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 A REENCARNAÇÃO...

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Anarca

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MensagemAssunto: A REENCARNAÇÃO...   Seg Nov 09, 2009 1:54 pm

A Reencarnação

Vamos estudar a lei da reencarnação. Espero que todos vós tireis o maior proveito...

É urgente que, em conjunto, tratemos de compreender, de forma íntegra, o que é esta grande lei.

Certamente, a palavra reencarnação é muito exigente; recordemos as dez reencarnações de Vishnu, o Cristo Cósmico.

Krishna, o grande avatara hindu, nascido uns mil anos antes de Cristo, jamais disse que todos os animais intelectuais que povoam a face da Terra se reencarnariam. Ele afirmou, de forma enfática, que só os budas, os grandes deuses, os devas, os reis divinos, etc., etc., se reencarnam.

Entrando nós de forma mais detalhada no estudo da lei da reencarnação, podemos dizer, com inteira claridade, que não é possível a reencarnação daqueles que não possuem uma individualidade sagrada.

Inquestionavelmente, só os indivíduos sagrados se reencarnam e, por isso, no Tibet secreto foram celebradas sempre as reencarnações humanas com grandes festas religiosas.

Em nome da verdade, queremos afirmar, claramente e sem rodeios, a crua realidade de que unicamente se faz possível a reencarnação ou reincorporação das almas quando se possui o embrião áureo, a flor áurea.

Analisando esta questão com grande detenção, vimos a entender que tal embrião deve ser fabricado de forma deliberada a base de trabalhos conscientes e padecimentos voluntários.

Dentro do terreno meramente retrospectivo, descobrimos a origem de todos esses elementos infra-humanos, entre os quais está enfrascado o material psíquico ou matéria-prima, mediante a qual é possível elaborar a flor áurea, o embrião áureo.

Já sabemos, porque assim o explicamos aqui, em outras conferências, que, num remoto passado, a humanidade desenvolveu em seu organismo o abominável órgão Kundartiguador (a cauda satânica).

Quando a humanidade perdeu tal órgão, ficaram, nos cinco cilindros da máquina orgânica (mente, emoção, movimento, instinto e sexo), as más conseqüências do citado órgão.

Indubitavelmente, esses péssimos resultados vieram a constituir uma espécie de segunda natureza subjetiva e inumana, que todos os animais racionais carregam dentro. É inquestionável que entre essa dupla natureza ficou enfrascada a Essência, a matéria-prima com a qual devemos elaborar o embrião áureo.

Dissolver tais agregados subjetivos e infra-humanos é vital, quando se trata seriamente de elaborar a flor áurea.

Em outros tempos, quando os péssimos resultados do abominável órgão Kundartiguador não se haviam desenvolvido especificamente, foi possível apelar ao fator íntimo que origina os impulsos da fé, da esperança e do amor, para motivar a força ou forças que poderiam desintegrar elementos subjetivos incipientes.

Desafortunadamente, aquele básico fator de tais impulsos citados passou por diversos processos degenerativos, devido ao desenvolvimento exorbitante das más conseqüências do abominável órgão Kundartiguador.

É certamente doloroso que aquele fator originador dos íntimos impulsos relacionados com a fé, a esperança e o amor se houvesse degenerado radicalmente.

É por este motivo que temos que apelar, agora, ao único fator que ainda não se perdeu.

Quero referir-me, de forma enfática, à Essência, ao material psíquico, que é certamente o fundamento, a base de toda nossa organização psíquica.

Liberar tal Essência é urgente, inadiável, impostergável, se queremos elaborar seriamente a flor áurea, o embrião áureo.

Desgraçadamente, esta matéria-prima, este material psíquico não toma parte nas atividades rotineiras de nosso mal chamado estado de vigília.

É lástima que este fator, sobre o qual estão estabelecidos todos os processos psíquicos, se encontre enfrascado nas zonas subconscientes.

Conseguir que tal fator saia do estado meramente subjetivo, para manifestar-se de forma autoconsciente e objetiva dentro de nossas atividades da vida diária, é vital, urgente, necessário.

É, pois, o ego, com todos os seus agregados psíquicos, essa dupla natureza anti-humana, esse apêndice infra-humano, dentro do qual está engarrafada a Consciência.

Se queremos possuir uma individualidade sagrada, devemos apelar ao bisturi da autocrítica, para fazer a dissecação de todos esses falsos valores que constituem o mim mesmo.

Falou-se muito sobre compreensão criadora. É indispensável conhecer, de forma íntegra, unitotal, todos os defeitos psíquicos que possuímos.

Compreender intelectualmente não é tudo. É indiscutível e irrefutável que qualquer defeito psicológico se processa em 49 níveis subconscientes e infraconscientes e até inconscientes.

A compreensão em tal ou qual nível não é suficiente; necessita-se com urgência entender a fundo nossos defeitos; faz-se indispensável perfurá-los, se é que realmente exterminá-los, aniquilá-los.

No entanto, a compreensão criadora, apesar de ser urgente e inadiável, não é tudo.

Nós, os gnósticos, vamos muito mais longe; queremos capturar, apreender o profundo significado daquilo que compreendemos integralmente.

Não é possível originar aqueles impulsos íntimos que provocarão mudanças radicais em nossa psique quando não conseguimos capturar o profundo significado de tal ou qual defeito psicológico.

Obviamente, nós viemos a ficar devidamente preparados para tal ou qual mudança íntima quando compreendemos este ou aquele erro de nossa psique. Depois vem a eliminação e, então, apelamos para forças de tipo superior.

Alguém poderia, por exemplo, ter compreendido o defeito da ira e até poderia ter-se dado ao luxo de capturar seu profundo significado e, no entanto, continuar com ela.

Eliminar é diferente, porque a mente pode provocar diversos modos de ação. Pode rotular os defeitos, passá-los de um departamento a outro do entendimento; porém, não pode alterá-los fundamentalmente.

Necessitamos apelar a um poder superior à mente, se é que queremos extirpar defeitos. Afortunadamente, tal poder existe; quero referir-me agora ao fogo serpentino, a esse fogo sagrado que se desenvolve normalmente no corpo do asceta.

Se dito poder ígneo pôde, no passado , dividir o hermafroditas divinos em sexos opostos, é ostensível que também pode extirpar de nossa psique os elementos inumanos que, como apêndices, constituem em nós uma dupla natureza esquerda, sinistra, terrivelmente perversa.

Já dissemos, em nossa obra intitulada O Mistério do Áureo Florescer, que, com os primeiros percentuais de Essência liberada, se formava a pérola seminal.

Já afirmamos, em tal obra, à medida que os distintos elementos subjetivos do próprio homem são reduzidos a poeira cósmica, a pérola seminal se desenvolvia, convertendo-se no embrião áureo, na flor áurea. Eis aí o mistério do áureo florescer!

O modus operandi o expliquei demasiado, tanto nestas conferências como em meus passados livros.

Então disse que devemos aprender a dirigir esse fogo serpentino, ou raio do Kundalini, contra tais ou quais agregados inumanos, a fim de pulverizá-los, com o propósito de libertar a Essência.

Expliquei que, precisamente na frágua acesa de Vulcano, tínhamos a oportunidade de trabalhar com a lança de Aquiles.

Só com a hasta santa, emblema maravilhoso da eletricidade sexual transcedente, podemos desintegrar defeitos de tipo psicológico.

Quem possua o embrião áureo, quem o tenha elaborado mediante trabalhos deliberados e mortificações conscientes, tem direito a se reencarnar.

É evidente que a flor áurea nos confere a individualidade sagrada; é indubitável que o embrião áureo vem estabelecer, em nós, um completo equilíbrio entre o espiritual e o material.

Aqueles que ainda não possuem tal embrião retornam, regressam, reicorporam-se em novos organismos, porém não se reencarnam. Distinga-se, pois, entre reencarnação e retorno. Raros são os que se reencarnam; milhões, os que retornam.


Última edição por Anarca em Dom Nov 15, 2009 2:48 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A REENCARNAÇÃO...   Qui Nov 12, 2009 11:06 pm

O Direito de Reencarnar

P. – Mestre, vale a pena exercer o direito de reencarnar, uma vez que este tenha sido adquirido?

V.M. – Distintos cavalheiros e damas que me escutam! Toda ilusão é permitida às almas reencarnantes. Contudo, é preferível exclamar com Jesus: Pai meu! Se é possível, afasta de mim este cálice, mas não se faça a minha vontade, senão a tua.”

Nos instantes em que converso com os senhores, aqui dentro deste estúdio de minha própria casa, que é a de vocês, vem-me à memória algo muito interessante. Sucedeu que, certa noite, fui chamado telepaticamente por um grupo de Mestres da Venerável Grande Loja Branca.

Abandonei o corpo físico e todas as partes de meu ser íntimo, integradas e revestidas com os corpos existenciais do Ser, concorreram ao chamado.

Flutuando no espaço, pousei suavemente sobre o terraço de um grande edifício. Receberam-me os adeptos da Fraternidade Oculta com exclamações de júbilo, dizendo: “Chegou o arcanjo Samael”, e, depois dos efusivos abraços e saudações, fui interrogado da seguinte forma: “Tu, como avatara da nova era de aquário, deves responder sobre a conveniência ou inconveniência de entregar à humanidade terrestre as naves cósmicas. É de grande responsabilidade vossa resposta.”

Ajoelhado, vi então, com meu sentido espacial, o uso que os terrícolas poderiam fazer no futuro com tais naves.

O olho de Dhagma permitiu-me, então, ver, dentro de tais naves, num futuro imediato, comerciantes, prostitutas, ditadores, etc. viajando aos outros planetas do Sistema Solar, levando a discórdia a outros rincões do universo, etc., etc., etc.

Sentindo nesses momentos a responsabilidade que pesava sobre meus ombros, dirigi-me ao meu Pai que está em secreto, dizendo: “Pai meu! Se é possível, afasta de mim este cálice, mas não se faça a minha vontade, senão a tua.”

Aquelas palavras vibraram nos nove céus, de esfera em esfera, de mundo em mundo.

Passaram os anos e tudo ficou resolvido. Meu Pai que está em secreto deu a resposta adequada: Seleção do pessoal humano. Entregar essas naves a certos grupos muitos seletos da humanidade. Não é demais dizer a nossos amigos que já certos grupos humanos isolados possuem este tipo de veículos espaciais.

Em uma região inacessível do Himalaia, onde jamais os invasores comunistas poderão chegar, existe uma comunidade de lamas que receberam certa quantidade de tais naves cósmicas, com os quais viajam a outros mundos do espaço.

Estes lamas que tiveram a dita de receber tão preciosos presentes, são indivíduos sagrados pessoas com o Embrião Áureo desenvolvido, seres que reencarnam.

Assim, pois, amigos meus, nós devemos fazer sempre a vontade do Pai, jamais a nossa. Aqueles que se reencarnam, podem escolher, de acordo com a lei do carma as condições de vida que queiram, sem sair, é claro, da lei cármica. Mas é preferível que nosso Pai que está em secreto escolha para nós o mais conveniente.

P. – Mestre, tem-nos dito que os deuses também se equivocam. Quem seria então aquele que não se equivoca?

V.M. – Amigos! Esta pergunta me parece verdadeiramente importante e vamos lhe dar conveniente resposta. Rogo atenção a todo o auditório.

Só o Pai que está em secreto não se equivoca. Ele é infalível, onisciente e onipotente.

Por isso é que insisto na necessidade de fazer a vontade do Pai, tanto nos Céus como na Terra.

Quando nos esquecemos do nosso Pai que está em segredo, cometemos erros. Melhor é consultar e deixar tudo nas mãos do Pai.

P.– Mestre, disse a Mestra H. P. B. que a única maneira de não sofrer neste mundo é deixar de reencarnar. Que nos pode dizer a respeito?

V.M. – Quero que vocês saibam, cavalheiros, que a felicidade absoluta somente é conseguida quando temos a Deus dentro. Poderíamos viver no Nirvana, o mundo da felicidade, mas, se não temos a Deus dentro, não seríamos felizes.

Poderíamos deixar de reencarnar-nos e, se não temos a Deus dentro, tampouco seríamos felizes.

Ainda que vivêssemos numa masmorra imunda, no meio das desgraças mais terríveis, ou estivéssemos nos mundos infernos, tendo a Deus dentro, seríamos infinitamente felizes.

Não é demais recordar-lhes, amigos, que aí, nos mundos infernos, vivem alguns mestres de compaixão, trabalhando pelos decididamente perdidos, ajudando, auxiliando; porém, como têm a Deus dentro, são felizes.


Última edição por Anarca em Dom Nov 15, 2009 2:48 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A REENCARNAÇÃO...   Dom Nov 15, 2009 2:48 pm

O Reencarnado pode escolher a família?

P. – Mestre, o homem que reencarna pode escolher o lugar e a família onde regressa com a Consciência desperta?

V.M. – Com o maior prazer vou dar resposta a esta nova pergunta. Permita-se-me informar, a todos os aqui presentes, que aquele que possui o embrião áureo, de fato, também tem Consciência desperta; neste caso, lhe é dável eleger voluntariamente o signo zodiacal sob o qual deseja reincorporar-se, reencarnar-se, reencarnificar-se. Não obstante, não lhe é possível alterar seu carma.

Poderia selecionar diversos tipos de nascimento, família, nação, etc., etc., porém sempre de acordo com suas dívidas cármicas.

Isto significa que poderia resolver pagar tal ou qual dívida de acordo com sua livre eleição, mas de modo algum poderia evitar estas dívidas. Só teria direito a escolher entre tal ou qual dívida quer pagar primeiro, e isso é tudo.

P. – Mestre, o boddhisattwa caído perde seu embrião áureo?

V.M. – Esta pergunta é certamente muito original e por tal motivo convém que a respondamos concretamente.

Faz-se necessário compreender que o embrião áureo é imperecedor, imortal, eterno.

Assim, pois, o boddhisattwa caído pode aniquilar-se na nona esfera, passar pelo processo da destruição dos corpos existenciais superiores do Ser; entretanto, jamais perderia o embrião áureo. Este, depois da destruição radical ou aniquilação definitiva do ego, ressurgiria, voltaria à superfície da Terra, à luz do sol, para reiniciar ou começar uma nova evolução.

P. – Mestre, ao boddhisattwa caído lhe dorme a Consciência?

V.M. – Distintos amigos! É claro que, ao cair um boddhisattwa, ressuscitam nele as más conseqüências do abominável órgão Kundartiguador e, então, o embrião áureo, a Consciência, vem a ficar indiscutivelmente engarrafada em tais fatores infra-humanos. O resultado é que a Consciência, neste caso, perde uma boa porcentagem de sua lucidez habitual, ainda que não durma radicalmente.

P. – Mestre, o homem que adquiriu a individualidade sagrada carece totalmente de desejos?

V.M. – Amigos! Se alguém dissolveu o ego, se se desegoistizou, indiscutivelmente se individualizou; porém, desejo é algo mais profundo.

Poderia qualquer um dos aqui presentes eliminar o ego radicalmente e adquirir, por tal motivo, a individualidade sagrada e, no entanto, continuar com o desejo.

Isto parece verdadeiramente paradoxal, contraditório e até absurdo, porém devemos analisá-lo um pouco.

Amigos! O tempo reclama muitas coisas. Aniquiladas as más conseqüências do abominável órgão Kundartiguador, ficam as fitas Teleoghinooras. Estas últimas podem conservar-se plenamente nos mundos supra-sensíveis durante todo o período terrestre, se é que não nos preocupamos por desintegrá-las, aniquilá-las, reduzi-las a poeira cósmica.

Obviamente, tais fitas, como de filmes vivos, correspondem, certamente, a todas as cenas do desejo, a todos os atos luxuriosos desta e de todas nossas vidas anteriores, e, se não as desintegramos radicalmente, tampouco logramos os cem por cento de Consciência Objetiva, porque, dentro destas, está enfrascada parte da Consciência.

Evidentemente, desintegrar tais fitas é um trabalho de ordem superior que só pode ser realizado com o machado de duplo fio, que figurava nos tempos antigos no centro de todo labirinto sagrado, símbolo que muitos poucos compreenderam e sobre o qual se escreveu em algumas obras pseudo-esotéricas e pseudo-ocultistas, de forma mais ou menos equivocada.

Em todo caso, a eletricidade sexual transcedente deve também reduzir a pó as fitas Teleoghinooras.

Já estão vendo os senhores, meus queridos amigos, quão difícil é poder dar à Consciência plena lucidez e objetividade.

É lamentável que a Essência esteja tão enfrascada dentro de tão variados elementos subjetivos e infrahumanos.

Desgraçadamente, muitos crêem que isto de despertar Consciência é coisa fácil e me escrevem constantemente, queixando-se porque ainda não saem em corpo astral, protestando porque, depois de alguns meses, ainda não tem poderes, exigindo de imediato a capacidade para viver de forma lúcida e plena fora do corpo físico, etc., etc., etc. Comumente os que iniciam em nossos estudos andam em busca de poderes e, quando não se transformar em indivíduos onipotentes de imediato, então buscam o caminho subjetivo do espiritismo ou se afiliam a diversas escolas de psique subjetiva, com o propósito de conseguir instantaneamente as cobiçadas faculdades psíquicas.

Objetividade plena implica em destruição radical de todo o inumano que carregamos dentro, aniquilação de átomos subconscientes, morte absoluta da dupla natureza infra-humana, pulverização radical de todas as recordações do desejo.

Assim, pois, queridos amigos, qualquer um pode ter conseguido a individualidade sagrada, sem que por isto esteja completamente livre do processo do desejo. Destruir as fitas Teleoghinooras e alguns outros princípios, que mais tarde mencionarei, significa extirpar de nossa psique até os mais ínfimos desejos.
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Anarca

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MensagemAssunto: Re: A REENCARNAÇÃO...   Ter Nov 17, 2009 12:19 am

Entre o Céu o Inferno e o Purgatório

Se depois de morto o corpo, a alma vai para o céu, como afirmam muitas religiões, por que não ficam lá então?

V.M. - O céu é um prêmio, uma recompensa pelas nossas boas ações, mas quando a recompensa se esgota, temos de voltar para este mundo.

Será certo que existe inferno?

V.M. - O inferno com chamas, aquele fosso com carvões em brasa viva e diabos com garfos, é um símbolo que corresponde a uma tremenda realidade. Existe mundos infernais, mundos inferiores, regiões de amargura no interior do planeta Terra. Nesses abismos vivem as almas perdidas.

Se algumas almas vão para o inferno, que poderão fazer para se livrar dessas chamas?

V.M. - Ensinar a doutrina para tais almas é nosso dever e seria injusto, como já disse em uma pergunta anterior, não levar o ensinamento gnóstico a todas as regiões do mundo.

É verdade que as almas caem em um poço cheio de chamas e não se queimam?

V.M. - No interior da terra existe fogo e água. As almas fracassadas se identificam com esses elementos da natureza e sofrem, mas o fogo não pode queimá-las, nem a água afogá-las, porque as almas são incorpóreas, sutis. Olhando de outro ângulo este assunto de chamas, quero lhe dizer que tais flamas simbolizam nossas paixões animais.

Quem viu essas almas e se deu conta que ali estavam as almas?

V.M. - Qualquer pessoa inteligente sabe que no interior da terra existe fogo líquido. Os vulcões assim o indicam. Não se necessita ser sábio para ver as chamas. Qualquer um pode vê-las nas crateras misturadas com lavas e gases inflamáveis.

O que é a região purgatorial?

V.M. - As religiões falam do purgatório e da região purgatorial. Na realidade, existe zonas moleculares inferiores, submersas, situadas além da quarta dimensão. Em tais zonas, muitas almas que aspiram a luz se purificam eliminando seus pecados.

Será verdade que acreditando em Deus, se pode escapar do inferno?

V.M. - Muitas pessoas acreditam em Deus e não escapam do inferno. Se alguém quiser escapar da região das trevas, terá de tornar-se santo.

Será verdade que alguém aprendendo de memória os capítulos da Bíblia consegue se livrar do inferno?

V.M. - No inferno há muita gente que conhece a Bíblia de cor com pontos e vírgulas.

Poderia alguém se salvar apenas acreditando no que está escrito na Bíblia?

V.M. - A fé sem obras é fé morta. Precisamos de uma fé viva e esta deve se fundamentar nas boas obras. Urge que vivamos de acordo com os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

É obrigatória a reencarnação?

V.M. - Enquanto não atingirmos a perfeição, os Anjos do Destino nos mandarão para este mundo.

A reencarnação favorece a que paguemos por nossas más acções?

V.M. - Todos os sofrimentos que temos neste mundo são devidos às más acções de nossas vidas passadas.

Sempre regressamos na mesma família?

V.M. - O Eu continua em sua própria semente. Isso significa que continuamos em nossos descendentes, isto é, regressamos à mesma família.
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MensagemAssunto: Re: A REENCARNAÇÃO...   Qua Nov 18, 2009 12:49 am

Reencarnação - Perguntas e Respostas

Que se entende por reencarnação?

V.M. - As pessoas comuns e correntes entendem por reencarnação o regresso a uma nova matriz. Isso significa que nós podemos reincorporar em um novo organismo humano. Não será demais acrescentar que ao regressar voltamos a nascer e a viver na mesma forma e do mesmo modo vivido na existência precedente.

Por que não recordamos nada de nossa vidas passadas?

V.M. - As pessoas não recordam suas vidas anteriores porque têm a consciência adormecida. Se a tivessem desperta, logicamente se lembrariam de sua vidas anteriores.

Quem se reencarna?

V.M. - Enquanto alguém tenha possibilidade de salvação, poderá regressar a uma nova matriz para se revestir com um outro corpo físico. Porém, quando o caso já for perdido, quando o sujeito se tornou um malvado definitivamente, quando nenhum castigo produz mais resultados úteis, então não volta mais, não lhe é dado mais outro corpo e assim ele entra nos mundos infernais onde somente se ouve o pranto e o ranger dos dentes.

Como podemos comprovar que regressamos a este mundo outra vez?

V.M. - O retorno a este mundo depois da morte para uns é uma teoria, para outros um dogma, uma anedota, uma superstição ou uma crença. No entanto, para aqueles que recordam suas vidas passadas, o retorno é um fato. Isto significa que somente se lembrando de suas vidas anteriores, poderá alguém evidenciar a crua realidade da reincorporação ou regresso a este Vale de Lágrimas. Porém repetimos: só é possível se recordar as existências anteriores quando se desperta a consciência.

Para que voltamos a este mundo?

V.M. - Voltamos a este mundo com o propósito de nos aperfeiçoar, pois infelizmente somos pecadores e precisamos terminar com nossos erros.

O que é que regressa a este mundo dos seres humanos?

V.M. - O que retorna a este mundo é a alma do falecido.

Os animais e as plantas também regressam a este mundo?

V.M. - As almas das plantas, dos animais e das pedras são os elementais da natureza. Eles retornam a este mundo de maneira contínua. Por exemplo, se uma planta seca e morre, o elemental desse vegetal renasce em outra planta. Se um animal morre, o elemental dessa criatura regressa a um novo organismo animal, etc.
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MensagemAssunto: Re: A REENCARNAÇÃO...   Sab Nov 21, 2009 1:56 pm

Vidas Passadas, Predestinação e Reencarnação

Existe a predestinação?

V.M. - Cada alma é o artífice de seu próprio destino. Se alguém pratica o bem, ganha uma boa sorte. Se faz o mal, renasce neste mundo para sofrer e para pagar tudo o que deve. Assim se explica porque uns nascem em um leito de plumas e outros na desgraça.

Gostaria de recordar as minhas vidas passadas, mas como tenho a consciência adormecida, que devo fazer para despertá-la?

V.M. - Seguindo a senda da santidade. Eis o caminho para se despertar a consciência. Termina com teus erros, arrepende-te de tuas más ações, torna-te puro em pensamento, palavra e obra e eu te garanto que quando hajas alcançado a verdadeira santidade, terás despertado a consciência.

Por que muitos não crem que tiveram vidas anteriores?

V.M. - Alguns não crêem simplesmente porque não recordam suas vidas passadas e de fato não se lembram porque tem a consciência adormecida.

Senhor, você se lembra de suas vidas passadas? Você constatou de fato que existe a reencarnação?

V.M. - É claro que se não recordasse minhas vidas passadas não me atreveria a defender com tanta ênfase a doutrina da reencarnação. Felizmente, lembro-me com bastante clareza todas as vidas que tive no planeta Terra.

Quantas vezes pode alguém reencarnar nesta vida?

V.M. - Está escrito com letras de ouro no livro da vida que se regressa 108 vezes a este mundo.

Por que uns reencarnam como homens e outros como mulheres?

V.M. - Tudo depende dos acontecimentos da vida. Às vezes, temos que voltar em corpo feminino e outras vezes em corpo masculino. Sempre de acordo com as ações de nossas experiências anteriores.

Por que se diz que por tratar mal os animais pode alguém reencarnar como cavalo, cachorro ou gato?

V.M. - As almas perdidas ingressam nos mundos infernais. Ali, como dizem as sagradas escrituras, passam pela Segunda Morte. Somente depois de tal morte é que as almas condenadas ficam limpas de toda mancha. Então podem voltar a este mundo. Evoluem como elementais minerais, ascendendo depois ao estado vegetal, a seguir reincorporam em organismos animais para finalmente reconquistar o estado humano que outrora perderam. Ao chegarem a estas alturas, se lhes concede 108 vidas a fim de que se façam perfeitas. Porém, se fracassam, voltam a repetir todo o processo de novo.

A que se deve o fato de alguém estar em certos lugares e ter a sensação de que já os conhece tão bem a ponto de poder descrevê-los com detalhes?

V.M. - Esse fenômeno se deve ao fato de que em vidas anteriores já esteve nesses lugares.

Quantas vezes se pode reencarnar em corpo humano, quantas vezes em corpo animal, quantas em vegetal e quantas em mineral?

V.M. - O retorno dos seres humanos já está devidamente calculado em 108 vezes, porém o retorno em organismos animais, vegetais ou simplesmente minerais não tem um número exato.

Será possível se passar do reino vegetal ao humano ou do animal para o mineral?

V.M. - Do reino vegetal se passa para o humano, mas através do reino animal. Isto significa que não podemos saltar porque a natureza não dá saltos. Se o elemental animal degenera, involui, retrocede para o estado mineral, passando antes, naturalmente, pelo estado vegetal.

Em que dimensão se encontram os elementais do reino vegetal e mineral?

V.M. - As criaturas elementais vivem na quarta dimensão da natureza.

Somos nós os mesmos seres humanos dos tempos antigos que estamos a nos reencarnar ou alguns tem desaparecido definitivamente?

V.M. - A humanidade actual é muito velha. Está retornando a este mundo há muitos milhares de anos.

Quanto tempo um ser humano espera depois de morto para receber um novo corpo?

V.M. - Isso depende do destino de cada um. Uns renascem imediatamente e outros levam muito tempo para voltar.

Um estudante que haja começado a despertar sua consciência, ao morrer, pode dar-se conta do processo de reencarnação?

V.M. - Quem desperta a consciência não precisa aguardar o momento da morte para recordar as vidas passadas. Ele pode recordá-las em vida, aqui e agora.

A Gnose considera justo o fato de que milhões de seres humanos vivam na mais completa ignorância sobre a evolução, a reencarnação, a realização e o despertar da consciência?

V.M. - Nós gnósticos consideramos injusto que não haja pregadores suficientes, melhor diríamos missionários em quantidade para levar estes ensinamentos a todas as parte, mas não temos culpa disso. Acontece que à humanidade só lhe interessa se divertir, ganhar dinheiro e entregar-se aos prazeres. Se as pessoas fossem mais compreensivas, se preocupariam por estes ensinamentos e os divulgariam.

O que é a Segunda Morte e o que tem a ver com a reencarnação?

V.M. - A Segunda Morte marca o fim de nossas paixões animais nos mundos infernais. Isto significa que no fim, os condenados, os perdidos, chegam à pureza original. Quando isso acontece, saem dos abismos infernais que existem no interior da terra. Então, como já dissemos, tais almas tornam a evoluir da pedra até o homem.

Quando a humanidade irá entender o porquê das reencarnações?

V.M. - A Humanidade somente poderá entender o porquê das reencarnações no dia em que conseguir despertar a consciência.

Por que as pessoas nascem, morrem e voltam sempre a repetir o mesmo disco?

V.M. - De fcato, as pessoas repetem, como você disse, sempre o mesmo disco. Refiro-me à Lei de Recorrência. Em cada vida, tornamos a repetir tudo o que fizemos na anterior, sofrendo as conseqüências do bom e do mau praticados na vida passada. Isto é um círculo vicioso: repetição de dramas, de cenas, de amores, reencontro com as mesmas pessoas, etc.

Como faremos para sair de tanta repetição?

V.M. - Conseguimos nos livrar da lei da Recorrência somente através da santificação.

Quem nos obriga a tomar um novo corpo físico?

V.M. - A este mundo nos mandam os Anjos do Destino. Eles tem anotado em seus livros as nossas boas e más ações.
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