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 A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO

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Anarca

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MensagemAssunto: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qua Maio 05, 2010 12:16 am

A Pornografia

Pornografia é a representação, por quaisquer meios, de cenas ou objetos obscenos destinados a serem apresentados a um público e também expor práticas sexuais diversas, com o intuito de despertar desejo sexual no observador. O termo deriva do grego πόρνη (pórne), "prostituta", γραφή (grafé), representação.

Quase sempre a pornografia assume caráter de atividade comercial, seja para os próprios modelos, seja para os empresários do sector.

As mídias mais comuns para exibição de pornografia são o cinema, as revistas (fotografias ou ilustrações), e, mais raramente, pinturas e esculturas. Recentemente a Internet deu novo fôlego à indústria pornográfica, que fatura hoje pelo menos vinte vezes mais do que nas décadas de 1980 e de 1990.

Histórico

A pornografia tem uma longa história. A sexualidade explícita e sugestiva é uma forma de arte tão antiga quanto todas outras; As fotos explícitas tiveram início logo após a invenção da fotografia; e o mesmo pode se dizer sobre os filmes de nudez e de sexo explícito.

O retrato da nudez e da sexualidade humana tiveram início na era paleolítica (ex. as figuras de Vênus); entretanto não se tem certeza se o propósito era a excitação sexual. Talvez, as imagens tenham tido um significado espiritual. Existem inúmeras pinturas eróticas nas paredes de Pompeia, na Itália. Um exemplo notável é de um bordel com desenhos dos vários serviços sexuais oferecidos, em cima de cada porta. Em Pompeia também se encontram figuras fálicas e de testículos nas calçadas, mostrando qual a direção para o caminho ao prostíbulo e casas de entretenimento. Na Alemanha arqueólogos encontraram, em abril de 2005, uma figura pornográfica de cerca de 7200 anos de um homem sobre uma mulher, sugerindo fortemente um acto sexual. A figura masculina foi batizada de Adônis von Zschernitz.


Última edição por Anarca em Qua Maio 12, 2010 11:14 pm, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qua Maio 05, 2010 8:29 pm

Críticas feministas à pornografia

Algumas feministas diagnosticaram a pornografia como mantenedora/geradora de violência contra mulheres. Teóricas como Andrea Dworkin conduziram uma cruzada contra a indústria pornográfica que, segundo elas, não apenas objetificava as mulheres e lucrava com sua exploração, mas efetivamente ensinava um jeito sórdido de lidar com a sexualidade delas.

A partir disso, criou-se uma ampla discussão dentro do feminismo sobre a pornografia, e um grande cisma teórico também: feministas que se intitulavam "pró-sexo" versus feministas contrárias à pornografia. E as questões principais desse debate são: "A pornografia gera violência contra mulheres?", "Qual é o papel das mulheres nos filmes pornográficos?", "As mulheres desempenham o papel de sujeito do sexo nesses filmes, ou apenas de objeto?", "Se a pornografia educa as pessoas sexualmente falando, essa educação é interessante para mulheres? Que tipo de educação seria mais interessante num ponto de vista feminista?".

Além disso, na década de 70 muitas feministas se dedicaram a fazer seus próprios filmes pornográficos, tentando concretizar filmagens que concretizassem sua crítica, no campo teórico. Fizeram filmes que apresentam algumas quebras com o padrão de beleza hegemônico, onde há espaço para protagonismo feminino e tentando mostrar um sexo que as representasse, mesmo que minimamente.

Na Internet

Com o advento da Internet, a disponibilidade da pornografia aumentou dramaticamente. Alguns dentre os empresários mais bem sucedidos na Internet são os do ramo da pornografia. Devido ao caráter internacional da Internet, existe a possibilidade dos usuários acessarem o conteudo pornô a partir de qualquer país até mesmo conteúdos totalmente ilegais, conteúdo pornográfico contendo menores de idade, ou que não tenham idade comprovada, tendo como base países em que a idade legal é diferente.

Em 1968 os Países Baixos já eram um dos países com maior liberdade sexual, o que possibilitou a distribuição e venda de material pornográfico hardcore.


Última edição por Anarca em Ter Maio 11, 2010 10:16 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qui Maio 06, 2010 4:00 pm

Pornografia em Portugal

A pornografia em Portugal é discreta e funciona mais na base de importação do que exportação. Após a Revolução dos Cravos e com a redacção da Constituição de 1976 abordou-se essa matéria.

É proibida a venda e difusão de material pornográfico a menores de 18 anos. Os tempos mudaram os costumes e as atitudes. A Internet facilitou o acesso à pornografia, dificultando no entanto a quantificação e a determinação do estatuto de quem consome pornografia. Em 2005 realizou-se o primeiro Salão Erótico Internacional de Lisboa. Existem também salas de cinema temáticas e sex-shops no país. Produção nacional existe, mas não com o desígnio de indústria. Uma das grandes preocupações é a pornografia infantil, havendo descontentamento em relação à actual lei que, argumenta-se, não é suficiente na prevenção desse crime.


Última edição por Anarca em Ter Maio 11, 2010 10:16 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Sab Maio 08, 2010 8:28 pm

Filmes pornográficos - I

História

Os filmes pornográficos começaram a ser realizados no underground. A câmera era utilizada de modo amador e os filmes tinham distribuição limitada. De início, sua projeção era feita basicamente na casa do cliente ou em clubes privados. Atualmente, o cinema pornô é uma indústria, contando inclusive com suas próprias estrelas. Em alguns países, os cachês atingem valores significativos, muitas vezes superando o cachê de artistas razoavelmente bem sucedidos em outras áreas do cinema.

Os filmes pornográficos existem desde a época do cinema mudo, e eram usualmente rodados em bordéis.

Em 1970 nos Estados Unidos, o cinema pornô ganhou forte impulso, graças à eliminação do Código das Produções e à instituição da classificação de filmes por faixa etária, deixando de ser um produto do submundo criminal e se constituindo numa indústria publicamente instalada. Passaram a ser exibido em cinemas próprios, conhecidos por "Salas Especiais".

Nessa época alguns filmes ficaram para a história, como Garganta Profunda (ou "Garganta Funda", como ficou conhecido em Portugal), O Garanhão Italiano, Atrás da Porta Verde e O Diabo na Senhora Jones, que foi uma superprodução para a época.

A difusão dos vídeo-cassetes (ou gravadores de vídeo, como são conhecidos em Portugal), nos anos 1980, fez renascer a indústria de vídeos pornográficos, permitindo que os consumidores vissem os filmes, muito mais comodamente, no conforto da sua casa. A popularização do aparelho de vídeo e das câmeras também permitiram que os mais ousados começassem a filmar seus próprios vídeos, tornando corriqueiro o filme pornô amador (que encontra muitos adeptos atualmente).

Com o advento do DVD e da internet, a produção de vídeos pornô ficou mais fácil ainda, embora industrialmente esteja concentrada em algumas empresas.

Geral

Exemplo de pornô BDSMOs vídeos pornô de hoje em dia podem ser divididos em diversos sub-gêneros: pelo sexo dos atores, tipos de ato sexual e o gosto sexual da audiência.

pornô hétero:
O mais comum, feito para agradar os homens heterossexuais.

pornô casal:
Feito para agradar os homens e mulheres heterossexuais.

pornô gay:
Filmes apresentando homens se relacionando sexualmente. Voltado para o público de homens homossexuais (público majoritário) e mulheres heterossexuais.

pornô lésbico:
Feito para agradar homens heterossexuais e mulheres lésbicas.

pornô bissexual:
filmes apresentando pessoas se relacionando sexualmente com pessoas do sexo oposto e do mesmo sexo, simultaneamente ou não.

pornô travesti:
Filmes com travestis, são homens vestidos de mulher, mas que ainda possuem o órgão sexual masculino, a maioria tem implante de silicone nos seios, o travesti pode tanto exercer o papel de homem como o de mulher.

pornô Gonzo:
Estilo de filmagem na qual o diretor é o próprio operador de câmera e muitas vezes interage com os atores, originado do cinema Gonzo.

pornô amador:
pornô feito em casa ou gravado por amadores. Muito comum na internet.

pornô BDSM:
É quando o sexo envolve encenações sado-masoquistas, como encenações de violência e humilhação.
pornô fetiche: Pés, pernas, sapatos, orelhas... tem gosto para tudo.

Ao mesmo tempo, uma distinção pode ser feita de todos esses gêneros, entre todos esses filmes a história é bem parecida, alguns filmes têm alguma história em cima, mas a grande maioria faz alguma introdução e depois começa o sexo.

Juliano Vulpi, ator dessa nova geração (Feito para agradar os homens e mulheres heterossexuais), afirma que, a industria pornográfica teve uma enorme expansão no mercado brasileiro.

Os filmes também podem ser divididos no pornô leve e pesado. O leve só mostra mulheres ou homens nus ou seminus se insinuando para o telespectador. O pornô pesado contém relações sexuais.

Também são bastante comuns nos filmes relações proibidas, como as entre doutor e enfermeira, torcedora e jogador, pai e babysitter, professor e aluna.

Há também o pornô estilo RPG, abreviação de "real porn game", que é bastante comum em DVDs, o telespectador escolhe o que vai acontecer a seguir, isso também é bastante comum na Internet, onde o internauta paga um certa quantia de dinheiro e vê uma garota fazendo o que ele quiser na webcam.

Um gênero pouco divulgado e proibido em alguns países é o sexo com animais (zoofilia. Existem bastantes adeptos na internet, o mais comum é sexo com cachorros e cavalos.

Pornografia Gonzo

Silvia Saint, uma das mais famosas atrizes pornôs do mundo"Pornografia Gonzo" é o termo usado para denotar o estilo onde uma única pessoa faz os papéis de diretor, operador de câmera e ator, mostrando a relação sexual do modo como ela acontece, sem cortes nem edição. Buttman e Max Hardcore são os dois mais famosos expoentes deste estilo, além das várias séries da Bang Bros e Naughty America.

Clichês

Há bastante coisa comum nos filmes dos anos 1990 e 2000. O sexo é mostrado de forma geral, não demonstra afeto entre os atores e basicamente não tem história: os dois atores se encontram em alguma situação e começam a fazer sexo. A maioria também tem um sequência: oral, vaginal, anal e ejaculação (na maioria das vezes no rosto da parceira).


Última edição por Anarca em Ter Maio 11, 2010 10:16 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Sab Maio 08, 2010 8:31 pm

Filmes pornográficos - II

Tipos de cenas

Lista de gêneros da pornografia

Anal:
Sexo anal, pode ser praticado em várias posições, assim como o sexo vaginal, mas a mais comum é a de quatro. Uma vertente comum dessas cenas é a chamada ass-to-mouth, que consiste em alternar entre o sexo oral e anal.

Orgia:
Também chamado de suruba ou sexo grupal. É quando mais de dois parceiros estão fazendo sexo de uma vez só.

Oral:
Consiste apenas na prática de sexo oral. Mais comum apenas em cenas de lesbianismo.

Dupla penetração:
(DP)Uma pessoa é penetrada por dois homens ao mesmo tempo. Um insere o pênis na vagina e o outro no ânus. Pode-se também colocar dois pênis na vagina ou os dois no ânus.

Duplo vaginal:
(DVP) Uma mulher é penetrada por dois homens sendo que ambos penetram a vagina ao mesmo tempo.

Duplo anal:
(DAP) Similar ao duplo vaginal, porém a penetração é anal.

Gang Bang:
Mais de 3 homens praticam sexo ao mesmo tempo com uma única mulher ou, mais de 3 mulheres ao mesmo tempo com um único homem.

Gozada:
Um homem ejacula todo o esperma no corpo da mulher ou homem. O mais comum é no rosto, mas também pode ser no órgão sexual da(o) parceira(o), na barriga e nos seios/peitoral. Também existe o chamado Bukkake, criado no Japão, em que vários homens ejaculam em uma mulher ou homem ajoelhado. A prática do creampie consistem na ejaculação dentro do ânus ou vagina da parceira.

Urofilia:
Ou Watersports, pissing, pee, é o tipo de fetiche onde os homens urinam nas mulheres , ou vice-versa. Normalmente a urina é clara, indicando que os atores beberam muita água antes da gravação para evitar o cheiro e gosto excessivamente fortes de urina

Coprofilia:
Também chamado de sexo sujo, onde geralmente o parceiro tem contato direto com as fezes do outro, podendo ser através da introdução do pênis no ânus da parceira, ou esta defecando diretamente sobre o pênis, corpo ou face do parceiro. Apesar de ser um gênero raro de ser encontrado, as pessoas adeptas da prática assumem sentir intenso prazer com o contato, visão ou o cheiro de fezes. A ingestão de fezes é conhecida como coprofagia.

Fio-terra:
Conhecido por alguns como "aterramento", é o ato da parceira(o), durante o sexo oral, introduzir um ou mais dedos no ânus do parceiro (homem), o que sugeriria a ideia de uma "ligação", daí o nome "fio-terra".

Ass licking:
Ato de passar a língua (ou mesmo introduzir) no ânus do parceiro(a).

Cinema pornográfico por país

Brasil

O cinema pornô vem crescendo principalmente após a boa recepção dos filmes protagonizados pelo ator Alexandre Frota e pela atriz Rita Cadillac. Antigamente eram muito comuns as pornochanchadas, que mostravam um sexo menos explícito e alguma história central.

Muitas estrelas consagradas já participaram de pornochanchadas para ganhar fama. Atualmente o pornô brasileiro vem crescendo devido a ação da produtora americana Evil Angel, de John Stagliano (Buttman), que iniciou fazendo produções americanas no Brasil e acabou lançando astros e estrelas brasileiras (Fábio Scorpion, Juliana Pires, Monica Mattos. No Brasil destacam-se as produtoras Brasileirinhas e Sexxxy.

Estados Unidos

Apesar de haver muito puritanismo por parte de algumas pessoas daquele país, os filmes pornográficos começaram ganhar destaque na década de 1970, quando foi instituída a classificação dos filmes por faixa etária, criando estrelas como Linda Lovelace (de Garganta Profunda).

Vários estúdios que se dedicam ao "entretenimento adulto" foram criados desde então, a grande maioria deles em Porno Valley nos arredores da cidade de Los Angeles (que é o maior centro de produção de filmes pornográficos do mundo).

Muitos atores e atrizes acabam se tornando famosos e acabam mudando de carreira depois de algum tempo. É de longe o país que mais movimenta dinheiro nesse ramo e onde se encontra uma das melhores estruturas de segurança para a saúde dos atores e atrizes. Os EUA atraem as melhores e mais atraentes atrizes pornô do mundo, que vão em busca de fama e altos salários, principalmente atrizes do Leste Europeu. Também é o país onde nasceu o tipo de pornô Gonzo.

Rússia

Considerado o país com as mais belas atrizes pornô do mundo, também é famoso pelas atrizes cobrarem barato e não terem pudor. A grande maioria da pornografia produzida nesse país é para exportação.

AIDS e os filmes

Com o surgimento da AIDS nos anos 80, um grande número de atores tornaram-se soropositivos, e como na época não era obrigatório o exame de HIV, a proliferação foi enorme, um grande número de mortes no meio aconteceu. Atualmente cada ator é obrigado a fazer no mínimo um exame de HIV por mês, sem isso eles não podem fazer filmes profissionais. Alguns países, como o Brasil, exigem o uso da camisinha nos filmes, mas há empresas que dizem que isso faz com que a venda de filmes caia. O cinema pornô estadunidense e europeu atingiu no início do século XXI índices de contaminação quase nulos, chegando a períodos de anos sem relatos de contaminação em filmes das grandes produtoras.

Salas de cinemas pornô

Existem muitas salas de cinema dedicadas aos filmes pornográficos, sendo comuns as salas dedicadas ao gênero pornô gay. Por vezes, os telespectadores tanto de filmes héteros quanto de filmes gays chegam a se masturbar ou até mesmo a praticar sexo dentro da sala de exibição.

Prêmios do cinema pornô

Estados Unidos

AVN (Adult Video News)
XRCO (X-Rated Critics Organization)
FOXE (Fans of X-rated Entertainment)
CAVR (Cyberspace Adult Video Reviews)
Rog Awards (Critics Choice)
Rog Awards (Fan Faves)

Europa

Venus Awards (Berlin) Renomeado para Eroticline Award
FICEB (Festival Internacional de Cine Erotico de Barcelona)
Hot D'or (França) extinto em 2001
Brussels Erotic Film Festival (Bruxelas).


Última edição por Anarca em Ter Maio 11, 2010 10:17 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Dom Maio 09, 2010 10:21 pm

Revistas pornográficas

Revistas pornográficas, também conhecidas como revistas para adultos ou revistas de sexo são revistas que contém conteúdo de natureza sexual, tipicamente tratado como pornografia.

Tais publicações fornecem fotografias ou outras ilustrações de nudez e atividades sexuais, incluindo sexo oral, sexo vaginal, sexo anal e outras várias formas de tais atividades. Com frequência, essas revistas contém fotografias de mulheres e/ou homens atraentes. Essa revistas servem primariamente para estimular pensamentos e emoções sexuais. Algumas revistas são bem gerais em sua variedade de ilustrações, enquanto outras podem ser mais específicas e se concentrar em atividades particulares, fetiches, ou partes da anatomia. Revistas para adultos são na maior parte voltadas para o público masculino, já que os homens representam a vasta maioria do mercado.

Principais publicações:

Playboy
Sexy
Private
G Magazine
Hustler
Penthouse


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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Ter Maio 11, 2010 10:15 pm

Pornografia infantil

A pornografia infantil é uma forma ilegal de pornografia que utiliza crianças pré-púberes, ou, num sentido mais amplo, de crianças e adolescentes menores de idade. O termo "infantil" é definido neste caso de acordo com as leis de cada país.

Em relação à sua abrangência, as Nações Unidas definem pornografia infantil como "qualquer representação, por quaisquer meios, de uma criança em atividades sexuais explícitas reais ou simuladas, ou qualquer representação das partes sexuais de uma criança para propósitos principalmente sexuais" (Protocolo Opcional à Convenção dos Direitos da Criança sobre o Tráfico de Crianças, a Prostituição Infantil e a Pornografia Infantil – Artigo 2º, "c").(2002)

A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (1990) determina que os países membros devem tomar medidas para impedir "a exploração do uso de crianças em espetáculos ou materiais pornográficos" (artigo 34, "c").

Relação entre pornografia infantil e abuso sexual infantil

O Grupo de Trabalho da Interpol para Crimes contra Menores relaciona diretamente a pornografia infantil com o abuso sexual infantil, caracterizando a pornografia infantil como "conseqüência da exploração ou abuso sexual cometido contra uma criança". Neste caso, a pornografia infantil é definida como "qualquer meio de retratar ou promover o abuso sexual de uma criança, incluindo meios impressos ou de áudio, centrados nos atos sexuais ou nos órgãos genitais das crianças".

Entretanto, a legislação da maioria dos países classifica a pornografia infantil de forma mais abrangente, incluindo também as imagens de relações sexuais legalmente não abusivas, como as relações sexuais consentidas com adolescentes acima da idade de consentimento ou com menores emancipados.

Aspectos sociais

A indústria da pornografia infantil

Com as novas tecnologias, a pornografia infantil se transformou numa indústria multibilionária e está entre os negócios que mais crescem na Internet. Através do uso de câmeras digitais e webcams, a produção de pornografia infantil se tornou mais fácil e barata, enquanto sua distribuição a um grande número de usuários foi facilitada pela Internet, inclusive pela possibilidade do uso de cartão de crédito para a compra do material.

Dados e estatísticas

Por ser uma atividade ilegal e dinâmica, as estatísticas sobre pornografia infantil podem divergir conforme a fonte e o ano de divulgação. Segundo estatística da Internet Filter Review publicada em 2003, há no mundo cerca de 100 mil websites mostrando pornografia infantil ilegal e gerando um negócio de 3 bilhões de dólares. Por outro lado, reportagem de 2006 da revista Information Week revela que a pornografia infantil, espalhada por cerca de 250 mil websites, gera um movimento anual de 20 bilhões de dólares que poderá subir para 30 bilhões em 5 anos.

Exposição à pornografia – Ainda de acordo com a Internet Filter Review, a idade média em que uma criança é exposta à pornografia em geral (inclusive adulta) é aos 11 anos de idade. Os números também revelam que cerca de 90% das crianças e adolescentes com acesso à Internet tiveram acesso à pornografia enquanto faziam seus deveres de casa.

Divisão por faixa etária – Segundo pesquisa do Centro Nacional dos EUA para Crianças Exploradas e Desaparecidas (NCMEC), de todas as apreensões de material pornográfico infantil efetuadas no ano de 2000 nos EUA, 19% se referia a crianças ou bebês de até 2 anos, 39% envolvia crianças de 3 até 5 anos, e 83 % envolvia a faixa etária dos 6 aos 12 anos.

Coligação de empresas contra a pornografia infantil

Nos Estados Unidos, desde 2006 uma coalização de empresas se formou para combater a pornografia infantil. A iniciativa, chamada The Financial Coalition Against Child Pornography, inclui administradoras de cartões de crédito, bancos e empresas virtuais, que trabalham em conjunto com as autoridades e o Centro Nacional para Crianças Exploradas e Desaparecidas. Numa operação em 2004, com ajuda da Visa, Mastercard e banco Morgan Stanley, uma rede de pornografia infantil da Bielorússia que faturava US$ 1 milhão por mês foi desbaratada e 1400 pessoas foram presas. A coalização foi formada depois que o Senador americano Richard Shelby, do Comitê de Bancos do Senado, apurou que parte do dinheiro obtido com a pornografia infantil terminava nas mãos de grupos ligados ao crime organizado, como a máfia russa.

Definições e terminologia

O que é infantil

Na língua portuguesa, a palavra "infantil" – assim como a palavra "criança" – possui dupla significação, podendo se referir apenas a crianças até a puberdade (crianças propriamente ditas) ou, alternativamente, a crianças num sentido mais amplo, englobando assim crianças e adolescentes abaixo da idade da maioridade.

Desta forma, a expressão "pornografia infantil" pode ser usada tanto no sentido estrito do termo, como no seu sentido mais amplo. A variação semântica "pornografia infanto-juvenil", de uso menos freqüente, refere-se coletivamente a crianças e adolescentes.

O que é pornografia

A definição exata de pornografia – e por extensão de pornografia infantil – é controversa, englobando geralmente filmes ou fotografias com cenas de sexo explícito e, ainda, dependendo do caso, algumas formas de nudez com conotação intencionalmente erótica[carece de fontes?]. Alguns autores, como a brasileira Eliane Robert Moraes, crítica literária e professora de Estética e Literatura na PUC-SP, estudam a distinção entre erotismo e pornografia. Para Eliane, o senso comum nos diz que "o erotismo só sugere, enquanto a pornografia mostra tudo".

Obras de arte, estátuas ou esculturas clássicas ou renascentistas, ou hinduístas, mostrando a nudez, quase sempre são excluídas da definição legal de pornografia, assim como pinturas, gravuras e peças publicitárias apresentando uma nudez não apelativa.

Desenhos de todo gênero, incluindo os quadrinhos japoneses conhecidos como mangás e os hentais (um tipo de mangá de conotação erótica), mesmo quando apresentam personagens que podem lembrar crianças e/ou adolescentes, geralmente não são considerados pornografia infantil e, tanto no Japão como na maioria dos países ocidentais – inclusive no Brasil – são vendidos em bancas de jornais. Muitas vezes, no entanto (como no caso do Brasil), os hentai têm sua venda proibida para menores de 18 anos.

Brasil

No Brasil, é crime "apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente" (Artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, descrito na Lei nº 8.069/90). Em novembro de 2003, a abrangência da lei aumentou, para incluir também a divulgação de links para endereços contendo pornografia infantil como crime de igual gravidade. O Ministério Público do país mantém parceria com a ONG SaferNet que recebe denuncias de crimes contra os Direitos Humanos na Internet e mantém o sítio SaferNet, que visa a denúncia anônima de casos suspeitos de pornografia infantil virtual.

No país, a simples posse de pornografia infantil é crime devido à alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente que ocorreu no ano de 2008. Entretanto, a posse involuntária pode ocorrer a partir do momento em que sem o conhecimento do usuário, por meio de vírus do tipo "cavalo de Tróia", que pode instalar arquivos indesejados em computadores alheios, material com pornografia acabe sendo baixado no computador. A simples navegação em páginas da internet contendo pornografia infantil já constitui crime pela atual legislação brasileira.

Divulgação e fornecimento de links ou endereços de páginas (URLs) a terceiros

A divulgação de qualquer meio de acesso a material pornográfico infantil, incluindo links (ligações) para imagens ou endereços de páginas com pornografia infantil, assim como o simples fornecimento desse meio de acesso a terceiros (pessoalmente ou por e-mail, por exemplo) constitui crime equivalente, com pena de reclusão de 2 a 6 anos (ECA, artigo 241, § 1º, III, segundo a nova redação dada pela Lei 10.764, de 12/11/2003).

Algumas comunidades do sítio de relacionamentos Orkut, alegadamente voltadas para o combate ao abuso sexual e à pornografia infantis na Internet, permitiam a postagem de links ou endereços de páginas a título de denúncia, constituindo também esta divulgação um crime. Alertadas, algumas delas passaram a coibir esta prática.

Meios e serviços de armazenamento

O oferecimento de meios e serviços para armazenamento de imagens de pornografia infantil também constitui crime (art. 241, § 1º, II), com pena de reclusão de 2 a 6 anos, e multa. Nesta categoria se enquadram provedores de Internet, serviços profissionais de armazenamento de arquivos, pessoas responsáveis por páginas virtuais, e os donos (gerentes) de comunidades virtuais, entre outros.

Produção artística

No Brasil, a produção artística de cenas de pornografia ou sexo explícito, envolvendo a participação de crianças ou adolescentes, contracenando entre si ou com adultos, seja para cinema, teatro, televisão ou atividade fotográfica, é considerada crime (art. 240 do ECA), implicando em reclusão de 2 a 6 anos, e multa. O crime é aplicado para quem produz, dirige ou contracena com a criança ou adolescente (art. 240, § 1º).
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qua Maio 12, 2010 11:07 pm

A Emancipação Feminina e a Revolução Sexual

Durante a Segunda Guerra Mundial, com a Europa práticamente rendida às forças alemãs, a Inglaterra teve que suportar um brutal esforço de guerra. A maior parte dos homens estava na frente de combate mas o país não podia parar. Assim as mulheres tomaram o lugar dos homens nas fábricas, nos estaleiros, a conduzir comboios ou a operar máquinas. A industria bélica estava mais activa que nunca e eram as mulheres que construiam os tanques, as armas e os aviões.

Com os homens fora eram elas que agora tomavam o lugar deles.

Depois da guerra nada voltou a ser como dantes. Se precisaram delas naquela altura de crise não era agora que as mulheres iam permitir que as relegassem de novo para segundo plano.

A verdadeira revolução feminina começou quando Katherine Mccormick e Margaret Sanger desafiaram e financiaram o cientista Gregory Pincus para que criasse uma pílula contra a gravidez que fosse fácil de usar, eficiente e barata.

O trabalho de Pincus deu frutos e em 1957 era aprovada a venda do Enovid-10, um contraceptivo oral vendido como um medicamento para complicações menstruais. Só a 18 de Novembro de 1960 seria abertamente aprovada a sua venda como método contraceptivo.

Com a pílula a mulher estava agora livre para viver em pleno a sua sexualidade sem o receio de engravidar. A generalização do uso do contraceptivo oral não foi fácil, perante a resistência da igreja e da sociedade machista, muitas mulheres foram obrigadas a tomá-lo à revelia dos próprios maridos.

Em 1967, apenas alguns meses antes do início dos protestos do Maio de 1968, era aprovada a venda da pílula em França.

A pílula foi a grande invenção que permitiu a libertação da mulher e conduziu à grande revolução sexual que levou ao Maio de 68 e ao "Verão do Amor".

Em 1969 a revolução sexual e a contestação à guerra do Vietname atingiam o seu auge com 3 dias de amor, paz e música, em Woodstock, uma pequena localidade rural do Estado de Nova Iorque.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qui Maio 13, 2010 9:38 pm

Actos Sexuais

O acto sexual ou relação sexual é a denominação geral dada à fase em que dois animais com reprodução sexuada, mais especificamente o ser humano, realizam a acção física de junção dos seus órgãos sexuais, originalmente para a transmissão do gameta masculino ao feminino. Contudo, nem sempre tem uma função reprodutiva.

A relação sexual humana pode ser dividida em preliminares, ocorrem antes do acto sexual e o acto sexual propriamente dito. As preliminares, diminuem a inibição e aumentam o conforto emocional dos parceiros e também podem levar à excitação sexual dos parceiros, resultando na ereção do pênis e na lubrificação natural e dilatação da vagina. O ato sexual permitir que se alcance uma satisfação sexual, preferencialmente mútua, ou o orgasmo, existindo uma ampla possibilidade da incompreensão da forma que o ato sexual se apresenta e seus objetivos são diversos e conflituosos.

O ato sexual propriamente dito pode ser compreendido como todas as formas de atividade sexual, como as variedades de sexo onde ocorre a penetração, como o sexo vaginal e o sexo anal, assim como todo tipo de sexo não-penetrativo.

A relação sexual tipicamente representa um poderoso papel no relacionamento humano, sendo em muitas sociedades normal aos pares terem atividades sexuais frequente, enquanto usam contraceptivos, como forma de compartilhar o prazer, reforçando e fortalecendo sua ligação emocional através do sexo. Seu objetivo primordial era a reprodução e continuidade da sobrevivência da espécie humana, é freqüentemente praticada por prazer e/ou como uma expressão de amor e intimidade emocional.

Outros termos

Coito - o acto sexual.

Coitado - há quem afirme que esta palavra teria sido um termo empregue no Brasil há séculos quando um indivíduo do sexo masculino era violentado sexualmente, em analogia a um coito praticado entre um homem e uma mulher. Alguns dicionaristas rejeitam esta afirmação, remetendo a origem da palavra ao latim "coita", que significa "mal, desgraça e aflição", que disso resulta".

Reprodução sexual

Coito é o método reprodutivo básico dos seres humanos. Durante a ejaculação, que geralmente acompanha o orgasmo masculino, uma série de contrações musculares injeta o sêmen que contem os gametas masculinos conhecidos como celular espermáticas ou espermatozóides do pênis para o interior da vagina. A rota subseqüente do esperma da cavidade da vagina é através do Fórnix para dentro do útero, e então até as trompas de falópio, ocorrendo a fecundação no seu último terço. Se o orgasmo da fêmea ocorrer durante ou após a ejaculação masculina, a correspondente redução temporária do tamanho do canal vaginal e as contrações do útero podem ajudar o esperma a alcançar as trompas de falópio, embora o orgasmo feminino não seja necessário para que ocorra a gravidez. Quando um oócito II da fêmea está presente nas trompas de falópio, o gameta masculino junta com o oócito II tendo por resultado a fertilização e a formação de um embrião. Quando um embrião alcança o útero, este implanta-se no revestimento interno do útero, conhecido como endométrio e uma gravidez começa.

Funções do sexo além da reprodução

Desenho do ato sexual de um homem e uma mulher.Os seres humanos, os bonobos e os golfinhos são as espécies que praticam o sexo não-reprodutivo, com a finalidade de se obter prazer. Os três têm atividades heterossexual mesmo quando a fêmea não está no cio, isto é, em um ponto de seu ciclo reprodutivo apropriado para o iniciar uma gravidez bem sucedido. (Estas três espécies, e outras, são sabidas também terem atividade com comportamentos homossexual.).

Tanto os seres humanos quanto bonobos têm fêmeas que passam pelo período de ovulação relativamente despercebidamente, devido à falta de sinais evidentes, de modo que os parceiros masculinos e fêmeas geralmente não sabem quando exatamente é período fértil. Uma razão possível para esta característica biológica distinta pode ser a formação de fortes ligações emocionais entre os parceiros sexuais, importantes para interações sociais e, no exemplo dos seres humanos, a parceria a longo prazo seria melhor que a reprodução sexual imediata.[5]

Os seres humanos, os bonobos e os golfinhos são todos animais sociais inteligentes, cujo o comportamento cooperativo prova ser em grande parte mais bem sucedido do que aquele de indivíduo solitários. Nestes animais, o uso do sexo evoluiu além da reprodução, aparentemente para servir a funções sociais adicionais. O sexo reforça ligações sociais íntimas entre os indivíduos para dar ordem a estruturas sociais maiores. A cooperação resultante incentiva as tarefas coletivas que promovem a sobrevivência de cada membro do grupo.

Alguns autores apresentam três potenciais vantagens da atividade sexual nos seres humanos, que não são mutuamente exclusivas: reprodutiva, relacional e recreativa.

Quando ocorreu o desenvolvimento da pílula e de outros fármacos de elevada eficácia na contracepção durante e após o século XX aumentou-se a capacidade da população de segregar estas três funções, embora elas ainda se sobreponham bastante e em padrões complexos. Por exemplo: um casal fértil pode manter relações utilizando métodos de contracepção para experimentar não somente o prazer sexual (recreacional), mas também meios de intimidade emocional (relacional), assim fazendo seu relacionamento mais estável e mais capaz de sustentar crianças no futuro (reprodutivo adiado). Este mesmo casal pode enfatizar aspectos diferentes do ato sexual em ocasiões diferentes, sendo alegres durante um episódio sexual (recreacional), experimentando a conexão emocional profunda em uma outra ocasião (relacional), e mais tarde, após terem interrompido a contracepção, procurando conseguir a gravidez (reprodutivo, ou reprodutivo e relacional mais prováveis).

Dificuldades do coito

Quando há uma estimulação eficaz do penis, determinadas formas de coito são muito menos eficazes do que a estimulação do clitóris, o centro do orgasmo da fêmea, porque é pequeno e exterior à vagina. Até 70 por cento (em 1974) das mulheres raramente ou nunca conseguem o orgasmo durante o coito sem estimulação direta e simultâneo do clitóris com os dedos ou o outro instrumento. A maioria das mulheres que requerem tal estimulação direta, ou ignoram ou negligenciam que este fato já é vistos como um dos sinais comuns da anorgasmia feminina.

Anorgasmia é a falta do orgasmo durante a estimulação de outra maneira prazerosa ou, em casos mais graves, em nenhuma circunstância. É muito mais comum nas mulheres do que homens. A situação pode ser relacionada a um desconforto ou uma aversão psicológica ao prazer sexual, ou a uma falta de conhecimento básico de que a mulher julga ser fisicamente satisfatório e o que iria, provavelmente, resultar no orgasmo. O sentido de vergonha, ou o sentimento que ela "deve" alcançar sempre o clímax podem complicar o problema, junto com sentimentos de vergonha da parte de seu parceiro, que pode acreditar que não a excita suficientemente. A masturbação é um método bem encorajador para que uma mulher explore seu corpo e descubra o que a faz se sentir bem. A ausência do parceiro pode remover o sentido de ansiedade do seu desempenho e permitir que a mulher relaxe e aprecie. Boa comunicação e paciência são essenciais em ajudar uma mulher anorgásmica a conseguir o orgasmo.

Alguns homens sofrem de disfunção erétil, pelo menos ocasionalmente. Para casos em que a disfunção erétil é causada por circunstâncias médicas, há drogas que podem ser prescritas por um médico como Sildenafila, Tadalafila, e Vardenafila, e que já estão disponíveis, entretanto, é importante advertir que o uso desnecessário dessas drogas pode causar problemas sérios como ataque cardíaco, cefaléia e rubor facial, devido a ocorrência de vasodilatação. Além disso, usar uma droga para neutralizar o sintoma - disfunção erétil - pode mascarar o problema sem o resolver, além de agravar o quadro clínico, causando complicações no tratamento.

A disfunção sexual mais comum nos homens é a ejaculação precoce.

O vaginismo é enrijecimento involuntário da musculatura do assoalho da pélvis , fazendo o coito ser agonizante, doloroso, e às vezes impossível.

Dispareunia é um termo médico que significa uma atividade sexual dolorosa ou incômoda, mas não especifica a causa.

Ética e legislação sexual

Ao contrário de algumas outras atividades sexuais, o coito vaginal raramente sofreu tabu na regiões religiosas ou por autoridades do governo, porque a procriação é de natureza essencial à continuação à espécie ou de toda a linha genética particular, que a confere um caráter positivo, e certamente, permitiu a maioria de sociedades de continuar a priorizá-la. Muitas das culturas que proibiram a atividade sexual inteiramente já não existem; uma exceção é os Shakers, um seita do cristianismo que tem quatro divisões na sua corrente. Há, entretanto, muitas comunidades dentro das culturas que proíbem seus membros de ter qualquer tipo de atividade sexual, especialmente membros de ordens religiosas e os sacerdotes da Igreja Católica Apostólica Romana e monges budistas. Dentro de algumas ideologias, o coito foi considerado a única atividade sexual "aceitável". As estritas relações que designam o que é "apropriado" e o que é "inapropriado" nas atividades sexuais esteve presente na cultura humana para centenas dos anos. Estes incluíram proibições de contra às posições específicas, mas mais frequentemente de encontro:

Coito entre os parceiros que não são casados (este é referido às vezes como fornicação)

Coito onde uma pessoa casada faz sexo com alguém que não seja o cônjuge (chamado adultério ou sexo extra-conjugal)

Coito entre parceiros que não são casados em troca de uma retribuição (chamada prostituição).

Coito entre parceiros do mesmo sexo (chamado homossexualidade)

Coito com um parente próximo (chamado incesto).

Coito com um criança (chamadas pedofilia).

Coito entre parceiros de espécies diferentes (chamadas bestialismo ou zoofilia).

As maiores controvérsias ocorrem em algumas sociedades onde há ou haviam tabus (sociais, religiosos e às vezes legais) contra as relações sexuais entre pessoas de origens étnicas, tribais ou de classes sociais diferentes (por exemplo, castas).

Algumas culturas e religiões, tais como o islamismo e o judaísmo, proíbem o coito durante o período da menstruação de uma mulher, pois seus textos sagrados o proíbem especificamente.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Sex Maio 14, 2010 9:53 pm

Preliminares

Na Relação sexual humana, preliminares são jogos de intimidades psicológicas e de actos corporais entre duas ou mais pessoas que promovem o aumento da excitação sexual entre os parceiros.

Entre os sexos, nas relações heterossexuais, há diferenças de comportamento no ato sexual, a mulher valoriza mais o afeto, o carinho, o tempo junto com o parceiro, assim sendo, as preliminares e em dar prazer ao parceiro, enquanto para o homem o foco principal é o próprio prazer, que está vinculado à confirmação de seu bom desempenho.

As preliminares, numa visão reducionista, ocorrem antes do ato sexual, ou de um outro ato, com o intuito de permitir que se alcance uma satisfação sexual mútua ou o orgasmo, supervalorizando a relação sexual em detrimento das preliminares, quando poderia ser genitalizada, se constituindo parte do ato sexual. Geralmente a duração das relações sexuais aumentam com um prolongamento das preliminares.

Função e efeitos

Psicologicamente, as preliminares diminuem a inibição e aumentam o conforto emocional dos parceiros.

Fisicamente, as preliminares estimulam o processo de ereção nos homens, permitindo que ocorra a penetração num canal. Nas mulheres, elas ajudam no processo que leva à ereção do clitoris e promove o relaxamento, a expansão e a lubrificação vaginal, permitindo que a penetração seja feita de forma confortável. Entre os homens e mulheres, as preliminares são consideradas as precursoras dos orgasmos, mas não necessariamente as precursoras da preparação para a penetração, pois pode preceder a uma atividade sexual sem penetração e que culmine num orgasmo.

As preliminares envolvem diversas formas:

Carícias e beijos
Estímulo principalmente das zonas erógenas.
Massagem para promover o relaxamento e a descontração corporal.
Jogos sensuais, como assuntos de conotação sensuais e danças.
Jogos sexuais, como striptease e fantasias com conteúdo erótico.
Masturbação, como forma de estímulo erótico.
Sexo oral, como forma de estímulo erótico, principalmente quando acompanhado de carícias a outras regiões do corpo.

Ausência ou preliminares inadequadas

A maioria das mulheres precisam de um período maior de estimulação para terem um orgasmo, não o tendo se desiludem com a objetividade sexual do homem. A ausência ou a realização de preliminares inadequadas pode ocasionar prejuízos para o desempenho sexual, podendo promover disfunção sexuais como vaginismo, dispareunia, ejaculação precoce e anorgasmia, por conseqüentemente gerar frustração e uma insatisfação com o ato sexual ou o parceiro.

Na cultura das sociedades ocidentais o sexo é geralmente praticado de forma mecânica, rotineira, sem emoção, tendo como objetivo único atingir o orgasmo, o mais rápido possível. Em 75% [2]casos o homem ejacula em menos de dois minutos depois de iniciar a penetração vaginal. Entretanto, a maioria das mulheres precisam de um período maior de estimulação para terem um orgasmo, não o tendo se desiludem com a objetividade sexual do homem.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Sab Maio 15, 2010 11:26 am

Sexo não penetrativo

O sexo não-penetrativo é uma atividade sexual sem penetração vaginal, anal e possivelmente oral, que se contrapõe à relação sexual. A idéia de sexo não-penetrativo é relativamente nova e geralmente pouco aceita.

Nela não há intenção da troca de fluidos corporais, sendo considerada uma prática de sexo seguro assim como de contracepção. Esta atividade sexual pode servir como uma preparação, uma preliminar, para a relação sexual propriamente dita.

Tipos de sexo não-penetrativo

. Estimulação da vagina ou ânus ou do pênis com a mão, despido ou vestido.
. Masturbação mútua, estimulação das genitálias concomitantemente em si mesmo ou no parceiro.
. Sexo virtual, estimulação mútua a distância, geralmente através do uso da internet ou de uma ligação telefônica.
. A fricção entre as genitálias.
. Tribadismo, fricção vulva-vulva.
. Estimulação da genitália masculina com os pés.
. Sexo intercoxa, também conhecido como o sexo interfemoral, onde um homem coloca seu pênis entre as coxas da parceira.
. Sumata (Literalmente: forquilha real), tipo de estimulação da genitália masculina populares nos bordéis japoneses.
.Espanhola, quando um homem fricciona seu pênis entre os seios de uma mulher.
. Sexo oral, estimulação com a boca da genitália do homem ou da mulher, embora algumas definições excluam o sexo oral como uma forma de sexo não-penetrativo devido ao risco na transmissão de doenças.

Varias atividades de BDSM não envolvem a penetração, porém não são geralmente considerados práticas de sexo não-penetrativo, principalmente porque envolvem alguns riscos especiais e porque não são substitutivos para a atividade sexual.

Riscos

Toda atividade sexual apresenta riscos, entretanto as não-penetrativas apresentam um menor risco, que as penetrativas.

No sexo oral há um risco elevado de se infectar com uma doença sexualmente transmissível do que com outras formas de sexo sem penetração, mas ainda assim, há menos possibilidade de infectar estas doenças através do sexo oral do que com atividade sexual com penetração. Uma forma de reduzir mais a começa de uma doença sexualmente transmissível é a utilização de barreiras como o preservativo. O risco da gravidez com sexo oral é somente possível através do contato entre um líquido que contenha esperma, tais como o sémen ou o fluido de Cowper e o órgão sexual feminino, contudo os órgãos sexuais, geralmente, não estão no contato intimo durante o sexo oral.

A atividade de interfemoral e a fricção entre as genitálias, embora dê forma notória se constituindo uma atividade não-penetrativo, podem acarretar em risco de gravidez com transferência dos líquidos que contenham esperma entre os órgãos sexuais.

No entanto, a maior preocupação que há em relação aos riscos que o sexo não-penetrativo podem causar não estariam diretamente relacionadas à prática, mas sim ao fato de que os parceiros podem não se conter durante as trocas de carícias e outros atos, vindo a perder o controle e praticarem o coito. Por isso, é recomendável que em toda e qualquer atividade sexual entre duas ou mais pessoas sempre se tenha por perto alguns preservativos.

Masturbação mútua

Masturbação mútua é um ato sexual onde duas ou mais pessoas se estimulam sexualmente um a outra, geralmente com as mãos.

A masturbação mútua ocorre em situações onde os participantes, por não se sentirem fisicamente capazes para praticarem um ato com penetração, ou por considerarem mais apropriado do que uma atividade sexual tradicional, ou ainda para evitar o rompimento do hímen ou impedir a gravidez, desejam manter o prazer sexual mútuo.

É, também, parte do repertoire "atividade sexual tradicional", onde pode ser usado como um interlúdio, .

A masturbação mútua pode ser praticada por pessoas de qualquer orientação sexual, o que não exclui os heterossexuais, sendo considerado por alguns como um ato de profunda intimidade entre os parceiros.

Masturbação Recíproca

Masturbação recíproca, ocorre quando a estimulação do órgão sexual é feita pelo parceiro. É bastante comum em relações entre homossexuais masculinos, em que um estimula o pénis do outro, proporcionando assim prazer.

Normalmente enquanto se estimula o pénis do parceiro, estimula-se também o nosso, já que o acto de estimular o parceiro causa prazer também a quém o faz. Consta que o órgasmo do indivíduo estimulado, é duas vezes maior, quando feito pelo parceiro.

Além disso, é também conciliável com outras práticas, como por exemplo a felação. No caso da homossexualidade masculina, por exemplo, o que faz a felação é simultaneamente masturbado por quém está a receber a felação. Também se pode passar com o sexo anal, sendo que quém penetra, também pode masturbar ao mesmo tempo o companheiro.

Prevenção de AIDS e outras DSTs

Se nenhum líquido corporal for trocado (como é comum), a masturbação mútua é uma forma eficiente de sexo seguro, e reduz extremamente o risco da transmissão de doenças sexuais. Como tal, ela foi incentivada entre homens gays por algumas organizações a favor do sexo seguro, para controlar a explosão da AIDS (SIDA) na década de 1980, como uma alternativa ao sexo anal ou sexo oral. Atualmente, também é reconhecida pelo Ministério da Saúde como um método eficaz para evitar a transmissão do HIV, em tese até mais segura do que o uso de preservativos nas relações sexuais porque, a princípio, supões-se que não haveria a possibilidade de um contato com os líquidos corporais.

Há vários programas de orientação em andamento na África onde voluntários promovem a divulgação da abstinência sexual e da masturbação mútua, com resultados bastante interessantes, existindo comprovadas pesquisas que apontam para uma diminuição significativa no número de infeções por AIDS em Uganda.

Todavia, é recomendável que na masturbação mútua, assim como em qualquer outra forma de sexo não-penetrativo, os parceiros tenham sempre à disposição exemplares de preservativos, considerando a fundada hipótese de não se conterem durante as trocas de carícias e as práticas de determinados atos. Sabe-se que a masturbação quando consumada pela mulher pode aumentar ainda mais o desejo sexual no decorrer da relação, funcionando como uma preliminar e induzindo ao coito, mesmo chegando ao orgasmo, diferentemente do que ocorre com o homem após a ejaculação.

Assim, considerando as aspectos sociológicos, educacionais e até mesmo biológicos, a distribuição de camisinha ainda é o principal método de prevenção que deve ser amplamente divulgado.

Posições na masturbação mútua

As técnicas do masturbação mútua assemelham-se as da masturbação simples, com a exceção que há outra pessoa envolvida, permitindo que um possa proporcionar prazer ao outro, seja com toques entre si ou apenas observando a outra pessoa estimulando a si mesma. No entanto, masturbar-se um ao outro pode tornar-se algo cansativo se o casal não estiver numa posição adequada.

Várias posições podem ser adotadas para tornar a masturbação a dois mais prazeirosa e que pode ser feita em pé, deitada ou sentada.

Na cama, o ideal é que os parceiros fiquem deitados lado a lado, ambos com os genitais bem próximos para facilitar que a mão de um possa chegar na genitália do outro.

Tem-se também uma outra possibilidade batante recomendada em que os parceiros posicionam-se deitados sobre os seus ombros olhando um para o outro. Ou então, com um parceiro atrás do outro, sendo mais fácil para a pessoa que está atrás estimular o(a) da frente.

De qualquer modo, o segredo de uma prazeirosa masturbação mútua está na reciprocidade entre os parceiros. É preciso haver bastante concentração e controle para que, no momento em que a pessoa esteja recebendo prazer, possa também continuar contribuindo com suas carícias sem causar desagradáveis interrupções.

Quando cada parceiro pratica em si mesmo a masturbação diante do outro, o que é bem mais fácil, a posição mais recomendável é que cada um fique bem confortável para poder observar e ser observado já que, neste caso, a excitação seria visual e não sensitiva.

A masturbação mútua pode ou não resultar em que em um ou mais dos parceiros alcance o orgasmo. Por isto, é preciso paciência e muita concentração na prática dos atos para que um parceiro não se esqueça de proporcionar prazer ao outro, o que pode incluir estímulos em outras partes do corpo através de carícias.

Também existe a preocupação de que alguns homens, após ejacularem, possam mostrar desinteresse pela continuidade do sexo, o que torna necessário um auto-controle na masturbação mútua.

Além disso, há recomendações para que os parceiros deixem as luzes acesas para poderem observar um ao outro, pois, segundo algumas pessoas, o segredo estaria na contemplação do orgasmo alheio.

Masturbação em grupo

Embora seja incomum existe a masturbação feita em grupo, que geralmente ocorre entre pessoas do mesmo sexo conhecida como Circle Jerk que é realizado coletivamente em uma reunião de homens.

Sem envolvimento amoroso, financeiro e sem penetração, alguns rapazes gostam de se reuniar apenas para se masturbarem. Originalmente, o Jerk tratava-se de uma competição entre garotos heterossexuais que sentavam-se num círculo, colocavam um biscoito ou um donnut bem no centro da roda e começavam a se masturbar. Então, o último a ejacular teria que comer o biscoito. Porém, hoje em dia, embora muitas vezes a masturbação em grupo esteja associada aos homossexuais, alguns psicólogos entendem que se trata de algo saudável entre adolescentes.

No entanto, a prática do Jerk ainda não é muito bem aceita no meio social já que muitas vezes pode contribuir para uma iniciação homossexual em que o adolescente pode ser induzido a masturbar outro rapaz ou deixar que manipulem seus órgãos.

Sabe-se que masturbação grupal pode envolver a participação pessoas do sexo oposto como ocorre na prática do bukkake classificada como sexo facial.

Pode-se considerar que a masturbação coletiva seria, em tese, uma prática mais segura do que o sexo grupal, no qual existe o risco dos preservativos não serem trocados antes da penetração de outros parceiros.

Cuidados com a lubrificação

Sem dúvida que a falta de umidade é um fator desestimulante. Assim, pode ser necessária uma lubrificação adicional.

O mais tradicional e seguro método de lubrificação é a saliva, cuja temperatura é adequada e está sempre disponível. No entanto, há também outras alternativas que podem ser utilizadas, como o óleo infantil ou a vaselina.

Todavia, tais meios artificiais de lubrificação, ainda que eficientes, podem afetar o prazer de algumas pessoas com o excesso de oleosidade.

Por sua vez, há substâncias que podem ajudar o homem na masturbação, mas não servem para as mulheres. Por exemplo, um homem pode colocar talco em seu pênis, mas isso não deve ser utilizado na genitália de sua parceira para não causar problemas de irritabilidade na vagina.

Friccionar

Friccionar (em inglês, Frottage em francês, Frotter) expressão com a mesma origem parafilia Frotteurismo, conhecido popularmente no Brasil como encoxar, é o ato de conseguir prazer sexual com um parceiro ou parceiros, despido ou vestido, sem penetração.

Pode ser usando quase todas as parte do corpo, incluindo as nádegas, os peitos, abdômen, coxas, pés, mãos, pernas e órgãos sexual.

O frotter pode incluir a fricção mútuo das genitalias e a maioria das outros formas de sexo não-penetrativo.

Há muitas razões que justifiquem um par escolher o frotter. As razões as mais comuns é como uma formula de preliminar, antes do ato sexual penetrativo. Ou então, como um método de conseguir a gratificação sexual sem o sexo oral ou sexo vaginal explícito.

Muitos jovens usam o frotter numa fase inicial da intimidade sexual, antes que um contato mais explícito seja desejado. Outros como um substituto ao ato sexual com penetração, como forma de manter um grau mais elevado de castidade antes do matrimônio.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Ter Maio 18, 2010 9:33 pm

Idade de consentimento

A idade de consentimento (do inglês “age of consent”) é a idade abaixo da qual se presume legalmente que houve violência na prática de atos sexuais, independentemente se a prática foi forçada ou não.

O sexo com indivíduos com idade inferior àquela de consentimento é considerado abuso sexual, e por isso é um crime.

A variante semântica “maioridade sexual” (do francês “majorité sexuelle”) indica a idade a partir da qual o indivíduo tem, juridicamente, autonomia completa sobre sua vida sexual, e não necessariamente coincide com a idade de consentimento.

A idade de consentimento não se confunde com a idade da maioridade penal, a idade da maioridade civil, a idade mínima para casar ou a emancipação de menores. Em algumas jurisdições, como acontecia em Portugal até 2007, a idade de consentimento pode ser diferente para atos heterossexuais e atos homossexuais.

Idade de consentimento para sexo heterossexual no mundo.No Brasil, até 2009 havia a chamada "presunção de violência" quando atos libidinosos eram praticados com quem não tinha 14 anos completos (o que configurava crime de estupro ou de atentado violento ao pudor). Atualmente, a idade de consentimento continua sendo de 14 anos, mas o crime para quem se envolve eroticamente com alguém abaixo desta idade passou a ser o estupro de vulnerável (art. 217-A, CP).

Casamento

Em algumas jurisdições, quando a idade mínima para casar é inferior à idade de consentimento, ela tem prevalência sobre esta última. Em outras, esta prevalência não existe. Em alguns países, principalmente nos muçulmanos, não existe qualquer idade de consentimento, porém legalmente o casamento é pré-condição para o sexo, sendo portanto ilegal qualquer forma de sexo fora do casamento.

Prostituição

Geralmente, a idade a partir da qual a pessoa pode se prostituir (quando isto é uma atividade legal) coincide com a idade da maioridade civil, e não com a idade de consentimento.

Idade de Consentimento nos Países de Língua Portuguesa

Brasil

No Brasil, a idade de consentimento para o sexo, em geral, é de 14 anos, conforme o novo artigo 217-A do Código Penal, modificado pela lei nº 12.015/2009, artigo 3º. O artigo 217-A do Código Penal define como “estupro de vulnerável” o ato de “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos, com pena de reclusão de 8 a 15 anos, independente se houve ou não violência real. Ou seja, se um adolescente menor de 14 anos praticar algum ato sexual, presume-se legalmente a violência sexual, ainda que o mesmo tenha realizado o ato sexual por livre e espontânea vontade.

No caso específico do sexo decorrente de "assédio sexual" praticado por superior hierárquico, mesmo se houver o consentimento, a idade mínima legal para o sexo será de 18 anos, conforme o novo § 2º do artigo 216-A do Código Penal, introduzido pela lei nº 12.015/2009. Neste caso, o crime de assédio se caracteriza pela existência de “constrangimento” para “obter vantagem ou favorecimento sexual”, praticado em virtude da “condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função” (art. 216-A). Possíveis exemplos incluem o assédio praticado na relação professor-aluno, médico-paciente, psicólogo-paciente, chefe-subordinado, etc.

Por fim, nos casos específicos de prostituição, exploração sexual e tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, a idade mínima também é de 18 anos, conforme artigos 218-B (favorecimento da prostituição); 218-B, I (cliente de prostituição); 227 (mediação para lascívia); 230, § 1º (rufianismo); 231, § 2º, I (tráfico internacional para exploração sexual); e 231-A, § 2º, I (tráfico interno para exploração sexual); todos do Código Penal; assim como artigo 244-A do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) (exploração da prostituição).

História

As leis brasileiras referentes à idade de consentimento mudaram de acordo com a evolução dos costumes. O Código Imperial, no seu artigo 219, acrescido do Aviso 512 de 1862, estabelecia a presunção de violência nos atos sexuais com menores de 17 anos. Mais tarde, o Código Penal de 1890, no seu artigo 272, baixou esta presunção de violência para os 16 anos. Finalmente, o Código Penal de 1940 (Decreto-lei nº 2848/1940), ainda em vigor, baixou a presunção de violência para os 14 anos.

A partir do século XXI, as seguintes mudanças foram verificadas:

Sedução de menores
Em 2005, o crime de sedução de menores (antigo artigo 217 do Código Penal), considerado ultrapassado, foi revogado pela lei nº 11.106/2005[9]. O crime se referia exclusivamente à perda da virgindade de adolescentes na faixa dos 14 aos 17 anos.

Extinção da punibilidade pelo casamento

A mesma lei 11.106 de 2005 revogou também dois antigos dispositivos (artigo 107 do C. Penal) pelos quais o acusado de qualquer crime sexual contra menores teria sua pena extinta caso se casasse com a vítima (inciso VII); ou caso, não tendo havido violência real nem grave ameaça no crime praticado, se a vítima se casasse com um terceiro e não requeresse o prosseguimento da ação penal contra o acusado no prazo de 60 dias após o casamento (inciso VIII).

Cabe destacar que, embora referida lei tenha revogado a previsão da extinção da punibilidade pelo casamento (VII), ainda é possível a extinção da punibilidade do estuprador que se casa com a vítima, porém, pela renúncia ao direito de representação no prazo decadencial de 6 meses, uma vez que o casamento com o estuprador configura prática de ato incompatível com a vontade de processá-lo, logo incindicir-se-ia no caso a denominada renúncia tácita, com a consequente extinção da punibilidade do autor do delito.

Conceito de presunção de violência: absoluta ou relativa?

Em 2009, a lei n° 12.015/2009 substituiu o conceito anterior de “presunção de violência” (também conhecido como “estupro presumido”) pelo novo conceito de “estupro de vulnerável”.

A violência presumida era até então prevista no artigo 224, “a”, do Código Penal de 1940, para os atos sexuais praticados abaixo da idade de 14 anos. A partir de 1940, com a evolução dos costumes ao longo das décadas seguintes, a jurisprudência (conjunto de decisões judiciais) e a doutrina (conjunto de idéias publicadas por juristas) dividiram-se em duas correntes de pensamento: presunção relativa ou presunção absoluta de violência.

Para os defensores da presunção absoluta, não havia exceções à regra, ou seja, todo ato sexual com menores de 14 anos era considerado violento, fosse ele enquadrado como estupro (art. 213) ou atentado violento ao pudor (art. 214). Por exemplo, num caso de 1996, o Supremo Tribunal Federal decidiu que menor de 14 anos é "incapaz de consentir" (o que se denomina innocentia consilii, ou seja, que há sua completa insciência em relação aos fatos sexuais), não importando se "aparenta idade superior em virtude de seu precoce desenvolvimento físico". Esta decisão, entretanto, não teve força de Súmula vinculante para outros casos (conforme Constituição, art. 103-A).

Já os defensores da presunção relativa analisavam as peculiaridades de cada caso, levando em conta diversos fatores como a compleição física da vítima, sua experiência sexual ou as circunstâncias específicas que levaram ao ato sexual. Neste sentido, algumas decisões judiciais reconheciam o consentimento para o sexo, em casos específicos, aos 13 anos ou aos 12 anos.

Esta controvérsia começou a ganhar força desde a aprovação do ECA em 1990, quando abriu-se divergência entre a idade de consentimento legalmente definida pela presunção de violência(art. 224 do CP) e a definição legal de criança, fase da vida segundo a qual, para uma parte dos juristas juristas, cessaria a incapacidade de discernimento sobre o sexo.

Não há ainda jurisprudência acumulada sobre o novo conceito de “estupro de vulnerável”. No entanto, o novo tipo penal já sofre críticas, como as do doutrinador Marcelo Bertasso que chama a pena do tipo penal de desproporcional por ser maior que a do estupro real de maiores de idade, ou mesmo de crimes contra a vida, como o homicídio simples e o roubo.

Corrupção de menores e consentimento dos pais

O antigo crime de corrupção de menores (artigo 218 do Código Penal) referia-se aos atos sexuais consentidos praticados com adolescentes de 14 a 17 anos, e era somente processado por iniciativa dos pais do menor (conforme o antigo artigo 225 do Código Penal). Desta forma, o legislador conferia à família o poder de julgar e decidir sobre a relação privada

Com a aprovação da lei 12015 de 2009, foi extinto o crime de corrupção de menores para esta faixa etária (14 a 17 anos), criando-se um novo crime com o mesmo nome, referente à faixa etária abaixo dos 14 anos.

A mesma lei substituiu a ação penal privada nos crimes sexuais contra menores de 18 anos pela ação pública incondicionada (novo artigo 225, § único); ou seja, a iniciativa da ação penal não mais depende da vontade dos pais do menor, sendo agora processada pelo Ministério Público.

Assim, os atos sexuais praticados com adolescentes de 12 ou 13 anos, cuja ação penal antes dependia da iniciativa dos pais, agora são processados diretamente pelo Estado, mesmo contra a vontade dos pais. E atos sexuais consentidos praticados com adolescentes de 14 a 17 anos, em geral, deixaram de ser crime, não sendo mais possível aos pais interpor ação penal. Nesta última faixa etária, o crime permanece apenas por exceção, nos casos de assédio praticado por superior hierárquico, prostituição, etc. (ver acima), sendo sempre processado por iniciativa do Estado.

Outros casos

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a simples hospedagem de criança ou adolescente em hotel ou motel sem acompanhamento ou autorização escrita dos pais é uma ação proibida por lei. (ECA - Art 82). O Estatuto da Criança e o Adolescente é que dispõe sobre os crimes contra a criança e adolescente no Brasil, sem prejuízo do disposto na legislação penal.

E "crime sexual contra vulnerável": Induzir alguém menor de 14 anos a satisfazer a lascívia de outra pessoa.

A lei brasileira não faz qualquer distinção entre casos heterossexuais e homossexuais.

Portugal

A idade de consentimento é de 14 anos de acordo com o Artigo 173.º do Código Penal.

Artigo 173.º
Actos sexuais com adolescentes
1 - Quem, sendo maior, praticar acto sexual de relevo com menor entre 14 e 16 anos, ou levar a que ele seja por este praticado com outrem, abusando da sua inexperiência, é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias.
2 - Se o acto sexual de relevo consistir em cópula, coito oral, coito anal ou introdução vaginal ou anal de partes do corpo ou objectos, o agente é punido com pena de prisão até três anos ou multa até 360 dias.

História

Os actos homossexuais foram legalizados pela primeira vez em Portugal em 1852 (durante o reinado de D. Maria II) e recriminalizados em 1912 (durante o Governo Provisório). Eles foram descriminalizados pela segunda vez em 1974 (após a Revolução), quando a idade de consentimento foi fixada em 16 anos tanto para atos homossexuais quanto heterossexuais. Em 1995, foi aprovado um novo Código Penal, baixando a idade de consentimento dos atos heterossexuais para 14 anos, mas mantendo os 16 anos para os atos homossexuais.

Até 15 de setembro de 2007 a idade de consentimento, em Portugal, era de 14 anos para atos heterossexuais e de 16 anos para atos homossexuais, como especificado no Código Penal Português, respectivamente nos artigos 174 e 175. O artigo 175 estabelecia que quem praticasse atos homossexuais de relevo (judicialmente esta expressão pode ser aplicada a um simples beijo, embora tal não fosse a norma) com indivíduos menores de 16 anos, ou incitasse outras pessoas a fazê-lo, estava sujeito à pena de até dois anos de prisão, ou multa. O artigo 174 aplicava-se em quem tivesse sexo oral, anal ou vaginal com indivíduos menores de 14 anos abusando da sua inexperiência, independentemente do sexo dos intervenientes. O facto de haver um tratamento diferenciado (um aplica-se a "actos de relevo" o "outro a sexo oral, anal ou vaginal", um aplica-se apenas "com abuso de inexperiência"), além da idade, sobre as duas situações levou a ser considerado inconstitucional em 2005.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qui Maio 20, 2010 10:52 pm

Orgasmo feminino

O orgasmo feminino refere-se ao ao prazer sexual intenso alcançado pelas mulheres através da relação sexual, masturbação ou outros meios de forma única ou múltipla. É sentido por intensas contrações rítmicas, principalmente na região vaginal, durando cerca de 0,8 s cada; com a sensação de prazer aumentando em intensidade a cada momento, até que se atinja o clímax, seguido do relaxamento. Cada mulher sente o orgasmo de forma distinta: algumas só conseguem através de estimulação clitoriana, penetração, preliminares longas/curtas e outras nunca conseguiram atingir o pico de prazer máximo na hora do sexo.

A ocorrência do prazer do orgasmo é proporcionada por uma descarga química de neurotransmissores tais como as catecolaminas (noradrenalina e adrenalina), a indoleamina e a serotonina. A dopamina e a serotonina estimulam a produção de endorfinas que estimulam o prazer.

Pode ser sentido no clítoris, na entrada da uretra, no colo do útero e no ânus ou de em todos ou alguns destes pontos ao mesmo tempo.

Algumas mulheres podem fingir o orgasmo para agradarem seus parceiros.

Fases do ciclo sexual feminino

O orgasmo feminino foi dividido na década de 60, por Masters e Johnson, em fases: desejo, excitação, orgasmo, orgasmos múltiplos.

Desejo

O desejo sexual é o que faz as mulheres buscarem o sexo, através da estimulação dos instintos, e assim sua vontade aumenta. O tato e o olfato são os principais motivadores para o aumento do desejo nas mulheres.

Excitação

Com a excitação, o corpo responde aos estímulos iniciados com o desejo sexual. A vagina produz um muco que facilita a lubrificação. O volume de sangue na região vaginal aumenta e existe miotonia, ou seja, ocorrem a contração involuntária de fibras musculares, o aumento de tamanho dos seios e a ereção e hipersensibilidade dos mamilos. Além disso, a excitação provoca hiperemia da face e aumento de frequência cardíaca e respiratória. O ânus, o reto, a bexiga e a uretra podem ter pequenas contrações. O clítoris aumenta de tamanho.

Orgasmo

É o momento máximo de prazer, onde toda tensão proveniente da estimulação anterior é atingida. Além de contrações rítmicas involuntárias da plataforma orgástica, o clítoris pode retrair-se, além de mudanças na coloração do genital e descontrole muscular corporal. Num momento seguinte a mulher pode ser estimulada e alcançar outros orgasmos, diferente do homem que precisa esperar alguns minutos. Em média um orgasmo feminino dura de 90 a 104 s. Nesta fase, algumas mulheres podem expelir um líquido, e este evento chama-se ejaculação feminina.[9]Algumas mulheres quando sentem o orgasmo podem soltar gritos e gemidos e após ele tendem a experimentar um sentimento de calmaria e relaxamento.

Clítoris

O clítoris é um órgão do aparelho sexual feminino que possui muitas terminações nervosas e elevada sensibilidade. A grande maioria das mulheres alcança o orgasmo com o a estimulação do clítoris, seja pelo sexo oral, masturbação ou com a utilização de dildos ou vibradores. Estruturalmente, o clítoris é diferente em cada mulher, podendo ser mais ou menos visível e proeminente.

Disfunções relacionadas ao orgasmo feminino

Anorgasmia

A anorgasmia é uma disfunção do orgasmo feminino caracterizada pela falta total do prazer proporcionado pelo orgasmo, popularmente conhecido como "gozo". Neste casos, pode ocorrer a excitação com todas suas características, mas a mulher não atinge o clímax. Este quadro atinge 30% das brasileiras. É classificada em primária (quando a mulher nunca conseguiu chegar a um orgasmo) e secundária (quando esta passa a não ter mais orgasmos durante os seu atos sexuais).

Vaginismo

É a contração involuntária dos músculos vaginais provocando dificuldades na penetração. É associada a transtornos psicológicos sofridos pelas mulheres em algum momento de suas vidas.

Síndrome de excitação sexual persistente

Nesta síndrome o problema é a falta de controle sobre a excitação e os orgasmos. A mulher passa a ficar excitada mesmo sem estimulação sexual. Alguns casos relatados atingem a marca de 200 orgasmos diários e podem chegar até 800.

Tabus e vida moderna

A dificuldade de atingir o orgasmo é um fato determinado pela história de repressão feminina. A maioria das sociedades configura o sexo como sendo algo pecaminoso, incluindo ai a masturbação, que na opinião de muitos especialistas faz com que a mulher desconheça seu corpo. Na época da Inquisição, mulheres que sentiam prazer eram consideradas bruxas e condenadas à morte.

Fora isto, temos as variações hormonais, menopausa, a tensão pré menstrual, stress da vida moderna, fobias tornam dificultoso a execução do acto sexual seguido de orgasmo.
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   Qui Jun 03, 2010 4:28 pm

Adicção sexual

Ninfomania (em mulheres) ou Satiríase (em homens) é o acto de espontaneamente apresentar um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Também pode ser chamada de Desejo Sexual Hiperativo (DSH).

Características

A pessoa acometida da doença preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. A ninfomania é considerada uma compulsão.

Pensa-se que uma mulher com ninfomania deseja ter atos sexuais interminantemente, mas a realidade não possui qualquer ligação com tal mito. Uma mulher considerada ninfomaníaca, PODE na realidade, não conseguir satisfazer seus desejos sexuais e por isso sente a necessidade de ter vários actos sexuais seguidos, para uma tentativa de gozo e/ou orgasmo. O ato sexual é seguido por culpa e em seguida novo impulso para outro ato, assim como nas compulsões alimentares.

É um dos sintomas de que são acometidas algumas mulheres que desenvolvem o transtorno de personalidade bipolar na fase maníaca, em contraposição à fase depressiva. Na fase maníaca, que envolve delírio de poder e euforia, a paciente pensa que tem um poder de sedução superior às outras mulheres e procura o sexo como mais uma fonte de alívio para seus dissabores, muitas vezes sexo de risco, sem nenhuma escolha de parceiro e via de regra sem o uso de preservativo. Ninfomania deriva das palavras gregas (nymphe) "moça, esposa" e (mania) "loucura".
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MensagemAssunto: Re: A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO   

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A HISTÓRIA DO SEXO - PASSADO, PRESENTE E FUTURO
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