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 O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL

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Anarca



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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Seg Jul 26, 2010 6:13 pm

SNS - Director ausente

Mal foi nomeado director do centro de saúde, pediu autorização à tutela para exercer actividade privada. O que lhe foi concedido, mas em condições específicas: fora das horas de serviço e dentro da sua área de especialidade, a Medicina Geral e Familiar.

O cargo, porém, revelou-se pouco compatível com a actividade privada. O médico só aparecia uma vez por semana no centro de saúde que dirigia, e nunca lá estava mais de hora e meia – apesar do seu horário exigir que trabalhasse sete horas por dia e cinco dias por semana.

A verdade é que ser director do centro de saúde era, afinal, menos importante do que manter a actividade da sua empresa de Medicina do Trabalho. E aqui exercia as funções de médico... do Trabalho – uma especialidade que não estava sequer autorizado a acumular com o seu cargo público.

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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Seg Jul 26, 2010 6:15 pm

SNS - Partiu o braço... há três semanas

O doente dirigiu-se às urgências, depois de ter dado uma queda e com queixas de dores no braço direito. Foi lá uma vez. Foi lá duas vezes. Fez raio-x em ambas. E acabou sempre mandado para casa, com a indicação de manter o braço em repouso e tomar anti-inflamatórios. Mas sem direito a baixa ao trabalho.

O problema é que, três semanas depois, as dores continuavam e o doente teve de voltar à urgência, onde fez um novo raio-x, que detectou aquilo que já se esperava: uma fractura no braço. «Bem visível», segundo o perito médico que analisou o caso, na IGAS. E desde o primeiro momento, acrescentou.

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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Seg Jul 26, 2010 6:15 pm

SNS - Uma troca de joelhos

As queixas foram-se agravando e a médica acabou por ditar-lhe a sentença esperada: tem de ir à faca. A operação foi marcada e, no dia previsto, ela assinou o respectivo consentimento informado: autorizava a cirurgia ao seu joelho direito.

Quando acordou, porém, descobriu que tinha as duas pernas imobilizadas. Fora, afinal, operada aos dois joelhos, quando pensava que só um deles tinha problema.

Começou, então, a fazer perguntas. E acabou por concluir que a equipa médica que a operara cometera um erro – tinham-lhe feito a operação ao joelho errado e, com a doente ainda anestesiada, deram logo pela troca e operaram de imediato o outro.

A médica responsável defendeu-se dizendo que detectou problemas no joelho direito quando se preparava para operar o esquerdo. E por isso fez tudo de seguida. A doente continua a queixar-se de dores. Agora dos dois joelhos.

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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Seg Jul 26, 2010 6:18 pm

SNS - Remédio? Para quê?

Depois de ter sido operada a um tumor, em que perdeu a hipófise, a doente passou a estar dependente de medicamentos hormonais. O médico que a acompanhava, no lar onde estava internada, receitava-lhe sempre o mesmo. Até ao dia em que ele esgotou nas farmácias. «O melhor é acabar com a medicação e aguardar pela evolução da situação», disse à filha da sua doente.

Não foi preciso esperar muito tempo. Três dias depois, o estado de saúde dela agravou-se dramaticamente, acabando por morrer na urgência do hospital. Bastava, no entanto, que o médico tivesse receitado um medicamento alternativo, esse sim à venda nas farmácias, para evitar o desfecho fatal. O clínico está, por isso, acusado de negligência grave.

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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Seg Jul 26, 2010 7:20 pm

Sócrates diz que o SNS é para manter "bem vivo"

26.07.2010

O primeiro-ministro garantiu hoje o empenho em manter "bem vivo" o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e criticou os que o querem "fazer recuar".

O SNS, disse o chefe do Governo, "é hoje um serviço que pede meças internacionalmente. Fazer recuar o SNS não é uma proposta realista. Trata-se apenas de uma proposta que tem tudo de ideológica e que nenhum bem traria ao país".

"Quero, com clareza, manifestar a minha oposição a um recuo do SNS", acrescentou.

José Sócrates nunca referiu o destinatário das suas críticas, que surgem depois de o PSD ter proposto, no âmbito de um seu projecto de revisão constitucional, que se acabasse com o SNS "tendencialmente gratuito".

O chefe do Governo esteve em Aborim, Barcelos, aonde acompanhou a ministra da Saúde, Ana Jorge, na inauguração de uma nova extensão de Saúde e no lançamento de uma Unidade de Saúde Familiar (USF).

Falando precisamente sobre as USF, José Sócrates recordou que Portugal tem hoje cerca de 260 unidades desse tipo "e com isso conseguiu que mais cerca de 300 mil portugueses tivessem médico de família" e atendimento "com mais qualidade".

"É assim com estas reformas que se faz avançar o SNS", disse.

A criação das USF representa "uma das mais expressivas reformas do SNS", considerou ainda o primeiro-ministro, que, no final da cerimónia de Aborim, se escusou a responder a perguntas dos jornalistas.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Ter Jul 27, 2010 5:14 pm

Sócrates Elogia o Sistema Falido da Saúde

27.07.2010

A Desgraça Nacional – Como e Porquê
Como se Estupidificou a População?
Sócrates elogiou o sistema de saúde nacional por ser igual para todos (notícias de 26-7-10). Que falsidade! O sistema de saúde nacional não é verdadeiramente universal nem segue as normas adoptadas nos países europeus que o fazem realmente igual para todos.

A saúde, como ela está em Portugal, não podia ser pior. Nos serviços do estado não há concorrência e os médicos desinteressam-se completamente por uma profissão que é humanitária, procurando os hobbies paralelos inexistentes nos países democráticos europeus. Por outro lado, esses hobbies minam o sistema. Por algum motivo os portugueses continuam a ter uma esperança de vida inferior.

Nos países europeus a saúde é garantida pelo estado, enquanto a maioria dos serviços são prestados pelos privados (mutuais bem controladas). Os estados, de acordo com as associações dos profissionais (ordens, etc.) estabelecem tabelas tarifárias pelos actos médicos, de enfermagem, de hospitalização e outros complementares. Todos os médicos e outros profissionais de saúde trabalham para o sistema nacional.

Cada pessoa escolhe o médico ou hospital que quiser e gera-se uma concorrência que só pode ser benéfica. Os hospitais, privados ou do estado, estabelecem os preços que quiserem para os serviços hoteleiros de internamento, mas NÃO naqueles para os quais exista o tal acordo tarifário. As pessoas são tratadas convenientemente, o que cá não acontece, salvo as costumadas excepções às regras.

Nalguns países, como em Portugal, os serviços de saúde estão em falência porque enquanto a procura subiu em flecha desde à volta do princípio da década de 1970, nada fizeram para acompanhar essa subida. Cá, ninguém fez nada, nunca, e o Sócrates foi a maior desgraça porque agora ainda precisa de mais intervenção do que antes devido à contínua pioria. Em lugar de transformar, reestruturar, modernizar e revitalizar, aplicou-lhe uma mezinha que nem poderia resistir a uma crise, como se constata.

Onde se evitou a falência adoptou-se por uma subida dos impostos para esse fim ou uma subida das quotizações individuais, consoante o método de financiamento. Porque – não metamos a cabeça dentro do barril – não há outra solução e todos devem ter direitos iguais.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O grande mal de Portugal (e de alguns outros países) é os impostos não terem destino especificado e os governantes poderem usá-los como lhes aprouver e sem qualquer controlo do povo. Um autêntico regabofe de descontrolo e de corrupção que só pode originar a ineficiência dos serviços e o aproveitamento desta precária situação pelos oportunistas e hobbies por exploração, assim como um descontrolo completo e a ineficácia do sistema.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O Sócrates deveria ter introduzindo as transformações necessárias, modernizando e financiando, copiando dos países cuja experiência resolveria os problemas nacionais. Devia ainda ter acabado com os hobbies e ter estabelecido um controlo efectivo que evitasses explorações e tornasse o sistema democrático, em lugar da fantochada que é.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O impostor do Sócrates gaba-se de ter reestruturado o serviço de saúde, mas pelo que atrás se vê, nada fez de útil. Bem pelo contrário. Aplicou-lhe uma mezinha que não durou o tempo da sua legislatura e que só serviu de propaganda de marketing político para incautos. Aldrabão! Mantendo a situação ruinosa, deu oportunidade aos neoliberais anti-democráticos, oferecendo-lhes razão para contestarem sobre uma bandeja, aproveitando-se do descontentamento geral devido à falência na efectividade do serviço.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

Devido à crise e à má organização, a agravação dos serviços de saúde e da Segurança Social só pode continuar a piorar. As esperas, as faltas de médicos e de todos os recursos vão piorar e em grande. Na posse desta fácil e lógica previsão, o novo PSD neoliberal – que a maioria dos apáticos crê ser o mesmo dos tempos antigos, mas que é quase o contrário, como testemunham as suas proposições e a maioria dos seus mais antigos militantes – teve a oportunidade de avançar com a ideia duma privatização, não como nos países democráticos enunciada acima, não, mas na pura e monstruosa intenção de liberalizar e oficializar os hobbies que roubam a população, enquanto aprofundando e alargando o fosso já grande entre mais ricos e mais pobres. É esta a democracia do actual PSD e do seu chefe de clã mafioso. Enganar o povo e empobrecê-lo roubando-o para dar àqueles a quem permitem o roubo, o todo sem o mínimo controlo.

Deste modo, o PSD começou por espalhar uma ideia contra a população em geral, por enquanto apenas levantando a ideia. Vai agora aguardar pacientemente o inevitável aumento da degradação do sistema devido à incompetência do Sócrates na sua imprescindível reforma. Quando o momento político chegar, o hipócrita do Pedro Coelho vai dizer: Eu não lhes disse que o sistema era insustentável e que devia ser privatizado, com expliquei? Chama-se a isto, literalmente, um hipócrita e sacana de maus fígados ao último grau, por infligir conscientemente o mal a toda a população que não possa pagar.

Pelo que se vê, o isco ainda agora foi lançado, a primeira parte. O seguimento será na altura de vantagem política para que a impostura possa vingar.

O sistema pode muito bem ser privatizado, sustentável, democrático e respeitar os Direitos Humanos como noutros países e lembrado acima, mas jamais do modo que esse ladrão-mor e assassino do povo propõe. O que o Coelho pretende implementar é uma diferenciação de classes em que os que têm mais dinheiro possam obter melhores serviços clínicos, uma grande machadada num sistema já pouco democrático. Passa por cima dos Direitos Humanos de que o direito à saúde faz parte integrante, como reconhecido por todos os países verdadeiramente democráticos e por todas as organizações de Direitos Humanos. Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos.

Classes

Havendo classes não pode haver democracia. Não obstante, a generalidade fala em classes. Logo, se fala admite a sua existência, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

Pergunta-se:

Porque é que em Portugal só se copia o que está errado e no presente caso nem mesmo isso, por sermos um caso único na UE?

Qual é a vantagem para a população em ter dois serviços a preços diferentes, senão para criar classes nela, o que é absolutamente anti-democrático? Por demais, um serviço do estado como o actual não gera a concorrência necessária.

Em lugar de adaptar os sistemas comprovados democraticamente como eficientes, será melhor, como de costume, copiar-se tudo o que está mal nos países atrasados, apenas porque nos impingem as ideias?

Resposta a todas as perguntas

O mal, assim como o mal geral do país é consequente da população não conhecer como vivem, se comportam e actuam politicamente as populações dos países europeus avançados e democráticos (Espanha e Grécia, países também do terceiro mundo, não contam, nem pensar). Ninguém conhece as razões porque as populações de uns países vivem melhor que as de outros. Ninguém conhece como funcionam os serviços de saúde e de Seg. Soc. nos países europeus em geral, nem nos próprios países da nossa UE.

Porquê?

Conhecendo a desonestidade generalizada dos políticos, ninguém se admirará que eles ocultem maliciosamente estes factos de modo a poderem convencer os eleitores a votar nas suas ideias que eles sabem garantirem-lhes melhor os tachos do que um esforço em prol da população, cujo resultado só se verá depois das mais próximas eleições. A ganância do poder imediato é que conta para essa canalha.

O que é realmente de admirar é que aqueles cuja profissão é de informar a população o escondam, mintam, encubram, pasteurizem e manipulam as informações; que as encenem, dramatizem, gozem com a ignorância geral em que eles mesmos mergulharam profundamente a população com os seus métodos em que escolhem o que hão-de contar segundo o seu critério e não a sua obrigação profissional.

Pelo seu comportamento e consequentes resultados, só podem ser eles os primeiros culpados do estado de ignorância geral do país. Tiraram ao povo a capacidade de reflectir naquilo que desconhecem por não terem sido mantidos ao corrente. Mais do que os políticos, arquitectaram assim a desgraça nacional.

A população encontra-se num tal estado de profunda estupidificação por influência da jornaleirada rasca e imunda, que chegou ao ponto de crer que a proposta do Coelho possa salvar o sistema sem prejuízo de acabar definitivamente com a democracia coxa das duas pernas que existe. Esta opinião errada só pode prevalecer pelo desconhecimento completo de como funciona um sistema de saúde privado rigidamente controlado pelo estado em países económica e democraticamente avançados. Pelos que se constata, raros o conhecerão.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

Nota

Uma opinião que caracteriza a jornaleirada de hoje, em que os nacionais não são únicos mas no que têm uma alta classificação, foi definida num livro de Andrew Oitke, Prof. catedrático de Antropologia na Universidade de Harvard:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»

Mais sobre este livro poderá ser lido num post do blog Democracia em Portugal?

(The Braganza Mothers)
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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Sab Dez 11, 2010 2:23 pm

Lei sobre o depósito de valores em clínicas privadas, antes do Internamento.

10.12.2010

Para ler e divulgar!

O Hospital da Luz exigiu 2000€ a uma pessoa para ser internada de urgência!

SAÚDE: Lei Sobre o Depósito de Valores nas Clínicas Privadas, Antes do Internamento.
Foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:
Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população!
E isso vem desde 2002. Estamos em 2010...!!!

(Democracia em Portugal)
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Anarca



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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Sab Jan 08, 2011 3:22 pm

Três mortes por gripe A confirmados

07.01.2011

A Direcção-Geral da Saúde confirmou hoje a morte de três pessoas por gripe A e outra devido à gripe B, um estirpe com maior incidência entre pessoas idosas.

De acordo com um comunicado divulgado no portal da DGS, desde o início de época gripal 2010‐2011 já foram notificados 38 internamentos hospitalares por gripe, dos quais 33 porvírus A(H1N1), quatro por vírus B e um por A(H3N2).

Destes casos, foram admitidos em cuidados intensivos 17 doentes, dos quais 13 ainda se encontram internados. Quatro doentes faleceram e cinco tiveram alta, confirma a DGS.

A Direcção-Geral da Saúde apela aos cidadãos que se vacinem, sendo este "o melhor método de prevenção" e lembra que devem ser seguidas regras de etiqueta respiratória, como tossir ou espirrar para um lenço descartável ou para o antebraço e lavar as mãos.

(Diário Económico)
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MensagemAssunto: Re: O NEGÓCIO DA SAÚDE EM PORTUGAL   Hoje à(s) 6:51 am

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