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 DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL

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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Maio 19, 2010 5:55 pm

Ferraz da Costa culpa principais dirigentes do país pela crise

19.05.2010

O presidente do Fórum para a Competitividade atribuiu hoje a actual situação de crise que o país atravessa à inércia do Governo, do Banco de Portugal e do Presidente da República.

Há um conjunto de responsáveis, e eu citaria o primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, e o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva”, declarou aos jornalistas Pedro Ferraz da Costa.

À margem do encontro de empresários que está a decorrer na sede da Associação Industrial Portuguesa (AIP), em Lisboa, Ferraz da Costa afirmou que a situação era conhecida “há mais de um ano pelas personalidades citadas e que estes alguma vez terão que tomar qualquer decisão que possa dar alguma tranquilidade aos agentes económicos”.

Segundo Ferraz da Costa, a responsabilidade é também dos deputados, “especialmente ignorantes nestas matérias”.

“Há aqui uma noção de urgência que a classe política não tem. É evidente que os deputados são com certeza uma má representação da generalidade do país e são um grupo muito particular e especialmente ignorante nestas matérias”, lamentou.

No fundo, “[os deputados] não fazem mais do que amplificar o que o Governo ou os directores dos partidos políticos acham na altura”, considerou Ferraz da Costa.

O “pior” era sair do euro

No seu entender, “o pior que Portugal podia fazer era deixar-se estar numa situação em que saísse do euro” e, ao invés de “jogar na antecipação”, está a fazer exactamente “o contrário”.

“Caminhamos para uma situação muito grave, sem que as pessoas estejam suficientemente alertadas e sem que haja a coragem, eventualmente por considerações políticas de curto prazo, de dizer qual é que é a situação real e jogar por antecipação em termos de propor soluções que possam garantir o financiamento externo da República e dos seus agentes económicos”, reiterou.

Ferraz da Costa salientou ainda que “o Governo português recusou que a crise chegasse à Europa numa primeira fase. Numa segunda fase, disse que chegaria à Europa, mas que não chegava a Portugal, e praticou-se qualquer coisa de muito pouco sério durante o ano eleitoral, em que o ministro das Finanças – apesar de no final do primeiro trimestre de 2009 ter havido uma queda acentuada das receitas fiscais – ter mantido a ficção de que ia ter um défice controlado, o que só veio a revelar que as pessoas foram enganadas”. “Estamos numa fase de desnorte”, concluiu.

(Público)
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Maio 19, 2010 8:04 pm

ja falam em dois EUROS . O EURO do NORTE e o EURO do SUL!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Maio 20, 2010 1:42 pm

O melhor está para vir...

A dívida externa Portuguesa (empresas, famílias, banca - que andou a pedir para conceder crédito - é na ordem dos
500.000 Milhões.
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sab Maio 22, 2010 11:17 am

Os coveiros da Nação...

1974 a 1976 - Palma Carlos, Vasco Gonçalves, Pinheiro Azevedo
1977 a 1978 – Mário Soares, Nobre da Costa
1979 – Mota Pinto, Mª Lurdes Pintassilgo
1980 a 1983 - F. Sá Carneiro, Pinto Balsemão
1984 a 1985 - Mário Soares
1986 a 1995 – Cavaco Silva ( 9,5 anos )
1996 a 2001 - António Guterres
2002 a 2004 - Durão Barroso, Santana Lopes
2005 a 2009 - José Sócrates ( o que fecha a porta )
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The Great Mexican Virus



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sab Maio 22, 2010 5:16 pm

Anarca escreveu:
Os coveiros da Nação...

1974 a 1976 - Palma Carlos, Vasco Gonçalves, Pinheiro Azevedo
1977 a 1978 – Mário Soares, Nobre da Costa
1979 – Mota Pinto, Mª Lurdes Pintassilgo
1980 a 1983 - F. Sá Carneiro, Pinto Balsemão
1984 a 1985 - Mário Soares
1986 a 1995 – Cavaco Silva ( 9,5 anos )
1996 a 2001 - António Guterres
2002 a 2004 - Durão Barroso, Santana Lopes
2005 a 2009 - José Sócrates ( o que fecha a porta )

Mas que desmemoriado!

Falta aí o PREC, o verdadeiro início de todo o desastre, ora firmado com as mais duras consequências...

E onde é que estiveram sempre os inúmeros arautos visionários, que só muito recentemente invadiram os mídia, muitos deles com responsabilidades ex-governativas e incapazes de enfrentar a situação, quando puderam fazê-lo????

Falar é fácil... toda a vida assim foi...
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sab Maio 22, 2010 7:00 pm

Um PAIS que nao pode MANIPULAR a sua moeda e usar os juros como arma, esta CONDENADO! E isso e o que esta a MATAR as Economias do SUL da EUROPA!

A Inglaterra fez bem em manter a LIBRA!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Maio 25, 2010 7:00 pm

Cem mil euros em terceiros computadores para deputados

19.05.2010

Depois dos portáteis e dos computadores no plenário, agora os gabinetes dos deputados. A Assembleia da República gastou 100 mil euros para apetrechar os gabinetes dos parlamentares com um terceiro terminal informático.

Nas últimas duas semanas, os deputados foram informados por e-mail que vão receber "computadores de mesa" que permitem "o acesso dos deputados à mesma área de trabalho, independentemente de se encontrarem no gabinete ou no plenário". Segundo a missiva, os equipamentos são "terminais virtuais de tecnologia idêntica aos existentes na Sala das Sessões". O PÚBLICO contactou o gabinete da secretária-geral da AR, Adelina Sá Carvalho, que confirmou a aquisição de novos equipamentos, mas precisou não se tratar de computadores de mesa. De acordo com Maria do Rosário Bóleo, adjunta da secretária-geral, os gabinetes serão equipados, não com um computador, mas sim com "um terminal thin-clientque permite a ligação à bancada electrónica parlamentar".

Contactado o presidente do conselho de administração (órgão de consulta e gestão da AR), José Lello este explicou que o investimento foi feito "no sentido de apetrechar os deputados com um sistema idêntico ao plenário que também não é propriamente um computador, porque tem menos meios". "Não se pode, por exemplo, imprimir", explicou. O deputado socialista acrescentou ainda que o novo equipamento nos gabinetes é essencialmente "uma antena" informática.

Um terminal thin-client tanto pode ser um programa de software como um computador mais simples, com menos hardware que um desktop tradicional. Serve essencialmente para permitir o acesso a uma rede ou a um servidor, recorrendo principalmente a um equipamento informático já existente. Serve pois, essencialmente, para receber e enviar e-mails e navegar na Internet.

O gabinete da secretária-geral acrescentou ao PÚBLICO que o novo material servirá para a "substituição dos desktops com mais de oito anos de vida útil" que os deputados tinham nos seus gabinetes. Precisou ainda que a aquisição foi feita à empresa Compta, em 2009, por 101.860 euros, "na sequência da abertura de um concurso público internacional". A mesma empresa que equipou o plenário.

Além dos terminais existentes no plenário - que foram instalados em 2009, coincidindo com a reabertura do hemiciclo após os trabalhos de recuperação da sala de debates da AR - todos os deputados recebem um computador portátil no início da legislatura quando iniciam funções. São devolvidos pelos deputados que cessam funções. A AR explicou ao PÚBLICO que no início desta legislatura foi necessário comprar mais 50 portáteis. Os restantes deputados foram equipados com portáteis que já existiam.

O investimento com os thin-client avançou, ao contrário de outras despesas previstas na AR, que foram travadas por serem consideradas muito altas. O "Expresso" noticiou no sábado que o conselho de administração rejeitou um orçamento de 380 mil euros para a edificação de uma sala de fumo, uma estrutura em metal e vidro com cerca de 29 metros quadrados. Recusou ainda gastar 60 mil euros numa peça de teatro da Companhia Artistas Unidos, pretendida pelo presidente da AR, Jaime Gama, para comemorar o centenário da República.

(Público)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jun 02, 2010 7:38 pm

Dívida nacional - Há 50% de hipóteses de Portugal pedir ajuda ao FMI

Medidas de consolidação não vão reduzir o défice tão rápido como o Governo deseja.

Há 50% de probabilidades de Portugal ter de recorrer à ajuda do Fundo Monetário Internacional e da zona euro. Quem o diz é a The Economist Intelligence Unit (EIU) justificando esta decisão com o perfil da dívida nacional que aliada a um fraco crescimento e um elevado défice orçamental está "em risco de se tornar difícil de gerir".

"A dimensão da dívida pública e privada constituem um desafio e se os mercados financeiros condenarem o país a um período idêntico ao de há duas semanas os custos de endividamento vão disparar", alerta o analista da EIU que acompanha Portugal, Kevin Dunning, em declaração ao Diário Económico. O pessimismo regressou ontem aos mercados financeiros que voltaram a penalizar Portugal. Um desempenho que não deverá ter sido totalmente alheio aos alarmes que soaram ontem em Espanha.

"Não quero com isto dizer que Portugal nunca mais vai poder endividar-se no mercado externo, mas tendo em conta a aversão ao risco, terá muita dificuldade em ter acesso a fundos. Por isso, durante os próximos dois anos há 50% de probabilidades de ter de recorrer à ajuda do FMI", acrescenta Dunning. No entanto, a EIU reconhece que Portugal fará tudo por tudo para evitar recorrer a este instrumento de ajuda "de modo a provar que o país é capaz de resolver os seus próprios problemas orçamentais".

"Contudo, Portugal vai permanecer vulnerável, durante vários anos, ao risco dos custos de endividamento atingirem um nível insustentável, momento em que terá de aceder ao fundo de ‘bail-out' para financiar o défice e refinanciar a dívida antiga", sublinha o relatório de Maio sobre a economia nacional.

Apesar de reconhecer a "seriedade" e valor das medidas adicionais de consolidação orçamental tomadas pelo Executivo português, a EIU acredita que "o Governo terá de fazer mais, sobretudo do lado da redução da despesa no médio prazo", frisa Dunning. A EIU "acredita que o Programa de Estabilidade e Crescimento e as medidas adicionais serão parcialmente bem sucedidas na redução do défice orçamental, embora não tão rapidamente como o Governo espera, tendo em conta que o ritmo de consolidação orçamental, em si, também contribui para uma redução adicional da receita fiscal, uma vez que a retoma económica ainda é frágil".

As previsões para a evolução da economia estão longe de animadoras. A EIU prevê uma estagnação para este ano que evoluirá para uma recessão em 2011 (-1%).

(Diário Económico)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Jun 10, 2010 7:48 pm

Portugal já paga juros mais altos do que a Grécia no plano de ajuda financeira

10.06.2010

As medidas de austeridade que o Governo português aprovou não estão a salvar o país da pressão dos mercados, que ontem, pela primeira vez, exigiram, numa emissão de obrigações realizada pelo Estado, juros mais altos do que o valor a pagar pela Grécia no plano de ajuda financeira da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo uma sondagem da Bloomberg, 20 por cento dos inquiridos acredita que o país poderá sair do euro

Numa altura em que cada vez mais se discute se Portugal deveria recorrer ao pacote de ajuda financeira da UE-FMI, o instituto que gere a dívida portuguesa, o IGCP, realizou ontem uma emissão de Obrigações do Tesouro a 10 anos em que a taxa de juro obtida foi de de 5,225 por cento, a mais alta desde, pelo menos, 2006 e possivelmente desde a criação do euro. A taxa exigida à Grécia, no pacote de ajuda que conta com dinheiro português, é de cinco por cento. Esta poderia ser também a taxa exigida a Portugal, caso fosse requerido pelo Governo o acesso ao mesmo tipo de fundo.

As emissões de obrigações de ontem, num total de 1500 milhões de euros, registaram uma procura elevada por parte dos investidores, o que não impediu um salto muito significativo das taxas face às emissões anteriores. O leilão a 10 anos, no montante de 816 milhões de euros, teve uma procura 1,8 vezes superior à oferta, e a taxa de juro a pagar, de 5,225 por cento, ficou 0,702 pontos acima dos 4,523 por cento do último leilão, realizado a 13 de Maio. Por causa desta subida da taxa, a emissão a dez anos feita ontem vai ficar 57 milhões de euros mais cara para Portugal, durante os próximos dez anos. Se as contas forem feitas relativamente à taxa conseguida na emissão de 10 de Março, a perda é de 85 milhões de euros.

Os juros que os investidores (bancos, seguradoras, fundos de investimento) exigiram ontem no mercado primário, onde são colocadas as obrigações soberanas, foram ligeiramente inferiores aos juros das obrigações no mercado secundário, onde há revenda dessas obrigações. Os juros (yield) das obrigações a 10 anos estavam ontem a 5,385 por cento, contra 5,365 por cento de anteontem.

Recorde-se que o Banco Central Europeu (BCE) está a comprar obrigações soberanas no mercado secundário, de forma a controlar os juros, mas não pode intervir no mercado primário.

Na outra emissão de ontem, a três anos, no montante de 701 milhões de euros, a procura superou em 2,4 vezes a oferta, e a taxa foi de 3,597 por cento, mais 0,889 pontos que os 2,708 por cento da última emissão com esta maturidade, realizada a 8 de Abril do ano passado.

Apesar da subida das taxas, a emissão de dívida de ontem foi vista pelo secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Carlos Pina, como exemplo da confiança dos investidores em Portugal, afastando, assim, a necessidade de o país recorrer ao pacote de ajuda financeira da UE e Fundo Monetário Internacional. "Está fora das nossas hipóteses de trabalho", declarou à Reuters.

Estas declarações surgem depois de Teresa Ter-Minassian, que liderou a equipa do FMI que em 1983 esteve em Portugal, ter defendido, em entrevista ao Jornal de Negócios, que seria melhor Portugal recorrer já ao pacote de ajuda da UE-FMI.

Sinal preocupante é o que é dado por uma sondagem realizada pela Bloomberg a partir de uma amostra aleatória de cerca de 1000 clientes analistas e investidores assinantes dos seus serviços. Segundo a agência, 35 por cento dos inquiridos acreditam que Portugal poderá entrar em incumprimento e 20 por cento que o país poderá sair do euro. Em relação a Espanha, 25 por cento admite a entrada do país vizinho em incumprimento, e 15 por cento admite a saída do euro. Na Grécia, o pessimismo dispara, com 75 por cento dos inquiridos a admitir o incumprimento e 40 por cento a acreditar na saída do euro.

(Público)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Jul 05, 2010 1:59 pm

Crise orçamental - Governo prepara maior corte de sempre nos salários da função pública

O governo está a preparar um corte adicional de 43% nas despesas com funcionários (massa salarial) no âmbito do novo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), reduzindo o peso destes gastos no produto interno bruto (PIB) para o nível mais baixo dos últimos 26 anos. A medida é crucial para reduzir o défice para 3% do produto em 2012, um ano antes do previsto na primeira versão do programa enviado a Bruxelas. Além disso, em 2011 os funcionários serão confrontados com a maior redução de sempre na sua massa salarial.

A intenção está inscrita no Relatório de Orientação da Política Orçamental, a que o i teve acesso. O documento prevê que os gastos com pessoal sofram um corte de quase 190 milhões de euros já este ano, valor que acumulará com poupanças superiores a 3,2 mil milhões de euros de 2011 a 2013, inclusive. Na primeira versão do PEC, datada de Março, o corte necessário era 43% inferior. Portugal tem cerca de 675 mil funcionários públicos, a maioria nos sectores da saúde e da educação.

As medidas de contenção - que passam, segundo refere o governo, por uma "forte contenção salarial e congelamento da admissão de trabalhadores em funções públicas" e por uma política de congelamento nos prémios especiais de desempenho - devem permitir baixar o peso das despesas com pessoal para cerca de 10% do PIB em 2013. Será o valor mais baixo desde 1987. Actualmente, o Estado gasta nesta rubrica 12% do produto, cerca de 20,5 mil milhões de euros.

O próximo ano será, sem dúvida, o mais difícil de sempre para os funcionários do Estado, deixa perceber o relatório. A massa salarial pública (salários mais descontos) cairá quase 4% em termos nominais em 2011, naquela que será a maior contracção de sempre à luz das séries da Comissão Europeia. Isto acontece num ano agreste para a economia: esta deve desacelerar e crescer 0,5%; o desemprego deve chegar a um novo máximo (10,1% da população activa).

Este ano, as despesas com a função pública ficarão estagnadas (à semelhança do que acontece com os salários individuais, sujeitos a um congelamento nominal/perda real de poder de compra). Contudo, de 2011 em diante a desvalorização nominal dos gastos com funcionários continuará: -2,4% em 2012 e -2,6% em 2013. O governo responde assim às preces dos economistas mais à direita, como Jorge Braga de Macedo ou Daniel Bessa, que pediram um corte nominal duradouro neste tipo de gastos de modo a reduzir o peso do Estado e a devolver a credibilidade às contas públicas. À esquerda, João Ferreira do Amaral defende que por esta via se deprime o poder de compra de centenas de milhares de pessoas, ameaçando a qualidade dos serviços públicos, o que prejudica seriamente a economia.

Os funcionários públicos vão ser chamados a pagar parte da crise orçamental, mas muito por culpa dos excessos do passado. A generosidade salarial no sector público foi especialmente pronunciada durante os governos liderados por Aníbal Cavaco Silva (PSD) entre 1985 e 1994, anos em que se registou uma quase duplicação (mais 90%) dos gastos com funcionários, e os executivos de António Guterres (PS) entre 1995 e 2001, onde o aumento acumulado real foi de 40%.

Entretanto, o país iniciou a convergência para aderir ao euro e mais tarde submeteu-se à disciplina do Pacto de Estabilidade, que não permite défices superiores a 3% do PIB. E a generosidade terminou. Entre 1999 e 2009, a evolução real da massa salarial da função pública foi das mais contidas da Europa.

Os sindicatos da função pública relembram que a actualização salarial (real) penalizou o poder de compra destes trabalhadores entre 2000 e 2008. A variação real dos salários do sector privado tem sido mais favorável ano após ano desde 1997, pelo menos.

(i)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Jul 13, 2010 12:10 pm

Moody's corta 'rating' da dívida portuguesa em dois níveis

A agência de notação financeira Moody’s reviu hoje em baixa o rating da dívida portuguesa em dois níveis, de Aa2 para A1, com um outlook estável (actualizada)

De acordo com a Moody’s, esta revisão em baixa tem em conta o facto de «a força financeira do Governo português continuar a enfraquecer a médio prazo, evidenciado pela deterioração crescente dos números da dívida do país, como a dívida em percentagem do PIB e a dívida em relação às receitas».

«As perspectivas de crescimento da economia portuguesa permanecem fracas, a menos que as recentes reformas estruturais comecem a dar frutos a médio/longo prazo», acrescenta.

O outlook da Moody’s – que permanecia negativo desde Outubro – é agora «estável», com os riscos de subida e descida equilibrados.

A Moody’s alertou que poderia baixar «um ou dois níveis» o rating da dívida portuguesa a 5 de Maio, reflectindo a recente deterioração das finanças públicas portuguesas, assim como os desafios da economia a longo prazo.

Lusa / SOL
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Jul 13, 2010 12:15 pm

Portugal fica com segundo "rating" mais baixo da Zona Euro

13.07.2010

Com o corte de dois níveis ao "rating" da dívida pública, Portugal passa a ter o segundo "rating" mais baixo entre os países da Zona Euro.
Com o “rating” de A1, Portugal foi apanhado pela Malta e Eslováquia e deixou de fazer companhia à Itália e Irlanda.
Apenas a Grécia tem um “rating” inferior ao de Portugal. Veja aqui o novo “ranking” das três agências de notação financeira. País

(Jornal de Negócios)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 14, 2010 5:41 pm

Moody's corta rating de oito bancos portugueses

A agência de notação financeira Moody's cortou hoje o rating de oito bancos portugueses: cinco descem um nível e a outros três são cortados dois níveis, na sequência do corte em dois níveis do rating da dívida pública portuguesa

Em comunicado, a agência indica que o rating da Caixa Geral de Depósitos, do Santander Totta, do Banco Espírito Santo (BES), do Banco BPI e do Espírito Santo Financial Group foi revisto em baixa em um nível.

O Banco Comercial Português (BCP), o Montepio Geral e o Banif sofreram, por sua vez, um corte de dois níveis.

O rating atribuído ao Banco Português de Negócios, de Baa3/Prime-3 a ser analisado para um possível corte, manteve-se inalterado.

«O corte no rating da dívida dos oito bancos portugueses reflete a capacidade reduzida do Governo em apoiar os bancos», afirma a vice presidente adjunta, e responsável pela avaliação dos bancos portugueses na Moody's, Maria-Jose Mori, no comunicado.

No caso do Santander Totta, BES e BPI, o corte que foi apenas de um nível é explicado pela maior flexibilidade financeira que lhes permite compensar o impacto de um menor apoio sistémico.

A agência sublinha ainda que, no caso destes três bancos, a probabilidade de existir apoio sistémico disponível para estes bancos é maior uma vez que dispõem de um papel proeminente dentro do sistema financeiro português.

No caso do BCP, Montepio Geral e Banif, os bancos tinham um rating individual mais baixo sofreram um corte de dois níveis por estarem «mais expostos a um enfraquecimento do apoio sistémico».

A Caixa Geral de Depósitos é a excepção, que vê o seu rating ser cortado em apenas um nível apesar do seu rating individual ser mais baixo, porque continua a beneficiar de um forte apoio sistémico devido à sua dimensão e condição de banco completamente detido pelo Estado.

O rating do Espírito Santo Financial Group foi cortado em um nível porque o rating do BES foi também cortado e este é o principal elemento a ter em conta na avaliação a realizar ao banco.

Lusa/ SOL
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Jul 20, 2010 5:45 pm

«Os portugueses pagam o estado social através dos impostos...» e da pedincha externa.

- Dívida Soberana (???!!!): 130% do PIB em 2013;
- Dívida das empresas: 140% do PIB;
- Dívida das famílias: 100% do PIB.

PIB socialista: 156 mil milhões de euros

130% + 140% + 100% = 577 mil milhões de euros de dívida em 2013.

QUEM É QUE VAI PAGAR ESTA POUCA-VERGONHA? QUEM? E COMO?

(Sol - OldPirate, em 2010-07-20)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 12:57 pm

Estado: Despesa derrapa para €7763 milhões

21.07.2010

No primeiro semestre do ano, o défice do subsector do Estado registou 7763 milhões de euros, superando em 6,33 por cento o valor do período homólogo de 2009.

O défice do subsector Estado registou "7763 milhões de euros" no primeiro semestre deste ano, valor superior em 6,33 por cento em relação ao período homólogo de 2009, informou hoje o Ministério das Finanças.

Num comunicado em que apresenta os resultados da Execução Orçamental de janeiro a junho de 2010, a tutela diz que, no primeiro semestre, o défice do subsector Estado "registou um valor de 7763 milhões de euros, o que representa um aumento de 462 milhões de euros" em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Quanto à receita fiscal, nos primeiros seis meses deste ano o subsector Estado registou um "acréscimo de seis por cento" em relação ao período homólogo de 2009.

(Lusa)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 12:59 pm

Agora expliquem-me, como é possível, não houve aumentos dos funcionários, houve cortes nos orçamentos das instituições públicas, principalmente aquelas que mais serviço público prestam e do sector do ambiente, o ICNB, anda as aranhas com o orçamento que recebeu (isso de protecção da natureza é só para anunciar e fazer campanha, depois para actuar na realidade, é ficção) e a despesa aumenta. Mas então, expliquem, as despesas realizadas, mas concretamente, não subjectivamente, como por exemplo, gastou-se em ordenados dos funcionários...mas quais funcionários?...que categorias?...que instituições públicas? Porque razão não apresentam descriminado os gastos, acessível a todos, de maneira que qualquer cidadão possa consultar e tomar conhecimento da realidade deste País.
Estou a pagar, vou pagar mais impostos, tenho o direito de saber, para onde está a ir o meu dinheiro. Agora uma palavrinha referente à alteração da constituição, tanto barulho, à troca de frases que o PSD quer fazer, na gratuito ou não gratuito, mas qual gratuito, se eu pago nos impostos, e depois tenho que pagar no privado porque a nossa saúde hospitalar é uma nojeira completa, um serviço nacional de saúde, que não existe. Pois é a única coisa que tenho a certeza, é de estarmos a ser governados por incompetentes e que passam a vida a compensar os amigos e os amigos que compensam e assim se fazem fortunas, passam para o privado e passam a ser grandes "gestores"??...feitos pela imagem, por competência!!...zero.
(Expresso - nlpereira)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 1:01 pm

Pois é! Para combater a crise os nossos artistas/governantes utilizam sempre o «genérico» mais barato ou seja, IR AO BOLSO DOS CONTRIBUINTES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM e MANTER ALTOS IMPOSTOS NO PREÇO DO COMBUSTÍVEL.
Poupar nos serviços do Estado é que não! Em meio ano já o deficit é de 7763 milhões de euros. Este é o valor a recordar pois a treta de nos dizerem que o valor homólogo em 2009 era inferior em 6,33% só nos mostra que nada está a ser feito a nível das despesas do Estado para o tornar mais eficiente e económico para os contribuintes.

(Expresso - Falcão)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 1:03 pm

Esta notícia não é boa nem má, mas simplesmente esperada. Com a antecipação dos reembolsos de IRS e o aumento inevitável das despesas sociais, em parte por causa do crescimento do desemprego, o resultado parece dentro das previsões do orçamento de estado. No segundo semestre vai provavelmente haver uma ligeira diminuição das despesas sociais, bem como um crescimento significativo da receita fiscal, devido ao aumento do IVA. Assim, a prevista diminuição do défice para 7,3% do PIB não deve estar em risco.

(Expresso - George Rupp)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 5:33 pm

Leilão de dívida portuguesa castiga Euro

21.07.2010

A moeda única mergulhou no vermelho depois de Portugal ter pago mais do dobro para vender 1,25 mil milhões em Bilhetes do Tesouro.

O euro perde 0,63% para 1,2882 dólares, depois de ter estado a negociar em alta durante a manhã.

A motivar a queda do euro está uma emissão de dívida portuguesa realizada hoje que decepcionou os investidores, sublinhando a fragilidade do sector bancário da zona euro, a dois dias de serem conhecidos os resultados dos testes de stress às instituições financeiras europeias.

"A correcção em baixa do euro deve-se ao leilão português", comentou Michael Hewson, estratega cambial da CMA Markets, à Reuters. "Não vai demorar muito tempo para semear sementes de incerteza no euro", sublinhou.

O Estado português colocou hoje no mercado 1,25 mil milhões de euros em Bilhetes do Tesouro, com maturidade a 12 meses. O juro fixou-se nos 2,452%, mais do dobro face à taxa média ponderada de 1,036%, registada na anterior emissão comparável, de 17 de Março (mesmo montante colocado e mesma maturidade).

Além disso, a procura só superou a oferta em 1,3 vezes, contra o rácio de 3,9 vezes registado na emissão comparável anterior.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Jul 21, 2010 5:35 pm

Vamos lá a ver se eu entendo....
Então todas as semanas esses jagunços, criminosos ladrões dos nossos governantes vão pedir dinheiro emprestado e continuam a gasta-lo como se nada se passasse ?????
É isso ? Estarei a sonhar ? Continuam a queimar dinheiro em xubxidios, aeroportos, jantaradas pros amigos etc etc etc e o país sem dinheiro?
MAS EU ESTAREI A SONHAR ?????
Cortem já as reformas e os ordenados da função publica acima dos 1000 euros para metade !!!!!!
Mandem os bandidos dos gestores das empresas publicas já prá rua !!!!! Não estão lá a fazer nada só a sugar !
E NINGUEM DIZ NADA ?????

(Diário Económico - Nuno, Lisboa | 21/07/10)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Dom Jul 25, 2010 9:45 pm

Passos pede reunião urgente para Governo explicar contas

25.07.2010

Miguel Macedo, líder parlamentar do PSD, enviou uma carta a Jaime Gama a pedir a convocação da Comissão Permanente, que substitui o plenário da AR.

O líder do PSD pediu a presença do ministro das Finanças no Parlamento para explicar o "mau desempenho " das contas públicas.

"Entendi que era importante que o Governo, nomeadamente o ministro da Finanças, pudesse ir à comissão permanente [da Assembleia da República] explicar e responder aos partidos sobre que razões estão na base deste mau desempenho das contas públicas portuguesas", afirmou Pedro Passos Coelho, em Vila Pouca de Aguiar, citado pela Lusa.

Para tal, disse o líder do PSD, Miguel Macedo, líder da bancada parlamentar social-democrata, enviou uma carta a Jaime Gama a pedir uma reunião de "urgência" à comissão permanente da Assembleia da República, já que o Parlamento fechou para férias.

O pedido do PSD surge depois de ter sido conhecido, na semana passada, o relatório com a execução orçamental do primeiro semestre. O documento revelou um agravamento do défice do subsector Estado.

"Ainda esta semana se soube que, afinal, os dados dos primeiros seis meses da execução do orçamento em Portugal mostram que a despesa primária cresceu outra vez, de modo a pôr em causa os objectivos que estavam traçados para o final do ano", referiu.

Os maiores gastos registados, onde as "despesas fugiram ao controlo", foram com as "despesas do pessoal", sublinhou Passos Coelho, que diz não entender a situação porque o Governo disse que as admissões e os salários estavam congelados.

"Nós aceitamos fazer sacrifícios, mas temos de ter a certeza que esses sacrifícios valem a pena. Não é para depois andar a gastar mal que nós pagamos mais impostos ou que temos direito a menos serviços públicos", frisou.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Ago 17, 2010 1:48 pm

Reprivatização - Preço só conta 45% no concurso para vender o BPN

O banco foi nacionalizado no final de 2008. A gestão foi entregue à Caixa Geral de Depósitos.

Já foi publicado em Diário da República o caderno de encargos do BPN. Os interessados têm agora 45 dias para avançar com propostas.

Num dos artigos publicados descrevem-se os vários critérios que serão tidos em conta na avaliação das propostas.

O preço, o item mais determinante, terá um peso de 45%. Para a pontuação final contam ainda a transferência de riscos (25%), a estratégia de desenvolvimento do BPN (20%) e a experiência, capacidade e dimensão do concorrente (10%).

O preço base das propostas é fixado em 2,37 euros por acção, ou seja, o Governo admite reprivatizar o BPN por 171 milhões de euros.

As propostas serão classificadas numa pontuação entre 0 (Medíocre) e 20 (Muito Bom).

O concurso é dividido em duas fases. Na primeira haverá a entrega das propostas, a admissão dos concorrentes e das propostas e o apuramento e selecção de concorrentes e das respectivas propostas para a fase seguinte.

Segundo as indicações dadas no ‘briefing' do conselho de ministros que aprovou o diploma, os interessados têm agora 45 para apresentar propostas pelo banco.

Na segunda fase proceder-se-á à negociação com os concorrentes seleccionados, à apresentação das propostas finais e, por fim, à adjudicação e celebração do contrato.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Ago 18, 2010 5:33 pm

Governo usa poupança de 2009 e bate limite na despesa

18.08.2010

O Governo aumentou em 546 milhões de euros a despesa pública em relação ao tecto imposto no Orçamento de Estado, recorrendo às poupanças obtidas no ano passado para cobrir mais gastos pelos ministérios, institutos públicos e Assembleia da República.

De acordo com o Jornal de Negócios, as alterações ao Orçamento de Estado (OE) foram publicadas ontem em Diário da República. Por lei, o aumento da despesa tem de ser autorizado pela Assembleia da República (AR), mas tal não é necessário quando os gastos são cobertos por poupanças obtidas no exercício orçamental do ano anterior.

Segundo o mesmo diário, 94,5 milhões de euros são para despesas dos próprios ministérios, com destaque para o da Defesa (49,5 milhões) e para o dos Negócios Estrangeiros (13,8).

A grande maioria do aumento da despesa está relacionado com serviços e fundos autónomos dos ministérios, vulgo institutos públicos: 451,5 milhões. O da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior vai absorver mais 205,2 milhões, segundo o Jornal de Negócios, enquanto 102,4 estão em grande parte destinados a encargos gerais do Estado, nomeadamente a AR (90 milhões).

De destacar que, de acordo com o mesmo jornal, destes 546 milhões a despesa com serviços de apoio, estudos, consultoria e cooperação e relações externas vai absorver 25 milhões de euros.

(Diário de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Ago 19, 2010 1:09 pm

Portugal emite 1,25 mil milhões de dívida a 15 de Agosto

19.08.2010

Estado português agenda nova emissão de obrigações do tesouro para a próxima semana e conta arrecadar mais de mil milhões de euros.

No próximo dia 25 de Agosto, Portugal regressa aos mercados internacionais com dois leilões de obrigações do tesouro de maturidades a seis e a 10 anos, anunciou hoje o IGCP.

No total, o Estado conta arrecadar entre 750 e 1.250 milhões de euros, sendo que o montante mínimo de alocação da cada linha será de 300 milhões.

A última emissão realizou-se ontem com a venda de 1,5 mil milhões de euros em Bilhetes do Tesouro a três e a 12 meses. A procura foi sólida e os juros subiram nos títulos a um ano.

(Diário Económico)


PS: Mas ninguém vê que isto vai ter um fim triste?...
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Ago 24, 2010 12:25 pm

Moody’s diz que Portugal deverá falhar metas de défice e dívida em 2010 e 2011

24.08.2010

A Moody’s prevê que a economia portuguesa cresça 0,5 por cento este ano e 0,7 em 2011, projectando no entanto que as metas do Governo para o défice orçamental não sejam atingidas nem este ano, nem no próximo

De acordo com o ‘European Sovereign Outlook’ hoje divulgado, a agência de notação financeira aponta para um crescimento em 2010 inferior ao projectado pelo Governo, de 0,5 por cento contra 0,7 do Executivo.

No próximo ano, a estimativa já é mais optimista que a do Governo, com a agência de ‘rating’ a apontar para um crescimento de 0,7 por cento, prevendo o Executivo, na sua mais recente estimativa, um crescimento de apenas 0,3 por cento.

O cenário, no entanto, é mais pessimista no que diz respeito aos números do défice orçamental.

A Moody’s espera que, tanto em 2010 como em 2011, os objectivos não sejam alcançados.

A agência aponta para um défice de 7,5 por cento já este ano (Governo aponta para 7,3), sendo que para 2011 a expectativa é ainda mais negativa.

O Executivo aponta para um défice de 4,6 por cento em 2011 mas a Moddy’s projecta que este atinja os 6,8 por cento.

A projecção para o peso da dívida pública em percentagem do Produto Interno Bruto é igualmente desfavorável para o Governo, com a Moody’s a indicar que esta deva atingir os 84,8 por cento em 2010 (83,4 por cento é a estimativa governamental) e 89,2 por cento em 2011 (o Governo estima que atinja os 85,9 por cento e se mantenha em 2012).

A agência lembra ainda que o ponto essencial para o corte em dois níveis do ‘rating’ de Portugal, anunciado a 13 de Julho, foi o enfraquecimento no médio prazo da capacidade financeira do Estado e a crença de que o crescimento económico será relativamente fraco no médio prazo, a menos que as recentes reformas estruturais dêem frutos no médio prazo.

A Moody’s perspetiva ainda que estes dois factores juntos deverão levar a uma subida do nível de dívida pública nos próximos anos, e que estes deverão aproximar-se dos 90 por cento (em percentagem do PIB) e dos 210 por cento (em comparação com o nível de receitas).

Lusa/SOL
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Hoje à(s) 6:54 am

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