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 GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides

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MensagemAssunto: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Dom Dez 20, 2009 5:27 pm

As Pirâmides - I

A pirâmide é um tipo de construção que proliferou em tempos remotos por muitos lugares da Terra. Se trata de uma figura geométrica perfeita e estética; mas esta explicação não é suficiente. Como tampouco o é definir as pirâmides como lugares de culto ou simples tumbas de maior ou menor magnificência. Existe algo mais, e existem abundantes provas disto: as pirâmides possuem um poder, que podemos definir como mágico, mas que na realidade é tão natural como as forças cósmicas que intervém em seus enigmáticos efeitos.

As Pirâmides e suas câmaras secretas

São inumeráveis as teorias que surgiram acerca do mistério das pirâmides de Gizé; tem para todos os gostos, inclinações e preferências. E das mais variadas procedências e autorias. Muitas delas procedem do campo do ocultismo, e olha por onde, duas delas deram origem a investigações científicas impensáveis há algumas décadas, com resultados surpreendentes.

Começando por seu interior ela foi construída com blocos de pedra calcária, sendo que a camada externa das pirâmides foi revestida com uma camada protetora de pedras polidas e com um brilho distinto.

Era composta de 2,3 milhões de enormes blocos de calcário - estima-se que cada um pesa três toneladas.

Observa-se que o ângulo de inclinação de seus lados fizeram com que cada lado fosse orientado cuidadosamente pelos pontos cardeais.

Em todos os níveis da pirâmide a seção transversal horizontal é quadrada.

As teorias inventadas nos últimos séculos para explicar a construção das pirâmides sofrem todas de uma problema comum. O desconhecimento da ciência egipcia do Alto Império. Conhecimento este que foi recuperado apenas no final do século XX.

A teoria que melhor explica as construções das pirâmides sem encontrar contradições logísticas e sem invocar coisas extra-terrenas é a química, mas exatamente um ramo dela, a geopolimerização. Os blocos foram produzidos a partir de calcário dolomítico, facilmente agregado no local usando-se compostos muito comuns na época, como cal, salitre e areia. Toda a massa dos blocos foi transportada por homens carregando cestos da massa, posta a secar em moldes de madeira. O esforço humano neste caso seria muito menor e o assentamento do blocos perfeito.

A arqueologia contra a imaginação

A primeira destas teorias afirma que a Grande Pirâmide de Queops não foi uma tumba mas um templo, no qual seletos candidatos eram iniciados nos mistérios de uma ciência secreta.

A outra, do norte-americano Edgar Gayce, assegura que no interior e debaixo da base da Grande Pirâmide se encontram bibliotecas secretas, nas quais é conservado o patrimônio científico da Atlântida, o continente perdido.

Naturalmente as duas teorias mereceram os mais seletos comentários humorísticos dos arqueólogos em geral, e as mais homéricas gargalhadas dos especialistas em egiptologia, mas... visto que os arqueólogos têm o hábito demasiadamente manifesto de querer monopolizar para si qualquer pedra tosca antiga e de não tolerar "intrusões" de ninguém que não esteja registrado em suas cátedras universitárias, seu prestígio de "objetivos homens de Ciência", ultimamente, decaiu bastante; o que os outros cientistas não conseguem entender é por que os arqueólogos de profissão se prendem tenazmente a sustentar a capa e espada suas próprias opiniões, ponderações, cavilações, elucubrações, deduções, etc., cuidadosamente redigidas em artigos monográficos que publicam em revistas superespecializadas e de circulação limitadíssima, contra qualquer contradição, venha de onde vier.

Os fatos não são investigados a fundo

O que os outros homens de ciência não conseguem compreender, ou compreendem demasiadamente bem, é por que os arqueólogos se empenham tanto em representar o papel do cachorro da horta que nem come nem deixa comer na propriedade que zelozamente guarda, por que a maioria dos arqueólogos desconfia e suspeita do radio-carbono, da fluorina (mineral composto de flúor e cálcio), dos medidores de radiações, dos radares, etc., em uma palavra de qualquer detector exato, objetivo, não manuseado por aficcionados em física e eletrônica. Claro que os arqueólogos e os egiptólogos de profissão não têm a obrigação de terem feito uma carreira de Ciências, pois procedem das faculdades de Letras e História, mas... o que tem que ver seu curriculum escolar com a investigação dos fatos e dos fenômenos? Conta-se que o aristotélico Cremonini, contemporâneo de Galileu, não queria olhar pelo telescópio porque não lhe fazia falta olhar através de um artefato duvidoso o que le já sabia perfeitamente por autoridade do mais célebre cientista da Humanidade.

Existem câmaras secretas sob a pirâmide?

Bom, o fato é que um grupo de cientistas não dedicados à arqueologia decidiu averiguar se havia ou não câmaras secretas ocultas no interior e debaixo das pirâmides, e para trabalhar tranqüilos, decidiram levar a cabo suas investigações com a pirâmide de khefren, que aparentemente continha somente um curto corredor e uma só câmara mortuária. E assim em 1966 Luis Alvarez, catedrático de Física da Universidade da Califórnia, em seguida galardoado com o Prêmio Nobel de Física, idealizou um sistema para acabar de uma vez para sempre a questão da existência ou não de ambientes ocultos no interior da pirâmide em exame.

Prospecção com radiações

Ele e seus colaboradores instrumentaram um sistema medidor de raios cósmicos e o instalaram na câmara mortuária. Para quê? Para registrar a quantidade de radiações que chegavam ao lugar através do edifício pétreo. Qualquer desvio da quantidade uniformemente recebida serviria para provar a existência de desconhecidos espaços ocos na construção.

Ao projeto se dedicaram uma equipe norte-americana e outra da EM Shams University do Cairo. Durante o tempo de dois anos os detectores mediram e registraram radiações cósmicas desde o interior da pirâmide, com o qual foram obtidos nada menos que dois milhões de dados.

Aumenta a dimensão do enigma

Agora então, longe de comprovar se a pirâmide continha ou não câmaras secretas, a experiência não fez mais que aumentar o enigma da natureza e finalidades do monumento. Porque resultava que os registros efetuados próximos do mesmo ponto em diferentes tempos, lançavam quantidades que não eram parecidas em nada umas às outras. Do mesmo modo que os dados recolhidos eram "uma indecifrável mistura de símbolos sem sentido, que não conduziam a nenhuma plausível ordenação resolutiva" .

Construindo uma Pirâmide experimental

São muitos os tipos de pirâmides que podem ser construídas para efeitos experimentais e dos mais diversos materiais: papel cartão, madeira, cristal, etc. Convém utilizar o cristal, pois este permitirá poder observar melhor o interior durante o desenvolvimento das provas. No interior colocaremos um objeto sustentador, sobre o qual colocaremos o material da experiência, um pedaço de madeira, por exemplo, a uma altura semelhante à que alcança a câmara sepulcral na pirâmide de Quéops, que é o ponto ótimo de captação de energia cósmica.

Os experts estão de acordo com relação às medidas ideais da pirâmide experimental. Nós construímos uma de cristal com as seguintes medidas: base, 32 cm.; altura, 20 cm.

Um dos lados da pirâmide deverá estar orientado ao Norte exatamente. Somente desta maneira, opinam os piramidólogos, a figura geométrica desenvolverá todo seu poder energético.

O pedaço de madeira sobre o qual depositaremos os objetos com os quais tentaremos levar a cabo as provas, deverá ter uma altura de aproximadamente uns 30% do total da pirâmide, aproximadamente 7 cm.

Biblioteca de Alexandria no Egipto

A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo e se localizava na cidade de Alexandria. Considera-se que tenha sido fundada no início do século 3 a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga.

Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 700.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi queimada por completo pelos árabes.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Seg Dez 21, 2009 11:18 pm

As Pirâmides - II

As três pirâmides de Gizé, Keóps, Quéfren e Miquerinos, foram construídas como tumbas reais para os reis Kufu (Keóps), Quéfren, e Menkaure (pai, filho e neto), que dão nome às pirâmides. A primeira delas, Keóps, foi construída há mais de 4.500 anos, por volta do ano 2550 a.C., chamada de Grande Pirâmide, a majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1900), com a construção da Torre Eiffel. O curioso é que as pirâmides de Gizé já eram as mais antigas dentre todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que haviam sido construídas) e são justamente as únicas que se mantém até hoje.

Forças misteriosas e sobrenaturais

Mediante a evidência de uma força oculta os homens de ciência se declararam impotentes. "Se a geometria da pirâmide é um erro, declarou o chefe da equipe egípcia de investigação, existe um mistério cuja explicação encontra-se mais além de nossos conhecimentos; direi que me inclino para o segundo. Chamem-no vocês como quiserem ocultismo, maldição, bruxaria ou magia aqui existe uma força que desafia todas as leis da Ciência"

E tinha razão. Na geometria estrutural da pirâmide não existe erros, e suas medidas foram centenas de vezes comprovadas nos últimos 150 anos. Portanto? Portanto na pirâmide atua uma força desconhecida e "sobrenatural".

O descobrimento de Bovis

Falar aos arqueólogos de "forças misteriosas e sobrenaturais" em ação nas pirâmides é como projetar-lhes um filme de desenhos animados sobre o tema das galáxias e suas guerras e batalhas, para ver se reagem. De forma que com fina diplomacia tomaram ato do fracasso do eminente físico doutor Alvarez e voltaram, com secreta satisfação, a seus próprios métodos de erudita investigação.

No entanto, quando menos se espera, salta a surpresa. O que é a casualidade. Aconteceu que entre os grupos de turistas que continuamente visitam as "Pirâmides de Gize, uma das sete maravilhas do Mundo", segundo propagam os folhetos, um senhor francês, de nome Bovis, fez uma descoberta importante: encontrando-se no interior do monumento, na câmara mortuária, que está situada no centro do mesmo, exatamente a um terço de sua altura, sentiu-se angustiado, sensação que todos experimentam no lugar devido a sua atmosfera excessivamente úmida; mas, ao invés de limitar-se a manifestar sua sensação de incômodo, pensou que nesse ambiente qualquer substância orgânica rapidamente seria inutilizada.

Os pequenos cadáveres conservam-se perfeitamente

Uma associação de idéias normal e comum, mas no caso da pirâmide, decisiva, pois Bovis se deu conta de que ali as coisas deviam funcionar ao contrário. Como pode pensar tal coisa? Simplesmente porque notou que os cadáveres de pequenos animaizinhos do deserto (na caixa de lixo situada à esquerda da entrada da câmara para que os turistas joguem ali seus desperdícios e não no chão), mortos por haver ingerido o veneno que é colocado com o fim de não infestar o monumento, tratando-se de ratinhos, estavam em perfeito estado de conservação, secos e sem denunciar sinais de alteração. O que acontece aqui? - pensou Bovis - parece como se neste ambiente algo produz uma espécie de mumificação natural.

Da teoria à prática

Empenhou-se com sua intuição e, de volta ao seu lar, quis comprovar se estava certo. Para isto, construiu uma maquete da pirâmide, cuidando que na redução em escala todas as dimensões do monumento resultassem exatas. Em seguida, na mesma altura em que seria encontrada a câmara do faraó, colocou o cadáver de um gato e orientou a maquete conforme ao original, segundo os eixos norte-sul e leste-oeste. Pois bem, sem a ajuda de nenhuma substância, o cadáver do gato ficou mumificado. Aleluia! Bovis havia descoberto que a configuração piramidal produzia um efeito dissecador e assim preservava da putrefação. Entusiasmado, deu ampla publicidade a sua sensacional descoberta, que, por fim, depois de tantos milhões de anos revelava um dos enigmas mais apaixonantes acerca das pirâmides: os egípcios construíram seus sepulcros assim porque conheciam o segredo da propriedade de sua configuração, ou melhor ainda, conheciam como atuava a "forçasobrenatural" capaz de inverter o curso normal dos acontecimentos físicos.

Não era encontrada uma explicação

Como sempre as novidades encontram partidários e difamadores, e assim a experiência de Bovis não passou de notícia sensacional; a Ciência não podia fazer mais que constatar a autenticidade do fenômeno, mas continuava sem vislumbrar nenhum caminho para explicá-lo. E nesta situação, aproximadamente, continuamos, ainda que algo mais foi conseguido saber, graças às experiências realizadas por Karel Drbal, um engenheiro de telecomunicações tcheco-eslovaco. Drbal leu uma reportagem sobre a descoberta de Bovis e sua primeira reação foi de ceticismo: "Já estamos com os milagrinhos, a gente está disposta a acreditar em qualquer coisa, com tanto que se propague sua ditosa tendência à superstição, etc."

O invento funcionou!

E para demonstrar que Bovis era um vulgar caçador de notoriedade como existem tantos, um charlatão sem escrúpulos disposto a jogar com a credibilidade das pessoas, ele mesmo decidiu realizar a experiência.

Com surpresa e assombro não teve mais remédio que admitir que o invento funcionava, já que foram vários os animais que conseguiu mumificar.

Então dedicou-se a estudar que relação podia dar-se entre a causa (forma da pirâmide) e o efeito obtido em seu interior. O mais lógico era supor que era a forma da pirâmide a que determinava o comportamento de seu interior, isto é, os acontecimentos de seu espaço interior, pelo qual cabia estabelecer como hipótese que, usando formas apropriadas e configurações a elas relativas, poderiam ser obtidos cedo ou tarde efeitos desejados e pré-fixados.

Foi regenerado o fio da lâmina

O que poderia acontecer, se perguntou Drbal contudo muito pouco convencido da correção de sua hipótese, se no interior da pirâmide forem colocados objetos inanimados ou inorgânicos? Dito e feito, experimentou com objetos e substâncias variadas, sem resultados apreciáveis. Então, já no plano da brincadeira, colocou no lugar "mágico" uma lâmina de barbear usada. E qual não foi sua surpresa, quando a pegou, para comprovar que continuava tal qual quando a colocou, ao descobrir que a lâmina cortava como se estivesse nova. Simplesmente, havia recuperado seu fio.

A acção de forças desconhecidas

Bom, mas o que é isto, se perguntou Drbal: aqui existe dois fatos reais e inquestionáveis: a pirâmide tem o poder de mumificar e de regenerar o fio de uma navalha. E posto que não exista nada que aconteça por arte de magia, obviamente no interior do objeto devem atuar forças segundo leis não válidas fora dele. No entanto a capacidade especulativa de Drbal não dava para mais e renunciou a procurar que leis regiam no espaço interior das pirâmides e seu olfato para os negócios o inspirou que podia tirar proveito do assunto das lâminas usadas.

Nos anos 50 a indústria mundial das lâminas de barbear estava em crise, e as previsões de mercado unanimemente a condenavam à morte em um prazo muito breve, devido à batalha que praticamente haviam ganho as firmas fabricantes de barbeadores elétricos. Drbal estudou a situação e chegou à conclusão de que as pessoas preferiam as máquinas elétricas porque tinham a impressão de que com elas, praticamente, realizam uma economia, enquanto que, usando as lâminas, depois de duas, três barbas, não serviam e teriam que comprar continuamente lâminas novas. Mas se a pirâmide caseira era capaz de deixá-las como novas...

O afiador mágico de Drbal

Drbal viu uma possibilidade de negócio e não perdeu tempo, e sem mais solicitou de seu invento denominado "Afiador de Lâminas de Barbear Pirâmide de Quéops". O escritório de patente tcheco-eslovaco não ocultou seu ceticismo, mas depois de que seu engenheiro chefe fabricou por sua conta uma maquete de pirâmide e comprovou sua efetividade, no ano 1959 decidiu homologar o invento e conceder o certificado de proteção de direitos exclusivos. Em princípio as pirâmides colocadas no comércio eram fabricadas em cartão, mas hoje em dia são produzidas massivamente moldadas em espuma, como a que é empregada para encaixes e embalagens.

Os experimentos de Watson

No entanto, deixando de lado o aspecto comercial da questão, como é que as miniaturas de pirâmide conseguem regenerar o fio das lâminas gastas? Com o problema decidiu enfrentar-se um físico, Lyall Watson, e depois de ter efetuado experimentos e mais experimentos (afirma que uma lâmina durou quatro meses apesar de usá-la diariamente, graças à pirâmide), anunciou que acredita ter descoberto a possível explicação do fenômeno. Ei-la aqui: tendo em conta que o fio de uma lâmina, de uma navalha, etc. possui uma estrutura cristalina, quando é usada, obviamente, pelo atrito, perde uma certa quantidade de cristais, em sua superfície extrema.

A pirâmide, lente ou ressonador de energia

Sendo assim, o poder renovador das pirâmides não pode mais que ser devido à que elas funcionam como lentes que concentram energia, ou como ressonadores que captam energia, fazendo-a atuar, no ponto correspondente à câmara mortuária do original, na função de catalizar a reestruturação cristalina. Do qual se deduz que a mesma configuração da pirâmide é algo parecidíssimo à estrutura de um cristal de magnetita, e por isso criaria em seu interior um campo magnético.

Nada mais e nada menos: por um conjunto de fatores, o fato é que a configuração de um compartimento parece que influi nos fenômenos que acontecem em seu interior.

Uma indústria tcheco-eslovaca produtora de cerveja, tendo em conta o princípio, comprovou que quando, por necessidade de tornar mais rentáveis a embalagem dos recipientes de seu produto, adotou para estes a forma poligonal ao invés da tradicional cilíndrica, a qualidade da cerveja sofria diminuição.

Também foi averiguado que cobaias feridas recuperavam mais rapidamente a saúde se fossem alojadas em jaulas redondas.

Experiência: Mumificação de carne

É a experiência mais clássica. Para efetuá-la pegaremos um pedaço de carne crua, a metade da qual introduziremos na pirâmide, servindo-nos o outro de referência. A mumificação será produzida mais rapidamente se o pedaço de carne é de escassas dimensões; em todo caso, é somente uma questão de tempo.

Introduzimos na pirâmide um pedaço de carne colocado sobre o taco suporte. Fora deixamos o outro pedaço para comparar os efeitos.

A cor e textura da carne demonstraram que nela foram produzidas algumas mudanças, que não se verificaram no pedaço da amostra.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Qua Dez 23, 2009 5:13 pm

As Pirâmides - III

O conhecimento científico dos Egípcios

Naturalmente as provas de que a configuração das pirâmides produz em seu interior efeitos do tipo que descrevemos, e a dedução lícita de que os antigos egípcios o sabiam, e que precisamente por isso construiam as pirâmides como sepulcros de seus faraós, foram desdenhosamente rechaçadas pelos arqueólogos e os egiptólogos profissionais. Enfim, já dissemos em que coordenadas intelectuais caminham estes homens de ciência, já se sabe que de física não entendem nada nem lhes interessa entender, por sua formação humanística, etc., então, o fato é que o aceitem ou não os egípcios, que não eram experts em egiptologia, construiam as pirâmides para favorecer a mumificação.

Magnetismo por fricção

Sempre foi dito que "os antigos" conheciam algo do fenômeno do magnetismo por fricção, sem deixar de considerá-lo uma curiosidade. É certo?

Se Alvarez não tivesse levado a cabo sua recopilação de dados, a força desta tradicional versão continuaria intacta, e todas as hipóteses que puderam ser formuladas contra a mesma continuariam estourando como bolhas de sabão na sólida parede de papel das opiniões autorizadas dos arqueólogos.

Já vimos que Alvarez e sua equipe trabalharam na detecção e medição dos raios cósmicos, e já sabemos que a pirâmide consegue alterar seu comportamento uma vez penetrados em seu interior.

Associação das pirâmides com a água subterrânea

A teoria de Lyall Watson propõe uma explicação séria sobre o importante papel que joga a configuração piramidal em si, como lente concentradora de energia, ou como ressonador de energia, porém omite um fator muito importante, presente nas pirâmides e em todos os sepulcros megalíticos: sua associação com as águas subterrâneas ou freáticas, e a rígida orientação da construção sobre os eixos norte-sul e leste-oeste. Parece contrário a toda lógica que, se a pretensão era preservar os cadáveres da putrefação, procuraram precisamente que nas câmaras mortuárias o ambiente fosse úmido, como Bovis acertadamente observou.

Existe uma explicação científica

O que procuravam pois "os antigos" com tal irracionalidade, e em virtude de quais conhecimentos? Lamentavelmente os mortos não podem explicar-nos de viva voz sua teoria, mas nós não podemos cruzar os braços como fazem os arqueólogos e os egiptólogos, porque na atualidade temos um caudal de conhecimentos de física mais que suficiente para decifrar, sem necessidade de especulações fantasiosas, o por que de sua aparente irracionalidade, e deduzir, conseqüentemente, que nível de conhecimentos tinham eles, ainda que os egiptólogos continuem entrelaçados entre nomenclaturas de deuses e mitologias, cujo sentido autêntico lhes escapa. As águas subterrâneas atuam como electrólitos e as capas geológicas como eletrodos e os sais dissolvidos como substâncias submetidas a electrólise. Dito com outras palavras, os mantos freáticos são sistemas elétricos, e é óbvio que todo sistema elétrico gera seu próprio campo de forças e um campo de forças magnéticas.

Ação das forças eletromagnéticas

Em física não existe nenhuma dificuldade para entender que as forças eletromagnéticas geradas pelas águas subterrâneas percorrem o córtex terrestre, e ditas forças são denominadas "colombianas", do nome de seu descobridor Coulomb. Pois bem, as pirâmides e as pedras "captam" essas forças (daí a presença das esculturas megalíticas para o emprego das pedras), como ondas negativas. Será oportuno que os egiptólogos e os especialistas de outras culturas antigas, assim como os etnólogos, tenham presente que quando lêem ou ouvem acerca de "forças mágicas, vitais, ocultas, etc.", o que se oculta atrás dessa fraseologia não são mais que forças coulombianas, e que portanto aqueles que delas falam ou deixam consignação escrita, as conheciam e sabiam (ou conhecem) (ou sabem) como usá-las, pelo que não eram nem tontos nem infantis nem irracionais, e se não primitivos atuais, não se deixem despistar por seu aspecto semi-oligofrênico.

A força escapa pela cúspide

Prossigamos. Estas forças coulombianas captadas pelas pedras das pirâmides afluem para a cúspide (ponto onde concorrem os vértices de todos os triângulos que formam as superfícies da pirâmide), acelerando sua velocidade à medida que a configuração no monumento vai estreitando, para escapar pela ponta. Esta fuga significa que as cavidades interiores da pirâmide são drenadas de suas cargas elétricas, exatamente como ocorre na jaula de Faraday, de forma que nas cavidades é produzido um "vazio biológico", apesar do ambiente úmido. Foi comprovado que nele nem sequer podem ser desenvolvido mofos, e também foi demonstrado que com o sistema são obtidas mumificações absolutamente naturais.

Suspensão temporária no vazio biológico

Com este vazio biológico, qualquer coisa situada nele fica como em um estado de suspensão temporária, mas se a hipótese das pirâmides-jaulas de Faraday confirma que o que era perseguido pelos antigos egípcios era a mumificação natural, também foi visto que com a teoria de Lyall Watson a configuração piramidal poderia produzí-la; agora então, é completamente impensável supor que as radiações cósmicas atuem sem a presença das forças coulombianas, ou que estas atuem em ausência das radiações cósmicas, simplesmente porque as pirâmides não são sistemas isolados de laboratório, onde teoricamente poderia ser investigadas se somente as radiações ou se somente as forças coulombianas poderiam provocar as mumificações.

Os complexos conhecimentos dos construtores

Esta constatação nos orienta para entender vá rias coisas: primeiro, que os construtores das pirâmides conheciam a importância do aportamento de energia cósmica e solar (daí todos os cultos ao céu, aos astros, ao sol, etc.); segundo, conheciam a importância do campo magnético terrestre como uma capa protetora e conservadora da biosfera frente às radiações cósmicas; terceiro, deviam conhecer a atividade elétrica do planeta, cujos efeitos eram as forças e campos eletromagnéticos; e quarto, deviam conhecer a radiatividade própria dos elementos químicos integrados no conjunto globo terráqueo, atmosférico e estratosférico. Em uma palavra, deviam conhecer a fundo a teoria dos quanta e dos intercâmbios quânticos de Max Planck, assim como a do indeterminismo de Heinsemberg, de forma que sua concepção do Universo não podia ser mais que a de um sistema unitário, isto é, de uma estrutura única, na qual nenhum elemento podia ser considerado independente do conjunto como algo fixo e estável em si e por si, mas como um efeito de ação próxima e remota, e conseqüentemente recíproca, de todas as forças de um jogo.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Dom Dez 27, 2009 2:32 pm

As Pirâmides - IV

O conhecimento científico dos Egípcios

Naturalmente as provas de que a configuração das pirâmides produz em seu interior efeitos do tipo que descrevemos, e a dedução lícita de que os antigos egípcios o sabiam, e que precisamente por isso construiam as pirâmides como sepulcros de seus faraós, foram desdenhosamente rechaçadas pelos arqueólogos e os egiptólogos profissionais. Enfim, já dissemos em que coordenadas intelectuais caminham estes homens de ciência, já se sabe que de física não entendem nada nem lhes interessa entender, por sua formação humanística, etc., então, o fato é que o aceitem ou não os egípcios, que não eram experts em egiptologia, construiam as pirâmides para favorecer a mumificação.

Magnetismo por fricção

Sempre foi dito que "os antigos" conheciam algo do fenômeno do magnetismo por fricção, sem deixar de considerá-lo uma curiosidade. É certo?

Se Alvarez não tivesse levado a cabo sua recopilação de dados, a força desta tradicional versão continuaria intacta, e todas as hipóteses que puderam ser formuladas contra a mesma continuariam estourando como bolhas de sabão na sólida parede de papel das opiniões autorizadas dos arqueólogos.

Já vimos que Alvarez e sua equipe trabalharam na detecção e medição dos raios cósmicos, e já sabemos que a pirâmide consegue alterar seu comportamento uma vez penetrados em seu interior.

Associação das pirâmides com a água subterrânea

A teoria de Lyall Watson propõe uma explicação séria sobre o importante papel que joga a configuração piramidal em si, como lente concentradora de energia, ou como ressonador de energia, porém omite um fator muito importante, presente nas pirâmides e em todos os sepulcros megalíticos: sua associação com as águas subterrâneas ou freáticas, e a rígida orientação da construção sobre os eixos norte-sul e leste-oeste. Parece contrário a toda lógica que, se a pretensão era preservar os cadáveres da putrefação, procuraram precisamente que nas câmaras mortuárias o ambiente fosse úmido, como Bovis acertadamente observou.

Existe uma explicação científica

O que procuravam pois "os antigos" com tal irracionalidade, e em virtude de quais conhecimentos? Lamentavelmente os mortos não podem explicar-nos de viva voz sua teoria, mas nós não podemos cruzar os braços como fazem os arqueólogos e os egiptólogos, porque na atualidade temos um caudal de conhecimentos de física mais que suficiente para decifrar, sem necessidade de especulações fantasiosas, o por que de sua aparente irracionalidade, e deduzir, conseqüentemente, que nível de conhecimentos tinham eles, ainda que os egiptólogos continuem entrelaçados entre nomenclaturas de deuses e mitologias, cujo sentido autêntico lhes escapa. As águas subterrâneas atuam como electrólitos e as capas geológicas como eletrodos e os sais dissolvidos como substâncias submetidas a electrólise. Dito com outras palavras, os mantos freáticos são sistemas elétricos, e é óbvio que todo sistema elétrico gera seu próprio campo de forças e um campo de forças magnéticas.

Ação das forças eletromagnéticas

Em física não existe nenhuma dificuldade para entender que as forças eletromagnéticas geradas pelas águas subterrâneas percorrem o córtex terrestre, e ditas forças são denominadas "colombianas", do nome de seu descobridor Coulomb. Pois bem, as pirâmides e as pedras "captam" essas forças (daí a presença das esculturas megalíticas para o emprego das pedras), como ondas negativas. Será oportuno que os egiptólogos e os especialistas de outras culturas antigas, assim como os etnólogos, tenham presente que quando lêem ou ouvem acerca de "forças mágicas, vitais, ocultas, etc.", o que se oculta atrás dessa fraseologia não são mais que forças coulombianas, e que portanto aqueles que delas falam ou deixam consignação escrita, as conheciam e sabiam (ou conhecem) (ou sabem) como usá-las, pelo que não eram nem tontos nem infantis nem irracionais, e se não primitivos atuais, não se deixem despistar por seu aspecto semi-oligofrênico.

A força escapa pela cúspide

Prossigamos. Estas forças coulombianas captadas pelas pedras das pirâmides afluem para a cúspide (ponto onde concorrem os vértices de todos os triângulos que formam as superfícies da pirâmide), acelerando sua velocidade à medida que a configuração no monumento vai estreitando, para escapar pela ponta. Esta fuga significa que as cavidades interiores da pirâmide são drenadas de suas cargas elétricas, exatamente como ocorre na jaula de Faraday, de forma que nas cavidades é produzido um "vazio biológico", apesar do ambiente úmido. Foi comprovado que nele nem sequer podem ser desenvolvido mofos, e também foi demonstrado que com o sistema são obtidas mumificações absolutamente naturais.

Suspensão temporária no vazio biológico

Com este vazio biológico, qualquer coisa situada nele fica como em um estado de suspensão temporária, mas se a hipótese das pirâmides-jaulas de Faraday confirma que o que era perseguido pelos antigos egípcios era a mumificação natural, também foi visto que com a teoria de Lyall Watson a configuração piramidal poderia produzí-la; agora então, é completamente impensável supor que as radiações cósmicas atuem sem a presença das forças coulombianas, ou que estas atuem em ausência das radiações cósmicas, simplesmente porque as pirâmides não são sistemas isolados de laboratório, onde teoricamente poderia ser investigadas se somente as radiações ou se somente as forças coulombianas poderiam provocar as mumificações.

Os complexos conhecimentos dos construtores

Esta constatação nos orienta para entender vá rias coisas: primeiro, que os construtores das pirâmides conheciam a importância do aportamento de energia cósmica e solar (daí todos os cultos ao céu, aos astros, ao sol, etc.); segundo, conheciam a importância do campo magnético terrestre como uma capa protetora e conservadora da biosfera frente às radiações cósmicas; terceiro, deviam conhecer a atividade elétrica do planeta, cujos efeitos eram as forças e campos eletromagnéticos; e quarto, deviam conhecer a radiatividade própria dos elementos químicos integrados no conjunto globo terráqueo, atmosférico e estratosférico. Em uma palavra, deviam conhecer a fundo a teoria dos quanta e dos intercâmbios quânticos de Max Planck, assim como a do indeterminismo de Heinsemberg, de forma que sua concepção do Universo não podia ser mais que a de um sistema unitário, isto é, de uma estrutura única, na qual nenhum elemento podia ser considerado independente do conjunto como algo fixo e estável em si e por si, mas como um efeito de ação próxima e remota, e conseqüentemente recíproca, de todas as forças de um jogo.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Seg Dez 28, 2009 10:55 pm

As Pirâmides - V

A Magia das Pirâmides

Por que construíram pirâmides? É muito compreensível que os arqueólogos digam que não, porque com esta linguagem desapareceram tanto as genealogias dos deuses como as artes mágicas, as cerimônias, os ritos, etc, que constituem o material de sua erudição. Mas sua negativa por incompreensão do delineamento cientificamente unitário do problema, e de suas conseqüências interpretativas, não pode nem deve perturbar o sono de ninguém que queira chegar ao fundo da questão, que não é outra senão a inteligência do por que, por exemplo, os egípcios construiam pirâmides e não cubos para obter a mumificação, ou por que dedicavam tanta atenção à influência dos astros nos acontecimentos terrestres e humanos. Razões. Poderia alguém negar que os egípcios, por exemplo, já que estamos com eles, desconheciam o mecanismo produtor das marés? Ou que desconheciam a influência do sol e da lua nos ciclos vegetativos? Claro que não, nem sequer os arqueólogos poderiam negá-lo. Pois bem: se é assim, é preciso conceder aos egípcios uma base teórica que lhes permitiu entender como eram possíveis tais ações à distância.

Os antigos não foram a infância da humanidade

Que base teórica? No século passado, quando do Cósmos não sabíamos quase nada no Ocidente, e a Ciência discorria através das coordenadas cartesianas do determinismo mecanicista, acreditando estar em posse da chave da objetividade, se pensava que a denominada "mentalidade mágica" era um esforço de racionalismo abortado, uma pretensão de racionalidade que se parecia muito à da psicologia infantil, isto é, aos raciocínios de quem todavia não chegou á maturidade. As crianças discorrem, assinalava-se para estabelecer a comparação, mas sem levar em conta a evidência dos fundamentos de suas deduções; e os antigos, que "são a infância da Humanidade", repetia-se parafraseando a uma frase de Giovanibattista Vico, procediam do mesmo modo. O que fazem os povos primitivos contemporâneos, à semelhança dos enfermos mentais.

As conclusões errôneas de Frazer

Pelo que, se concluía, os antigos egípcios, os antigos da Suméria, Babilônia, Fenícia, etc., apesar do alto nível de suas realizações, não haviam conseguido alcançar o nível de plena racionalidade, façanha que levaram a cabo os gênios da filosofia grega. E em uma tentativa de determinar quais eram os fundamentos não evidentes do pensamento mágico dos antigos, das crianças e dos primitivos, James Frazer, depois de recolher uma imponente quantidade de material etnológico, religioso, etc., formulou suas conclusões: toda a magia é reduzida a crer que: "primeiro, o semelhante produz o semelhante, ou que os efeitos são semelhantes às duas causas, e segundo, as coisas que estiveram uma vez em contato se atuam reciprocamente à distância, ainda depois de ter sido cortado todo contato físico". O primeiro princípio pode ser chamado lei de semelhança e o segundo lei de contato ou contágio.

Efeitos de magia

Do primeiro destes princípios, o denominado lei de semelhança, o mago deduz que pode produzir o efeito que deseje sem mais que imitá-lo; do segundo princípio deduz que tudo o que acontece com um objeto material afetará de igual modo à pessoa com quem este objeto esteve em contato, tenha ou não formado parte de seu próprio corpo. Os encatamentos fundamentados na lei de semelhança podem ser denominados de magia imitativa ou homeopática, e os baseados sobre a lei de contato ou contágio poderiam ser chamados de magia contaminante ou contagiosa... Resumindo: a magia é um sistema adulterado de leis naturais assim como um guia de conduta errônea; é uma ciência falsa e uma arte abortada".

Os distintos postulados das distintas ciências

Por que Frazer chegou a tais conclusões? Simplesmente porque carecia dos conhecimentos teóricos precisos para entender a linguagem indeterminista da Ciência contemporânea, porque sua mente não podia imaginar a mecânica quântica e sobretudo porque, como todos os homens de ciência de seu tempo, não concedia nenhuma verossimilitude à teoria do campo contínuo. Em outras palavras, Frazer não estava capacitado para entender os postulados, a ciência e a técnica dos antigos "povos de mentalidade mágica", que eram bem diferentes dos da ciência ocidental do século XIX. Vamos matizar estas diferenças. O pensamento deles era "organicista", um materialismo organicista, radicalmente oposto ao materialismo mecanicista do pensamento ocidental.

Inter-relação dos fenômenos

Para eles, qualquer fenômeno está ligado a todos os demais, e para dar um exemplo, será suficiente recordar que os não mecanicistas, dando preferência às teorias do campo contínuo sobre os mecanicistas do átomo e do vácuo, em lugar de perder-se em ociosas discussões e pseudoproblemas sobre "a ação à distância", descobriram antes que ninguém o magnetismo e os campos magnéticos e a teoria das marés, pois para seu ponto de vista não constituia nenhum escândalo lógico ou racional o fato que a agulha imantada assinala o pólo, ou que a lua exercia sua atração sobre o oceano, pois, para eles, "todos os seres pertencem a um campo único, que é precisamente o que proclama hoje a Ciência.

E se é verdade que todos os seres, tudo o que existe pertence a um campo único, a conseqüência lógica é que a ação à distância é uma realidade e não uma ocorrência infantil ou demente como supunha Frazer, de forma que com respeito aos organicistas, os mecanicistas ocidentais eram como crianças frente a adultos.

A concepção primitiva do "campo infinito"

Prossigamos. O pensamento dos antigos, chamado de "mágico", é baseado em uma concepção dialética, e não lógica-matemática, de forma que a ação recíproca dos opostos implica uma visão harmônica de fluxo e refluxo, de ação e reação dos acontecimentos, dentro de uma única totalidade do sistema cósmico. E isto significa postular o princípio da homeostase, isto é, a estabilidade das funções essenciais de continuidade orgânica do cosmos, apesar do contínuo flutuar desequilibrador e equilibrador de suas forças. Este ponto de vista consentiu à antiguidade não encerrar-se, como aconteceu no Ocidente, na mecânica das esferas celestes gregas e medievais, sólidas e cristalinas, mas ao contrário, partindo de uma concepção menos ingênua e limitada, a do "campo infinito" dos espaços celestes, elaboraram mapas do firmamento, registros de eclipses, cometas e meteóros conforme alguns princípios e métodos aos quais teve que voltar a astronomia atual. O mesmo discurso esclarecedor tem que ser feito acerca das diferenças entre o pensamento matemático não ocidental e ocidental.

O modelo mecanicista não é o único

Resultou que todas as civilizações que precederam à grega pensavam "algebricamente", não geometricamente como estes, e nós, seus herdeiros. Em uma palavra, resulta que ainda que a ciência ocidental considerou durante muitos séculos que o modelo mecanicista era o único possível e, partindo dali, que a geometria dedutiva grega era a única segura e objetiva, frente aos fatos teve que renunciar a seu querido esquema cartesiano, determinista e mecanicista, para voltar a encontrar na física a teoria "mágica" do campo contínuo e único, e a concepção "mágica" do organicismo total do cosmos, que Frazer definia "Ciência abortada"

Evolução e retrocesso em algumas culturas primitivas

A este ponto, pois, é ou seria um erro imperdoável, como muitos pretendem impor, continuar presos aos velhos prejuízos estabelecidos contra o pensamento mágico, com um pretexto à massa de artifícios: o de considerar em bloco que o saber dos antigos, como se não houvesse tido uma vertente de progresso que culminou com as realizações de obras de alta tecnologia, como por exemplo as pirâmides, uma vertente de decadência e retrocesso, que desembocou na reiteração ritualista de modalidades culturais sobreviventes como superstições, isto é, sem ter em sua base o modelo teórico do universo que permitiu aquelas obras. Não é nem justo nem lícito colocar em um mesmo plano de infantilidade, incoerência a desconexão, maravilhas tecnológicas de altíssimo nível científico, que implicam o domínio da eletrônica e da radiatividade, com as absurdas fórmulas de bruxarias da decadência supersticiosa, argumentando que nunca se vai do mais ao menos, na marcha do progresso.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Ter Dez 29, 2009 10:29 pm

As Pirâmides - VI

Radiação Cósmica, mumificação e biorrítimos

As pirâmides modificam as radiações cósmicas. Estudos levados a cabo no Instituto Max Planck da Alemanha indicam que "os organismos protegidos das forças magnéticas e elétricas perdem o ritmo das funções psicofísicas naturais e adquirem novos ritmos que não são circadianos". Alto aí! Depois de um percurso apaixonante, voltamos a encontrar-nos com a resposta sugerida pelas pirâmides. Já vimos como elas conseguiam modificar a atuação das radiações cósmicas em seu interior, e por sua vez neutralizar a ação dos campos elétricos e magnéticos no interior do mesmo, situando-o como fora do tempo. Mas o que é o tempo senão a medida dos ritmos circadianos, anual, cósmico, etc.?

A mumificação; uma mudança de ritmo

A "mumificação" não é mais que o efeito da tentativa perfeitamente lograda de fazer com que todos os organismos, inclusive o cadáver, colocado no interior isolante da pirâmide, assuma, como dizem os investigadores do Instituto Max Plank, ritmos diferentes dos naturais, isto é, infinitamente mais lentos, com o qual a decomposição do orgânico praticamente seja levada a cabo segundo um ciclo infinitamente grande, muito semelhante à idéia de eternidade. A pirâmide, portanto, não é mais que a "máquina da eternidade", e sua configuração, a única capaz de "romper" a cibernética biorrítmica de todo o sistema cósmico. Muito humildemente, os senhores arqueólogos deveriam refletir sobre estas considerações, e reconhecer que até agora estiveram proporcionando-nos, da cultura e da civilização dos antigos de que se ocupam, uma visão absolutamente inadequada, pueril e francamente disparatada.

Pirâmides no mundo antigo

Os antigos egípcios, como os sumérios, os pré-colombianos, etc. não eram "a infância da Humanidade", mas os apogeus contudo inalcançados da Ciência humana, e todos nós, frente a tais gigantes intelectuais, somos como uns principiantes de cultura geral.

Pirâmides do tipo egípcio, até o presente, foram localizadas somente na China, em Shansi, e é bastante provável que, quando se conseguir chegar a elas, o sejam também as três localizadas em um patamar da cordilheira de Parimâ, na zona amazônica brasileira até a fronteira venezuelana. No patamar, chove quase constantemente, e segundo Roldao Piress, que conseguiu chegar a somente 4 quilômetros das pirâmides e fotografá-las, a selva é tão espessa, pantanosa e infernal, que desde já é muito difícil supor que ali possa ter habitado alguém desde centenas de milhares de anos. Existirá alguma valente expedição científica que se atreva a chegar até os enigmáticos monumentos de 150 metros de altura, que parecem repetir, em uma paisagem absolutamente diversa, o mesmo trio das três grandes piramides de Gize? Talvez o medo de adentrar no espantoso inferno verde amazônico não seja somente físico. Que conseqüências para a arqueologia, a pré-história e a história teria a comprovação de que as três pirâmides amazônicas, provavelmente, são mais antigas que as mesmas egípcias?

Mudanças dos biorrítmos naturais

O fato é que os construtores das pirâmides, uma vez descoberto que estas são instalações aptas para mudar os biorrítimos naturais, não podem ser já consideradas pertencentes a uma civilização de nível científico precário, como por muitos, e o vimos por que, se continua proclamando. Quem constrói uma máquina, por simples que seja, conhece os princípios que permitem sua idealização e funcionamento. E se isto é assim, está claro que nessas épocas das passadas civilizações se dominava um espectro de conhecimentos mais amplos que o atual; que nesse espectro de conhecimentos se sabia muitíssimo mais da integração do ser humano no Cósmos que nestes momentos, por meio do método da ritmia universal cuidadosamente estudada, e até o surgimento, ciberneticamente, da classe de explicação última do ser do mesmo universo, cujas realidades, acontecimentos e fenômenos não seriam mais que efeitos do dinamismo probabilístico grandioso, infinitamente superior a todos os balbucios científicos da filosofia grega que não entendeu nada de tudo isto e que nos transmitiu seu malentendido, expresso simplesmente em um conceito absolutamente comum em todas as tradições antigas: Tudo está relacionado com tudo.

Curiosidades sobre as Pirâmides de Gizé

Acredita-se que foram empregados 100.000 mil homens durante 30 anos.
Outro dado curioso é que uma pista de auto-estrada, com 2,5 metros de largura aproximadamente e de espessura de 10cM, partindo de Nova Iorque a São Francisco poderia ser facilmente acomodada em seu interior.
Se todos os blocos da piramide de Giza forem alinhados sobre a linha do equador, cobririam 2/3 do mesmo.
Para se ter uma idéia, apenas uma montanha sólida de pedra poderia suportar o peso magnífico dessas pirâmides.
A construção da pirâmide foi feita com pedras justapostas, ou seja "encaixadas", sem auxílio de cimento ou qualquer material colante, e alguns blocos estão tão bem unidos que não é possível passar entre eles uma folha de papel.
Sabe-se que em qualquer triângulo (equilátero, isósceles ou escaleno), a soma dos ângulos internos é 180º, mas misteriosamente, essa regra não se aplica aos triângulos dos lados das pirâmides.
Um material de fácil decomposição, como carne, colocado no baricentro de uma das pirâmides não apodrece.

Magnitude de sua construção

Existe uma formação de granito plana e compacta na parte baixa da superfície onde é sustentada.
Sua construção deu-se exatamente no ponto que corresponde ao centro da massa terrestre, o eixo leste-oeste corresponde ao paralelo mais longo que cruza a Terra.Isto quer dizer que passa pela África, Ásia e América.
O meridiano mais longo que cruza a Ásia, África, Europa e Antártida também passa através da pirâmide.
Existe na Terra uma área suficiente de terrenos para oferecer 3 bilhões de possíveis locais para a construção das pirâmides acredita-se que as chances de uma escolha intencional são de 1 para 3 bilhões.
As quatro faces da pirâmide são ligeiramente encurvadas ou côncavas, não se pode perceber este detalhe quando se olha para cima, verificou-se isto por volta de 1940, por um piloto que fazia aerofotografias para conferir medições.
Todos aqueles blocos de pedra foram deliberadamente inclinados e entalhados com exatidão à curvatura da Terra.O raio dessa inclinação é igual ao raio da Terra.
As bases das paredes submersas da pirâmide contêm esferas e cavidades construídas em seu interior igual às pontes do século XX.
Do tamanho de vários campos de futebol, as pirâmides foram construídas para se adaptarem aos movimentos de expansão e contração sob a ação do calor ou do frio, ou mesmo terremotos e outros fenômenos da natureza, e após 4.600 anos, se não fosse todo esse cuidado, sua estrutura seria danificada seriamente sem esse tipo de construção.
Essas pedras de revestimento tão admirável já não existem mais, pois foram roubadas há cerca de 600 anos atrás. Atualmente sua aparência é muito desgastada, sofre com a ação dos ventos, das chuvas e das tempestades de areia.
O revestimento externo também foi concebido com blocos de pedra calcária compacta, de cor branca bem semelhante ao mármore. A pedra calcária é superior ao mármore em durabilidade e resistência aos elementos externos.
Outro fator que causa grande admiração é o espaço de 5mm dado para permitir a colocação de uma cola para selar e manter as pedras unidas. Essa cola era uma espécie de cimento branco que não permitia a entrada de água. E nos dias atuais se encontra intacto, e é tão ou mais resistente que as pedras que as une.
O brilho dessas pedras era distinto e podia ser visto a centenas de quilômetros de distância, das montanhas de Israel era possível ver o brilho magnífico.
Quem construiu as Pirâmides de Gizé era alguém com profundos conhecimentos sobre a Terra, e com uma tecnologia muito mais avançada do que a de que dispomos nos dias atuais.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - As Pirâmides   Sex Jan 01, 2010 2:59 pm

As Pirâmides - VII

As Pirâmides e suas câmaras secretas

São inumeráveis as teorias que surgiram acerca do mistério das pirâmides de Gizé; tem para todos os gostos, inclinações e preferências. E das mais variadas procedências e autorias. Muitas delas procedem do campo do ocultismo, e olha por onde, duas delas deram origem a investigações científicas impensáveis há algumas décadas, com resultados surpreendentes.
Começando por seu interior ela foi construída com blocos de pedra calcária, sendo que a camada externa das pirâmides foi revestida com uma camada protetora de pedras polidas e com um brilho distinto.
Era composta de 2,3 milhões de enormes blocos de calcário - estima-se que cada um pesa três toneladas.
Observa-se que o ângulo de inclinação de seus lados fizeram com que cada lado fosse orientado cuidadosamente pelos pontos cardeais.
Em todos os níveis da pirâmide a seção transversal horizontal é quadrada.
As teorias inventadas nos últimos séculos para explicar a construção das pirâmides sofrem todas de uma problema comum. O desconhecimento da ciência egipcia do Alto Império. Conhecimento este que foi recuperado apenas no final do século XX.

A teoria que melhor explica as construções das pirâmides sem encontrar contradições logísticas e sem invocar coisas extra-terrenas é a química, mas exatamente um ramo dela, a geopolimerização. Os blocos foram produzidos a partir de calcário dolomítico, facilmente agregado no local usando-se compostos muito comuns na época, como cal, salitre e areia. Toda a massa dos blocos foi transportada por homens carregando cestos da massa, posta a secar em moldes de madeira. O esforço humano neste caso seria muito menor e o assentamento do blocos perfeito.

A arqueologia contra a imaginação

A primeira destas teorias afirma que a Grande Pirâmide de Queops não foi uma tumba mas um templo, no qual seletos candidatos eram iniciados nos mistérios de uma ciência secreta.

A outra, do norte-americano Edgar Gayce, assegura que no interior e debaixo da base da Grande Pirâmide se encontram bibliotecas secretas, nas quais é conservado o patrimônio científico da Atlântida, o continente perdido.

Naturalmente as duas teorias mereceram os mais seletos comentários humorísticos dos arqueólogos em geral, e as mais homéricas gargalhadas dos especialistas em egiptologia, mas... visto que os arqueólogos têm o hábito demasiadamente manifesto de querer monopolizar para si qualquer pedra tosca antiga e de não tolerar "intrusões" de ninguém que não esteja registrado em suas cátedras universitárias, seu prestígio de "objetivos homens de Ciência", ultimamente, decaiu bastante; o que os outros cientistas não conseguem entender é por que os arqueólogos de profissão se prendem tenazmente a sustentar a capa e espada suas próprias opiniões, ponderações, cavilações, elucubrações, deduções, etc., cuidadosamente redigidas em artigos monográficos que publicam em revistas superespecializadas e de circulação limitadíssima, contra qualquer contradição, venha de onde vier.

Os factos não são investigados a fundo

O que os outros homens de ciência não conseguem compreender, ou compreendem demasiadamente bem, é por que os arqueólogos se empenham tanto em representar o papel do cachorro da horta que nem come nem deixa comer na propriedade que zelozamente guarda, por que a maioria dos arqueólogos desconfia e suspeita do radio-carbono, da fluorina (mineral composto de flúor e cálcio), dos medidores de radiações, dos radares, etc., em uma palavra de qualquer detector exato, objetivo, não manuseado por aficcionados em física e eletrônica. Claro que os arqueólogos e os egiptólogos de profissão não têm a obrigação de terem feito uma carreira de Ciências, pois procedem das faculdades de Letras e História, mas... o que tem que ver seu curriculum escolar com a investigação dos fatos e dos fenômenos? Conta-se que o aristotélico Cremonini, contemporâneo de Galileu, não queria olhar pelo telescópio porque não lhe fazia falta olhar através de um artefato duvidoso o que le já sabia perfeitamente por autoridade do mais célebre cientista da Humanidade.

Existem câmaras secretas sob a pirâmide?

Bom, o fato é que um grupo de cientistas não dedicados à arqueologia decidiu averiguar se havia ou não câmaras secretas ocultas no interior e debaixo das pirâmides, e para trabalhar tranqüilos, decidiram levar a cabo suas investigações com a pirâmide de khefren, que aparentemente continha somente um curto corredor e uma só câmara mortuária. E assim em 1966 Luis Alvarez, catedrático de Física da Universidade da Califórnia, em seguida galardoado com o Prêmio Nobel de Física, idealizou um sistema para acabar de uma vez para sempre a questão da existência ou não de ambientes ocultos no interior da pirâmide em exame.

Prospecção com radiações

Ele e seus colaboradores instrumentaram um sistema medidor de raios cósmicos e o instalaram na câmara mortuária. Para quê? Para registrar a quantidade de radiações que chegavam ao lugar através do edifício pétreo. Qualquer desvio da quantidade uniformemente recebida serviria para provar a existência de desconhecidos espaços ocos na construção.

Ao projeto se dedicaram uma equipe norte-americana e outra da EM Shams University do Cairo. Durante o tempo de dois anos os detectores mediram e registraram radiações cósmicas desde o interior da pirâmide, com o qual foram obtidos nada menos que dois milhões de dados.

Aumenta a dimensão do enigma

Agora então, longe de comprovar se a pirâmide continha ou não câmaras secretas, a experiência não fez mais que aumentar o enigma da natureza e finalidades do monumento. Porque resultava que os registros efetuados próximos do mesmo ponto em diferentes tempos, lançavam quantidades que não eram parecidas em nada umas às outras. Do mesmo modo que os dados recolhidos eram "uma indecifrável mistura de símbolos sem sentido, que não conduziam a nenhuma plausível ordenação resolutiva" .
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