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 DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL

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Vitor mango



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 10:34 am

meus caros amigos

Esquecem o maior culpado
Os Estados unidos da America

E onde estão os modelos que o pessoal apontava como modelos
Irlanda a Grecia a Islândia e ate a Espanha ?

Portugal apostou nas estradas e nas ligações rápidas ja que era um meio para o Turismo e o desenvolvimento economico

O que queriam ?
Que o Banco de Portugal tivesse carregado de ouro e o ze pagode na miserdia ( nem greves eram permitidas )
Se temos um problema economico devemos esse facto a crise dos EUA que pifaram e rebentaram pelo negocio Monstro da D. Branca

Mais
Foram os economista que mandaram agravar o defice proteger os bancos quando Portugal estava nos 2,8 de defice

Correr atras de foguetes meus amigos nao vale
raramente discuto politica nacional porque estou como diz o hermani Jose
Numas coisas estou com o Paulo Portas e noutras com o Loiuça
Com o Portas para acabar com o regabofe dos subsidios aos desempregados em pura batota
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The Great Mexican Virus



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:20 pm

Citação :
Numas coisas estou com o Paulo Portas e noutras com o Loiuça
Com o Portas para acabar com o regabofe dos subsidios aos desempregados em pura batota

Dito assim, até parece que esses dois têm nas mãos o elixir para a cura. Infelizmente, só têm ideias peregrinas, para aumentar, ainda mais, o despesismo, como estamos fartos de ver (já o disse antes, mas repito).

E se era para chegarmos a este estado de pobreza, sim, preferiria que o BdP tivesse o ouro, com que poderíamos ser mais poupados pelas empresas de rating, pela garantia que a sua existência significaria.

Como sempre, "a culpa morre solteira, por não haver quem a queira" e as pedradas são mais fáceis contra os mais pequeninos, ou os melhores alvos - no caso, Portugal e Grécia.
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:51 pm

Para o corrupto e seus muchachos a culpa nunca é dele é sempre dos outros.
1º era a culpa do governo que esteve lá ano e meio antes dele a tentar combater os desmandos guteristas (da qual o corrupto fez parte), que nos tinham arrastado parao pântano (segundo o próprio)
2º a culpa era do publico por ter revelado a licenciatura ao domingo.
3º a culpa era da Manuela Moura Guedes, por não ter medo de lhe revelar os podres.
4º a culpa era da crise. Não dele por não aquerer ver antes das eleições e por isso ter mascarado o défice, aumentado a função pública e reduzido o IVA.
5º a culpa era da Dra. manuela Ferreira Leite, por dizer a verdade.
6º a culpa é das agências de rating
Não tarda a culpa deve ser do Pedro Passos Coelho.

(Sol - Grundleon, em 2010-04-28 10:01:00)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:53 pm

Esta, a dura realidade! Embora se tenha que evitar o pânico, mas prevendo-se que depois da Grécia, as atenções e o assalto, estavam a concentrar-se em Portugal, já se deveria ter agido antes! Agora, a situação, a todos os títulos crítica, foi esta manhã mencionada por um bem colocado economista da BBC que, baseado em boas fontes, afirmou que a City (Mundo da Finança Londrina) está profundamente preocupada com a situação económica do nosso país.pelo que surgem fortes dúvidas de que possa saír ileso da crise, cumprindo os seus débitos.

(Sool - gilfer, em 2010-04-28 10:06:59)
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The Great Mexican Virus



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 1:33 pm

Citação :
Para o corrupto e seus muchachos a culpa nunca é dele é sempre dos outros.

O problema, Anarca, é que não temos um, mas um bando de corruptos, de que poucos - ou até nenhum- estarão de fora e com capacidade para acusar quem quer que seja.

Quanto à situação actual portuguesa, não vale a pena chorar sobre o leite derramado, mas seguir em frente, tentando ultrapassá-la, o mais rapidamente possível e com um mínimo de efeitos negativos.
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 6:25 pm

AH AH AH AH AH AH AH!!! Agira a culpa e dos USA. NADA a ver com o SOCRATES , o PS e o deficit!!! 5 anos de mentiras e mediocridade. NADA A VER. A CULPA e dos USA!!! AHAHAHHIHIIHIIIHOOOOOOOO!!!! A mente SOCIALISTA e doente!!!
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 6:33 pm

Cotadas nacionais perdem mais de seis mil milhões de euros em duas sessões negras
As 20 maiores empresas da bolsa de Lisboa voltam a afundar. Depois da queda acentuada de ontem, o índice principal está a perder mais de 6%, um desempenho negativo que reflecte o corte de "rating" de Portugal por parte da S&P. Em apenas duas sessões, o valor das cotadas do PSI-20 reduziu-se em mais de seis mil milhões de euros.

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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt


As 20 maiores empresas da bolsa de Lisboa voltam a afundar. Depois da queda acentuada de ontem, o índice principal está a perder mais de 6%, um desempenho negativo que reflecte o corte de “rating” de Portugal por parte da S&P. Em apenas duas sessões, o valor das cotadas do PSI-20 reduziu-se em mais de seis mil milhões de euros.

A capitalização total do índice de referência é agora de 55 mil milhões de euros, o que compara com os 58,5 mil milhões no fecho de ontem, dia em que a praça portuguesa perdeu 5,36%. Hoje, o índice cai mais de 6%. Há duas sessões, o valor de mercado das empresas era de 61,5 mil milhões de euros.

Dois dias de fortes quedas retiraram, assim, mais de seis mil milhões de euros ao valor das empresas, com a EDP a dar o maior contributo para a forte queda na capitalização total das cotadas. Nestas duas sessões, a eléctrica liderada por António Mexia já perdeu mais de 800 milhões.

Também a Galp Energia, que em dois dias perdeu 8,44%, regista um “prejuízo” de 800 milhões, ligeiramente mais do que a Portugal Telecom que viu o seu valor de mercado reduzir em 713 milhões, para 6,45 mil milhões de euros. A Jerónimo Martins, que recentemente negociou em recorde, perde 585 milhões.

O sector da banca, que tem sido um dos mais castigados, e que hoje se destaca com fortes descidas. A Standard & Poor’s, que cortou o “rating” da República, reviu também em baixa a notação financeira atribuída aos bancos, colocando maior pressão sobre estes. No total, as três maiores instituições financeiras cotadas perderam 1,28 mil milhões de euros.

O BCP, que hoje chegou a afundar mais de 17%, vê o seu valor de mercado reduzido em 582 milhões, em dois dias, ligeiramente mais do que o BES, banco que hoje segue a desvalorizar 6,82%. O BPI, que recua 5,93% na sessão de hoje, está agora a valer 1,4 mil milhões, menos 176 milhões de euros.

6 000 000 000 em 2 dias!!!!! PARTIDO SOCIALISTA-MAQUINA DE DESTRUICAO DE RIQUEZA!!!!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 6:43 pm

Crise Económica? Não pode ser! Portugal tem um PR que é Professor Universitário de Economia e um PM para quem a prioridade é "Espanha/Espanha/Espanha"

Os portugueses não acreditam nesta histórias de crise.
Portugal é um país sem problemas , e, prova disso é que não há campos semeados de trigo, nem de milho, só erva, caça e vaquinhas , nem barcos para pescar.
Quanto a pescas os portugueses já não têm barcos porque não precisam. Venderam as licenças aos espanhóis para os espanhóis trabalharem, que aqui ninguém gosta de vergar a mola, pois há dinheiro e subsídios a rodos.
Depois Portugal sabe que ainda há uns dias o Presidente da República puxou as orelhas às agências de rating, disse que é Professor de Economia. Está tudo bem!
Quanto à Justiça o sistema funciona. O caso Casa Pia andou quase 5 anos e 5 meses em julgamento o que só pode significar que a coisa funciona bem.
O caso BPN, BPP, Operação Furacão, Portucale, Cova da Beira, Prof. Morais, podem levar o tempo que quiserem , porque o sistema funciona bem.
Quando o CDS depositou um milhão de euros em tranches de 10 mil euros os portugueses riram-se muito!
Quando o CDS fez o que é normal fazer em Portugal, tudo bem!
O sistema funciona bem para proteger todos os que são culpados da miserável situação a que chegamos.
Cavaco Silva no discurso de 25 de Abril deste ano lá disse que os portugueses estão preocupados porque não sabem para onde são conduzidos!
Veja-se bem, Cavaco Silva , o homem que na PR em vez de demitir Sócrates no caso da Licenciatura, o apoiou.
Cavaco Silva o homem que com o artigo " Lei de Gresham " assassinou politicamente o PSD e Pedro Santana Lopes e abriu a via para a "boa moeda" : Sócrates e seus amigos do PS!
Cavaco Silva o homem que como PM não soube aplicar os fundos comunitários e fez Portugal perder o combóio.
É fácil desenhar um Auto-Estrada, mas já é mais difícil competir nos mercados internacionais com inovação, com produtos - o que é que as universidades produzem de inovador - e serviços competitivos.
Os poderes políticos alimentam uma enorme quantidade de fundações, ONG, clubes, clubinhos, associações, que são mais próprias de um estado caritativo, miserável e clientelar que de um Pais da União Europeia.
O caso da Fundação Figo e os desenvolvimentos no caso Taguspark prova bem como é que os dinheiros públicos desaparecem.
As fundações só servem para não pagarem impostos e para depoois receberem dinheiros públicos.
Portugal afunda-se porque os donos das terras querem é subsídios para viverem à tripa forra.
Dá gosto viajar por todo o Portugal e ver ervinha fresca e vaquinhas a pastar e não ver trigo semeado, cevada branca semeada, cevada distica semeada, milho semeado, legumes.
Os outros que trabalhem!
Por exemplo, os franceses que trabalhem a terra e cultivem.
Nòs somos mais espertos porque recebemos subsídios para não produzir e depois comoramos aos franceses , e espanhóis!
Os donos das terras recebem um tanto por hectare se não semearem. Depois recebem um tanto por cabeça de gado.
Só vantagens.
Porque depois ainda fazem caçadas, algum turismo rural, uma cortiça.
Tudo coisas fáceis.
Mas cuidado, hoje já não temos Angola, nem Moçambique!
A mama está a acabar.
A Alemanha, o Reino Unido, a França , não vão continuar a alimentar a cambada de corruptos, indigentes intelectuais, preguiçosos e outros vigaristas que há em Portugal.
Portugal vai sair do EURO.
Portugal vai ter ou uma guerra civil ou a pata das organizações internacionais a comandar isto tudo.
Este o estado a que as coisas chegaram quando Portugal teve de viver com a Europa, o território histório e ilhas adjacentes.
Um País com toda a sua assente nas colónias, sem universidades, sem gestores, sem industria nem agricultura e com pescas pouco modernizada.

É necessária uma mudança radical e responsabilizar nos tribunais os responsáveis por este estado de coisas.

(José Maria Martins)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 7:07 pm

OS NÚMEROS QUE ESTÃO A DITAR O FIM DO EURO!

GRÉCIA:

Crescimento: -2%
Consumo: -0,8%
Investimento: -18,5%
Desemprego: 9,7%
Défice: 12,8% do PIB
Dívida: 112,6% do PIB
Risco de chegar à pobreza: 20%

PORTUGAL:

Crescimento: -2,7%
Consumo: -0,8%
Investimento: -7,8%
Desemprego: 10,4%
Défice: 9,3% do PIB
Dívida: 77,5% do PIB
Risco de chegar à pobreza: 18%

ESPANHA:

Crescimento: -3,6%
Consumo: -5,0%
Investimento: -15,7%
Desemprego: 18,9%
Défice: 11,4% do PIB
Dívida: 55,2% do PIB
Risco de chegar à pobreza: 20%

ITÁLIA:

Crescimento: -4,8%
Consumo: 1,7%
Investimento: -13,4%
Desemprego: 8,5%
Défice: 5% do PIB
Dívida: 116% do PIB
Risco de chegar à pobreza: 19%

IRLANDA:

Crescimento: -7,4%
Consumo: -7,3%
Investimento: -35%
Desemprego: 13,3%
Défice: 12,6% do PIB
Dívida: 65,8% do PIB
Risco de chegar à pobreza: 16%
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 7:50 pm

O GRANDE PROBLEMA DE PORTUGAL ,segundo os ANALISTAS, nem e a DIVIDA EXTERNA, mas sim que PORTUGAL nao vai crescer nada por anos a fio!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Abr 29, 2010 4:43 pm

1429 milhões de euros - Estradas de Portugal fechou ontem o contrato da subconcessão do Pinhal Interior

29.04.2010

Em Janeiro, o Governo anunciou a intenção de adjudicar ao consórcio liderado pela Ascendi, do grupo Mota-Engil, a subconcessão Pinhal Interior - a maior e a mais cara de todo o pacote rodoviário da Estradas de Portugal. Ontem, foi formalizado o procedimento final que permite remeter o processo para o Tribunal de Contas.
A subconcessão rodoviária tem 567 quilómetros

A Estradas de Portugal, o consórcio liderado pela Ascendi, dez bancos comerciais e o próprio Banco Europeu de Investimentos celebraram o financial close - o acordo financeiro - e assinaram o contrato para a construção. Continuou, assim, a ser executado o programa de investimentos rodoviários que o Governo assumiu no Orçamento de Estado, no mesmo dia em que o primeiro-ministro e o líder da oposição assumiram compromissos para cooperar de forma a que Portugal possa enfrentar a crise financeira.

Depois da formalização conseguida ontem, o processo pode agora ser remetido para o Tribunal de Contas, para ser analisado a nível de fiscalização prévia. Na altura da cerimónia de adjudicação provisória, que decorreu a 10 de Janeiro, o consórcio e a Estradas de Portugal afirmaram que iriam ter em conta todas as objecções que haviam sido levantadas pelo Tribunal de Contas aos seis contratos de subconcessão que lhe haviam sido remetidos. A Estradas de Portugal foi "obrigada" a reformular os contratos, tendo já recebido a viabilização de um deles, o da Douro Interior, também ela entregue a um consórcio do grupo Mota-Engil.

A subconcessão do Pinhal Interior é o maior empreendimento rodoviário cuja execução foi entregue à Estradas de Portugal, tanto em termos de investimento (1429 milhões de euros) como de extensão (567 quilómetros). O valor do contrato de construção é de 958 milhões de euros, tendo a Estradas de Portugal conseguido obter o financiamento máximo possível na candidatura que apresentou ao Banco Europeu de Investimentos. O acordo foi celebrado com o então vice-presidente do BEI, Carlos Costa, indicado como futuro governador do Banco do Portugal.

O Banco Europeu de Investimento (BEI) desbloqueou no passado mês de Março uma verba de 345 milhões de euros para a construção e manutenção desta concessão, ganha pelo consórcio da Mota-Engil.

Segundo as informações divulgadas pela companhia, nomeadamente no relatório em que prestou contas do exercício de 2009, o grupo iria entrar neste empreendimento com capitais próprios na ordem dos 240 milhões de euros, garantindo o restante do financiamento na banca comercial. Com a Estradas de Portugal a garantir o empréstimo de 345 milhões do BEI, o consórcio diligenciou o empréstimo de mais de 800 milhões junto da banca privada. Da lista de instituições financeiras envolvidas no processo, divulgada pela Estradas de Portugal, estão quatro bancos nacionais (BES, Caixa Geral de Depósitos, BPI e Banif), um banco inglês (Barclays) e cinco bancos espanhóis (Caja Madrid, BBVA, Banco popular, Banesto e La Caixa).

Ao que o PÚBLICO conseguiu apurar, junto de várias fontes ligadas ao processo, o acordo com as entidades financiadoras foi concluído na semana passada, tendo a assinatura do contrato sido marcada para segunda-feira. Por indisponibilidade de agenda de um dos bancos, acabou por se realizar ontem.

Uma fonte do grupo Ascendi sublinhou como positivo o facto do contrato ter sido assinado já depois de as agências de notação financeira internacional terem baixado em dois níveis a análise de risco da dívida soberana do país, causando impactos dramáticos nos mercados financeiros, não só nacionais, como internacionais. A mesma fonte garantiu que a eclosão desta crise não trouxe nenhuma modificação às condições que haviam sido acordadas previamente.

A subconcessão do Pinhal Interior inclui a continuação do IC3 entre Tomar e Coimbra e, segundo as estimativas oficiais, deverá servir mais de 400 mil habitantes de 22 concelhos (Tomar, Ferreira do Zêzere, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Alvaiázere, Ansião, Penela, Castanheira de Pêra, Condeixa-a-Nova, Figueiró dos Vinhos, Miranda do Corvo, Lousã, Góis, Arganil, Coimbra, Pombal, Vila de Rei, Pampilhosa, Pedrógão e Sardoal.)

(Público)

PS: É fartar vilanagem...
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Maio 05, 2010 5:28 pm

Moody's ameaça baixar 'rating' da dívida portuguesa

5.05.2010

A cotação da dívida soberana da República Portuguesa poderá sofrer novo abalo. A agência de notação financeira Moody's acusa que poderá rever em baixo o 'rating' de Portugal e que a queda na classificação poderá chegar a dois lugares. Mesmo assim, a Moody's diz que a dívida portuguesa não será insustentável nem incomportável.

A notação actual é de Aa2 e a revisão deverá estar concluída pela Moody's dentro de três meses. Desde Outubro que os 'ratings' de Portugal têm vindo a baixas nas classificações das várias agências de notação financeira, mas, a verificar-se a ameaça da Moody's, seria a primeira revisão em baixa desde 1998 que esta agência faz da dívida portuguesa, salienta o 'Jornal de Negócios'.

De acordo com o site MarketWatch, a Moody's considera que o aumento da discriminação entre países feita pelos mercados financeiros deverá aumentar os custos para as finanças portuguesas, mas esta agência considera que, a médio termo, a dívida portuguesa continuará a um preço muito acessível.

Além disso, diz a Moody's, mesmo que a classificação de Portugal caia para Aa ou A1, a dívida portuguesa não será insustentável nem incomportável.

O aviso da Moody's segue-se à baixa da cotação atribuída por outra agência, a Standard&Poors, e é anunciado no mesmo dia em que a Comissão Europeia reviu em alta o crescimento da economia portuguesa, contrabalançado por um maior desemprego e mais défice, cálculo que não teve ainda em conta as últimas medidas de contenção anunciadas pelo Governo.

(DN Económico)


PS: O Sócrates quer é o TGV e o novo Aeroporto...
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REGINALDO



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Maio 05, 2010 5:53 pm

ESTOU A DISPOSICAO PARA RECEBER REFUGIADOS!
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Maio 06, 2010 1:36 pm

Portugal destrona a Grécia e já tem maior défice externo da UE

Todas as fragilidades na economia portuguesa parecem ir desaguar ao défice externo que, segundo as previsões económicas de Primavera da Comissão, vai no próximo ano atingir 10% - maior que o da Grécia e que todos os outros parceiros europeus. Mas o pior é que Bruxelas não vislumbra grandes progressos nos principais contributos para este desequilíbrio, nomeadamente uma fraca produtividade: insuficiente acumulação de capital humano, alta protecção social, concentração nos sectores pouco qualificados e trabalho intensivos e os elevados custos laborais.

"Os salários vão desacelerar em 2010 e 2011" - nota o relatório da Comissão, fazendo jus às medidas de contenção e anúncios de congelamento salarial - "mas ainda assim vão ficar acima da produtividade e da inflação". Em 2009, os salários reais, por trabalhador, segundo as previsões da Comissão, cresceram em Portugal 6,2% em 2009, contra 2,1% na zona euro e agora vão diminuir para 0,5% e 0,1% em 2010 e 2011, acima da total estagnação (0%) prevista na zona euro. Mesmo os custos unitários do trabalho em termos reais, que incluem todas as despesas associadas ao emprego além do salário, vão diminuir em Portugal de 3,3% para um crescimento negativo de -0,5% em 2010 e -0,7% em 2011, mas na média da zona euro o ajustamento consegue ser mais severo caindo de 2,9% para -1,2%. Não é por aí que o país dará um passo no sentido da competitividade.

No entanto, Bruxelas não acredita que haja um esmagamento das margens devido aos baixos salários e, entre os factores que afectam a competitividade, é aqui que a Comissão mais insiste. O perfil exportador demora muito a corrigir e no curto prazo o seu desempenho depende da procura dirigida no comércio internacional. A necessidade de aumentar a competitividade e reduzir os desequilíbrios macroeconómicos, defendida à exaustão em Bruxelas, são justamente "condição necessária"- diz o relatório - para uma redução sustentável do défice externo. Mas as melhorias nesse domínio são parcas. "O crescimento da produtividade tem sido lento e abaixo da média da zona euro na última década, reflectindo fraquezas estruturais, tais como o peso relativamente alto dos sectores trabalho intensivos e insuficiente acumulação de capital humano ou rigidezes do mercado de trabalho como a alta protecção social". As despesas sociais também são outra frente de ataque de Bruxelas.

"Esta trajectória insustentável de défice externo salienta a insuficiência de poupanças internas, contra um consumo persistente e uma posição competitiva fraca" nota a Comissão no seu relatório. "Este longo período de grandes défices externos [sobretudo na década de 2000, onde andou em torno destes 10%] contribuiu para um passivo externo líquido que supera já 110% do PIB no final de 2009". O serviço deste passivo, ou dívida, medido em juros, é crescente e tornou-se num forte constrangimento a forças de crescimento. "Tendo em conta as enormes necessidades de financiamento externo da economia portuguesa e as taxas de juros implicadas, a pressão sobre as condições financeiras vão limitar a capacidade de investimento do sector privado", pode ler-se no relatório.

(Diário Económico)

Comentários

Arrasca, | 06/05/10 08:21
Sejamos optimistas, o pessimismo nunca ultrapassou crises. Está tudo bem povo portugues, continuem a consumir com o dinheiro que nao teem (nem terao nos próximos 20 anos), mas que o gastem com um sorriso optimista nos lábios.
Senhores empresários, continuem com a vossa estratégia chupista e exploradora 3. mundista. O vosso enriquecimento pessoal está em primeiro lugar! O planeamento financeiro a médio e longo prazo nao importa, a reserva monetária na conta bancária há-de chegar para ultrapassar esta crise, com um sorriso nos lábios, debaixo do sol algarvio.
Que reconfortante, ver que Portugal nao mudou mesmo nada depois do 25 de Abril. As personagens sao outras, os títulos e cargos teem outros nomes, mas a estratégia é a mesma: o povo paga a factura.Nao desistam, estas Rating Agencies estao a tentar lixar-nos o sistema, mas é tudo uma cabala, a nossa economia está bem e recomenda-se! Só faltava que agora viessem especulantes americanos ocupar o nosso lugar de oportunistas, querem ver? Portugal aos portugueses!!

Pragmático, | 06/05/10 08:25
Não, não pode ser, é uma cabala, isso é tudo mentira, Portugal está muito melhor do que a Grécia. É mais um ataque a Portugal por este ser uma verdadeira potencia económica. Os chamados PIGE nem existem, existe só o grupo dos IGE...é tudo falso, não acreditem...aaaa...nós em breve vamos crescer 10% ao ano, acreditem em mim...aaaa...eu prometo...
PALAVRA DE POLÍTICO.

pedro, | 06/05/10 08:27
com os disparates que se fazem, assim como estar a emprestar dinheiro à Grécia, quando Portugal não tem um tostão onde cair morto.

desaida, | 06/05/10 08:39
O que nos falta agora e um Aeroporto e um TGV para podermos debandar em massa!...Sócrates tem razão, só se esqueceu de um novo Porto de aguadas profundas, pois de barco conseguimos evacuar mais gente!..

ntonio Alves, | 06/05/10 08:55
Aqui temos o retrato das politicas assumidas e pensadas para Portugal.
Baixos Salarios.
Acabou-se com a Agricultura,Não era importante.
Temos mar com fartura, mas acabou-se com a pesca, não era importante.
Acabou-se com a industria, não era importante.
Agora estamos na merd... é importante.
Estamos cheios de politicos que nunca trabalharam na vida,e que tem governado este País, agora estamos a colher os frutos do seu trabalho e das suas ideias fracassadas.

jc, Cascais | 06/05/10 09:08
Já estamos em 1º, ainda vamos ser campeões. É só o governo meter mais uns golos!!!

ajjorge@sapo.pt, | 06/05/10 09:10
Ora aí estamos nós já no primeiro lugar.


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Anarca



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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Maio 06, 2010 1:47 pm

Governo pede autorização para emprestar 9 mil milhões a países da Zona Euro em dificuldades

6.05.2010

O Governo prepara-se para pedir sexta-feira ao Parlamento autorização para emprestar até nove mil milhões a Estados da Zona Euro que enfrentem dificuldades financeiras que ponham em causa a estabilidade da moeda única, como solicitado recentemente pela Grécia.

Este é o valor fixado no Orçamento de 2010 como limite máximo de financiamento autorizado na Iniciativa para o Reforço da Estabilidade Financeira.

Na proposta que submete à Assembleia, o Governo indica ser este o mecanismo - surgido no âmbito da resposta coordenada anticrise na Europa - a que irá recorrer para emprestar 2 mil milhões de euros, em três anos, aos gregos. Foi com esta Iniciativa, recorde-se, que o Estado garantiu em sede orçamental o apoio no valor máximo de 250 mil euros aos clientes do BPP.

Além da autorização parlamentar para este empréstimo (o contributo nacional no bolo de 110 mil milhões de euros a conceder), segundo a proposta que será aprovada sexta-feira, o Governo poderá também "realizar outras operações de crédito activas e prestar garantias pessoais do Estado". Apesar de não estar para já em cima da mesa "grega", o limite máximo para concessão de garantias em 2010 foi fixado em oito mil milhões de euros.

No âmbito do acordo entre a Grécia, Bruxelas e o FMI, definiu-se que a taxa de juro rondará 5%. Dado que os juros da dívida pública portuguesa se encontram acima de 5% em alguns prazos, surgiu a dúvida se Portugal se iria financiar a uma taxa superior nos mercados para depois emprestar. Porém, Teixeira dos Santos garantiu ontem que o País "não perderá dinheiro". O Negócios questionou as Finanças sobre o prazo de pagamento previsto (quando começam a pagar e durante quanto tempo), mas não obteve resposta.

A proposta do Governo especifica que a operação tem "natureza não concessional" e fica dependente da adopção de medidas para o retorno, "no mais curto tempo possível, do beneficiário ao financiamento pelos mercados. O Executivo compromete-se ainda, no prazo de um mês, a informar o Parlamento dos termos e condições das operações e, semestralmente, sobre a sua execução.

(Jornal de Negócios)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Maio 07, 2010 9:42 pm

A situação de Portugal é PIOR que a da Grécia - já antes chamei a atenção para isso.

Cavaco Silva - o grande responsável de o PS estar a destruir Portugal há 5 anos, pois tem sido o grande apoio de Sócrates - não falou verdade aos portugueses.
Quando há pouco mais de um mês Cavaco Silva disse que é professor de economia e por isso sabia que Portugal estava melhor que a Grécia, ou errou na análise ou faltou deliberadamente à verdade aos portugueses.
Eu na altura fiz um post neste blogue a dizer que Portugal está pior que a Grécia.
Porque eu conheço muito bem a Grécia - adoro filosofia , drama, comédia e cultura grega e há anos que lá vou - e porque os gregos são diferentes dos portugueses.
Trabalham mais, têm um país mais dificil de governar que Portugal, mas produzem mais.
Eis que o Bastonário dos Economistas disse precisamente o que eu escrevi:
Portugal está pior que a Grécia!
Veja-se aqui:
http://diario.iol.pt/economia/economia-financas-portugal-grecia-divida-agencia-financeira/1160945-4058.html
Para Cavaco Silva tudo está bem!
Desde logo ele vive à grande e à francesa.
Depois é um dos grandes culpados , senão mesmo um dos dois maiores - Mário Soares e Cavaco Silva - pela horrível miséria em que caiu Portugal.
Veja-se que Cavaco Silva nem coragem teve para falar com Dias Loureiro no sentido de ele abandonar o Conselho de Estado.
Cavaco Silva faria um favor aos portugueses se dissesse já hoje que não está em condições para se candidatar de novo.
Por mim o Dr. Fernando Nobre é o cidadão, prestigiado, honesto, que melhores condições reúne para ser Presidente da República.
Os portugueses têm de abrir os olhos.
O PSD deve desmamar-se de Cavaco Silva, que destruiu a credibilidade do PSD e contribuiu para a demissão de Santana Lopes.
Cavaco Silva não é uma mais valia.
Cavaco Silva é passado - ainda há uns dias foi enxovalhado na República Checa! - e será sempre um entrave a mudanças.
Cavaco Silva é o grande responsável pelo facto de Sócrates ainda ser Primeiro Ministro, com a cauda de miséria, de pobreza , de injustiça, de iniquidades a que os portugueses assistem.
Tenham vergonha, portugueses.
Vamos correr com esta gente que não reune condições para exercer os cargos.
Basta de milhões de pobres, basta de políticos vígaros; basta de políticos corruptos; basta de políticos incompetentes; basta de fome, basta de subdesenvolvimento; basta de mentiras.
Portugal!

(José Maria Martins)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Maio 07, 2010 10:37 pm

the party is over!
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Maio 10, 2010 12:56 pm

Teixeira dos Santos admite aumentar impostos

O ministro das Finanças português admitiu hoje, em Bruxelas, a possibilidade de aumentar os impostos para assegurar o aumento da rapidez da trajectória de redução do défice orçamental nos próximos anos e Portugal ganhar a confiança dos mercados financeiros.

"Se tiver que ser feito reforço acrescido da consolidação orçamental, se tiver de haver aumento de impostos, teremos de recorrer a soluções dessa natureza, sendo elas necessárias", disse Fernando Teixeira dos Santos no final de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia.

O ministro das Finanças também anunciou um reforço das medidas de consolidação orçamental que permita uma redução de 1,5 pontos percentuais do défice previsto para 2011.

"Em 2011 iremos prosseguir com esse esforço adicional de consolidação, em 2011 com mais 1,5 pontos percentuais do PIB relativamente ao que estava previsto", disse.

O Governo já tinha decidido um diminuir em 1,0 ponto percentual o défice previsto para 2010, de 8,3 por cento do PIB para 7,3.

A declaração de hoje significa que o desequilíbrio das contas de estado previsto para 2011 de 6,6 por cento do PIB passa para 5,1.

O ministro conta que esta alteração da trajectória inicial de consolidação orçamental signifique um aumento de confiança dos mercados financeiros na economia portuguesa.

Portugal e Espanha, os dois países que nos últimos dias foram alvo de ataques especulativos nos mercados financeiros anunciaram o reforço da sua trajectória de consolidação orçamental.

Os ministros das Finanças da UE concluíram esta madrugada, às 02:10 (01:10 DE Lisboa) uma maratona negocial em que chegaram a um acordo sobre o mecanismo de apoio financeiro em caso de necessidade de um Estado-membro.

O apoio aprovado poderá ir até 720 mil milhões de euros distribuídos por 60 mil milhões de empréstimos da Comissão Europeia, 440 mil milhões em empréstimos dos países da Zona Euro e 220 mil milhões em empréstimos do FMI.

"Espero que não venha a ser necessário" Portugal recorrer a este mecanismo, declarou Teixeira dos Santos, acrescentando que o país tem agora "de fazer o seu trabalho que é levar a cabo a consolidação orçamental".

O ministro explicou que "já há um conjunto significativo de medidas que foram adiantadas ao que estava anteriormente previsto", e que agora Lisboa iria "concerteza adoptar medidas adicionais".

"Há contactos políticos importantes que é preciso assegurar para que essas políticas possam avançar de uma forma credível", disse Teixeira dos Santos referindo-se às conversações previstas com o maior partido da oposição, o PSD.

(Diário de Notícias)


PS: Claro que o Sócrates é contra, mas o que é que ele pode fazer?...
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Maio 10, 2010 1:24 pm

O aumento dos impostos era uma inevitabilidade à muito, que estes MENTIROSOS, CORRUPTOS e INCOMPETENTES andaram a esconder o mais que puderam.
Tudo para assegurar as autoestradas prá Mota-Engil.
Podem enganar muita gente durante muito tempo.
Não podem enganar toda a gente para sempre.
Enquanto estes incompetentes continuarem a governar, por mais medidas que aprovem, promessas que façam, já ninguém acredita neles.
Perderam toda a credibilidade.
E se cá dentro, fazendo uma inauguração por dia, com o Papa, com o Benfica e distribuindo umas codeas, ainda têm algum apoio.
Lá fora já os toparam há muito, vão continuar a exigir cada vez juros mais altos para nos emprestar o pilim, não tenham dúvidas sobre isso.
Quem não tem dinheiro não tem vícios.
CAMBADA de CORRUPTOS INCOMPETENTES.

(Sol - Grundleon, em 2010-05-10)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Maio 11, 2010 4:43 pm

"...Nós estamos num estado comparável somente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de carácteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas, quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá...vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

(As Farpas, de Eça de Queirós, em 1872)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Maio 11, 2010 5:46 pm

A bancarrota portuguesa de 7 de Maio de 2010, o regime de protectorado e o sofrimento do povo.

Como afirmei no domingo, o Estado português entrou em bancarrota na sexta-feira, 7 de Maio de 2010 e tornou-se, na prática, num protectorado da União Europeia e do FMI. Bancarrota é a incapacidade manifesta junto da União Europeia (e do FMI) de cumprir o pagamento da dívida, se não beneficiar da caridade deles com empréstimos de favor. Pode Sócrates dizer que o Governo português não pediu formalmente ajuda, mas isso é apenas uma falácia em que ninguém acredita, e que é desmentida pela aceitação dessa ajuda e a submissão do Estado à tutela financeira e económica dos países directores da União Europeia e a execução do FMI.

A União Europeia, e os países da Zona Euro decidiram, na madrugada de segunda-feira, 10-5-2010, duas medidas: criar um fundo de resgate financeiro, no valor de 750 mil milhões de euros, também com o contributo do FMI, para solver a dívida imediata de Portugal e Espanha e a que possam recorrer, se necessário, outros Estados que tenham dificuldades; e comprar, através do Banco Central Europeu e de outros bancos centrais, como o alemão e o francês, e ainda EUA e Japão, os títulos de dívida soberana dos países mais endividados, Grécia, Portugal e Espanha, para diminuir a sua taxa de juro. As taxas de juro a dez anos desceram, com relevo, segundo os dados das 13:25 de 11-5-2010, para a da Grécia (7,59%) e de Portugal (4,73%), com as compras maciças de títulos pelos bancos centrais, absorvendo os títulos dos credores em pânico e atemorizando os shorters. E as bolsas mediterrânicas subiram num crescimento exponencial nunca visto, menor em Londres e Frankfurt.

A contrapartida exigida pelos Estados directores da União Europeia é a tutela sobre a política orçamental do Estado português, e a sua influência directa na política de rendimentos e preços. Submissão financeira e económica do País ao estrangeiro durante uma década? Os próximos orçamentos portugueses serão visados pela União Europeia (UE) e pelo FMI, a receita e a despesa monitorizada in loco e as autorizações de despesa também visadas pelo tandem UE/FMI. Um Estado na bancarrota não tem soberania financeira, nem económica. A resposta de Sócrates/Teixeira dos Santos - porque entendo que o ministro das Finanças tem sido cúmplice do desastre nacional e terá também de ser responsabilizado por isso - foi comprometer-se, no sábado, 9-5-2010, reduzir o défice de 2010 em mais 1%, para 7,3%, e, já na madrugada de segunda-feira, 10-5-2010, baixar adicionalmente o défice de 2011 em mais 1,5%, para 5,1%. Para isso contribuíu a pressão de Sarkozy - que não tinha recebido Sócrates, na quinta-feira, 6-5-2010, em Paris... -, a mediação de Berlusconi e as invectivas dos holandeses e de Angela Merkel, que destacou, ontem, publicamente, Portugal e Espanha como os causadores dos problemas do euro e disse que estes Estados iriram ser «observados e vigiados» na redução da despesa pública.

As consequências para os portugueses, além da mágoa patriótica que sentimos, de ver alienada a soberania financeira e económica por causa da irresponsabilidade socratina, é o aumento dos impostos, a redução de salários, pensões e subsídios, a qual coincide com a construção do TGV do Poceirão (1.494 milhões de euros) e da variante do Troviscal e outras obras, na zona do Pinhal Interior, urgentíssimas e decisivas para o futuro do País no valor de 1.244 milhões de euros)... O único resultado positivo desta torrente de desgraças, é que o primeiro-ministro Sócrates atinge a sua base eleitoral de funcionários públicos não-professores, pensionistas (mais e menos dourados) e subsidio-dependentes (mais e menos), reduzindo o seu eleitorado aos socialistas muito ferrenhos.

Mas a solução é temporária, pois apesar de possuíram «máquinas de impressão» de dinheiro (agora, moeda escritural emitida através de dívida), aumenta-se o endividamento global, a massa monetária e o perigo de uma espiral inflacionista. Como disse o analista David Roche, ontem, 10-5-2010, no Financial Times: « a solução para uma ressaca não é mais álcool». A solução é a redução da despesa. Em consequência, o euro continua a sua marcha descendente (1,269 dólares, às 13 horas de 11-5-2010).

Portanto, se a decisão europeia deste fim de semana alivia os particulares e as empresas no recurso ao crédito, ao mesmo tempo que os vai castigar com redução do bem-estar, o problema do Estado mantém-se e só pode ser resolvido com a redução da despesa estatal e o aumento da competitividade.

(Portugal Profundo)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sab Maio 15, 2010 8:30 pm

Como o PS de José Sócrates levou Portugal às fronteiras da Bancarrota

14.05.2010

A PSP tem como divisa "Res Non Verba", o que se pode traduzir por acções em vez de palavras.
O PS e José Sócrates tem como divisa: "paleio, paleio, paleio".
Portugal hoje está sem gente porque emigram cada vez mais portugueses.
Portugal com o PS e José Sócrates atingiu níveis de desconfiança, de incompetência de nepotismo, de corrupção e de pobreza que eram impensáveis.
A corrupção e parte dos políticos a viverem de esquemas , a mamarem no Povo, a fazerem os seus negócios particulares, conduziram o grandioso Portugal a uma situação vergonhosa.
O dinheiro dos apoios comunitários foram para os bolsos dos parasitas.
Hoje mesmo a bolsa portuguesa está no negativo, o maior negativo da zona euro, segundo informa o site Portugal Diário.
Veja-se aqui:http://diario.iol.pt/economia/mercados-market-bolsa-cotacoes-crise-agencia-financeira/1162736-4058.html
Portugal está na miséria - hoje o jornal "Sol" indica que os bancos portugueses têm dificuldades de financiamento exterior - e Sócrates até se dá ao luxo de dizer que Portugal é o campeão do crescimento na zona euro ou na União Europeia.
O que pensará Deus -seja qual for - desta situação?
Tanta falta de tento e tanta falta de neurónios e de ética!
Dissolução da AR já e eleições de imediato.
Estamos fartos disto, do Governo, de José Sócrates , de Ricardo Rodrigues, de casamentos gay, de subsidios a fundações ,de chorudos prémios a gente dos partidos, de negociatas nas obras públicas, de propaganda barata e de um PM que não fala verdade aos portugueses,
e, diga-se em abono da verdade, estamos fartos de Cavaco Silva, que tem sido o verdadeiro apoio do Governo PS , ao mesmo tempo que o Povo passa fome, tem vergonha de sermos os últimos em tudo, menos na bebedeira, na SIDA, e outras doenças.
Podem dizer que apenas me limito a "dizer mal".
Mas enganam-se.
Se eu fosse PM isto dava uma volta de 180º.
Metia aí uma gentinha na prisão; acabava com a mama dos subsídios para não produzirem; punha a tropa a mandar na Casa Pia e noutros centros identicos; obrigava a metas na produção agrícola, mandava investigar as lojas maçónicas do GOL, e outras medidas moralizadoras.
Portugal!

ADENDA:
Quando o "puto" está a morrer e perde credibilidade na CPLP, no Mundo, quando Portugal está na bancarrota e na condição de pedinte crónico, lembro-me de Cabo Verde e seus políticos.
Cabo Verde e os seus políticos. Uma terra agreste, sem riquezas naturais, varrida pelos ventos do deserto do Sará , sem água.Um grande Povo. Políticos honestos.
O salário mínimo nacional de Cabo Verde é quase o de Portugal!
Os políticos caboverdeanos - sejam do PAICV sejam do MPD - são honestos. Honestissimos!
Onde Portugal deixou miséria e palhotas hoje há um Estado Social de Direito, com Democracia Política e com políticos que laboram para o bem comum.
Portugal se fosse governado por gente de Cabo Verde dava um salto!
São cultos, aproveitam para o bem comum todas as "cooperações", transformaram ilhas sem vida num Estdao próspreo, bem governado.
Pode haver problemas, como há em todo o lado, mas os políticos são honestos.
Conheço muito bem a realidade caboverdeana - já lá fui várias vezes, falo crioulo há cerca de 25 anos - e sei que NÃO HÁ UMA ÚNICA BARRACA! NÃO HÁ MISÉRIA, TÊM MUITO POUCOS RECURSOS, mas são amigos de Portugal, são honestos, trabalham para o bem comum.
Em Portugal ouvimos há dias Mário Soares asneirar dizendo que Cabo Verde não deveria ter sido independente!
Inacreditável!
Cabo Verde para os portugueses é Portugal!
Somos - todos - recebidos como irmãos. Com deferência e amizade, sobretudo amizade.
Quem me dera que os políticos portugueses trabalhassem para o bem comum como o fazem os caboverdeanos.
Cá o "puto" caminha para as favelas!
Prisão com essa gente e Revolução, nova Revolução, a sério!
Os portugueses devem pensar que a União Europeia não é o fim da história.
Vai haver "merda" como está a haver na Grécia e há de vez em quando em França.
Revolução!

(José Maria Martins)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Maio 17, 2010 12:14 pm

Dívida - Risco de Portugal dispara

17.05.2010

A Moody's poderá cortar o 'rating' português em breve.

A percepção de risco em relação a Portugal voltou hoje a agravar-se num dia em que o ministro das Finanças vai apresentar o novo pacote de medidas de austeridade aos seus homólogos da zona euro.

Sinal disso é que o preço de ter um seguro contra o eventual incumprimento de Portugal é o segundo que mais sobe em todo o mundo. O valor dos 'credit-default swaps' (CDS) sobre obrigações do Tesouro a cinco anos está a avançar 13,6 pontos base para 245 pontos.

Quer isto dizer que por cada 10 milhões de euros aplicados em dívida portuguesa, os investidores têm de pagar um seguro anual de 245 mil euros.

Pior que o preços dos CDS portugueses só mesmo os espanhóis, que avançam 14,4 pontos base para 172,33 pontos.

Os investidores continuam preocupados com as contas públicas portuguesas, mesmo depois de o Governo de Sócrates ter apresentado na semana passada um conjunto de novas medidas de austeridade para reduzir o défice até aos 4,6% em 2011.

Aguns analistas temem que as medidas avançadas pelos Governos europeus para reduzir os respectivos défices comprometam a retoma da zona euro.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Maio 17, 2010 6:03 pm

o facto e que nem a GRECIA , nem a ESPANHA nem PORTUGAL vao conseguir cumprir as suas obrigacoes, nos proximos ANOS!!! Os INVESTIDORES desconfiam disso e enquanto nao forem convencidos , nao adianta.
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Maio 17, 2010 10:07 pm

Portugal NÃO aguenta mais este DESPESISMO!!!

17.05.2010

"Quando José Sócrates chegou ao poder, a dívida directa do Estado era de 92.761 milhões de Euros. Em Março deste ano, já ia em 135.929 milhões de Euros. Um agravamento de 50%, a um ritmo de endividamento público de 720 milhões de Euros por mês."

Para a grande maioria do Povo Português tornou-se óbvio que qualquer GOVERNO do Sr. Sócrates é um DESASTRE NACIONAL a todos os níveis, especialmente no que respeita à parte ECONÓMICO/FINANCEIRA.

O País NÃO AGUENTA o BRUTAL DESPESISMO dos Governantes, Presidente da República, Deputados, Gestores de Empresas Públicas, Gestores de Institutos Públicos e dos Gestores de Empresas Privadas de Capitais Públicos.

São os VENCIMENTOS fabulosos, os PRÉMIOS, os BÓNUS, as Mordomias, como por exemplo as AJUDAS DE CUSTO, as VIATURAS, os MOTORISTAS, etc., etc., etc!

Nem que Portugal tivesse no seu TERRITÓRIO minas de ouro, diamantes ou poços de petróleo se conseguiria sequer atingir o "break-even" (ponto de equílibrio) da DESPESA PÚBLICA.

Cerca de 99,5% dos Portugueses são sacrificados, pagando mais impostos, passando por situações de miséria e de desemprego!

Os restantes 0,5% estão-se a "ENCHER" À CUSTA dos 99,5%.

Ora o que se chama a esta situação?

"CHULISSE"

Os grandes e únicos culpados desta situação são os maçons oportunistas, principalmente da Loja Maçónica "Grande Oriente Lusitano - CLIPSAS", pois são eles que CONTROLAM o PSD e o PS.

Eles funcionam e entre-ajudam-se como uma "FAMÍLIA"!

Só que são uma "FAMÍLIA" de Mafiosos, onde só se vê CORRUPÇÃO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS e DELAPIDAR O "ERÁRIO PÚBLICO"!

É de lá que saiem as ORDENS!!!

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Hoje à(s) 6:53 am

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DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL
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