproximando junto com uma terrível tempestade. Ele chegou tão perto que a tripulação britânica temeu que os dois navios fossem colidir, mas então o navio fantasma desapareceu de repente.

Na noite do dia 11 de julho de 1881, perto da Costa de Melbourne na Austrália, os vigias de proa do HMS Inconstant anunciaram a aproximação de um barco a bombordo. Todos os 13 tripulantes, dentre eles os oficiais, foram até às amuradas para ver o recém-chegado. De acordo com os diários de bordo de dois aspirantes reais que estavam a bordo, o príncipe George (depois Rei George V) da Inglaterra e seu irmão, príncipe Albert Victor, emanava do barco uma "estranha luminosidade vermelha como a de um navio fantasma todo iluminado". Seus "mastros, vergas e velas sobressaíam nitidamente". Todavia, instantes depois, "não havia nenhum vestígio de algum barco de verdade".

As testemunhas achavam que haviam visto o Holandês Voador, o lendário navio fantasma que aterrorizou marinheiros durante séculos. A Lenda seria algo assim: apesar de todas as súplicas de sua tripulação, um capitão holandês insistiu em atravessar o Cabo Horn (próximo ao Estreito de Drake) em meio a violente tempestade. Então o Espírito Santo apareceu, mas o satânico capitão disparou sua pistola e amaldiçoou o Senhor. Por sua blasfêmia, Deus lhe rendeu uma maldição, o barco foi condenado a navegar por toda a eternidade, sem nunca poder parar em um porto. Desde então, os marinheiros dizem que um encontro com o Holandês Voador é um prenúncio de desastre.

Assim foi para o HMS Inconstant. Os diários dos membros da família real registram que mais tarde, naquela mesma manhã, um desventurado vigia caiu da trave do mastro principal e ficou "inteiramente despedaçado". E, ao chegar ao porto de destino, o almirante do barco foi acometido de uma doença fatal. Mera coincidência ou será a Maldição do Holandês Voador?
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sex Jul 16, 2010 1:31 pm

Lenda do Cantor Chris de Burg e a Dama de Vermelho

No começo dos anos oitenta, o cantor e compositor Chris de Burg fez sucesso com uma música chamada Lady In Red, cuja tradução é esta :

" Dama de Vermelho

Eu nunca vi você parecer tão encantadora como esta noite,
Eu nunca vi você brilhar tanto.
Eu nunca vi tantos homens
Te perguntarem se você queria dançar,
Eles estão procurando por um pouco de romance.
Concedida meia-chance...
E eu nunca vi esse vestido que você está usando,
Ou esses realces no seu cabelo
Que atraem seus olhos.
Eu estava cego...

Refrão:

A dama de vermelho está dançando comigo
De rosto colado.
Não tem ninguém aqui,
É apenas você e eu.
É onde eu quero estar...
Porém eu mal reconheço esta beldade ao meu lado.
Eu nunca esquecerei o jeito como você se parece esta noite.

Eu nunca vi você parecer tão deslumbrante como esta noite,
Eu nunca vi você brilhar tanto, você estava incrível...
Eu nunca vi tantas pessoas
Desejarem estar lá ao seu lado,
E quando você se virou para mim e sorriu
Isso me tirou o fôlego...
E eu nunca tive tal sensação, tal sensação
De amor completo e absoluto, como tenho esta noite... "

O mais interessante de tudo são as lendas que rolam sobre esta música.
Reza a lenda que o cantor fez a música baseada na lenda da Dama de Vermelho, que é a história do fantasma de uma moça, que foi estuprada e morta, e que por isto seduz homens em festas com a intenção de matá-los depois. Porém, quando um rapaz vai levá-la para a casa, ela o leva até o cemitério e diz:
- Esta é a minha casa!
Então os sinos da igreja soam, anunciando a meia-noite e neste momento a mulher desaparece na frente do pretendente.
No começo dos anos oitenta, o cantor Chris de Burg disse a uma revista de música, que compôs a música " Lady In Red " após viver uma experiência sobrenatural. Ele afirmou que, uma vez na sua adolescência, estava numa festa e dançou com uma mulher de vermelho. Assim, pediu para acompanhá-la até em casa. Desta maneira, a moça levou o artista até um cemitério e quando os sinos da igreja anunciaram meia-noite, a mulher sumiu na frente dele.

Despois do acontecimento, ele escreveu a música em 1977 e mostrou aos seus amigos, entre eles estava um produtor de filme, que não deu muita importância para a composição. Porém, no começo dos anos oitenta,este mesmo produtor estava elaborando a trilha sonora para um filme chamado: A Dama de Vermelho, lembrou - se de Chris de Burg e chamou o cantor para fazer parte da trilha sonora.

Atualmente, o clip desta música encontra-se no Youtube e ele algumas faz referências sobre a lenda: pois a mulher de vermelho aparece do nada e some do nada.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Ter Jul 20, 2010 11:51 am

Lendas dos Bosques de Viena

Reza a lenda que uma certa noite este músico sonhou com as criaturas fantásticas que existiam naquela floresta. Exemplos: o fauno sedutor; o fantasma da ninfa e a criança que vira cisne.

Diz o mito que estes seres mágicos pediram para que este maestro fizesse uma música em homenagem a eles. No dia seguinte, Strauss compôs uma valsa chamada: Lendas dos Bosques de Viena .

As criaturas lendárias que povoam estes bosques são interessantes, leremos sobre elas abaixo :

O Fauno Sedutor:

Fauno é uma criatura muito parecida, fisicamente, com o diabo. Falam que este ser, habitante das florestas de Viena, sai todas as sextas de Lua cheia para seduzir as mulheres nos bailes e engravidá-las .
Diz a lenda que a filha de um conde da Áustria completaria quinze anos, numa sexta-feira santa e, mesmo assim, insistiu para que sua festa fosse nesta data. Por isto discutiu com o seu pai. No meio da briga, a garota exclamou:
- Eu terei uma festa na sexta-feira santa, mesmo que eu dance com o fauno do bosque!
Desta maneira o baile aconteceu. No meio da comemoração, apareceu um rapaz estranho, porém bonito: loiro, alto e de olhos azuis. Ele dançou com a aniversariante. Mas quando o relógio soou meia-noite, bem no meio da valsa Lendas dos Bosques de Viena, o chapéu do moço caiu e um rabo saiu para fora de sua calça. Deste jeito todas as pessoas exclamaram:
- Ele é o fausto do bosque, corram !
Desta forma, o rapaz saiu correndo da festa .

O Fantasma da Ninfa:

Reza o mito, que há muitos anos atrás, existia uma menina chamada Marie que era perseguida pelo seu padrasto. Um certo dia este homem mau queria matá-la e ela fugiu para a floresta de Viena. Porém o padrasto veio atrás, agarrou a garota, abusou da coitada, matou a pobre com facadas e colocou seu corpo dentro de uma árvore.
Diz uma lenda européia que toda a criança que é sepultada no tronco de uma árvore, numa floresta, vira ninfa e foi isto que aconteceu com esta garota.
Uma certa noite o espírito de Marie viu uma outra menina correndo do padrasto e se escondendo no bosque. Então esta ninfa assustou o homem mau que saiu correndo .

Criança Que Vira Cisne:

Existe uma outra lenda europeia que diz que quando uma criança é assassinada, pelos próprios parentes perto de um bosque onde há um rio, ela não morre mas renasce de uma forma mágica. Então a criança vira cisne de dia e humana de noite.
Uma vez uma solteirona ganhou uma herança, mas teria que dividi-la com o seu sobrinho que era órfão. Para não repartir o dinheiro, ela matou o pobre num dos bosques de Viena ao lado de um lago.
No dia seguinte esta mulher notou que um cisne não parava de rodear a sua casa.
Quando deu meia-noite ela acordou com o cisne no pé de sua cama e naquele mesmo segundo ele virou o sobrinho assassinado.
Falam que até hoje este cisne - menino - habita os bosques de Viena.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Qui Jul 22, 2010 5:13 pm

Lenda da Arca de Noé

"A imagem que o satélite Digital-Globe obteve da formação anômala no monte Ararat - Turquia. Outras imagens do local têm sido registradas por outros satélites e os pesquisadores empenham-se na análise detalhada de forma e dimensões."

Existem provas hoje de que a Arca de Noé realmente foi construida?

O filho de Lameque e o neto de Metusalém, Noé, aparece na décima geração depois de Adão. Noé tornou-se o centro de uma das mais conhecidas histórias da Bíblia. Ele e sua família viviam num mundo tão violento e pecador que Deus decidiu que não iria permitir que a raça humana existisse mais naquela época. Mas, no meio de tanta decadência, havia um homem-NOÉ-que tinha fé em Deus e vivia de acordo com as coisas de Deus. Tão justo era Noé que Deus lhe revelou seu plano e fez uma promessa de salvar a ele e a sua família. Deus deu um projeto de 120 anos a NOÉ e disse-lhe para construir uma arca porque iria fazer cair água do céu e inundar toda a terra.

Noé fez tudo o que Deus lhe ordenou e com uma idade de 600 anos presenciou tudo acontecer de acordo com o que Deus havia lhe dito. E fez da arca sua casa durante os 40 dias de chuva sobre a terra “...e tudo o que havia fôlego de espírito de vida nos seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu.” Gênesis 7:22. E assim foi até o sétimo mês, e no dia dezessete a arca repousou sobre os Montes de “Ararate”. Gênesis 8:4. E foram as águas minguando até o décimo mês. Essa é a história que conhe-cemos. Mas onde estará a “arca”? Por que ninguém consegue encontrá-la ainda mais hoje em dia num mundo de tantas tecnologias e satélites que podem tirar uma foto em nítida imagem de uma pessoa aqui na terra?

Pois o fato é! Realmente estão descobrindo várias evidências desde 1883 que realmente existe uma grande embarcação no monte Ararate na Turquia. Fotos tiradas de satélites, depoimento de pessoas que dizem realmente terem chegado até a arca e evidências como uma pedra que se parece uma âncora.

Também amostras da suposta madeira da arca estão sendo analisadas e muitas inscrições em rochas encontradas na região aos redores do monte servem de fatos de que realmente existe uma arca em algum lugar por ali. Em 17 de junho de 1949

Uma missão de rotina da Força Aérea Americana fotografou a mais de 4 mil metros de altura algo muito estranho. Os especialistas analisaram as fotos e emitiram um relatório chamado “anomalia do Ararate” e foi mantido em segredo por mais de 50 anos. Mas em 1993 Porcher Taylor um estudante especializado em satélites e diplomacia começou a fazer severas perguntas sobre esses arquivos. Ele acabou desco-brindo que junto com as fotos de 1949 também haviam outras fotos tiradas por um U-2 (avião-espião) e fotos de alta resolução tiradas pela CIA em 1973 usando o satélite militar KH-9 e até fotos mais sofisticadas tiradas pela CIA através do satélite KH-11 em 1976/1990/1992.

Depois de muitos esforços o serviço de defesa liberou 6 fotos das tiradas em 1949 e não foram suficientes para provar se a anomalia era uma formação rochosa ou algo construído por mãos humanas. As fotos foram tiradas de muito longe e um pouco fora de foco (1949). Mesmo depois de outras tentativas usando um satélite comercial de alta precisão as fotos tiradas no verão de Out/99 (um dos mais quentes de todos os tempos na Turquia) ainda não davam para terem certeza sobre a anomalia encontrada no monte Ararat. A espessura de gelo é muito profunda e quase impossivel para se obter uma foto nítida daquele lugar.

Se a arca existe, por que então eles não conseguem encontrá-la? E por que não se organiza uma grande expedição para desvendar tudo? Primeiro: porque durante quase todo o ano o Ararat é coberto de neve. Segundo: os terroristas curdos atrapalham e atacam expedicionários que se aventuram a subir o monte; aquela é uma região muito conturbada. Nos anos 90, mais de 6 mil pessoas morreram no monte e só existe permissão para subir do lado sul, enquanto a suposta arca está no lado norte.

Um geólogo Adventista uma certa vez declarou: Talvez a maior descoberta arqueoló-gica de todos os tempos - a arca de Noé - esteja sendo preservada providencial-mente para, no momento certo, ser revelada ao mundo como um monumento, prestando silenciosamente sua homenagem ao Criador e Mantenedor da vida, o mesmo Deus que amoro-samente deseja implantar em nosso ser a Sua própria imagem, para que pos- samos habitar eternamente em Sua companhia, no Céu e na Nova Terra finalmente restaurados.
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MensagemAssunto: Re: MITOS E LENDAS   Sex Jul 23, 2010 6:10 pm

O Mito da maldição do filme "Poltergeist"

O filme é uma trilogia. Poltergeist (1982), Poltergeist II (1986), e Poltergeist III (1988). Cada um conta episódios da vida dos Freelings, uma família que tem a má sorte de morar em uma residência habitada por espíritos. Esses espíritos circulam pela casa para seqüestrar as pessoas, emitir ruídos, dentre outros...

A palavra Poltergeist significa que é um fantasma barulhento e destrutivo (geralmente não malicioso), sendo o responsável pelos ruídos estranhos e objetos se movendo em residências mal assombradas. Existe uma hipótese de que os Poltergeists estão muito ligados a crianças, especialmente as meninas.

Quatro mortes ocorreram logo depois das gravações dos filmes. Assim surgiu o boato de que o filme teria trazido uma maldição sobre as pessoas que participaram da película. Embora a coincidência seja uma explicação mais aceitável do que uma maldição, as mortes não devem ser descartadas. O mais estranho é que das quatro pessoas mortas, duas sofreram de problemas no coração (dentre elas a jovem Heather O'Rourke de 12 anos).

Dominique Dunne (22 anos) - morreu em 4 novembro 1982 no centro médico em Los Angeles, ficou quatro dias em coma antes de falecer. Foi encontrada pelo seu namorado em estado de choque.

Will Sampson (53 anos) - morreu em 3 junho 1987 em um hospital de Houston após ter recebido um transplante de coração 6 semanas mais cedo. A causa de sua morte foi atribuída à infecção pós-operatória.

Julian Beck (60 anos) - morreu do câncer do estômago em 14 setembro 1985 no hospital de Sinai da montagem em New York. Ele obteve dispensa por um período entre o primeiro e o segundo filme. Sua morte não era inesperada pois já estava com câncer há 18 meses.

Heather O'Rourke (12 anos) - morreu de choque séptico em 1 fevereiro 1988 no hospital das crianças em San Diego. Teve problemas grandes com obstrução de algumas artérias do coração, que chegou a parar e ser reanimado novamente. Foi removida para outro hospital mas morreu na mesa de cirurgia.

O'Rourke apareceu em todos os três filmes de Poltergeist. Poltergeist III tinha sido terminado próximo de sua morte embora tivesse de ser liberado ainda, levando aos boatos que ela tinha falecido antes de terminar o filme. ( Poltergeist III estava pronto em junho 1987 mas não foi liberado até 10 junho 1988).

Outro boato diz que a "maldição" pegou a todos do filme, pois não tiveram suas carreiras bem sucedidas. Mas o que podemos dizer de Steven Spielberg, roteirista do filme?

Seria mesmo uma maldição ou apenas uma coincidência?
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