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 DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL

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Anarca

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MensagemAssunto: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 21, 2010 6:58 pm

O PEC e a ajuda aos gregos não afastam cenário de falência em Portugal

O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo não chegou, o plano para salvar a Grécia não foi suficiente, as declarações elogiosas dos responsáveis da Comissão Europeia não resolveram o problema.
O Governo está com dificuldades em convencer os mercados

Portugal continua a ser pressionado pelos mercados internacionais por causa da sua dívida pública e a pergunta, que quase ninguém colocava há alguns meses atrás, começa a ser feita com cada vez maior insistência: o Estado português pode mesmo entrar em situação de falência?

Economistas como Joseph Stiglitz, Simon Jonhson ou Noriel Roubini dizem que é um cenário possível, aconselhando Portugal a tomar mais medidas de contenção do que as previstas e a solicitarem desde já um plano de salvamento externo aos seus parceiros europeus. Os responsáveis políticos portugueses, apoiados pelos seus parceiros europeus, fazem questão de afirmar que tudo está controlado e garantem que Portugal não é igual à Grécia.

Seja quem for que tem razão, o que é certo é que nos mercados as taxas de juro das obrigações portuguesas continuaram, ontem, pelo quinto dia consecutivo, a subir. O diferencial face à média europeia passou de 150 para 157 pontos, aproximando-se a passos largos do valor recorde registado desde a adesão de Portugal ao euro. Para obter um financiamento internacional a 10 anos, Portugal tem neste momento de pagar qualquer coisa como 4,6 por cento de juros anuais. Se esta tendência de subida continuar a agravar-se por muito mais tempo, as finanças públicas portuguesas podem entrar numa situação insustentável.

Foi exactamente por isto que a Grécia, a quem os mercados já exigem taxas de juro superiores a 7,75 por cento pelas obrigações a 10 anos, vai hoje começar a discutir com a Comissão Europeia e com o FMI a libertação de um empréstimo que permita ao país fazer face aos compromissos mais imediatos, obtendo um financiamento a uma taxa de juro de cinco por cento, um valor mais fácil de suportar por Atenas. E, mesmo assim, como noticiava ontem o Financial Times, corria ontem nos mercados a informação de que o Governo de Atenas se preparava para adiar alguns dos seus compromissos com os investidores. Não seria propriamente um default da dívida, mas ficaria lá perto.

As debilidades portuguesas

Mas será justo assumir, como têm feito vários economistas estrangeiros e como parecem fazer cada vez mais os mercados, que Portugal vai percorrer o mesmo caminho da Grécia?

Ontem, o relatório semestral sobre estabilidade financeira publicado pelo FMI parecia, em alguns indicadores, apontar neste sentido. Portugal é colocado pelo Fundo como o segundo país que mais contribui actualmente para a probabilidade de ocorrência de perturbações graves na zona euro. O contributo português é de 18 por cento, um valor que não fica longe dos 21,4 por cento da Grécia e que fica bastante acima dos 12,7 por cento da Espanha, o terceiro país que mais preocupa o FMI. Além disso, o relatório conclui ainda que o valor dos Credit Defaut Swaps da dívida pública portuguesa (títulos que protegem os investidores contra o risco de falência do Estado) até estão a um valor menor do que aquele que seria normal tendo em conta uma série de indicadores económicos. A Grécia, pelo contrário, está a ser excessivamente penalizada pelos mercados, mostram os cálculos do FMI. É que, se é verdade que o desequilíbrio orçamental, nesta fase, é muito mais grave na Grécia do que em Portugal (a dívida pública grega já supera largamente os 100 por cento do PIB e o défice deste ano deverá ser de 12,8 por cento), também não se pode esquecer que Portugal tem algumas debilidades próprias, nomeadamente o facto de o seu défice externo (que inclui também as dívidas dos privados) ser mais alto do que o da Grécia. Isto faz com que a economia portuguesa, devido ao seu elevado endividamento, possa sentir no futuro mais dificuldades em gerar a riqueza suficiente para que o Estado acabe por pagar as suas dívidas.

O que fazer agora?

A estratégia do Governo para enfrentar o actual cenário tem sido a de garantir que o PEC vai cumprir os seus objectivos e desvalorizar os avisos vindos dos economistas estrangeiros.

Na segunda-feira, o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, chegou mesmo a pedir aos economistas portugueses para refutarem as avaliações que têm vindo a ser feitas. João Ferreira do Amaral, professor no ISEG, concorda com o Governo quando diz que o problema orçamental português não tem gravidade suficiente para que se comece a antecipar um default. No entanto, não deixa de estar preocupado. "O problema não é Portugal. A zona euro não foi criada de forma minimamente sólida e não está preparada para situações destas", afirma, aconselhando o Governo a "chamar a atenção para o seu PEC, mas a envolver também as instituições europeias". A prazo, o economista vê ainda mais problemas. As tensões entre os países da zona euro vão acentuar-se, o que não é nada fácil de gerir quando as instituições não são adequadas.

Outro economista, Luís Campos e Cunha, é muito mais severo na sua avaliação do desempenho português. "Num mês em que o mundo se focou em Portugal e ficou preocupado com o descalabro das nossas contas públicas, os governantes aprovaram o contrato para a construção do TGV-Madrid. Não estarão os nossos governantes num "estado de negação" da evidente embrulhada em nos meteram?", questiona-se num texto publicado ontem no blogue da Sedes.

(Público)
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 21, 2010 7:41 pm

qUANDO SE JUNTA A divida externa privada a situacao de PORTUGAL e bem mais GRAVE que a da GRECIA. Mas isto nao convem informar ao ZE POVINHO que e quem vai pagar a factura!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 21, 2010 8:34 pm

REGINALDO escreveu:
qUANDO SE JUNTA A divida externa privada a situacao de PORTUGAL e bem mais GRAVE que a da GRECIA. Mas isto nao convem informar ao ZE POVINHO que e quem vai pagar a factura!

Chateia-me quando me dizem mal de Portugal
Nos anos 60 estava em Italia onde a economia subterranea era superior á fiscal . A policia invadia as casas na coca do livro particular
A divida italaiana era astronomica
Em Portugal o salazar acumulava montanhas de ouro que dava para comprar a Italia
Em Portugal o meu VOVO raramente tinha um tustu no bolso
Ele investia copmprando Quintas pinhais e tudo o que ...mas nunca queria ter dinheiro no banco porque dizia-me ele que os bens fora dos bancos eram os validos
Assisti com ele compra de uma quinta onde estou a teclar por 15'00 contos
Hoje so esta quinta vale 10o milhoes de euros
Portugal tem o povo mais extraortdinario do Mundo
ROMA Franceses Espanhois Ingleses todsos levaram nas lonas aqui na minha area
Aqui a terra é sagrada e que roubar um grama de terra pode preparar a cova
Portugal nao tem conflitos religiosos racicos fronteias ou .ou ... e a saude é toda protegida pelo povo
Temos gajos eleitos em votos e todos respeitam
Ninguem na rua anda aos tiros

Os problemas mais graves de Portugalç Sao

Uns robalos dados á varada Uma comichao do Freeport um diploma falso .. um negocio de milhoes que nao tinha milho
Guerra nao temos
Futebol temos os melhores do Mundo com o Mourinho
O barroso comanda em Bruxelas o Baba

meus amigos vao cantar o fadinho para outro lado

e ainda temos a Nossa Senhora de Fatima
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 21, 2010 8:47 pm

NINGUEM esta a dizer mal de PORTUGAL. Voces Socialistas e que o destruiram. Eu lido com factos e nada mais do que o MEDINA CARREIRA vem dizendo a ANOS! Afesta acabou. O SOCIALISMO FRACASSOU e PORTUGAL, gracas aos da sua mentalidade, vai ser expulso da zona euro!
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Abr 22, 2010 12:41 pm

FMI arrasa futuro da economia nacional

Nem bancarrota nem ameaça ao eurodizem especialistas ouvidos pelo JN

Mais desemprego e economia anémica. É esta a nova previsão do FMI para Portugal, numa altura em que os juros da dívida estão sob forte pressão. Economistas alertam para a enorme gravidade da situação do país mas afastam, para já, a possibilidade de bancarrota.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) está mais pessimista sobre a evolução da economia portuguesa do que estava há apenas três meses. Nas novas previsões, ontem divulgadas, considera que Portugal não crescerá além dos 0,3% em 2010 (menos 0,1 pontos percentuais) e de 0,7% no próximo ano - valores bastante mais modestos do que os estimados pelo Governo. No desemprego, as notícias não são melhores, apontando-se para uma subida (ver texto na página seguinte). A actualização das previsões coincidiu no tempo com uma forte pressão do mercado sobre a dívida pública, com os juros a registarem ontem a quarta subida seguida.

Os "fortes desequilíbrios orçamentais" são o motivo apontado para esta recuperação anémica da economia, pelo que fica o aviso do FMI de que a prioridade passa por "assumir compromissos credíveis relativamente à sustentabilidade da dívida" e pela necessidade de "inverter rapidamente" o "elevado défice". Esta advertência dirige-se não só a Portugal, mas também à Grécia, Espanha e Irlanda e a sua concretização permitirá acalmar os mercados financeiros.

Especialistas avisam

Daniel Bessa, João Duque e Nuno Sousa Pereira avisam: a situação económica e financeira do país é muito má e exige medidas concertadas entre os maiores partidos. Mas afastam um cenário de bancarrota alvitrado por vozes mais pessimistas, que têm comparado Portugal à Grécia. "Pelo menos para já", ressalva Sousa Pereira, director da Escola de Gestão do Porto (EGP), uma vez que o país tem "problemas estruturais graves, mas não está numa situação tão má quanto a grega".

O seu antecessor e actual presidente da Cotec, Daniel Bessa, não dá credibilidade às vozes mais alarmistas: "Ninguém, com um mínimo de responsabilidade, que eu saiba, falou em bancarrota", uma hipótese "expressamente excluída por medidas ainda recentemente aprovadas pela União Europeia", afirmou, referindo-se ao Programa para a Estabilidade e Crescimento (PEC).

Em termos hipotéticos, sublinha o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), João Duque, há sempre o risco de entrar em incumprimento, mas a probabilidade de tal acontecer é remota. O mesmo se passa quanto à saída da moeda única, entende.

Daniel Bessa recusa ser Portugal uma ameaça à moeda única: "nem a Grécia nem Portugal têm dimensão suficiente para porem em causa a estabilidade da Zona Euro". Aliás, "se há país que pode ser uma ameaça é Espanha", concorda Sousa Pereira, que nem compreende como seria possível simplesmente deixar o Euro.

Em todo o caso, Bessa espera que "em momento algum" os responsáveis da Zona Euro, como o Banco Central Europeu, "cheguem ao ponto de porem o Euro em causa [devido à] ajuda que se disponham a prestar a um Estado-membro, seja ele qual for", disse.

Anestesia aristocrata

O presidente da Cotec olha em volta e vê só "raras e honrosas" excepções, pessoas dispostas a "alertar os portugueses para a gravidade da situação económica e financeira do país". As pessoas não estão, por isso, "convencidas nem da gravidade da situação nem da dureza das medidas que a mesma impõe". Ao invés, diz Sousa Pereira, a regra é a "anestesia da generalidade dos actores sociais".

Estando Portugal pressionado pelos mercados, o que fazer para sair dos holofotes? "Dar um sinal de coesão", diz João Duque que, por isso mesmo, critica a "postura de aristocrata arruinado" do Governo face à necessidade de se entender com a Oposição para aprovar as medidas do PEC. "O Governo devia aceitar esta disponibilidade do PSD para mudar o PEC".

Sobre se Passos Coelho e Sócrates têm condições para se entenderem, Sousa Pereira não tem dúvidas: "Não vão ter alternativa".

(JN)
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qui Abr 22, 2010 1:04 pm

Portugal teve défice de 9,4% em 2009

O Eurostat validou hoje, no Luxemburgo, a notificação feita por Portugal em março que reportava um défice orçamental de 9,4 por cento do PIB e uma dívida pública de 76,8 por cento em 2009

Portugal teve no ano passado o quinto maior défice orçamental da União Europeia numa lista encabeçada pela Irlanda (-14,3 por cento do PIB) e que a seguir tinha a Grécia (-13,6), Reino Unido (-11,5), Espanha (-11,2).

A Grécia foi o único Estado-membro que notificou dados que o departamento responsável pelas estatísticas dos 27 emitiu uma «reserva» relacionada com «incertezas» no excedente dos fundos da segurança social em 2009, na classificação de algumas entidades públicas e na inscrição de algumas operações nos mercados de capitais.

Os défices orçamentais e as dívidas públicas da totalidade dos países da zona euro (16) e da UE (27) aumentaram em 2009 em comparação com o ano anterior.

Na zona euro os défices aumentaram de 2 por cento do PIB em 2008 para 6,3 em 2009 e na UE de 2,3 para 6,8.

Portugal viu o desequilíbrio das suas contas públicas evoluir de -3,9 por cento do PIB em 2006 para -2,6 em 2007, -2,8 para 2008 e -9,4 em 2009. Por seu lado, a dívida pública seguiu a evolução do défice, de 64,7 por cento do PIB passou para 63,6 em 2007, 66,3 em 2008 e 76,8 em 2009.

Todos os Estados-membros comunicam (reportam) à Comissão Europeia e ao Eurostat duas vezes por ano, até finais de Março e de Setembro) os últimos dados disponíveis das suas contas públicas.

(Lusa / SOL)
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Abr 23, 2010 10:08 am

Especuladores atacam Portugal "porque lhes cheirou a sangue"

Portugal entrou no 'top ten' dos países com maiores probabilidades de incumprimento. Risco da dívida não pára de crescer.

Portugal entrou ontem no top ten dos países com maiores probabilidades de incumprimento com os Credit Default Swaps sobre a dívida pública a superarem os 250 pontos, atingindo novo máximo histórico. O risco das obrigações - que viria a recuar, ao fim da manhã, para os 235,40 pontos - mantém-se também como o terceiro mais alto entre os países europeus emitentes de dívida, só superado pela Grécia e pela Islândia.

Para os economistas portugueses, são estes os resultados dos ataques especulativos de que Portugal está a ser alvo e não há risco de falência da economia.

Portugal está numa situação "incomparavelmente melhor que a Grécia", mas os especuladores "viraram-se para nós porque lhes cheirou a sangue", afirmou ontem o ex-governador do Banco de Portugal Silva Lopes à RTPN. Apelidando os especuladores de "piranhas", Silva Lopes diz que a UE tem de tomar medidas "mais objectivas" para ajudar os países e que Portugal tem de "atacar a falta de poupança" e combater o aumento do endividamento externo.

Já Vítor Bento, presidente da SIBS, rejeitou que "Portugal esteja em risco de não conseguir pagar as dívidas", considerando até que, em termos de rating e spreads da dívida, "Portugal está mais próximo da Alemanha do que da Grécia".

Sobre uma eventual saída da Zona Euro, Vítor Bento diz: "Não acho que seja uma solução sequer ponderada. "O importante é a concentração na resolução do problema do elevado valor do endividamento face ao PIB, que cresceu 100% na última década."

Também Pina Moura acredita que "Portugal não está nem corre o risco de estar na bancarrota". "Parafraseando o senhor Presidente da República, seria necessário fazerem-se muitas asneiras para que isso acontecesse e não se fizeram nem se estão a fazer", diz.

Para estabilizar a economia e gerar confiança nos mercados financeiros internacionais, o ex-ministro da Economia diz que é "fundamental que se concretizem os compromissos dos planos de estabilidade e crescimento".
Pina Moura lembra que "estamos a enfrentar um movimento especulativo" porque "há sempre quem use a especulação como um instrumento para ganhar dinheiro", mas defende que "a isso há que contrapor as forças sãs das economias que integram a UE e a Zona Euro". "Estamos a travar uma batalha pela defesa do euro, a maior criação da nossa geração como europeus", sublinha.

Patinha Antão defende, igualmente, que Portugal está "mais próximo da Alemanha do que da Grécia" e considera que "há uma subavaliação das qualidades e do potencial da economia nacional". O País tem de "saber demonstrar que é capaz, como já fez antes de resolver o problema da consolidação da dívida", diz.

(Lusa)
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Abr 23, 2010 12:17 pm

Os especialistas agora dizem que nao e sair da ZONA EURO. O EURO vai perder valor e sao os ALEMAES e mais algum que saiem da ZONA EURO e criam um SUPER EURO para eles so!
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Abr 23, 2010 12:40 pm

As noticias economicas portuguesas sao terriveis em todos os jornais Estrangeiros e PORTUGUESES. Segundo alguem que eu conheco , esta a falar mal de PORTUGAL! eh eh eh
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Sex Abr 23, 2010 7:15 pm

Os que destruiram a ECONOMIA portuguesa , vao salvar o PAIS? Nao creio!
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Abr 26, 2010 1:41 pm

Juros saltam para máximos de 2002 e "spread" já supera os 200 pontos base

O juro das obrigações portuguesas a 10 anos está hoje de novo em forte alta, tendo superado a fasquia dos 5% e saltado para máximos de Julho de 2002. A dívida portuguesa está a ser arrastada pela Grécia, uma vez que os investidores continuam a especular que o país vai entrar em incumprimento.

A “yield” das obrigações do tesouro (OT) a 10 anos sobe 19 pontos base para 5,126%, o valor mais elevado desde Julho de 2002, superando o anterior máximo de 2008 atingido na semana passada.

A dívida portuguesa continua a ser pressionada pela crise na Grécia, uma vez que os investidores continuam a acreditar que a ajuda financeira da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) não vai impedir o país de entrar em incumprimento.

Em reflexo, os juros da dívida grega estão a disparar, subindo 73 pontos base para 9,385%. No prazo de 5 anos, a “yield” avança 68 pontos base para 10,105% e a dois anos o aumento é ainda mais expressivo. O juro sobe 273 pontos base para 12,868%.

A forte pressão sobre a dívida grega surge apesar de ontem o ministro das Finanças Papaconstantinou ter afirmado que os especuladores que estão a apostar conta a Grécia “vão perder as camisas”.

E apesar de vários responsáveis do Banco Central Europeu terem atacado os especuladores que estão a comparar a Grécia com Portugal e Espanha, certo é que os países ibéricos continuam a ser contagiados pela crise grega.

Sobretudo Portugal, que apresenta hoje um “spread” face à divida alemã, no prazo de dez anos, de 209 pontos base, o valor mais elevado desde 1997, altura em que o escudo estava ainda em circulação.

O "spread" representa o prémio que os investidores exigem para comprar dívida portuguesa, em detrimento da alemã. Também nos mercados de CDS o risco de Portugal está em máximos, com os CDS a subirem 9 pontos base para 288.

Na dívida a dois anos a “yield” portuguesa sobe 69 pontos base para 3,59%, enquanto no prazo de 5 anos avança 25 pontos base para 4,47%.

Na Espanha e Irlanda a sessão é também de alta nos juros, embora com menor dimensão. A “yield” das obrigações espanholas a 10 anos sobe 5 pontos base para e na Irlanda avançam 8 pontos base para 4,853%.

(Jornal de Negócios)
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Seg Abr 26, 2010 1:48 pm

Isto já mete nojo! este ataque a Portugal já começa a passar todos os limites.
Mas desde quando é que Portugal tem alguma dimensão económica no mundo para justificar este alarido todo?!? Mas o nosso orçamento, por muito mau que esteja afecta alguém?! Nós somos uma pulga no conjunto do mapa económico global para se justificar esta conversa toda.
Obviamente isto é alimentado por especuladores que querem ganhar, de uma forma ou de outra, do enfraquecimento do Euro ou de outra maneira qualquer.
Portugal nunca foi tido nem achado nem sequer conhecido por esse mundo fora para agora de repente tomar importâncias que nunca teve e saltar para ribalta como o causador desta confusão toda... enfim... o capitalismo selvagem no seu melhor.

(Diário Económico - Jorge, Lisboa | 26/04/10)
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:04 pm

Teixeira dos Santos: País tem de responder a ataque dos mercados

O ministro das Finanças afirmou que «o país tem de responder ao ataque dos mercados», lançando críticas à Standard & Poor's e apelando ao um acordo entre o Governo e a oposição - em especial, o PSD de Passos Coelho

A reação surge após a decisão hoje anunciada da Standard & Poor's de cortar em dois níveis do 'rating' da dívida de longo prazo de A+ para A-, e um nível no 'rating' de curto prazo de A-1 para A-2.

«Este é um momento decisivo. O país tem que responder a este ataque dos mercados. É tempo de o Governo e os partidos, em especial o PSD, se entenderem quanto a isto: há que executar as medidas necessárias. Não é tempo para querelas inúteis», diz Teixeira dos Santos.

«Há que focar a atenção naquilo que é e deve ser prioritário para o país, pois as dificuldades da crise ainda não acabaram e o que importa é ultrapassá-las o mais rapidamente possível a bem da robustez e solidez da recuperação económica e do reforço da competitividade da economia portuguesa», acrescenta o ministro.

Teixeira dos Santos sublinha que «a maioria das opiniões é a de que Portugal e Grécia são realidades muito diferentes», mas lembra que «há quem tenha exprimido opiniões diferentes» e estas «têm afetado o funcionamento e as condições do mercado da dívida portuguesa».

«A decisão da agência de 'rating' no sentido de baixar a notação de risco decorre do agravamento, provocado pela crise internacional, dos défices e das dívidas da generalidade dos países, em particular da zona Euro», justifica o ministro, acrescentando ainda que, «independentemente da opinião» quanto à decisão «ou quanto à sua justeza o facto é que ela não ajuda a serenar os mercados, pelo contrário».

O governante, atualmente em Angola, respondia à decisão da agência de penalizar o 'rating' de Portugal, num dia em que a bolsa de Lisboa sofreu uma queda de 5,36 por cento e quando o custo dos CDS, os seguros contra incumprimento da dívida, atingiram máximos históricos.

(Lusa / SOL)
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:06 pm

CONTINUAM A MENTIR. O FACTO e qe quando juntam a DIVIDA EXTERNA das EMPRESAS PORTUGUESAS, a DIVIDA EXTERNA de PORTUGAL e MAIOR do que a da GRECIA. Mas isto so se sabe ca fora.
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:13 pm

Todos os que andaram a defender o Sócrates e os amigalhaços são os principais culpados de tudo o que se vier a passar em Portugal...

Já disse e torno a dizer que não venham com a conversa que "não sabiam de nada"...

O pior cego é o que não quer ver...
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:16 pm

J,ACUSE O PS, SOCRATES , SAMPAIO. GUTERRES. E todos os que apoiam SOCRATES. Os TACHISTAS do ESTADO!
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:22 pm

PS, SOCRATES, PSD VAO para o LIXO DA HISTORIA, assim como SAMPAIO que e o MAIOR CULPADO do GOLPE CONSTITUCIONAL, e GUTERRES que empenhou o PAIS! Os PRESIDENTES andaram a VIAJAR. MARIO E SAMPAIO passaram 1/3 da PRESIDENCIA A PASSEAR. oS pm TANBEM! CRIARAM 50 000 EMPREGOS em ANGOLA e centenas de milhar de DESEMPREGADOS em PORTUGAL! Andam a EXPLORAR os EMIGRANTES HA DECADAS. A TETA da U.E. ACABOU. HA multiplas auto-estradas, ESTADIOS e a EXPO para mostrar! NADA MAIS. 2 000 000 DE pobres. Um PAIS ENDIVIDADO ATE A CORNILHA!!!
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Ter Abr 27, 2010 10:31 pm

EURO, 1.32,01, neste momento!
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The Great Mexican Virus

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:22 am

Anarca escreveu:
Todos os que andaram a defender o Sócrates e os amigalhaços são os principais culpados de tudo o que se vier a passar em Portugal...

Já disse e torno a dizer que não venham com a conversa que "não sabiam de nada"...

O pior cego é o que não quer ver...

De si, Anarca, não era de esperar isto ou, pelo menos, acrescentar-lhe as exigências da Oposição, para mais e mais gastos, como estamos fartos de ver. Divida as culpas e aí já estaremos mais de cordo.

Quando os acontecimentos históricos assentam em premissas falsas, como o 25 de Abril, tarde ou cedo acabamos por pagar a factura dos desregramentos subsequentes. Já assim foi com a 1ª República e lá está a História a repetir-se...
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:34 am

agora NAO CHOREM ,NEM CULPEM OS QUE VEEM AVISANDO DESTA catastrofe!
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:35 am

Concordo que este é o resultado de 36 anos de regabofe, mas Sócrates e os seus muchachos contribuiram bem para este triste fim...

É preciso esquecer a União Europeia, traçar um plano de desenvolvimento rápido para a agricultura e pescas - sem querer saber das imposições Europeias - e apostar no Brasil e em África...

Os povos latinos não podem seguir as regras e os princípios de povos que são governados por apitos...
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The Great Mexican Virus

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 12:52 am

Citação :
É preciso esquecer a União Europeia, traçar um plano de desenvolvimento rápido para a agricultura e pescas - sem querer saber das imposições Europeias - e apostar no Brasil e em África...

Os povos latinos não podem seguir as regras e os princípios de povos que são governados por apitos...

Agora talvez seja esse o caminho, mas lembro-lhe que, se os muitos milhões que da UE nos vieram, tivessem sido bem utlizados, não estaríamos hoje nesta penúria.

Mais do que a Sócrates, agradeçamos isso a Cavaco Silva, o esbanjador-mor em betão e compadrios...
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 1:03 am

Não devemos esquecer:

OS CULPADOS DA CRISE...

O jornal “Expresso” referiu para “Os 15 maiores erros de política económica” os seguintes “culpados”:

Cavaco Silva - Salários do Estado

António Guterres - Barragem de Foz Coa

Cavaco Silva/António Guterres/Sousa Franco - Moeda Única

António Guterres/Sousa Franco - Financiamento da Ponte Vasco da Gama

António Guterres/José Sócrates - SCUT

António Guterres/Sousa Franco - Venda imoral de Champalimaud ao Santander

António Guterres/Sousa Franco - Admissões em massa de funcionários públicos

António Guterres - Estádios do Euro 2004

António Guterres - Sustentabilidade da Segurança Social

António Guterres/Pina Moura - Congelamento do preço dos combustíveis

António Guterres/Pina Moura - As políticas e objectivos da GALP

António Guterres/Sousa Franco - Aumento da participação da Sonae na Portucel

António Guterres - Metro no Terreiro do Paço

António Guterres/Sousa Franco/Pina Moura - Brinde fiscal à Petrocontrol

António Guterres/Pina Moura - Rejeição participação EDP na Unión Fenosa

Em resumo:

Cavaco Silva ..............2 erros
António Guterres .......14 erros
Sousa Franco..............6 erros
Pina Moura ................4 erros
José Sócrates .............1 erro (Este artigo é de 2005)

Estes resultados traduzem bem o que de há muito se sabe:

Os principais responsáveis pela situação em que Portugal se encontra são os governos de António Guterres, com a comparticipação dos seus ministros das finanças e economia Sousa Franco e Pina Moura.


PS - Tirando o Sousa Franco que morreu, estão todos em grande...
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The Great Mexican Virus

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 1:28 am

Essa lista poupa Cavaco, ignorando eu o por quê, mas calculando-o.

Aqui ficam alguns erros mais de Cavaco, não assinalados:


Primeiro Ministro

Cavaco Silva apostou em levar a cabo reformas estruturais da administração e na direcção económica do país. Foi também nesta legislatura que Portugal aderiu à CEE. Porém, as reformas em que apostava, encontraram oposição firme na Assembleia da República onde (em Abril de 1987), o Partido Renovador Democrático de Ramalho Eanes, leva uma moção de censura, depois aprovada com os votos do PS e da APU. Tal teve como consequência a queda do governo e Mário Soares (entretanto eleito Presidente da República), dissolve a Assembleia e convoca eleições.

Nas eleições de Julho de 1987 os portugueses atribuem a primeira maioria absoluta a uma força política não coligada (com 50,2% dos votos para o PSD), que se havia de repetir nas eleições legislativas de 1991. Dessas vitórias resultaram, respectivamente, a constituição dos XI e XII Governos Constitucionais, apostados em conduzir reformas estruturais conducentes à economia social de mercado. Nesses anos se fez a reforma fiscal que introduziu o IRS e o IRC, privatizaram-se empresas públicas, reformaram-se as leis laborais e agrárias e liberalizou-se a comunicação social, de que resultou a abertura da televisão à iniciativa privada. Os fundos recebidos da CEE deram origem a um crescimento económico apreciável, que fez subir a popularidade de Cavaco Silva. A par de profundas melhorias na rede viária nacional e da reabilitação de boa parte do património cultural público, deu-se o impulso a seis novos projectos: a organização da Expo 98, a construção da Ponte Vasco da Gama, a introdução do caminho ferroviário na Ponte 25 de Abril, a construção da Barragem do Alqueva, a introdução do gás natural e a projecção do novo Aeroporto da Madeira. A permitir estas reformas estavam as condições estabelecidas no Acto Único Europeu de 1986, ano da adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia. Em 1992 Portugal assume pela primeira vez a presidência do Conselho de Ministros da CEE, o que leva Cavaco Silva a abrir a cerimónia de assinatura do Tratado de Maastricht, que fundou a União Europeia. Foi também sob a sua liderança que Portugal esteve no centro da criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e que foi decidida a realização anual das cimeiras luso-brasileiras.

Coincidindo com o abrandamento da actividade económica, os últimos anos do XII Governo, ficaram também marcados pela contestação social às reformas do cavaquismo. Cavaco Silva responderia com uma frase que se tornou célebre, «deixem-me trabalhar!», e classificava a oposição como «forças de bloqueio». De acordo com o governante, aqueles que se opunham às suas políticas faziam parte desss forças. Entre os "bloqueadores" foram incluídos Mário Soares, que com as suas Presidências Abertas dava eco à contestação social que se fazia sentir no País, e Sousa Franco, então presidente do Tribunal de Contas, que várias vezes reprovou as contas enviadas pelo Governo.

Após dez anos como Primeiro-Ministro, Aníbal Cavaco Silva coloca-se de fora das eleições legislativas desse mesmo ano, e afasta-se da liderança do PSD, entretanto assumida por Fernando Nogueira. A derrota do PSD em 1995, pelo PS de António Guterres, levam-no a anunciar uma candidatura à Presidência da República. Personificando uma alternativa não socialista, defronta-se com Jorge Sampaio, e sai derrotado (com 46,09%, contra 53,91% dos votos). Nos anos seguintes, volta ao Banco de Portugal e à docência universitária. Mantém, todavia, uma marcante participação cívica, nomeadamente através de intervenções em colóquios e artigos na imprensa escrita. In Wikipédia


Falta aí a indicaçãodos bolsos, onde foi parar a maior fatia do bolo europeu, que nos calhou em sorte.
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REGINALDO

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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   Qua Abr 28, 2010 6:47 am

EU por mim, JULGAVA todos estes , VAGABUNDOS que arruinaram a PATRIA!!! TODOS!!!
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MensagemAssunto: Re: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À BANCARROTA FINAL   

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