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 PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA

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MensagemAssunto: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Dom Maio 02, 2010 9:23 pm

Pedro Passos Coelho nasceu em Coimbra, em 24 de Julho de 1964. Após uma infância angolana, estabeleceu-se em Vila Real onde se encontram as suas raízes familiares.

O Dirigente

O envolvimento político de Pedro Passos Coelho começou desde muito cedo, tendo aderido à Juventude Social Democrata com 13 anos. De 1986 a 1990 exerceu o cargo de Vice-Presidente da Comissão Política Nacional da JSD, tendo sido eleito Presidente da JSD para dois mandatos consecutivos, de 1990 a 1995.
Em 2005, voltou à política partidária, tendo sido eleito Vice-Presidente do PSD na Comissão Política Nacional encabeçada por Luís Marques Mendes, cargo de que se demitiu em 2006.

O Político

Em 1991 e 1995, Pedro Passos Coelho foi eleito deputado à Assembleia da República nas listas do Partido Social Democrata. Enquanto deputado desempenhou funções de Vice-Presidente e porta-voz da Direcção do Grupo Parlamentar do PSD (1996-1999), de membro da Assembleia Parlamentar da NATO (1991-1995) e de membro das Comissões Parlamentares de Educação, Defesa e Comissão Eventual para o Acompanhamento da Situação de Timor-Leste.
Em 1997, Pedro Passos Coelho encabeçou a candidatura do PSD à Câmara Municipal da Amadora, assumindo as suas responsabilidades de figura nacional do Partido num combate difícil. O resultado que obteve é ainda hoje o melhor de sempre do PSD neste concelho. De 1997 a 2001 exerceu o cargo de vereador sem pelouro na Amadora. Em 2005, Pedro Passos Coelho foi eleito Presidente da Assembleia Municipal de Vila Real, cargo que ainda exerce.
Em 2002, Pedro Passos Coelho fundou o Movimento Pensar Portugal, em conjunto com Paulo Teixeira Pinto, Vasco Rato, Teresa Leal Coelho, Miguel Freitas e Costa, Luís Coimbra e Carlos Blanco Morais.

O Gestor

Pedro Passos Coelho licenciou-se em Economia pela Universidade Lusíada de Lisboa. A partir de 2001 iniciou uma carreira de gestor, tendo exercido funções como consultor junto de várias empresas. Em 2004 ingressou no Grupo Fomentinvest, exercendo até hoje funções como administrador de empresas na Área do Ambiente.

Desde 2004, Pedro Passos Coelho lecciona igualmente Economia Aplicada no ISCE, em Lisboa.
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Dom Maio 02, 2010 9:25 pm

Passos Coelho ultrapassa Sócrates na corrida para primeiro-ministro

30.04.2010

Pela primeira vez em três anos, o PSD lidera nas intenções de voto, revela a sondagem da Marktest para o Diário Económico/TSF.

Trinta e cinco dias depois de ter vencido as eleições directas no PSD com um resultado "inequívoco", a liderança de Pedro Passos Coelho dá os seus frutos. Segundo o barómetro de Abril da Marktest para o Diário Económico e TSF, se as eleições legislativas fossem hoje o PSD venceria com 40% dos votos (mais nove pontos do que no mês passado, ainda com Ferreira Leite como líder), deixando o PS pela primeira vez desde Janeiro de 2007 em segundo lugar, a seis pontos de distância. Mesmo tendo em conta a margem de erro da sondagem (3,46%), a supremacia do PSD de Passos Coelho face ao PS de Sócrates não sai beliscada.

"A sondagem tem um lado conjuntural que prova que sempre que um líder é consagrado em congresso há um estado de graça. Por outro lado, prova que o PSD tem uma grande capacidade de crescer à sua direita à custa do CDS e o PS uma enorme incapacidade de crescer à sua esquerda", diz o sociólogo Pedro Adão e Silva.

Mas as boas notícias que este estudo de opinião dá ao recém-eleito líder do PSD não se ficam por aqui: aparentemente esvaziou o CDS, que passou de 10% em Março para apenas cinco em Abril (o que acaba por facilitar qualquer negociação para uma hipotética coligação em caso de eleições antecipadas), e até a ascendência do Bloco de Esquerda sai afectada, dado que o partido de Francisco Louçã cai três pontos percentuais ao contrário do PCP de Jerónimo de Sousa que sobe uns residuais 0,8 pontos. "Parte do voto de protesto nos partidos da extrema-esquerda está a encontrar abrigo no novo PSD e deixou de procurar um castigo pela negativa ao Partido Socialista" diz Rui Ramos.

O trabalho de campo da Marktest foi realizado ainda antes de Pedro Passos Coelho ter tomado a iniciativa de ligar a José Sócrates dando conta da disponibilidade do PSD para ajudar o Governo a combater a voragem dos mercados financeiros, um gesto que todos assumiram como benéfico para o novo líder da oposição.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Dom Maio 02, 2010 9:27 pm

Pedro Passos Coelho é o conto do vigário.

Agora é a vez de Pedro Passos Coelho. Antes foi a de Manuela Ferreira Leite, Luís Filipe Menezes, Marques Mendes, Santana Lopes, Durão Barroso, Marcelo Rebelo de Sousa, Fernando Nogueira, Cavaco, e outros tantos. Sempre o mesmo blá, blá, para enganar incautos.

E as pessoas continuam com as mesmas incapacidades fundamentais, sem sequer conhecerem a diferença entre forma e substância. O vendedor de banha de cobra Passos Coelho é, na verdade, um trauliteiro. Um reaça com frustrados a apoiá-lo, como essa figura pidesca, com tanto para contar, designada Ângelo Correia, o ministro da administração interna com "insurreição dos pregos", que pode e há-de exibir para sempre o assassínio brutal de dois trabalhadores às mãos da polícia de choque que comandou.

Ora estes trapaceiros, mais velhos ou mais novos, mais sérios ou mais corruptos, exibindo mais ou menos as setas do partido a que pertencem, mas que poderiam perfeitamente chefiar o gabinete de um qualquer pinochet, desde que a retribuição lhes agradasse, não têm qualquer solução para salvar o país.

Mas como experimentados vigaristas políticos acham que o verbo é tudo. E, de eleição para eleição, recauchutam o discurso, mudam os fatos e as gravatas, os penteados e os olhares, o tom de voz e os trejeitos, as designações e os ademanes, sem abandonarem, contudo, a política velha que tanto desastre causou já.

Sofistas, invertebrados, acham que as respectivas barrigas determinam Portugal e confundem os umbigos sujos com o interesse nacional. Por isso, enebriados, investem contra o monumento que ainda representa a revolução de Abril, a Constituição da República.

Passos Coelho pode ganhar todas as eleições. O que não conseguirá é disfarçar, para quem da História souber alguma coisa, a sua essência de plástico recauchutado. Vejo-o como um organismo composto de restos putrefactos: as pernas de Durão, o cérebro de Menezes, as mãos de Mendes, a incoerência de Nogueira e a impotência, a desadequação, da política que todos desenvolveram.

Votar nele é pois, a curto ou médio prazo, convocar um novo congresso do ppd, psd, da mesma coisa infecta que se vê. E adiar a real alternativa à criminosa política de direita.

(Pedro Namora)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Seg Maio 17, 2010 12:09 pm

Dupond & Dupont

O novo líder do PSD centrou a sua campanha nas últimas Eleições Directas do partido, na crítica à liderança de Manuela Ferreira Leite por a mesma ter apoiado o governo socialista na aprovação do PEC e por ter viabilizado o Orçamento de Estado de 2010.
Chegado à presidência do PSD, Pedro Passos Coelho tornou-se no principal aliado de José Sócrates, não só apoiando a execução do PEC, mas também apoiando uma subida de impostos que vai penalizar fortemente as famílias portuguesas.

O Partido Socialista governou o país ao longo de doze dos últimos 14 anos. Durante esses doze anos desbaratou os dinheiros públicos apostando em investimentos megalómanos e distribuindo subsídios como quem distribui prospectos. Assim, entende o novo líder do PSD que deve apoiar o PS na tentativa de recuperação económica de um país que chegou ao estado a que chegou por exclusiva responsabilidade dos socialistas.

Não sei se o presidente do PSD se entusiasma com as deslocações a S. Bento. Também não sei se esta aliança com José Sócrates tem por base qualquer estratégia política com vista à conquista do poder. O que sei é que o PSD não quer, nem precisa de um Sócrates versão laranja.

Ao pedido de desculpas que Pedro Passos Coelho apresentou ontem ao país por ser cúmplice no assalto ao bolso dos contribuintes, aprovado horas antes em Conselho de Ministros, pela parte que me toca respondo: NÃO DESCULPO.

Por esta altura estarão muitos militantes do PSD a recordar-se da velha expressão “Bem prega Frei Tomás…”. Depois admiram-se por as pessoas acreditarem cada vez menos nos políticos.

(João Cepa)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Ter Jul 13, 2010 4:58 pm

Passos arrasa Sócrates em entrevista a jornal espanhol

Um dia depois de se mostrar disposto a colaborar com José Sócrates para ajudar o país, Passos Coelho afirma, em entrevista ao "ABC", que o PM "perdeu credibilidade e capacidade política" e que, com ele, o PS não ganhará mais eleições.

"Creio que dificilmente com José Sócrates o PS voltará a ganhar a confiança dos portugueses", afirma pedro Passos Coelho numa entrevista hoje publicada no jornal espanhol "ABC", onde o líder social-democrata diz que o primeiro-ministro perdeu "credibilidade e capacidade política".

"O PS não tem para o país uma esperança de futuro (...) e as pessoas não conseguem identificar com o Governo uma bandeira reformadora importante", acusa o líder do PSD.

Passos Coelho diz ao jornal espanhol que "dá a impressão que o primeiro-ministro se desorientou com a crise económica e social" e, alerta, quando isso acontece, "perde-se a capacidade criativa e deixa-se de ter cumplicidade com o eleitorado".

"A decepção dos portugueses impulsionará um novo resultado eleitoral, desta vez do lado do PSD", conclui Passos Coelho, garantindo não desejar uma crise política em Portugal mas estar a "preparar o PSD para regressar ao poder".

Hoje, numa visita à Ovibeja, o presidente do PSD aproveitou para deixar claro que rejeita a formalização de qualquer Governo de Bloco Central e esclareceu que a sua disponibilidade para dar a mão ao Governo do PS destina-se, apenas, a "dar a mão ao país".

(Expresso)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Sex Jul 30, 2010 4:42 pm

Constituição: Pedro Passos Coelho desvaloriza críticos dentro do partido à proposta de revisão constitucional do PSD

21.07.2010

O presidente do PSD desvalorizou hoje as críticas dos social democratas ao anteprojecto de revisão constitucional do seu partido, defendendo que o país precisa de "um partido que não tenha medo de discutir aquilo que é importante para o futuro".

"Ouvi três ou quatro vozes manifestarem algumas reticências quanto a algumas das propostas que apareceram na comunicação social. As críticas são bem vindas", disse Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas antes da visita à fábrica da Vulcano em Cacia, Aveiro.

O líder dos social democratas adiantou ainda que ninguém está isento de críticas, realçando que "o importante é que essa discussão se faça sem ter receio de tocar em coisas que muitos consideram intocáveis".

(Lusa)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Sex Jul 30, 2010 4:46 pm

Pedro Passos Coelho defende portagens nas SCUTS

03.07.2010

Presidente laranja é contra a isenção porque o país não tem condições para suportar os custos de investimento.

O líder do Partido Social Democrata (PSD), Pedro Passos Coelho, esteve em Macedo de Cavaleiros, numa visita à Feira de S. Pedro, no passado dia 3 de Julho. A estadia do político em solo transmontano decorreu no dia em que assinalou cem dias desde que foi eleito para assumir a liderança laranja.

A presença de Pedro Passos Coelho serviu de alavanque para a projecção do certame. O responsável falou ainda da inclusão de portagens nas SCUTS e das medidas que devem ser implementadas.

Numa visita às instalações da Feira de S. Pedro, o líder do PSD salientou o trabalho de “sucesso” que a organização tem vindo a fazer, enaltecendo as “tradições” que os sociais-democratas têm em solo brigantino. “Vim dar um abraço de amizade e solidariedade a todas as pessoas de Macedo de Cavaleiros”, realçou Pedro Passos Coelho. O presidente do PSD foi convidado pela organização da Feira, com o objectivo de “chamar mais pessoas ao certame”, sublinhou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, António Cunha.

À margem da visita ao certame, o presidente social-democrata falou sobre as SCUTS e a introdução do pagamento de portagens, apontando que o assunto “tem vindo a arrastar-se desnecessariamente”. “Espero que o Governo apresente uma proposta simples, que possa trazer a justiça possível ao processo que já nasceu mal e há muito tempo”. Pedro Passos Coelho frisou que as SCUTS “devem ter custos para o utilizador”, dado que o País “não tem a possibilidade de as comportar”, embora afirme que a instalação de portagens “nunca cobrirão todos os custos de investimento”.

Neste sentido, o líder laranja espera uma “proposta simples e rápida” por parte do Governo para que se resolva o problema de pagamento. “É importante que as pessoas percebam e saibam quanto é que custa e que haja um critério universal que seja justo. O Governo já mostrou bom senso ao admitir a instalação de portagens em todas as SCUTS, agora deve-se largar a ideia de que há isenções e fazer uma discriminação positiva que, no fundo, significa ter preços subsidiados.”

Quanto ao balanço do trabalho desenvolvido desde que tomou posse, Pedro Passos Coelho salientou que o PSD “é visto, hoje, pela generalidade do País como um partido mais preparado para poder liderar uma alternativa de governo ao Partido Socialista”. “Hoje ninguém olha para o PSD vendo um partido que opta pela demagogia para chegar ao poder. Mesmo em tempos de dificuldades sabemos ajudar o País com medidas que não são populares para que possamos recuperar credibilidade externa e viver com mais justiça.”

(Público)
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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Sex Jul 30, 2010 4:51 pm

Candidato à liderança do PSD nacional - Os negócios de Pedro Passos Coelho

18.02.2010

A Sábado traz na sua última edição um extenso trabalho onde revela a actividade empresarial de Pedro Passos Coelho, candidato à liderança do PSP nacional.

No extenso artigo da revista que titula “Os interesses de Passos”, podemos ler que as empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos Coelho tem responsabilidades de gestão, tiveram como sócios (e num caso ainda têm) figuras envolvidas em escândalos financeiros: os construtores irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN, foram sócios em sociedades do universo Fomentinvest até Dezembro de 2009; e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção activa e branqueamento de capitais, ainda é sócio da sub-holding Tejo Ambiente.

Recorda a publicalção semanal que quando, em Novembro de 2003, Passos Coelho entrou para o grupo, liderado pelo histórico do PSD Ângelo Correia, Horácio Luís de Carvalho já era administrador e sócio da Tejo Ambiente, a sub-holding da Fomentinvest que controla as empresas de resíduos Ribtejo e HLC Tejo.

Ligações

Diz a propósito que, depois de ter vendido a HLC Tejo do grupo de Ângelo Correia, Horácio de Carvalho passou então a deter 20% da Tejo Ambiente através da sua empresa HLC EGP - Engenharia e Gestão de Projectos. Contudo, refere que, nos últimos anos, Horácio de Carvalho delegou a sua representação na administração da Tejo Ambiente no seu sócio Jorge Raposo de Magalhães. Recorda que o empresário está a ser julgado desde Outubro de 2009, no processo de adjudicação do aterro sanitário da Cova da Beira, que remonta à segunda metade dos anos 90, onnde é acusado de ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o “célebre” professor de José Sócrates na Universidade Independente, que trabalhou com Armando Vara no Ministério da Administração Intema. Refere que, segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora, a ASM, que prestava assessoria no concurso para o aterro. O valor do contrato em causa ascendia a 13 milhões de euros.

O concurso teve lugar quando José Sócrates ainda era secretário de Estado do Ambiente - e o actual primeiro-ministro chegou a ser investigado, mas no que lhe dizia respeito o processo foi arquivado em 2007. Lembra ainda que, em finais de 1997, Horácio de Carvalho tinha vencido 10 concursos para aterros como o da Cova da Beira num total de 37, escreveu o Público em 2009.

Contactado pela Sábado, Pedro Passos Coelho não quis pronunciar-se sobre estes casos nem sobre assuntos que digam respeito às empresas. Ângelo Correia diz que a Fomentinvest “nada tem a ver” com Horácio de Carvalho: “Não temos qualquer relação com ele, nem está nos órgãos sociais.”

Outros envolvidos

Os outros sócios da Fomentinvest envolvidos em escândalos são os empresários de Santa Maria da Feira António e Manuel Cavaco. São os donos da construtora Irmãos Cavaco, que detinha 1% da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), proprietária do Bancc Português de Negócios, e 1,5% da SLN Valor. Mais adianta que estão envolvidos no processo do BPN acusados de cumplicidade com Oliveira Costa numa burla qualificada para iludir a supervisão do Banco de Portugal. Estes construtores e outros cinco accionistas do grupo SLN/BPN terão comprado a SLN Imobiliária à SLN, através de uma empresa offshore, mas corn dinheiro do próprio BPN, simulando uma mudança de propriedade apenas formal. A empresa ficava assim fora da alçada do Banco de Portugal.

Ligações ao crédito

Na Fomentinvest, os irmãos Cavaco foram sócios da empresa de recolha de lixo Ecoambiente entre 2005 e 2009, onde detinham 30% do capital, e pertenciam a um agrupamento de empresas para recolha de lixos em Albufeira. A Fomentinvest comprou-lhes a participação em Dezembro passado quando os irmãos Cavaco manifestaram intenção de vender. A construtora ainda é parceira noutra empresa do grupo: detém 37% da SDEL (construção e exploração de mini-hídricas). “Nunca houve ligação ao BPN no financiamento dessa empresa”, diz Ângelo Correia.

Pedro Passos Coelho é o administrador do grupo Fomentinvest. Tem o pelouro financeiro, com uma boa parte das operações de crédito bancário do grupo e as relações com a banca a passarem por ele. De resto, diz a Sábado, os seus créditos como gestor especializado estão ligados aos resíduos.

Além disso, a publicação acentrua que o candidato a líder do PSD é presidente do conselho de administração da HLC Tejo e da Ribtejo - dois aterros de resíduos situados no Ecoparque da Chamusca.

Segundo a Sábado, a sede da Fomentinvest é no 10º andar da Torre 3 das Amoreiras, em Lisboa, onde Passos Coelho ocupa um gabinete espartano a três metros do de Ângelo Correia, com uma vista avassaladora sobre Lisboa. A Fomentinvest controla mais de 30 empresas com muitas relações com o Estado, distribuídas por três sectores: ambiente, energia e carbono.

Formado com 18 valores em Economia pela Universidade Lusíada (quando já tinha 38 anos), o social-democrata de 45 anos gere empresas que estão sujeitas a imprevistos como os da Chamusca.

Contra-ordenações

Recorda que em 2008, a Ribtejo foi alvo de uma contra-ordenação ambiental muito grave “por descarregar efluentes contaminados na ribeira de Lamas”, escreveu o jornal Público em Outubro de 2008. Realça que as análises notavam que a concentração de sulfitos era 34 vezes superior aos máximos legais e que os sulfuretos os ultrapassavam 27 vezes.

A IGAOT aplicou a Ribtejo uma coima de 60 mil euros por incumprimento das normas de qualidade das águas, decisão da qual a empresa recorreu para tribunal, por entender que a entidade fiscalizadora se tinha enganado na verificação de parâmetros.

As três empresas ambientais da Fomentinvest terão sido alvo de 12 processos por infracções nos útiltimos anos.
Sublinha ainda que, da mesma maneira que são fiscalizadas pelo Estado, muitas das empresas sob alçada do candidato a líder do PSD têm entidades estatais como clientes. A HLC Tejo, por exemplo, tinha o Estado como única cliente, pois geria o aterro de resíduos urbanos da Chamusca (uma concessão atribuída por 10 anos pela Associação de Municípios da Lezíria), mas as autarquias não renovaram o contrato com a Fomentinvest em Maio de 2009. Desde o ano passado, as autarquias tomaram conta da gestão do aterro, onde agora a Fomentinvest está a desenvolver um projecto de biogás através da CEBC - Produção de Energia.

Trabalhos com Câmaras

Uma grande parte da facturação de outra empresa do grupo, a Ecoambiente, também provém do Estado. Trata-se da segunda maior do País e trabalha para muitas câmaras municipais. Entre os grandes contratos com autarquias, conta-se a Câmara de Matosinhos (PS), onde a Ecoambiente criou uma empresa para recolha de lixo e limpeza de ruas, ao ganhar um concurso internacional de valor superior a 20 milhões de euros, em 10 anos.

Outro grande cliente da Ecoambiente é a Câmara de Albufeira (PSD), cuja prestação de serviços vale 27,8 milhões de euros entre 2005 e 2013 (era em sociedade com a Irmãos Cavaco). Também são clientes da Ecoambiente as câmaras do Seixal e Almada (CDU), as de Olhão, Loures, Marinha Grande, Azambuja e Montijo (PS), e da Maia, Valongo e Mafra (PSD).

Por outro lado, aponta a revista que, no concelho de Sintra, onde Ângelo Correia é o presidente da Assembleia Municipal e Fernando Seara preside à Câmara (PSD), a Ecoambiente mantém um contrato com uma empresa municipal para o aluguer de viaturas para recolha de lixos e limpeza de ruas que ultrapassa os 2,5 milhões de euros por ano. Isto apesar da revista recordar que o estatuto dos eleitos locais dizer que os autarcas não podem celebrar contratos com as câmaras por onde foram eleitos.

Ligações ao Estado

Ângelo Correia explica à Sábado que o contrato é anterior à sua ida para a Assembleia Municipal e afirma que se demitiu, nesse momento, de presidente da Ecoambiente.

Outra empresa que pertence à Fomentinvest Ambiente é a ISBS, uma consultora adquirida em 2008 à Société Générale de Surveillance (SGS), que dá aconselhamento em “projectos inovadores para submeter ao QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional – de fundos comunitários]”, segundo o relatótrio e contas do grupo. No portfólio de clientes publicado na página da empresa na Internet constam 18 entidades estatais, entre as quais câmaras, portos, institutos e empresas estatais, como CP e Metro de Lisboa, ou ligadas ao Estado como a EDP.

Mas há mais sociedades do grupo Fomentinvest que têm relações directas com ministérios. É o caso da Ecoprogresso, que faz consultoria e opera no mercado de compra e venda de licenças de emissões de carbono. Segundo o relatório e contas da Fomentinvest, a Ecoprogresso colabora com o Ministério do Ambiente (o mesmo que fiscaliza as empresas de resíduos do grupo) e com a Agência Portuguesa do Ambiente.

No caso das mini-hídricas da SDEL (subsidiária da Fomentinvest Energia SGPS) em Cabeda, Parada de Pinhão; Armamar, Tabuaço e Fafe, o arranque dos projectos está pendente de decisões de entidades da administração pública e das autarquias. A Fomentinvest também ganhou concursos do Ministério da Economia para a construção e exploração de centrais de biomassa em Portalegre, na Covilhã e na Sertã (embora tenha participado em mais), mas os projectos estão parados.

Reorganização perdida

Um dos concursos mais importantes em que a Fomentinvest esteve envolvida foi a reorganização da Galp, cujo modelo caiu quando o Govemo socialista de José Sócrates tomou posse. O grupo gerido por Ângelo Correia concorria em consórcio com os norte-americanos do grupo Carlyle para entrar na petrolífera.

Numa entrevista à Sábado, em 2008, como candidato à liderança do PSD, Passos Coelho não reconhecia a existência de um conflito de interesses entre os seus cargos como administrador e apresidência do maior partido da oposição. “Não tenciono deixar a minha vida profissional para me dedicar a 100% à política, a não ser que haja uma incompatibilidade prática evidente: se vier a ser primeiro-ministro. (...) Mas se puder trabalhar enquanto for presidente do PSD, procurarei conciliar as questões.” E acrescentou: “Quando as pessoas estão na política, não podem estar desligadas da sociedade. Caso contrário, só os reformados, desempregados ou funcionários públicos poderiam estar na política (...). Se me aperceber de que não é possível [conciliar], farei a a opção que se impõe.

Em 23 de Janeiro deste ano, numa entrevista ao Expresso, a sua posição evoluiu: "Há dois anos fui mal interpretado e agora não quero deixar dúvidas: se for eleito presidente do PSD, profissionalmente não vou deixar de ter as responsabilidades que tenho; mas não poderei exercer funções executivas na empresa e não poderei ficar na administração, é evidente.”

Esta semana, em declarações à Sábado, Passos Coelho esclarece melhor as suas palavras: “Faço parte da empresa; não faz sentido agora despedir-me. Mas suspenderei as minhas funções na Fomentinvest, o mais natural é que me demita da administração, mas não vou rescindir o contrato.”

Horário Roque é membro do conselho estratégico da Fomentinvest e um dos principais accionistas. O banqueiro tem uma posição cautelosa: “Penso que pode ser um pouco desconfortável para ele. A empresa vive bem com isso, mas nunca é muito bom misturar política com negócios. Não consideramos aconselhável.”

Em Janeiro deste ano, com Ângelo Correia ao lado, José Sócrates e o ministro da Economia, Vieira da Silva, participaram na inauguração. O primeiro-ministro disse que era “necessária uma concertação entre o Estado e o sector empresarial” para Portugal depender menos do petróleo e elogiou a Fomentinvest: “Isto é que é um trabalho bem feito!”

Ângelo Correia também participou em comitivas empresariais que acompanharam o primeiro-ministro ao estrangeiro.

(Jornal da Madeira)

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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Ter Ago 17, 2010 1:54 pm

Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses.

16.08.2010

Mais uma Vez. Terá razão?
Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.

Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.

Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?

Afinal, em que é que esse monte de podridão é melhor que o Sócrates? Não apoiam ambos a corrupção e o roubo de modo idêntico? Pior ainda, quer tirar mais do que o Sócrates já tira aos que menos têm para dar aos que menos precisam e criar classes naquilo a que alcunha de democracia.

Só um canalha pode falar como esse animal podre de cinismo. Porquê? Porque, pela sua estupidez, os portugueses não conhecem nem entendem por terem sido embrutecidos pela corja de jornaleiros desinformadores que lhes encobriram sistematicamente o que se passa pela Europa nas circunstâncias que lhes interessam e filtram o restante para proteger a máfia política. Só nos falam de outras estrumeiras, como a Espanha e o Brasil. O povo de carneiros tudo suporta, podem calcá-lo com o calcanhar que nem bule; desabafa à socapa e jamais se revolta. Cada povo tem o governo que merece e votando nestes ou noutros iguais é isso mesmo que se está a querer.

Como interpretar a sua receita para matar a Seg. Soc. e os Serviços de Saúde universais, se o cínico jamais se atreveu em tocar no modo democrático como países avançados solucionaram o seu financiamento, limitando-se a vociferar imposturas irreais? Tudo isto passa devido à ignorância geral, e ele bem o sabe, que dela se aproveita.

Como interpretar todas estas ideias que só podem aprofundar o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, sendo já Portugal o país europeu onde essa diferença é maior? Alguém ouviu o vigarista que finge preocupar-se tanto com os mais pobres, fazer alguma proposta para um nivelamento social comparável ao dos países europeus? Se não, que feche a comua.

Vem agora o impostor com mais discursos dirigidos a idiotas – que não faltam – roncar que a crise não passa por causa do governo. Que o governo tem feito erros monumentais não é novidade, mas assimilá-los à crise é um abuso de falsário para quem quer que tenha memória e capacidade para pensar pela sua própria cabeça. Não foi o Cavaco quem destruiu as fontes de riqueza nacionais e cujos membros do governo e do partido, familiares e amigos, roubaram e esbanjaram os fundos de coesão europeus que deveriam ter preparado o país para o futuro? Futuro que chegou com país desadaptado e improdutivo, os gestores ignorantes e incapazes. O que foi feito da frota de pesca abatida, da indústria inepta para a concorrência e que desapareceu (um operário português, mesmo ganhando tão pouco, está a ganhar mais do que o que produz)? Que é da agricultura que nos outros países se desenvolveu e cresceu com as ajudas da UE? Quem foi o autor destas desgraças?

É evidente que quando o Coelho diz que a crise não passa por causa do governo, só pode estar a contar com a credulidade pacóvia de quem o ouve e a usar métodos de marketing para virar a opinião geral de que qualquer outro governo não teria feito melhor (neste caso). Toda a gente deveria estudar um pouco de marketing a fim de poder compreender as artimanhas dos publicitários. Em países avançados e democráticos a protecção contra a publicidade abusadora é ensinada nas escolas para as crianças aprendam a defender-se, mas em Portugal nem pensar, poderia fazer diminuir os lucros abusivos dos exploradores do povo. O povo que compre lixo que para nada serve senão para enriquecer os grandes grupos dirigidos por políticos e militantes dos partidos mais votados. É extremamente fácil enganar um povo assim tão profundamente embrutecido e que não foi ensinado a discernir estas armadilhas.

Os problemas da justiça, que ele mencionou tentando cinicamente virar o bico ao prego, são um bom sinal, pois que só reconhecendo os erros se pode emendar o que está mal, e eles estão a vir à superfície. Continuará a haver muito sofisma, mas a semente está lançada e o PGR, bom ou mau, tem prestado uma indubitável e valiosa ajuda a uma polémica útil. A podridão só pode estar dentro da própria justiça e não fora, ou a lógica é uma batata. Se acaso ela se deixa manipular é porque condescende por conveniência. Nas décadas de 1970 e 80 foi de modo idêntico que em França se começaram a responsabilizar os médicos. Aqui, também, estamos com 30 anos de atraso sobre um país que não é muito avançado; lá estão os mais de 50 anos de atraso citados pelo Eurostat. O vigarista pretende desculpar a sua seita, como se o mal da justiça pudesse ter nascido durante o tempo de um só governo; tal como o atraso planeado do país, da crise ou da falta de médicos. Os juízes e os magistrados são tão ineptos, podres e corruptos quanto os gestores, os médicos, os políticos e o povo que em geral os admite como são, mas que o pagam com a própria carne. O mal está nos pais e na geração. Não foram todos criados juntos? São também uns calões, pois que não resolvem mais que metade dos processos que a média dos seus colegas europeus (Eurostat).

Como não sofrerão os verdadeiros adeptos do PPD/PSD ao verem a direcção que este nojento e acólitos neoliberais deram ao partido? Como eles destruíram o partido. Como eles se serviram do seu nome para o remodelarem e reviraram no sentido oposto. Os malditos assassinaram o partido.

A democracia directa poderia pôr uma rédea neste e noutros animais da mesma espécia.

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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Sex Ago 27, 2010 1:47 pm

Pedro Coelho Continua a Chamar-nos Estúpidos

27.8.10

Se ele insiste, provavelmente somos de verdade, pois que aceitando as patranhas que nos enfia e a falsidade que revela temos mesmo que ser. Doutro modo, como explicar aceitarmos que sejam os mais pobres a pagar a crise?

Os mais pobres que paguem! O cobarde não o diz abertamente, mas as raras soluções que aponta não podem ter outro desfeixe. É a ideia de base a concluir do que ele fala quando menciona que o governo deve reduzir as despesas jamais menciona reduções nos vencimentos e todos os outros ganhos dos políticos, nas benesses, pagamentos de viagens, ajudas de custos (ex.: casos do ministro das finanças e da pega deputada que diz que vive em França), dos automóveis novos (este ano foram mais de M€ 75) para governantes e pessoal dos seus gabinetes, as mobílias renovadas a cada mudança de governo, acabar com as múltiplas instituições parasitárias e outros antros de roubo dos partidos, nem os ordenados monstruosos dos dirigentes de departamentos do estado.

Quantas centenas de milhões ou biliões não se economizariam se isto fosse posto em prática? Até hoje, nenhum imundo corrupto, político ou jornaleiro tocou neste importante assunto ou tentou apresentar cálculos sobre estas despesas (roubos) que tentam esconder.

Já se ouviu o Coelho fazer esta proposta ou outra similar? Afinal, ele não acordou e votou também com os outros oportunistas que apoiaram em uníssono (com uma única excepção) a tal lei dr financia,emto dos partidos para aumentar as suas fortunas, mas que felizmente o Cavaco vetou?

A enorme disparidade entre mais ricos e mais pobres, o fosso que os separa, de longe o maior na União Europeia, tem sido objecto da maioria dos e-mails de tema político que circulam pela Internet, o que revela a grande preocupação dos portugueses a esse respeito. Um deles, para ser curto, menciona

... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos.

Já alguém ouviu o Coelho fazer a mínima referência a esta disparidade, uma enorme desgraça anti-democrática? O Sócrates, idem. Qual é a diferença entre estes dois neoliberais? Um mente com mezinhas em lugar de financiar a Seg. Social e a Saúde; o outro quer destruí-las por completo e cavar o tal fosso ainda mais profundamente. Entre o mau e o pior é só escolher.

Ninguém reclama com voz suficientemente forte e convicta. Estar-se-á à espera que os ladrões matem a sua galinha dos ovos de ouro? Que desgraçada mentalidade.

Precisamos de propostas efectivas e adequadas, não de criticas babosas dirigidas a desmiolados. Não pode ser esta a intenção honesta do Coelho, pois que se fosse não teria desperdiçado a ocasião de falar na justa baixa dos ganhos dos políticos e cargos oficiais e despesas correlacionadas. Fala apenas no ar, sem a necessária precisão. Nunca apresenta propostas honestas, adequadas, concretas e reais.

Já alguém o ouviu ter a mais genial ideia concreta que existe para diminuir o desemprego daqueles que trabalham? Ela é bem simples, basta seguir o que se passa em qualquer país com um mínimo de democracia. Pelo que se constata, em Portugal nem esse mínimo há. Correr com toda a canalha de parasitas partidários que assalta os lugares de administração do estado como se do espólio duma batalha ao estilo do Grande Khan se tratasse, a cada vez que o governo mude de partido e lá permanece até que outro partido tome posse dos tachos e mude as moscas. Fazer ocupar todos esses lugares por gente competente, por concurso público. Competente? Isto não condiz com político corrupto e inepto, pelo que poucos desses parasitas conseguiriam um lugar por concurso.

Os políticos só devem ocupar os lugares dos gabinetes ministeriais, ponto final. Porque é que é assim em todo o mundo e em Portugal os corruptos roubam os empregos à população? Porquê?

Já alguém ouviu o Coelho fazer esta proposta para diminuir o desemprego?

Sendo o estado o maior empregador a nível nacional, de certo que o emprego diminuiria sensivelmente para os trabalhadores e que a administração, dirigida por gente competente seria muito mais eficiente.

As suas críticas são despropositadas, mas mesmo que não o fossem não levam a lado nenhum. O que precisamos é de propostas sensatas, de soluções comprovadas que conduzam ao que os outros países alcançaram. Porém, o vigarista só ladra aos porcos.

Afinal, do Pedro Coelho, o mínimo, ou o melhor que se possa dizer é que não é melhor que os outros corruptos, que defende a corrupção e o abuso, que é um tachista igual. Enfim, um vigarista e aldrabão, um mentiroso e autêntica moeda falsa. O comum dessa gentalha a quem os pacóvios portugueses continuam a permitir que os roubem, aprovando as suas estratégicas lavagens cerebrais e marketing político selvagem dirigido a mentecaptos. Mentecaptos, por não terem nem a capacidade elementar de distinguir entre o útil e o falso, entre a realidade e a mentira, entre o conveniente e o que produzirá desgraça.

Em lugar de propostas bem formadas, o miserável vigarista de meia tigela pica as mentalidades atrasadas com o fantasma do aumento dos impostos, para assustar todos. Muito mais efectivo, fácil e que não compromete os roubos, ganhos ilícitos, impunidade e tantos outros tachos e privilégios injustificáveis de que o partido pretende sacar proveito quando estiver no governo (a sua galinha dos ovos de ouro), que lá chegará com estas ideias e desgraçará ainda mais este povo devido à sua imbecilidade, credulidade e imaturidade política e democrática. Mais um grande passo para trás. Pedro Passos Coelho, o homem dos passos para trás que volta para a toca.

Menos 5% e apenas sobre os ordenados dos parasitas – aventurou o infame aldrabão.

Vejam-se os seguintes artigos recentes e tire-se a conclusão sobre as suas mentiras e falsidades, sobre a podridão que ele esconde sob a sua máscara. Esclarecimentos sobre alguns temas bastante elucidativos que nos têm sido maliciosamente escondidos, como quanto tempo têm durado as constituições em países democráticos ou como os países europeus resolveram o problema do deficit da saúde, alguns há já quase vinte cinco anos, mas ninguém cá o sabe e por isso os políticos se aproveitam em nada fazer ou apresentam ideias escandalosas como o Pedro Coelho ou o Cagão Feliz fazem há muito e agora mentem negando descaradamente o que têm afirmado e apregoado em entrevistas.

Atraso Planeado

Grande Pata em Pequena Poça

A Desgraça do PSD

Sem Alternativa

Discurso Vazio dum Sonso Vigarista

Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos

Redução do Deficit Método Neoliberal

Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses. Mais uma Vez. Terá razão?

Já alguém ouviu o energúmeno falsário apresentar soluções ou propostas concretas no interesse nacional? A única foi a da tal redução dos 5% a gozar os que estão a pagar a crise provocada pelos governos do Cavaco. Críticas desonestas e interesseiras apenas para os seus autores e sem propostas com soluções de interesse nacional, que as guarde dentro da comua.

Se os dados apresentados pelo Sócrates sobre a evolução da conjuntura económica são pura fantasia de aldrabão, a resposta do Coelho e a sua falta de respostas só podem demonstrar a sua irresponsabilidade e má fé. Sobretudo quando as suas críticas não são dirigidas aos autênticos crimes que o primeiro cometeu contra a sociedade. Porquê? Porque os planos do segundo são ainda mais destruidores. Não há escolha.

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MensagemAssunto: Re: PEDRO PASSOS COELHO - O GESTOR DA MODA   Sab Set 25, 2010 3:30 pm

PPC: OUTRO LÍDER MORTO

Passos Coelho está a ser assado pelo Governo. Na praça pública o verde líder está no ponto, a tostar lindamente, sob a dramatização manhosa da Crise pelo PS.
No meio, há um País sodomizado como poucos países africanos ou da América Latina são literalmente sodomizados pelas suas "elites" depravadas, ávidas, imorais.
Sócrates e Coelho. Dois líderes. O mesmo mal que se complementa, mas não se alterna.
Um é politicamente ignóbil, humanamente rasca, mentalmente psicótico, egocêntrico, tirano: porque o é e todos consentem nisso sem se borrarem de vergonha.
O outro é simplesmente ingénuo: decente, até nobre na linguagem política, pactuou de boa fé com o Mal, o puro Mal, sede de todos os vícios, residência de todas as gulas, o mau carácter de quem muitos não gostam de falar para se remeterem às ideias e assim julgar fugir de processos de intenção, quando um carácter desmesurado e maligno está completamente em causa.
Coelho julgava levar a melhor de uma aliança maliciosa com um malicioso. Mais um líder a prazo no PSD.
Este PS está habituado a encenações torpes. Faz-se de tudo, desde que as suas clientelas se conservem acima do interesse geral e a salvo da imagem negativa formulada a partir do exterior.
Trinta e cinco anos depois, o vício é descomunal: clientelas vastas, parasitárias, incapazes de compaixão para com a gente comum comprimida de dificuldades.
Incapazes sequer de perceber que País é este que estrangulam de austera tristeza por amor do seu estômago. O País do PS é um mundo à parte. Feliz. Comensal. Bojudo: nada falta aos seus. Os seus medram. Os seus vicejam. Os seus estão a salvo, menos Carrilho. Menos Henrique Neto. Menos certos socialistas decentes incapazes de se deixar licitar, depois espezinhados e menoscabados por causa da sua independência.
Não importa se o PS governa bem ou mal. Importa destruir os líderes da oposição e durar. Abatê-los um após outro, com todas as armas do teatro vil. Com todos os recursos da comunicação mentirosa. Com todas as armadilhas da retórica.

Publicada por joshua
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