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 GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas

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Anarca

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MensagemAssunto: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Ter Nov 17, 2009 12:29 am

O Triângulo das Bermudas - I

As misteriosas desaparições e as explicações para o enigma

Ainda que existam abundantes notícias de casos anteriores, é a partir de 1945 quando a desaparição reiterada de barcos e aviões na zona marítima conhecida como "Triângulo das Bermudas" ou "Triângulo do Diabo" induz a pensar que algo misterioso e mortal está ocorrendo ali. Autoridades militares e pesquisadores do insólito procuraram uma explicação a tantas perdas inexplicadas: restos de máquinas procedentes de civilizações desaparecidas, perturbações eletromagnéticas, ações devidas a seres extraterrestres...

Tudo pode ser, enquanto não seja demonstrado o contrário.

O Triângulo das Bermudas é uma uma área de 3.900.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico, circundada pelo litoral do sul da Virgínia, as Ilhas Bermudas e as ilhas Flórida. Esta região tem um estigma de ser acometida por vários tipos de acontecimentos sobrenaturais. Foram constatados diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios.

Uma das possíveis explicações para estes fenômemos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra.

Um dos casos mais famosos é o chamado vôo 19.

Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950.

É um período pós-guerra onde foram acirradas as diferenças ideológicas entre a águia, os Estados Unidos e a o urso, antiga URSS.

Esta situação está geralmente aceita entre todos os pesquisadores que mais aprofundaram no assunto. Somente algumas pequenas diferenças são dadas entre alguns estudiosos do Triângulo. Assim, Ivan Sanderson chegou à conclusão de que a zona tinha forma de elipse, e de que existiam mais outras doze zonas, repartidas por todo o mundo a Phvervalos regulares. Spencer pensa que a zona mais perigosa do planeta segue a plataforma continental.

Partindo de um ponto frente a Virginia, se dirige para o sul, ao longo da costa dos Estados Unidos, para terminar ao redor do golfo do México, passando pela Flórida.

Muitos cientistas são céticos em relação a uma versão sobrenatural, apesar dos inúmeros casos catalogados sem uma explicação clara sobre que de fato ocorreu nesta região.

Foi depois da publicação do livro O triângulo das Bermudas de Charles Bertlitz que os eventos foram conhecidos através da imprensa de uma forma mais abragente.

Recentemente o canal de tv estaduniense, especializado em ficção científica, produziu uma mini-série para com o nome de The Bermuda Triangle: Startling new secrets.

Uma zona de desastres inexplicáveis

Como podemos observar são pequenas diferenças. Mas a mais curiosa das declarações sobre a situação do Triângulo das Bermudas é a que nos dá, ainda que fique claro que não acreditamos em sua existência, a guarda costeira dos Estados Unidos. Em um impresso, registro 5270, do sétimo distrito do serviço, nos informa: "O Triângulo das Bermudas, ou do Diabo, é uma zonaimaginária, situada frente a costa atlântica dos Estados Unidos, que é conhecida pela alta proporção de perdas inexplicáveis de barcos, pequenos botes e aviões. Os vértices geralmente aceitos do Triângulo são: as ilhas Bermudas, Miami (Flórida) e San Juan (Porto Rico)".

Os meteorologistas se referem com freqüência ao "Triângulo do Diabo" como uma área limitada por linhas que vão desde as Bermudas até Nova York, pelo norte, e pelo sul até as ilhas Virgens, ondulando à maneira de leque para o oeste e abrangendo 75 graus de latitude oeste.


Última edição por Anarca em Seg Dez 07, 2009 9:27 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Qua Nov 18, 2009 1:00 am

O Triângulo das Bermudas - II

O "mar dos barcos perdidos"

A primeira referência do "Triângulo das Bermudas" teve efeito em 5 de dezembro de 1945, em conseqüência da desaparição de seis aviões da marinha norte-americana e seus respectivos tripulantes.

Muitos séculos antes de serem produzidos os incidentes aéreos e marítimos da década de quarenta e até a atualidade, esta região, e além do cabo Hatteras, as costas da Carolina do Norte e do Sul e o estreito da Flórida, já eram conhecidas com outros nomes fatídicos, como o "Cemitério dos Barcos" e "Mar dos barcos perdidos". Durante cento e cinqüenta anos, e ainda antes de existirem casos arquivados, haviam sido verificadas estranhas desaparições e até desintegrações de aparelhos. No entanto, foi a partir de 1945, como conseqüência das perdas massivas que começaram a ser produzidas, quando os pesquisadores começaram a dar importância à zona e a estudar as características das misteriosas desaparições.

A história começou há quinhentos anos

Quase todas as desaparições de barcos dentro do Triângulo das Bermudas, desde que temos notícias, vem sendo produzidas em uma região do oceano Atlântico ocidental chamado, há muitos anos, Mar dos Sargaços ou, como já dissemos, o "Mar dos barcos perdidos". Descoberto pelos primeiros marinheiros espanhóis e portugueses que atravessaram o oceano há quinhentos anos, deriva seu nome da alga marinha Sargassum.

A característica mais notável desta região é a imobilidade de suas águas e presença de uma alga, a sargassum, que marca os limites deste mar dentro do oceano, flutuando em grandes massas.

Se trata de um mar quase estancado e desprovido de correntes, exceto em seus limites com a corrente do golfo. Se extende uns 320 km. ao norte das Grandes Antilhas até a Flórida e a costa atlântica. Permanece a uns 300 km. de distância da terra e se desloca para o cabo Hatteras, seguindo logo uma direção para África e a península Ibérica, para regressar finalmente para América.

Um mar legendário, o dos sargaços

Ao longo de muitos séculos, as lendas sobre o mar dos Sargaços vem sendo acumuladas. Talvez as primeiras foram criadas por navegantes fenícios e cartagineses, que o cruzaram a milhões de anos, chegando a terras americanas, como o demonstram as inúmeras inscrições em pedras encontradas no Brasil e Estados Unidos, os tesouros de moedas fenícias e cartaginesas descobertas nas ilhas Açores e Venezuela e certas amostras pictóricas do México.

Assim podemos conhecer o informe do navegante cartaginês Himilco, escrito quinhentos anos antes de Cristo, sobre o mar dos Sargaços, um tanto sensacionalista e exagerado, mas muito gráfico: "Não é notada brisa que move o barco, tão morto está o perigoso vento deste mar quieto... ; tem tantas algas sobre as ondas, que parecem conter o navio, como se fossem arbustos... ; o mar não tem grande profundidade, a superfície da terra está coberta por muito pouca água... ; os monstros marinhos se movem continuamente em todas as direções e existem bestas ferozes que nadam entre os barcos que se arrastam lentos e preguiçosos".

Bruscas mudanças atmosféricas?

Em geral, os oceanógrafos e os meteorologistas atribuem as causas destas supostas desaparições a súbitas mudanças atmosféricas, explicando a ausência de restos e de manchas de óleo nas embarcações pela corrente do golfo do México, que atua para o norte, entre a Flórida e as Bahamas, a uma velocidade de 1,5 a quatro nós.

No entanto, a ciência oficial continua sem dar explicações convincentes aos acontecimentos do Triângulo das Bermudas, negando ao mesmo tempo as teorias mais ou menos fantásticas que já circulam por todos os continentes.

Mas antes de continuar com as possíveis explicações ao enigma do Triângulo, queremos enumerar os casos mais importantes das desaparições produzidas.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Sab Nov 21, 2009 2:07 pm

O Triângulo das Bermudas - III

Desaparecem aviões e navios

Desaparições mais importantes:

. Ano 1800, nave USS "Pickering", rotas de Guadalupe a Delaware, com 90 tripulantes a bordo.
. Outubro de 1814, nave USS "Wasp", rota pelo Caribe, 140 tripulantes.
. 1824, nave USS "Wildcat", rota de Cuba a ilha Tompkins, com 14 tripulantes.
. 1840, "Rosalie", em rota da França a Cuba, encontrado abandonado, salvo Dor um canário.
. 1843, nave USS "Grampus", desaparecida no mês de março frente a San Agustin, com 48 tripulantes a bordo.
. 1854, encontrada abandonada a escuna "Bella" nas Índias ocidentais.
. 1855, encontrado abandonado o "James B. Chester", no sudoeste das Açores.
. 1872, desaparecido em dezembro o bergan¬tim "Mary Celeste", no norte das Açores, com 10 tripulantes.

Desaparições a partir de 1880

. Em janeiro de 1880 desapareceu o navio-escola HMS "Atlanta", em rota desde as Bermudas para a Inglaterra, com 290 homens.
. 22 de janeiro de 1908, desaparecida barca "Baltimore", sobre o leste de Hampton Roads, Virgínia, com nove tripulantes.
. 27 de janeiro de 1908, escuna "George R. Vreeland", no leste de Hampton Roads, Virgínia, com sete homens.
. Novembro de 1909. "Spray", em viagem ao redor do mundo, desaparecido entre Mia-mi e as Índias ocidentais.
. Em 1909, as escunas "Martha S. Bement", "Maggie S. Hart", "Auburn" e "Anna R. Bishop", desapareciam ao leste de Jacksonville, na Flórida, com suas respectivas tripulações.
. 1910, desaparece o primeiro navio de vapor USS "Nina", ao sul de Savannah, Georgia, e também o navio "Charles W. Parker", na costa do sul de Jersey, com 17 homens.
. 17 de dezembro de 1913, desapareceu a escuna "George A. Lawry" ao leste de Jacksonville, Flórida.
. 29 de janeiro de 1914, escuna "Benjamin F. Poole", ao leste de Wilminton, na Carolina do Norte.
. Em 1915 desaparece o cargueiro "Bertha L. Basker", de Nova York a San Martin.
. Também no mesmo ano o cargueiro "Silba", de Nova York às Antilhas holandesas.
. Em 1918 o carvoeiro da marinha USS "Cyclops", com 308 tripulantes, desapareceu das Barbados a Baltimore.

A trágica década de 20

. Em 1920 desapareceram a escuna "Amélia Zeman", ao leste de Norfolk, Virgínia, e "Hewitt", que transportava enxofre de Nova York a Europa, passando pelo Triângulo.
. No ano de 1921 desapareceram a escuna "Bagdad", diante de Cayo Hueso, na Flórida; o vapor "Monte San Michele", que viajava desde Nova York à Europa; o vapor "Esperanza de Larrinaga", na mesma rota que o anterior; a cisterna "Ottawa", que também viajava de Nova York à Europa, passando pela zona do Triângulo. Do mesmo modo desapareceram os navios de carga "Steinsud", "Florino" e "Svartyskog", viajando para Europa.
. Em 1925 o cargueiro Raifuku Maru" , ao leste das Bahamas, e o "Cotopaxi", entre Charleston, Carolina do Sul, e La Habana.
. Em 1926 o navio de passageiros "Porta No-ca", entre a ilha dos Pinos e Gran Caimán.
. Também o cargueiro "Suduffco", ao sul de Port Neward.


Multiplicam-se as desaparições

. Em junho de 1931 desaparece o primeiro avião, "Curtis Robin", frente a Palm Beach, Flórida, com dois tripulantes.
. Em dezembro de 1935, o avião "Wright Whirlwing", entre La Habana e a ilha dos Pinos, com três homens a bordo.
. Entre 1938 e 1944 desapareceram o cargueiro "Anglo Australian", ao sudeste das Açores; o "Glória Colite", a 200 milhas ao sul de Mobile; o "Proteus", entre Santo Tomás e Norfolk, Virgínia; o "Nereus', também na mesma rota; o "Mahukona", 600 milhas ao leste de Jacksonville; o "Paulus", navio de passa- geiro, entre as índias ocidentais e Halifax; o "Martin Mariner", 150 milhas ao sul de Norfolk, e o "Rubicon", cargueiro abandonado frente a costa da Flórida.

Os aviões também caem

. Durante o ano de 1945 desapareceram um B-25 entre Bermudas e Açores e o avião PB-4YW entre Miami e Bahamas, com 15 tripulantes. Em 5 de dezembro deste ano desapareceram cinco bombardeiros torpedeiros TBM Avenger (vôo 19), a 225 milhas ao nordeste de Fort Lauderdale, na Flórida, com 15 tripulantes. Também desapareceu no mesmo dia o hidroavião "Martin Mariner", que saiu em auxílio do vôo 19, no mesmo ponto que os anteriores. Em 27 de dezembro do mesmo ano desapareceram as escunas "Voyager LL" e "Valmore", diante da Costa da Carolina do Norte. Desde este ano e até 1967, podem ser contabilizadas mais umas trinta desaparições.
. Em 1968 desapareceram os cargueiros "Elisabeth", na passagem dos Ventos, e o "Íthaca Ísland", entre Norfolk e Ínglaterra.
. No ano de 1969 desapareceram um avião Cessna 172, nas proximidades das Bahamas, e os barcos "Teignmouth Electro", a 700 milhas ao oeste das Açores, e mais quatro iates.
. Em 1971 um avião Phanton 11 F4 reator, a 85 milhas de Miami; o cargueiro "Caribe", da Colômbia à República Dominicana; o pesqueiro "Lucky Edur", frente a costa do sul de Jersey, com 10 tripulantes a bordo, e aproximadamente sete mergulhadores que exploravam a zona.

As últimas notícias

. Em 1973 o cargueiro "Anita", com 32 homens, desapareceu ao leste de Norfolk; o iate "Defiance", ao norte de Santo Domingo; o avião "Navión 16", entre Freeport e Flórida, e um navio de refugiados haitianos, com 45 pessoas a bordo, no Canal Velho das Bahamas.
. Em 1974 os iates "Saba-Bank", de Nassau a Miami; e o "Dutch Treat", de Rocha Cat a Miami. Também os aviões "Cherokee Six" e o "Lockheed Lodestar", entre Gran Caimán e Fort Lauderdale, na Flórida.
. Em 1975 o camaroeiro "Dawn `, entre as rochas da Flórida e Faro Smith Shoals; a embarcação "Magnum", a 20 milhas de West End, nas Bahamas, o veleiro "Meridán", entre Bermudas e Norfolk; o avião "Twin Beechcraft", ao oeste das Gran Ínagua, nas Bahamas, o rebocador "Boundless", desde Miami a San Juan; o cabotagem "Speed Artist", de Barbados a Guadalupe; a cisterna "Ímbross", diante da costa da Flórida em rota para o Canadá, com 22 homens e o cargueiro "Drosia", diante do cabo Hatteras.
. Em 1976 desapareceu o veleiro com motor "Higt Fligt", de Miami a Bimini.

Este número de desaparições catalogadas é necessariamente incompleto, porque não inclui certos aviões militares nem outras naves de superfície que estão sendo investigadas como possíveis atos de seqüestro, sabotagens ou atividades político-revolucionárias. Mas atualmente estão saindo à luz a desaparição de outras, não divulgadas no momento, em conseqüência da crescente consciência pública com relação ao que poderíamos chamar o fenômeno do Triângulo das Bermudas.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Dom Nov 22, 2009 10:06 pm

O Triângulo das Bermudas - IV

Explicações para o Grande Mistério das Bermudas

A grande pergunta: Existem explicações para o enigma?

Depois de ter realizado, durante muitos anos, profundos estudos sobre os casos de desaparições, Spencer acredita que a única explicação possível sobre a desaparição de barcos e aviões com seus respectivos passageiros é que tenham sido e são capturados fisicamente dos mares e céus pelos quais viajam.

"Se bem que a desaparição total dos navios de mais de 175 metros de comprimento, em mares totalmente em calma e a 80 km. da costa, o mesmo que a aviões a ponto de aterrizar, não pode acontecer conforme as normas terrestres e, no entanto, estão acontecendo, somos obrigados a concluir que os estão levando do planeta". E não somente Spencer pensa nesta possibilidade, mas vários persistentes pesquisadores do Triângulo concordam igualmente que, se não existe uma explicação terrestre sobre as desaparições, a explicação poderia ser extraterrestre.

Previamente vieram os ovnis

Além disso, na maior parte dos casos, antes haviam sido produzidas visões de objetos com luzes de distintas cores e intensidades durante a noite e foram comprovadas anomalias magnéticas nos aparelhos de controle das naves, tanto de barcos como aviões.

Spencer pensa que o motivo principal para que sejam produzidos tantos casos no Triângulo ou Limbo é que por ali as oportunidades de capturar exemplares humanos são inúmeros, já que em geral, os presumidos visitantes parecem evitar aterrizagens e contatos com seres humanos.

A zona está constantemente povoada de viajantes por mar e por ar e seria fácil para os estranhos visitantes entrar e sair dali. Segundo sua opinião, a força motriz dos OVNÍS poderia ser baseada na utilização, muito tecnológica, das freqüências radiais como propulsor. Ísto explicaria, claramente, as anomalias eletrônicas verificadas em quase todos os incidentes registrados.

Se existem algumas coincidências entre os pesquisadores acerca desta teoria extraterrestre, não acontece o mesmo com a procedência e motivações que teriam estes capturadores.

Perturbações eletromagnéticas

M.K. Jessup, autor de considerável preparação científica por ser astrônomo e especialista em selenografia, opinou em seu livro "O caso dos OVNÍS", "que o desenvolvimento de nossa era aeronáutica é de grande interesse para nossos vizinhos do espaço" e que por isso é explicado o crescente número de aparições de OVNÍS concentrados na zona do Triângulo, situada frente a costa da Flórida e ao redor de Cabo Kennedy.

Segundo as teorias de M.K. Jessup, a resposta ao mistério do Triângulo das Bermudas "é encontrada talvez nas aberrações de controles eletromagnéticos, que são evidenciados somente em algumas épocas, quando são ativadas por casualidade ou de propósito, e parece possível que a presença dos OVNÍS dá crédito às cargas de energia requeridas".

Quanto ao lugar de procedência destas naves, nada se sabe, mas alguns teóricos opinam que a fonte de visitas poderia ser encontrada mais próxima da Terra, talvez em seus próprios oceanos.

As teorias de Sanderson

Ivan Sanderson, em seus "Residentes invisíveis", destaca que três quartas partes da Terra jazem sob o mar, e que os seres que respiram na atmosfera vivem bastante próximos da superfície terrestre, enquanto que os que respiram sob a água não estão limitados a permanecer no fundo da hidrosfera e dispõem de um volume cúbico muito maior para operar e desenvolver-se".

Sanderson sugere que se uma civilização pode desenvolver-se sob a água, atualmente seria encontrada muito mais adiantada que a que vive na superfície, que abandonou há milhões de anos o mar para viver sobre a terra.

Possibilidade de um rasgão do tempo

Novamente estamos ante um enigma que sugere fantásticas hipóteses aos investigadores. Desde a presença de entes do espaço exterior ou interior que capturariam a seres humanos, até a existência de um buraco dimensional no céu, no qual os aviões pudessem entrar, mas de onde não podem sair, denominado "rasgão magnético na cortina do tempo", passando pela crença em certos vértices ou redemoinhos magnéticos que seriam a causa da desaparição de aviões, transportando-os a outras dimensões.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Seg Nov 23, 2009 11:43 pm

O Triângulo das Bermudas - V

Antigas máquinas submersas, restos do Dilúvio

Finalmente, graças às características da zona e sua história geológica, circula outra hipótese, tão fantástica como as anteriores, que prediz a existência dentro do Triângulo, de grandes complexos de energia, antigas máquinas e fontes energéticas que uma civilização, cujos restos jazem no fundo do mar, teria conhecido e utilizado e que hoje poderiam ser acionadas ocasionalmente por aviões que ao sobrevoá-las desencadeariam redemoinhos magnéticos produzindo fatais perturbações.

Para examinar esta nova tese é necessário voltar atrás no tempo e na vida do oceano e da civilização humana.

Com a ajuda de um braço mecânico puderam ser recuperados alguns restos, que foram minuciosamente examinados.

A vista dos objetos que puderam ser recuperados, o Tribunal de Averiguação da Armada não encontrou explicação ao acontecido.

Restos do dilúvio?

Já apontamos em ocasiões que está geralmente aceita a crença de que em alguma época lontana grandes porções de Terra estiveram sob a água e que outras que agora estão submersas fizeram parte da superfície terrestre.

Destacamos também o tema da ilha de Páscoa, que quase todas as raças e povos do planeta conservaram vivas tradições acerca das anteriores destruições universais causadas por inundações.

Houve muitos Noés

De certo modo conhecemos inúmeros nomes de personagens que, igual a Noé do Dilúvio bíblico, conseguiram escapar à catástrofe: Deucalião, herói da mitologia grega, que repovoou a Terra esparramando pedras; Baisbata, o sobrevivente da inundação da qual se fala em Mahabharata da índia; Ut-Napishtim, da lenda babilônica; Yima, do Írã; Coxcox, do antigo México; Tezpi, também mexicano, que dispôs de um grande navio onde carregou grãos e animais; Bochica, da lenda colombiana, que fez um buraco na terra para livrar-se das águas; Tamandaré, o herói guarani da América do Sul, e muitos outros mais.

Ante uma lenda tão enraizada e viva em todo o mundo, acerca das mudanças na Terra, o clima e os níveis de água, algo faz supor que realmente um fato parecido ocorreu há alguns milhões de anos.

O Dilúvio Universal

O Dilúvio é um episódio obscuro da história da humanidade, tendo sido relatado pelas mais diversas fontes. A versão mais conhecida é aquela descrita na Bíblia, em que Noé, seguindo as instruções divinas, constrói uma arca para a preservação da vida na Terra, na qual abriga um casal de cada espécie de animal, bem como a ele e a sua própria família enquanto Deus, exercendo julgamento sobre os ante-diluvianos (povo de mente e ações perversas), inundava toda a Terra com uma chuva que durara 40 dias e 40 noites.

Após alguns meses, quando as águas começaram a descer, Noé enviou uma pomba, que lhe trouxe uma folha de oliveira. A partir daí, os descendentes de Noé teriam repovoado a Terra, dando origem a todos os povos conhecidos.

Diversas origens

Além do fato de Jesus Cristo considerar o evento como fato real e definitivo (Mateus 24:37-39), o Dilúvio também é descrito em fontes sumérias, assírias, armênias, egípcias e persas, entre outras, de forma basicamente semelhante ao episódio bíblico: Deus (ou o deus em questão) decide limpar a terra de uma humanidade corrupta e escolhe um homem bom aos seus olhos para construir uma arca para abrigar sua Criação no tempo em que a terra estivesse inundada. Após um certo período, a água desce, a arca fica encalhada numa montanha, os animais repovoam a terra e os descendentes de tal homem geram a todos os povos do mundo.


Última edição por Anarca em Seg Dez 07, 2009 9:28 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Sex Nov 27, 2009 1:45 am

O Triângulo das Bermudas - VI

Muitos fundos marinhos foram antes terra firme

Hoje podemos saber que faz aproximadamente doze mil anos que algumas zonas pelo Mediterrâneo foram terra firme continental, que existiam pontes terrestres entre Gibraltar e a África e entre a Sicília e a Ítália; que submergiu uma grande extensão do mar do Norte, igual as plataformas continentais que estão frente às costas da Írlanda, França, a península Íbérica e Africa; as planícies submersas ao redor das ilhas Açores, as Canárias e Madeira; a cordilheira Açores-Gibraltar e as plataformas continentais das Américas do Norte e Sul, especialmente os enormes bancos das Bahamas, que se extendem ao longo de milhões de quilômetros quadrados.

Recentes investigações realizadas nesta zona e ao redor das ilhas Açores deram provas aos pesquisadores para afirmar que estes fundos marinhos foram há doze mil anos, aproximadamente, parte da superfície terrestre, ou seja, que em uma época anterior ao levantamento do mar, o patamar submarino das Bahamas formava uma grande ilha ou conjunto de ilhas habitadas por umacivilização muito complexa.

Importantes achados em Bimini

O mais célebre dos descobrimentos feitos na zona é, sem dúvida, o "Caminho" ou "Muralha" das Bimini, descoberto pelo doutor J. Manson Valentine em 1968.

Esta enorme construção é composta por gigantescos blocos de pedras dispostas a modo de caminho, plataformas ou muralhas. Em palavras de seu próprio descobridor: "E um extenso pavimento de pedras lisas, retangulares e poligonais de diversos tamanhos e espessuras que ha viam sido alinhadas e desenhadas para formar uma estrutura harmoniosa. Era óbvio que estas pedras haviam permanecido submersas durante um longo período, a julgar pelas bordas das maiores, que haviam sido alisadas e davam uma aparência de almofadões ou pedaços de . pão gigantescos. Algumas eram absolutamente retangulares e algumas vezes formavam quadrados perfeitos (nas formações naturais a linha reta não é jamais conseguida).

As peças maiores, que tinham um comprimento de três a cinco metros pelo menos, estavam colocadas freqüentemente à largura das avenidas situadas em forma paralela, enquanto que as menores formavam pavimentos tipo mosaicos e cobriam áreas mais amplas... As avenidas compostas pelas pedras, aparentemente calçadas, são paralelas e de bordas retas; a mais larga está constituída por uma série dupla, firmada nos extremos por peças verticais. O extremo sul-oriental desta grande estrada termina em uma esquina perfeitamente curva; os três pequenos diques, construídos com grandes pedras cuidadosamente alinhadas têm uma largura uniforme e terminam em pedras angulares.

Alicerces submersos

Também foram encontrados nesta zona restos do que poderiam ter sido pirâmides ou alicerce de edifícios. Nas Birmini uma destas formações mede 55 por 42 metros e parece ser a metade superior de uma grande pirâmide ou plataforma de um templo. Ígualmente foram localizadas no México, frente às costas de Yucatán, algumas vias terrestres que partindo da praia, em linha reta, submergiam no mar para localidades submarinas desconhecidas. Também nas águas cubanas existe um complexo em "ruínas" ainda sem explorar. Próximo de Rocha Lobos foi localizado e fotografado um caminho ou muralha que corre ao longo dos cumes de uma escarpa, muito similares aos encontrados frente as costas da Flórida, Georgia e Carolina do Sul.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Dom Nov 29, 2009 4:02 pm

O Triângulo das Bermudas - VII

Atlântida e Civilizações desaparecidas nas Bermudas

Como é natural, cada vez que são descobertas ruínas submarinas submersas no Atlântico pensa-se imediatamente, na possibilidade de identificá-las com o continente submerso da Atlântica.

Foi Platão quem pela primeira vez, em seus diálogos "Timeu e Critias", descreveu muito detalhadamente o "continente perdido", graças à informação recebida por Solón através dos sacerdotes egípcios de Sais. "Naqueles dias (aproximadamente onze mil e quinhentos anos) o Atlântico era navegável e havia uma ilha situada frente aos estreitos chamados Colunas de Heracles; a ilha era maior que a Líbia e a Ásia juntas, e era a rota para outras ilhas, e dela podia passar através de todo o continente situado em direção oposta e que rodeia o verdadeiro oceano; porque este mar que é encontrado dentro dos estreitos de Heracles (o Mediterrâneo) é somente um porto, com uma entrada estreita, mas o outro é o verdadeiro mar e a terra que o rodeia poderia ser chamada um continente".

Quando os deuses helénicos partilhavam a terra, a cidade de Atenas pertencia á Deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Posídon, Deus dos mares.

Em Atlântida, nas montanhas ao centro da Ilha vivia uma jovem órfã de seu nome Clito. Conta a lenda, que Posídon ter-se-á apaixonado por ela e de maneira a poder coabitar com o objecto da sua paixão, terá divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gémeos, ao qual o mais velho o Deus dos mares baptizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.

Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseídon. Estes reuniam-se uma vez por ano no centro da Ilha, onde o palácio central e o templo a Poseidon, com os seus muros cobertos de ouro, flamejavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro; uma vez o touro caçado, beberiam do seu sangue e comeriam da sua carne, enquanto sinceras criticas e comprimentos eram trocados entre si à luz lunar.

Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza, quer vegetal e mineral, não só era a ilha magnificamente prolifica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc como ainda de orichac, um metal que brilhava como fogo.

Os Reis de Atlântida, construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior, entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.

Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha

Pouco mais se sabe de Atlântida, segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terramoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vitimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa. Outra tradição completamente diferente chega-nos de Diodorus Siculus, em que os atlantes eram vizinhos dos Líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.

Segundo uma outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e ao prever a destruição iminente teria emigrado para África, sendo os antigos egípcios descendentes da cultura de Atlântida.

Na cultura pop do século XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.

Ainda que ao longo dos anos a Atlântida foi "situada" em diversos lugares, a partir dos descobrimentos de 1968, na zona já menciona das Bimini e outras, a hipótese de que estivesse localizada na área do Triângulo das Bermudas foi discutida entre os pesquisadores e exploradores.

As civilizações que desapareceram

Existem indícios, cada dia mais claros, de que em um passado remoto pode ou puderam existir outras civilizações altamente desenvolvidas que desapareceram em conseqüência das catástrofes naturais ou "provocadas" muitos anos do início de nossa história cultural conhecida, quatro mil anos antes de Cristo. As povoações indígenas, em todo o planeta, conservaram lendas através do tempo que sobrevivem à sombra de enormes ruínas, cuja construção somente pode ser realizada graças a técnicas de transporte e colocação de pedras de uma avançada tecnologia.

Se na mais remota antiguidade tivesse sido conhecida e utilizada a força do magnetismo e do magnetismo invertido, até um ponto em que a gravidade pudesse ter sido canalizada como outras forças naturais, poderíamos explicar as construções pré-históricas, que até agora nos parecem tecnicamente impossíveis.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Ter Dez 01, 2009 11:59 pm

O Triângulo das Bermudas - VIII

A Tecnologia ajuda a desvendar o Enigma

O desenvolvimento do carbono-14 e outros sistemas de identificação de idade permitiram derrubar algumas teorias da ciência oficial acerca das datas de existência das primeiras civilizações. Assim o demonstram inúmeros achados, como estes: em Ngwenya, Leshotho, existe uma mina de ferro que foi trabalhada por desconhecidos mineiros há quarenta e três mil anos.

Em Michigan foram descobertas minas de cobre exploradas milhões de anos antes do aparecimento dos índios. No Írã foram encontradas ferramentas em pedra cuja antiguidade foi estimada em cem mil anos. Em Fisher Canyon, Nevada, foi descoberto vestígios de um jazigo de carbono de quinze milhões de anos e no Delta, Utah, a marca fossilizada de uma sandália que continha trilobites. Os trilobites eram animais marinhos paleozóicos que se extinguiram há uns duzentos milhões de anos aproximadamente. Examinando um pedaço de quartzo encontrado na Califórnia foi encontrado em seu interior um pedaço de ferro perfeitamente envol- Se em conta que nossa própria cultura. Em 1865 foi extraído da mina Abbey Treasure, Nevada, um pedaço de feldespato que continha um parafuso metálico, sendo calculada a idade da pedra em milhões de anos.

Inquietantes figuras de incalculável antiguidade

Durante a conquista do Peru um grupo de indígenas dirigido por espanhóis descobriu um prego dentro de uma rocha. O descobrimento produziu um grande interesse, não somente pela antiguidade do prego, mas porque antes da chegada dos espanhóis o aço era desconhecido na América.

As representações pictóricas de animais extintos, mas reconhecidos, podem ser outra "pista" sobre a antiguidade da cultura do homem. Na planície de Marcahuasi, Peru, existem entalhes em pedra e em ladeiras inteiras que representam leões, cavalos, camelos e elefantes, animais que provavelmente não viveram na América do Sul até a era do homem moderno. No ano 1924 a expedição Doheny encontrou petroglifos de uma idade antiqüíssima no canyon Havasupai, próximo do canyon do Colorado, mostrando a um grupo de homens atacando a um mamute. Também no México, próximo do povoado de Acámbaro, durante umas escavações realizadas em 1945, desenterraram algumas estátuas de argila representando rinocerontes, camelos, cavalos, macacos gigantes e dinossauros da era Mesozóica.

Ainda que consideremos estes descobrimentos isoladamente, os mesmos fazem supor a possibilidade de que o homem civilizado existiu na Terra há muito mais tempo do que antes se acreditava.

Possibilidade de outras culturas

Se temos e conta que nossa própria cultura progrediu desde a agricultura e o pastoreio primitivos até a fusão nuclear em somente seis mil anos, desde quatro mil antes antes de Cristo até a atualidade, podemos considerar que houve muito tempo antes, levando em consideração a idade do planeta, para que outras culturas chegassem a um nível similar ao nosso e inclusive superior.

Certos livros antigos, salvos da destruição, como o "Mahabharata", da Índia, que foi escrito há três mil e quinhentos anos, descrevem recentes descobrimentos de nossa tecnologia mais moderna, como a relatividade do tempo e o espaço, a lei da gravidade, a radiação, a natureza cinética da energia e a teoria atômica.

Em alguns dos 200.000 versos que compõem esta obra, são feitas referências do que poderia parecer uma guerra atômica e também são feitas alusões à utilização de certas armas, modernas para nós, como foguetes, projéteis de ferro, explosivos de sulfato e carbono e canhões cilíndricos que faziam ruídos como o trovão.

As explorações submarinas junto às costas, nas Bahamas, estão descobrindo muitos restos de construções, que não podem ser identificadas, mas que sempre são oferecidas como algo devido à mão do homem.

Mahabharata e o Bhagavad Gita

O Mahabharata (em sânscrito, grande Índia) é o grande épico hindu, ditado por Krishna-Dwaipayana Vyasa, o compilador. Sua versão completa, incluindo o Bhagavad Gita, supõem-se que seja do século 8 a.C.

A Bhagavad Gita (A Canção do Senhor) é um texto religioso Hindu. Faz parte do épico Mahabharata, embora seja de composição mais recente que o todo deste livro. Na versão que o inclui, o Mahabharata é datado no século 4 a.C.

O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Arjuna com seu mestre Krishna, uma das encarnações de Vishnu. No desenrolar da conversa são colocados pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do Bramanismo e do Sankhya.

A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna e difundida apartir e 1965 no ocidente por Bhaktivedanta Swami Prabhupada. A obra foi traduzida e comentada pelo erudito indiano, dando origem ao Bhagavad-Gita - Como ele é, contendo os principais ensinamentos da dogmática vaishnava e instruções do serviço devocional a Krishna segundo os preceitos da Sociedade Internacional pela Consciência Krishna, a ISKCON. Nestes preceitos, o livro apresenta a ciência da auto-realização e da consciência em Krishna através do serviço devocional e da bhakti-yoga.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Qui Dez 03, 2009 12:32 am

O Triângulo das Bermudas - IX

A invasão dos Árias

Alguns pensam que esta grande guerra descrita no "Mahabharata" é referente à invasão dos povos "árias" procedentes do norte. Certamente, temos que destacar que os esqueletos descobertos nas antiqüíssimas cidades de Harappa e Mohenjo-Daro resultaram altamente radiativos e que estas cidades foram subitamente destruídas. Por outro lado, em alguns lugares da Sibéria, Íraque, Colorado e Mongólia, parecem ser mostradas certas "cicatrizes" atômicas, idênticas às que os testes nucleares atuais estão começando a deixar, produzidas a milhões de anos antes da nossa atual "era nuclear".

Algumas forças que continuam ativas

Em 1947, durante uma expedição levada a cabo no Íraque, no fundo de todos os níveis superiores que foram estimadas em uma idade de 16.000 anos, apareceu uni piso de cristal fundido que somente é parecido ao solo deixado no deserto do Novo México pelas primeiras explosões nucleares feitas pelo homem atual.

Assim como a procura no fundo marinho revela vestígios do que pode ser uma civilização atlante pré-histórica, as pesquisas sobre o afundamento da Atlântida nos poderiam aproximar mais a uma explicação do que vem acontecendo no Triângulo das Bermudas. As forças que destruiram as terra habitadas, e hoje submersa sob o mar, poderiam continuar ativas ao cabo de milênios.

Sistema de castas da Índia

O sistema de castas surgiu na Índia com os árias e começou a desenvolver-se por volta de 850 aC. Sua origem parece proveniente da divisão entre o imigrante ária, de pele clara, e os nativos (dasya), denominados escravos (dasas), que se distinguiam pela pele escura. Os árias são descendentes da maioria dos povos brancos da família indoeuropéia nessa descendência.

As primeiras referências históricas sobre a existência de castas se encontram em um livro sagrado hindu, chamado Manu, possivelmente escrito entre 600 e 250 a.C. Define-se casta como um grupo social hereditário, no qual a condição do indivíduo passa de pai para filho, endógamo, pois ele só pode casar-se com pessoas de seu próprio grupo. Estão predeterminados também sua profissão, hábitos alimentares, vestuário, etc., levando à formação de uma sociedade estática.

Originalmente, as castas eram apenas quatro: os brâmanes (religiosos e nobres), os xatrias (guerreiros), os vaixias (camponeses e comerciantes) e os sudras (escravos). À margem dessa estrutura social havia os párias, sem casta ou intocáveis, hoje chamados de haridchans ou haryans. Com o passar do tempo, tem havido centenas de subdivisões, que não param de se multiplicar.

Os Intocáveis

Os intocáveis na sociedade Hindu são aqueles que trabalham com trabalhos indignos, sujos com o morto (animal e/ou humano), amontoados de cadáveres e outros empregos que lhe mantém em constante contato com aquilo que o resto da sociedade indiana considerada nojento e desagradável. Essas ocupações, entretanto, não são consideradas apenas coisas nojentas que não obstante, não devem ser feitas a alguém: eles são considerados individualmente sujos, e assim não podem praticar contato físico com os "não-sujos", as partes mais puras da sociedade. Vivem separados do resto das pessoas. Ninguém pode interferir na sua vida social, pois os intocáveis são os últimos no ranking social - são considerados tão inúteis diante da importância humana que não são considerados parte do sistema de castas.

Desde sempre, os párias são condenados aos trabalhos mais degradantes e mal pagos, apesar da luta de Gandhi, após a independência, e de inúmeras leis criadas na tentativa de eliminar ou amenizar os problemas que o sistema de castas acarreta. Todavia, essas leis revelam-se impotentes diante da tradição, e o sistema subsiste. O sistema de castas é a base do hinduísmo. A religião se torna, então, um poderoso elemento social disciplinador e apaziguador: virtude e resignação são as palavras-chave na postura moral do indivíduo.

Para os intocáveis, só é permitido usar as roupas que acham no corpo dos mortos. Nas suas casas, comem de louças quebradas. Eles sofrem de restrições sociais extremas. Não podem rezar no mesmo templo, não podem beber da mesma corrente de água. Eles poderiam poluir a água e indiretamente poluir as outras castas que bebessem dali.

Nenhum intocável pode entrar no templo se houver a presença de alguém de uma casta superior - como os padres do templo, a casta mais superior, nunca estão fora, os intocáveis na prática são barrados de entrar em templos ou outros lugares onde se pratica a religião.

Para se ter uma idéia, quando os tsunamis de dezembro de 2004 tragaram a costa do Estado indiano de Tamil Nadu, a morte agiu como niveladora social. Mas os esforços de reabilitação e o desembolso de ajuda econômica posteriores à tragédia não conseguiram superar a discriminação social que impera na Índia segundo o antigo sistema de castas inconstitucional, mas que existe de fato.

As vítimas de Tamil Nadu, o Estado indiano mais devastado pelos tsunamis, esperaram ansiosos a ajuda do governo e de agências humanitárias para poderem reconstruir suas vidas, mas os dalits - ou intocáveis - excluídos do sistema de castas hindu, não a receberam. "Não há um caminho até nossa aldeia. Ninguém sabe que vivemos aqui, e portanto ninguém vem nem procura vir", relata um intocável.

Neste distrito com importante população dalit vivia a maioria dos 10 mil mortos vítimas do maremoto em Tamil Nadu.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Qui Dez 03, 2009 10:46 pm

O Triângulo das Bermudas - X

Os Campos Eletromagnéticos e as Forças Naturais

Ronald Waddington, pesquisador e teórico do Triângulo das Bermudas, tenta explicar de uma maneira lógica e racional as desaparições de naves e homens, apontando uma hipótese relativa às forças naturais que podem estar operando na zona. "Minha hipótese é baseada na constante produção de erupções vulcânicas subterrâneas.

E concebível que, a causa das grandes pressões e profundidades das geossinclinais sob o Atlântico, as erupções desta zona sejam bastante diferentes das que criaram os atóis do Pacífico. Talvez abram fissuras nas profundidades inexploradas; então, a fantástica pressão criada pelos gases quentes do núcleo terrestre expulsaria blocos de um material radiativo densamente magnético, distinto de todo o conhecido pelo homem. Este material seria movido a uma velocidade tremenda, como um foguete com combustível líquido. Ao romper a superfície da água, o mesmo que um projétil Polaris, atuaria como um potente raio cósmico, em suas tentativas de mudar seu equilíbrio de eletróns.

O campo magnético terrestre assemelha-se a um dipólo magnético com seus pólos próximos aos pólos geográficos da Terra. Uma linha imaginária traçada entre os pólos sul e norte magnéticos apresenta uma inclinação de aproximadamente 11,3º relativa ao eixo de rotação da Terra.

A teoria do dínamo é a mais aceita para explicar a origem do campo, que estende-se por dezenas de milhares de quilômetros no espaço, formando a chamada magnetosfera.

Variações do campo magnético

A força do campo na superfície da Terra neste momento varia de menos de 30 microteslas (0.3 gauss), numa área que inclui a maioria da América do Sul e África do Sul, até superior a 60 microteslas (0.6 gauss) ao redor dos pólos magnéticos no norte do Canadá e sul da Austrália, e em parte da Sibéria.

Magnetômetros detectaram desvios diminutos no campo magnético da Terra causados por artefatos de ferro, fornos para queima de argila e tijolos, alguns tipos de estruturas de pedra, e até mesmo valas e sambaquis em pesquisa geofísica. Usando instrumentos magnéticos adaptados a partir de dispositivos de uso aéreo desenvolvidos durante a Segunda Guerra Mundial para detectar submarinos, as variações magnéticas através do fundo do oceano foram mapeadas. O basalto - rocha vulcânica rica em ferro que compõe o fundo do oceano - contém um forte mineral magnético (magnetita) e pode distorcer a leitura de uma bússola. A distorção foi percebida por marinheiros islandêses no início do século XVIII. Como a presença da magnetita dá ao basalto propriedades magnéticas mensuráveis, estas variações magnéticas forneceram novos meios para o estudo do fundo do oceano. Quando novas rochas formadas resfriam, tais materiais magnéticos gravaram o campo magnético da Terra no tempo.

Em Outubro de 2003, a magnetosfera da Terra foi atingida por uma chama solar que causou uma breve, mas intensa tempestade geomagnética, provocando a aparição de luzes incomuns no norte.

Os efeitos dos campos magnéticos e do material radiativo

O efeito de tais raios sobre qualquer avião situado dentro de seu campo magnético seria um curto-circuito de todos os instrumentos elétricos. Cortado o sistema de ignição, o avião perderia instantaneamente toda sustentação e entraria em um plano sobre o qual o piloto não teria controle algum, já que também a assistência elétrica das mãos estaria anulada. Este corte instantâneo de energia explicaria porque nenhum piloto pode enviar um SOS, ainda que alguns estiveram em contato direto com os controladores de terra. As supostas explosões de aviões no ar poderiam ser explicadas pelo arco que formariam os circuitos elétricos cortados, colocando em ignição os vapores gasosos ao entrar em contato com o campo magnético.

O efeito do fenômeno sobre os barcos seria algo diferente. Os blocos de material radiativo romperiam a superficie com a velocidade de uma bomba de hidrogênio, incrustando-se nos cascos de aço dos navios como a cabeça magnética de um torpedo e com os mesmos efeitos devastadores. E concebível que uma embarcação alcançada por semelhante força atômica seja completamente desintegrada, o que explicaria porque não são encontrados sobreviventes nem restos flutuantes.
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MensagemAssunto: Re: GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas   Sab Dez 05, 2009 2:41 pm

O Triângulo das Bermudas - XI

O destino dos Barcos e o mistério para a ciência

O que acontece com os barcos? O fenômeno peculiar dos navios encontrados flutuando sem ninguém a bordo... pode ser explicado supondo que as erupções, como todas as vulcânicas conhecidas, variam quanto a sua densidade e magnitude.

Estes barcos poderiam ter sido bombardeados por fragmentos menores, sem potência suficiente para afundá-los. Mas o aterrorizante espetáculo das bombas de fogo surgindo subitamente do mar e abatendo-se sobre o navio provocaria tal pânico que a tripulação haveria de abandoná-lo imediatamente. A turbulência fervente da água, geralmente associada às erupções vulcânicas subterrâneas, unida à confusão nas ações de uma tripulação enlouquecida pelo espanto, excluiria toda esperança de sobrevivência em tais desastres.

O testemunho dos observadores

As observações dos poucos operadores de rádio que puderam descrever o que viam antes que seus aparelhos emudecessem, carecem de explicação até que as relacionamos com as bolas de fogo e a turbulência aquática que criaria uma perturbação subterrânea deste tipo: então tornam-se perfeitamente lógicas e adquirem todo seu sentido.

O fato de que estes misteriosos acontecimentos tenham lugar somente em certas datas, e de que milhares de navios e aviões cruzem diariamente esta zona tão freqüentada sem o menor incidente, parece indicar neles um caráter cíclico, semelhante ao dos vulcões.

Naturalmente estas singulares erupções poderiam ter lugar em outras zonas, como por exemplo o imenso Pacífico, longe das rotas aéreas e marítimas.

Talvez possamos examinar mais detalhadamente algumas das misteriosas desaparições ao redor do Japão e outras partes do Pacífico, para ver se também encaixam no esquema de geossinclinais profundos e dobramentos subterrâneos".

Não é explicado o aparecimento de nuvens e nevoeiros

Ainda que as sugestões de Waddington não postulem nenhum vínculo entre o Triângulo das Bermudas e a existência da Atlântida, de todas as maneiras as reações que descreve poderiam ter substituído até hoje como produto da catástrofe que causou o afundamento das terras atlantes sob o oceano. Porque temos que levar em conta outros inquietantes fatores que não podem ser atribuídos exclusivamente a erupções vulcânicas submarinas, como o insólito comportamento das nuvens, a aparição instantânea de nevoeiros fosforescentes, os "brancos" acompanhados de falhas eletrônicas, as luzes ou possiveis naves que entram e saem do campo visual no céu e sob a superfície do mar.

Um mistério para a ciência

Qualquer que seja a causa das desaparições e anomalias ocorridas no tristemente famoso Triângulo, continua sendo um mistério para a ciência. Todas as hipóteses que apontamos não são mais que explicações, mais ou menos possiveis, ao ocorrido.

O único certo e comum nas centenas de desaparições é que os barcos e aviões desapareceram por completo ou que os barcos tenham sido encontrados sem suas tripulações.

O Triângulo das Bermudas nos faz pensar em terras perdidas, em civilizações submersas e em seres que visitaram a Terra durante séculos, vindo do espaço externo ou interno, e cuja origem e propósitos são desconhecidos.

Talvez dentro de alguns anos possamos encontrar respostas aos mistérios que o planeta Terra nos proporciona. Vivemos em um mundo no qual as linhas da ciência e a paraciência começam a ser unidas para tratar de explicar inumeráveis enigmas que nos são propostos, recordando o pensamento de Haldane: "O universo não é somente mais estranho do que o imaginamos, mas mais estranho do que podemos imaginar".

A experiência do Filadélfia

Alegadamente, uma experiência da marinha americana (Projecto Rainbow) feita em 28 de Outubro de 1943, durante a qual um destroyer, o USS Eldridge, foi tornado invisivel, desmaterializado e teletransportado de Filadélfia na Pensilvânia até Norfolk na Virginia, e trazido de volta à base naval de Filadelfia.

A experiência foi supostamente dirigida pelo Dr. Franklin Reno como uma aplicação da teoria do campo unificado de Einstein. A experiência provaria uma relação entre a gravidade e o electromagnetismo: um salto espaço-tempo electromagnético.

A Marinha americana nega que alguma vez tenha feito tal teste. Donde vieram tais histórias? Uma origem da alegada experiência é o mesmo homem que nos deu livros sobre a Atlântida, o Triângulo das Bermudas e a Arca de Noé: Charles Berlitz. Com William L. Moore, Berlitz é o autor de The Philadelphia Experiment: Project Invisibilty (New York: Fawcett Crest, 1979). No livro, tanto o barco como alguns tripulantes desaparecem numa outra dimensão, para não mais serem vistos.

Outra fonte é o filme de 1984, "The Philadelphia Experiment," dirigido por Stewart Raffill e baseado num script de William Gray e Michael Janover.

Uma outra fonte é uma carta escrita em 13 de Janeiro de 1965, por Carlos Miguel Allende (ou Carl Allen) ao Dr. Morris Jessup, um astrónomo e autor de "The Case For The UFO" (1995). Allende afirma ter assistido ao desaparecimento do USS Eldridge quando se encontrava a bordo do navio mercante SS Andrew Furuseth. Tambem afirma que membros da tripulação desapareceram no ar durante uma luta.

Então como alguem pode duvidar que se podem fazer desaparecer navios? Se a Marinha nega deve ser verdade (vidé teoria da conspiração). Ou seja, o Star Trek não é ficção.

O Triângulo das Bermudas, uma visão céptica sobre o assunto

Uma área no Oceano Atlântico ao largo da Florida onde a lenda afirma que muitos navios, aviões e pessoas desapareceram. Tambem conhecido como o Triângulo do Diabo, é limitado por Melbourne (Florida), Bermudas e Porto Rico. Como tantos desapareceram depende de que faz a localização e a contagem. O tamanho do triângulo varia de 500.000 milhas quadradas a três vezes mais, dependendo da imaginação do autor (alguns chegam a incluir os Açores, o Golfo do México e as Indias Ocidentais no "triangulo"). Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos ultimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o ultimo século.

Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, residuos de cristais da Atlantida, humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceanicas (gaz metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terramotos, ondas, correntes, etc.) azar, piratas, cargas explosivas, navegantes incompetentes e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores cépticos.

Alguns cépticos argumentam que os factos não apoiam a lenda e que não existe mistério a ser solucionado, nada a necessitar de explicação. O numero de naufrágios na zona não é extraordinário, dado o seu tamanho, localização e o tráfego que recebe. Muitos dos navios e aviões que foram identificados como desaparecendo no Triangulo das Bermudas não estavam sequer no Triangulo. Até agora, não foi apresentada nenhuma prova cientifica de qualquer fenómeno invulgar envolvido nos desaparecimentos. Portanto, nenhumas explicações "cientificas", incluindo o metano a soltar-se do fundo do oceano, as perturbações magnéticas, etc., são necessárias. O verdadeiro mistério é como o Triangulo das Bermudas se tornou um mistério.

A lenda acerca do Triângulo das Bermudas começou pouco depois de cinco aviões da Marinha dos Estados Unidos (Missão 19) terem desaparecido em 1945 durante uma violenta tempestade, durante uma missão de treino. Pensou-se que mergulhadores tinham descoberto os aviões junto da costa europeia mas a inspecção dos numeros de série mostrou que se tratava de diferentes aviões. A teoria mais lógica é que os instrumentos do aparelho que comandava a missão falharam (os aviões de treino não estavam equipados com instrumentos de navegação) e o grupo perdeu-se e simplesmente, embora trágicamente, ficaram sem combustível não longe de terra. Nenhuma força misteriosa parece estar envolvida para lá das forças da natureza. Os aviões da Missão 19 podem estar afundados em águas profundas e nunca mais serem encontrados.

Ao longo dos anos, os orgãos de informação teem publicado muitas histórias sobre os "mistérios" do Triângulo das Bermudas. No seu estudo, Larry Kushe descobriu que poucos fizeram alguma investigação sobre o assunto. Em vez disso, passaram as especulações dos precessores como se passassem o sumo da verdade. Ninguem fez mais para criar o mito das forças misteriosa no Triângulo do que Charles Berlitz (é mesmo o das escolas de linguas). Um dos seus maiores criticos é Larry Kushe que afiança que "Se Berlitz afirmar que um barco é vermelho, a possibilidade de ele ser de outra cor é quase uma certeza." Após examinar mais de 400 páginas oficiais da Marinha dos EUA do relatório sobre o desaparecimento dos aviões em 1945, Kushe concluiu que nada havia de estranho no incidente nem encontrou qualquer menção de alegadas comunicações radio citadas por Berlitz no seu livro. Segundo Kushe, o que não é mal interpretado por Berlitz é inventado. Já agora, Berlitz não inventou o nome. Este foi dado por Vincent Gaddis em "The Deadly Bermuda Triangle", que apareceu em Fevereiro de 1964 na Argosy, uma revista dedicada à ficção.

Em resumo, o mistério do Triangulo das Bermudas é um tipo de reenforço comunal entre autores acriticos e orgãos de comunicação que passam a ideia especulativa de que algo misterioso se passa no Atlantico.
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GRANDES MISTÉRIOS - O Triângulo das Bermudas
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