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 FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA

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MensagemAssunto: FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA   Seg Jul 20, 2009 11:43 pm

Francisco Louçã acusa Costa de separar a esquerda

Francisco Louçã desfere um violento ataque ao candidato do PS à Câmara de Lisboa. Para o líder do Bloco de Esquerda, António Costa "é o contrário" de Jorge Sampaio, que há 20 anos liderou uma coligação de esquerda.

"António Costa em 2009 é o contrário de Jorge Sampaio em 1989", escreve Francisco Louçã, em artigo publicado no site do Bloco de Esquerda na Internet.

Francisco Louçã salienta as "diferenças" entre os dois socialistas - Costa "separa", enquanto Sampaio "uniu" -, justificando assim a recusa de qualquer possibilidade de entendimento com o PS para a Câmara de Lisboa.

Segundo o coordenador do Bloco de Esquerda, António Costa fez "um apelo a um arranjo eleitoral sem ideias, a três semanas do prazo de apresentar candidaturas". Foi "um acto de desespero" - ao contrário da "coragem e ousadia" demonstradas por Jorge Sampaio há duas décadas -, diz Louçã.

Os bloquistas mantêm bem presentes a críticas que Costa lhes dirigiu há meses, no congresso do PS, quando se referiu ao Bloco como "parasita da desgraça alheia". "Com parasitas não se fazem coligações", diz Francisco Louçã.

O líder do Bloco fala da "maior transparência" da cidade no tempo do ex-presidente, mais tarde chefe de Estado. Assim, numa indirecta a António Costa, Sampaio não teve de se "envergonhar com a investigação judicial à concessão sem concurso do terminal de contentores de Alcântara à empresa de um amigo do Governo e do partido". Uma referência ao negócio com a Liscont, uma empresa do grupo Mota-Engil, presidido pelo antigo ministro socialista Jorge Coelho.

Francisco Louçã liga António Costa a algumas decisões do Executivo mais criticadas pelo Bloco: Código do Trabalho, "perseguição à escola pública", corte do subsídio de desemprego. Ao contrário, quando Jorge Sampaio se candidatou a Lisboa "lutava contra a maioria absoluta de Cavaco Silva".

A avaliação do mandato de Costa é bastante negativa. "O problema desta maioria é que falhou", escreve Louçã, dando exemplos como a incapacidade de travar a especulação, a falta de defesa do espaço público e da frente ribeirinha ou o "aluguer de praças e avenidas a marcas e empresas".

Nesta semana ficaram definidas as candidaturas à Câmara de Lisboa. À direita, já havia uma coligação, liderada por Pedro Santana Lopes. Carmona Rodrigues comunicou que não se recandidatará.

À esquerda, onde já eram conhecidos os candidatos do PCP (Ruben Carvalho) e do Bloco de Esquerda (Luiz Fazenda), ficou formatada a lista do PS. António Costa lidera uma equipa em que estão incluídos os Cidadãos por Lisboa de Helena Roseta (por questões jurídicas figuram como independentes). José Sá Fernandes, eleito em 2007 pelo Bloco, integrará também a lista de Costa.

Haverá assim três candidatos à esquerda, ficando afastada a possibilidade de reeditar uma candidatura abrangente, como a liderada por Jorge Sampaio e mais tarde por João Soares.

(Expresso)
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MensagemAssunto: Re: FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA   Dom Jul 26, 2009 1:00 pm

Louçã acusa Sócrates de tráfico de influências

Francisco Louçã acusou hoje José Sócrates de tráfico de influências ao ter oferecido à militante bloquista Joana Amaral Dias um lugar de Estado em troca de apoio às listas socialistas para as legislativas

Falando no almoço-comício numa associação recreativa do Barreiro, em que apresentou a lista do bloco de esquerda (BE) para as legislativas no distrito de Setúbal, Francisco Louçã felicitou Joana Amaral Dias por ter recusado apoiar as listas socialistas numa primeira investida do PS em busca do apoio da militante do Bloco.

«Acontece, no entanto, que voltou a convidá-la para cargos de Estado em troca de um eventual apoio, seja a chefiar um instituto público na área da saúde, seja num qualquer lugar de Governo. Isso mostra-nos o desespero em que está o PS», acusou o coordenador do BE, que foi mais longe nas suas acusações.

«Mostra-nos uma forma de política menor, de vergonha, que é uma política que oferece lugares de Estado, que trafica influências e oferece lugares a troco de algum apoio. Isto é uma vergonha, é a forma de governar em maioria absoluta, é pensar que o Estado é de um partido, mas não é. A democracia não permite traficâncias», defendeu Francisco Louçã.

O dirigente do Bloco sublinhou que a democracia é «lugar de responsabilidade», onde quem vem apenas para obter lugares não os merece.

«Um partido que em vésperas de eleições anda a distribuir mordomias é um partido que não merece governar», reiterou Louçã.

O líder do BE, que estruturou toda a sua intervenção em torno da palavra «favorecimento», referiu vários exemplos para demonstrar como o Executivo socialista pautou o seu mandato por políticas de favor.

Um destes exemplos foi o caso BPN em que o Estado utilizou três mil milhões de euros de dinheiro dos contribuintes para salvar os activos do banco, disse.

«Sócrates anunciou que vai abrir os cordões à bolsa e vai aumentar os estágios profissionais para mais 10 mil desempregados, ou seja, um em cada 60. ‘Ah’, como teria sido extraordinário se os banqueiros que foram de chapéu estendido depois de terem afundado os seus bancos se o Governo ao menos só tivesse apoiado um em cada 60», ironizou Louçã.

Francisco Louçã acusou também o Governo de favorecimento depois de na reunião em sede de concertação social, que decorreu na sexta-feira, a propósito de eventuais custos para as empresas num cenário de pandemia de gripe A, ter ficado decidido que os encargos serão assumidos pelos trabalhadores e pela segurança social sem que às empresas sejam pedidos “sacrifícios ou responsabilidades”.

O dirigente do bloco não esqueceu também, a propósito de favorecimentos, o caso do terminal de contentores de Alcântara.

«Sabemos agora que Sócrates garantiu à Mota-Engil um contrato em monopólio nos contentores de Alcântara- Até ao dia em que Sócrates fizer 85 anos de idade está a Mota -Engil segura, tem sempre um lucro garantido e no dia em que a sua operação não tiver lucro garantido, o Estado paga o lucro que eles não tiveram a operar sozinhos sem concorrência, sem concurso, num contrato que lhes dá todas as garantias. O que é que podemos chamar a isto? Favorecimento», afirmou Francisco Louça.

Ainda em relação às listas socialistas, Louçã não deixou de notar que estas não incluem qualquer dos deputados «que tiveram a honradez de votar contra o Código do Trabalho», tendo sido «corridos e punidos» por isso.

(Lusa / SOL)
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MensagemAssunto: Re: FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA   Qua Jul 07, 2010 1:41 pm

Francisco Louçã: "Sócrates está a cair num labirinto de contradições"

18.06.2010

O líder do Bloco de Esquerda(BE), Francisco Louçã, afirmou hoje que a Comissão de Inquérito ao caso PT/TVI, fez um trabalho rigoroso e que o primeiro ministro, José Sócrates, está a cair num "labirinto de contradições".

“Está muito atrapalhado por o testemunho mais categórico ouvido na Comissão ter sido o dele. Era bom que José Sócrates não insistisse mais nesta história e pedisse desculpa ao país”, afirmou o deputado bloquista, que se deslocou esta tarde a Vila Franca de Xira para inaugurar uma casa do BE naquele concelho.

Francisco Louçã comentava desta forma à Agência Lusa, as declarações de José Sócrates que considerou hoje “ridículas” e “lamentáveis” as conclusões da comissão de inquérito parlamentar sobre o negócio PT/TVI.

“A comissão fez um trabalho rigoroso e as suas conclusões foram testemunhadas e comprovadas. Agora o primeiro ministro não pode é contradizer-se e dizer num dado momento que nada sabia e noutro dizer que não só conhecia como tinha discutido com um amigo”, sustentou.

(i)
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MensagemAssunto: Re: FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA   Sex Jul 23, 2010 6:31 pm

Francisco Louça critica "protecção aos bancos"

2010-07-05

O líder do Bloco de Esquerda acusou hoje, sábado, a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e os ministros das Finanças de protegerem os bancos perante o "abismo do sistema financeiro", considerando que prejudica o trabalho e o emprego.

"Quanto mais especularem, quanto mais roubarem as economias, mais são apoiados pela Comissão Europeia, mais são apoiados pelo FMI, mais são apoiados pelos ministros das Finanças", disse Francisco Louçã, em Leiria, num almoço com militantes do Bloco de Esquerda.

Para Francisco Louçã, "esta lógica imparável continua sempre a prejudicar o trabalho e a prejudicar o emprego".

Ao abordar a possibilidade de a Hungria entrar na bancarrota, o dirigente lembrou a situação da Grécia, que "tem estado à beira da bancarrota depois das malfeitorias financeiras que se viram contra os trabalhadores" e de outros países que "sentem os ataques dos especuladores financeiros", como Portugal, Espanha e Itália.

"E não é espantoso que perante este abismo do sistema financeiro, este ataque dos principais bancos, a resposta que o Estado dá é proteger o sistema financeiro, é proteger a especulação?", questionou, considerando ser "exactamente isso que faz a União Europeia".

O deputado criticou ainda "o ataque aos trabalhadores" feito pelo Governo, com a diminuição do subsídio de desemprego, e, logo depois, a renovação do "apoio ao sistema financeiro com a garantia que o Estado dá com o dinheiro dos nossos impostos".

Para o líder do BE, trata-se de "dois pesos e duas medidas. Os trabalhadores têm menos, estão desempregados, e os bancos têm mais", resumiu.

(Jornal de Notícias)
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MensagemAssunto: Re: FRANCISCO LOUÇÃ - O SEMINARISTA   Sex Jul 23, 2010 6:33 pm

Francisco Louçã: «o demagogo»

Há uma frase lapidar que nos alerta para o problema da mentira: «Podes enganar muita gente durante muito tempo. Não podes enganar toda a gente durante todo o tempo». Esta frase diz muito sobre o actual perfil eleitoral de Francisco Louçã, na sua cruzada de captação de votos descontentes com a governação de Sócrates e consequente alargamento da sua base eleitoral.

Louçã pode dar-se a esse luxo, porque a base eleitoral volátil, composta principalmente por eleitores descontentes com a governação de Sócrates, é muito pouco exigente do ponto de vista político. São os eleitores que votam, não em prol do desenvolvimento do país, mas em seu próprio beneficio ou contra quem os prejudicou. São eleitores que votam hoje e não votam mais em quatro anos, mas que se esquecem que legitimam uma força política destrutiva que não assume qualquer responsabilidade governativa.

É um eleitorado que gosta de ouvir falar mal dos ricos, das reformas milionárias dos banqueiros, do escândalo que constitui a suposta adjudicação de estradas a empresas lideradas por ex-ministros. Não é um eleitorado que vá ler o programa do Bloco de esquerda. Louçã mune-se de casos e factos polémicos, molda-os aos seus interesses mediáticos, e não tem o mínimo remorso em os adulterar, exagerar ou amplificar, criando meias verdades e com isso passar por cima de qualquer limite do razoável. O caso relatado ontem à Raquel Alexandra sobre sua verdade no caso das escutas em Belém é paradigmático: Louçã criou a sua verdade e agora vende-a como a verdade oficial e irrefutável. Ele faz isso, sistematicamente e de forma pouco séria, mas fá-lo por três razões que têm lógica:

A memória é curta. Vende o peixe hoje e só tem de o vender novamente daqui a quatro anos.
Os seus eleitores voláteis vibram de tal forma com o discurso, que uma virgula a menos, ou uns zeros a mais não fazem a mínima diferença.
A inveja, como a ganância, tolda o pensamento lógico e racional e é a base do crescimento dos movimentos radicais.
Louçã está a promover o maior clube de invejosos da história moderna de Portugal, com o qual cavalgará sem piedade sobre os “ricos e poderosos”, numa atitude de caça às bruxas que nos fez perder 10 anos de competitividade depois de Abril de 74.

Veremos a força com que sai das próximas eleições.

(Salvador da Cunha)
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